sábado, 22 de abril de 2017

JOÃO WESLEY E AS PERSEGUIÇÕES

"John Wesley estava pregando pelo país, montado em seu cavalo, meditando na palavra de Deus. Ele percebeu que em três dias ninguém o tinha perseguido, ninguém o tinha caçado, ninguém o tinha amaldiçoado, ninguém tinha tentado bater em seu corpo com paus e pedras. 

Então ele desceu de seu cavalo, e começou a orar e indagar em seu coração. Ele disse: “Deus, eu me tornei um homem carnal? Minha mensagem se tornou tão mundana que ninguém mais me persegue?” 

Exatamente neste momento de sua oração um fazendeiro que odiava John Wesley, o viu orando, pegou um tijolo, e jogou nele, que passou raspando o seu nariz. Então Wesley louvou ao Senhor, dizendo: “Deus, muito obrigado! Agora sei que o Senhor confirmou seu favor por mim.” 

Então quando você se levanta e pessoas aplaudem é meio assustador, você espera que seja um reflexo de piedade de ambas as partes, mas você nunca tem certeza. Precisamos entender que o cristianismo nunca será amigo deste mundo. 

O cristianismo sustenta o único caminho para a salvação deste mundo, eles nunca serão amigos. O cristianismo nunca se mistura as exigências do mundo, mas as exigências deste mundo se misturam a ele."


- Paul Washer

23/04/17 - LEITURA BÍBLICA ANUAL - 2º SAMUEL 03 E 04.

2 Samuel 3

1A guerra entre as famílias de Saul e de Davi durou muito tempo. Davi tornava-se cada vez mais forte, enquanto a família de Saul se enfraquecia.
2Estes foram os filhos de Davi
nascidos em Hebrom:
O seu filho mais velho era Amnom,
filho de Ainoã, de Jezreel;
3o segundo, Quileabe,
de Abigail, viúva de Nabal,
de Carmelo;
o terceiro, Absalão, de Maaca,
filha de Talmai, rei de Gesur;
4o quarto, Adonias, de Hagite;
o quinto, Sefatias, de Abital;
5e o sexto, Itreão, de sua mulher Eglá.
Esses foram os filhos de Davi
que lhe nasceram em Hebrom.

Abner junta-se a David

6Enquanto transcorria a guerra entre as famílias de Saul e de Davi, Abner foi ficando poderoso na família de Saul.
7Saul tivera uma concubina chamada Rispa, filha de Aiá. Certa vez Is-Bosete perguntou a Abner: "Por que você se deitou com a concubina de meu pai?"
8Abner ficou furioso com a pergunta de Is-Bosete e exclamou: "Por acaso eu sou um cão a serviço de Judá? Até agora tenho sido leal à família de Saul, seu pai, e aos parentes e amigos dele, e não deixei que você caísse nas mãos de Davi; agora você me acusa de um delito envolvendo essa mulher!
9Que Deus me castigue com todo o rigor, se eu não fizer por Davi o que o Senhor lhe prometeu sob juramento:
10tirar o reino da família de Saul e estabelecer o trono de Davi sobre Israel e Judá, de Dã a Berseba".
11Is-Bosete não respondeu nada a Abner, pois tinha medo dele.
12Então Abner enviou mensageiros a Davi com esta proposta: "A quem pertence esta terra? Faze um acordo comigo e eu te ajudarei a conseguir o apoio de todo o Israel".
13"Está bem", disse Davi. "Farei um acor­do com você, mas com uma condição: não compareça à minha presença, quando vier me ver, sem trazer-me Mical, filha de Saul."
14E­ Davi enviou mensageiros a Is-Bosete, filho de Saul, exigindo: "Entregue-me minha mulher Mical, com quem me casei pelo preço de cem prepúcios de filisteus".
15Diante disso, Is-Bosete mandou que a tirassem do seu marido Paltiel, filho de Laís.
16Mas Paltiel foi atrás dela, e a seguiu chorando até Bau­rim. Então Abner ordenou-lhe que voltasse para casa, e ele voltou.
17Nesse meio-tempo, Abner enviou esta men­sagem às autoridades de Israel: "Já faz algum tempo que vocês querem Davi como rei.
18Agora é o momento de agir! Porque o Senhor prometeu a Davi: 'Por meio de Davi, meu servo, livrarei Israel do poder dos filisteus e de todos os seus inimigos' ".
19Abner também falou pessoalmente com os benjamitas. Depois foi a Hebrom dizer a Davi tudo o que Israel e a tribo de Benjamim haviam aprovado.
20Quando Abner, acom­panhado de vinte homens, apresentou-se a Davi em Hebrom, este ofereceu um banquete para ele e para os homens que o acompanhavam.
21Dis­se então Abner a Davi: "Deixa que eu me vá e reúna todo o Israel, meu senhor, para que façam um acordo contigo, ó rei, e reines sobre tudo o que desejares". Davi o deixou ir, e ele se foi em paz.

Joabe mata Abner

22Naquele momento os soldados de Davi e Joabe voltavam de um ataque, trazendo muitos bens. Abner, porém, já não estava com Davi em Hebrom, porque Davi o tinha deixado partir em paz.
23Quan­do Joabe chegou com todo o seu exército, contaram-lhe que Abner, filho de Ner, se apresentara ao rei, que o tinha deixado ir em paz.
24Então Joabe foi falar com o rei e lhe disse: "Que foi que fizeste? Abner veio à tua presença e o deixaste ir?
25Co­nheces Abner, filho de Ner; ele veio para enganar-te, observar os teus movimentos e descobrir tudo o que estás fazendo".
26Saindo da presença de Davi, Joabe enviou men­sageiros atrás de Abner, e eles o trouxeram de volta, desde a cisterna de Sirá. Mas Davi não ficou sabendo disso.
27Quando Abner retornou a He­brom, Joabe o chamou à parte, na porta da cidade, sob o pretexto de falar-lhe em particular, e ali mesmo o feriu no estômago. E Abner morreu por ter derramado o sangue de Asael, irmão de Joabe.
28Mais tarde, quando Davi soube o que tinha acontecido, disse: "Eu e o meu reino, perante o Senhor, somos para sempre inocentes do sangue de Abner, filho de Ner.
29Caia a responsabilidade pela morte dele sobre a cabeça de Joabe e de toda a sua família! Jamais falte entre os seus descendentes quem sofra fluxo ou lepra, quem use muletas, quem morra à espada, ou quem passe fome".
30Assim, Joabe e seu irmão Abisai mataram Abner, porque ele havia matado Asael, irmão deles, na batalha de Gibeom.
31Então Davi disse a Joabe e a todo o exército que o acompanhava: "Rasguem suas vestes, vistam roupas de luto e vão chorando à fren­te de Abner". E o rei Davi seguiu atrás da maca que levava o corpo.
32Enterraram-no em He­brom, e o rei chorou em alta voz junto ao túmulo de Abner, como também todo o povo.
33Então o rei cantou este lamento por Abner:
"Por que morreu Abner
como morrem os insensatos?
34Suas mãos não estavam algemadas
nem seus pés acorrentados.
Você caiu como quem cai
perante homens perversos".
E todo o povo chorou ainda mais por ele.
35Depois, quando o povo insistiu com Davi que comesse alguma coisa en­quanto ainda era dia, Davi fez este juramento: "Deus me castigue com todo o rigor, caso eu prove pão ou qualquer outra coisa antes do pôr do sol!"
36Todo o povo ouviu isso e o aprovou; de fato, tudo o que o rei fazia o povo aprovava.
37Assim, naquele dia, todo o povo e todo o Israel reconheceram que o rei não tivera participação no assassinato de Abner, filho de Ner.
38Então o rei disse aos seus conselheiros: "Não percebem que caiu hoje em Israel um líder, um grande homem?
39Embora rei ungido, ainda sou fraco, e esses filhos de Zeruia são mais fortes do que eu. Que o Senhor retribua ao malfeitor de acordo com as suas más obras!"


2 Samuel 4

Isbosete é assassinado

1Ao saber que Abner havia morrido em Hebrom, Is-Bosete, filho de Saul, perdeu a coragem, e todo o Israel ficou alarmado.
2Ora, o filho de Saul tinha a seu serviço dois líderes de grupos de ataque. Um deles chamava-se Baaná; o outro, Recabe; ambos filhos de Rimom, de Beerote, da tribo de Benjamim; a cidade de Beerote era considerada parte de Benjamim.
3O povo de Beerote fugiu para Gitaim e até hoje vive ali como estrangeiro.
4(Jônatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado dos pés. Ele tinha cinco anos de idade quan­do chegou a notícia de Jezreel de que Saul e Jônatas haviam morrido. Sua ama o apanhou e fugiu, mas, na pressa, ela o deixou cair, e ele ficou man­co. Seu nome era Mefibosete.)
5Aconteceu então que Recabe e Baaná, filhos de Rimom, de Beerote, foram à casa de Is-Bosete na hora mais quente do dia, na hora do seu descanso do meio-dia.
6Os dois entraram na casa como se fossem buscar trigo, traspassaram-lhe o estômago e depois fugiram.
7Eles haviam entrado na casa enquanto Is-Bosete estava deitado em seu quar­to. Depois de o traspassar e matar, cortaram-lhe a cabeça. E, levando-a, viajaram toda a noite pela rota da Arabá.
8Levaram a cabeça de Is-Bosete a Davi, em Hebrom, e lhe disseram: "Aqui está a cabeça de Is-Bosete, filho de Saul, teu inimigo, que tentou tirar-te a vida. Hoje o Senhor vingou o nosso rei e senhor, de Saul e de sua descendência".
9Davi respondeu a Recabe e a Baaná, seu irmão, filhos de Rimom, de Beerote: "Juro pelo nome do Senhor, que me tem livrado de todas as aflições:
10quando um homem me disse que Saul estava morto, pensando que me trazia boa notícia, eu o agarrei e o matei em Ziclague, como recompensa pela notícia que trouxe!
11Mui­to mais agora, que homens ímpios mataram um inocente em sua própria casa e em sua própria cama! Vou castigá-los e eliminá-los da face da terra porque vocês fizeram correr o sangue dele­!"
12Então Davi deu ordem a seus soldados, e eles os mataram. Depois cortaram as mãos e os pés deles e penduraram os corpos junto ao açude de Hebrom. Mas sepultaram a cabeça de Is-Bosete no túmulo de Abner, em He­brom.







sexta-feira, 21 de abril de 2017

22/04/17 - LEITURA BÍBLICA ANUAL - 2º SAMUEL 01 E 02.

2 Samuel 1

David sabe da morte de Saul

1Depois da morte de Saul, Davi retornou de sua vitória sobre os amalequitas. Fazia dois dias que ele estava em Ziclague
2quan­do, no terceiro dia, chegou um homem que vinha do acampamento de Saul, com as roupas rasgadas e terra na cabeça. Ao aproximar-se de Davi, prostrou-se com o rosto em terra, em sinal de respeito.
3Davi então lhe perguntou: "De onde você vem?"
Ele respondeu: "Fugi do acampamento israelita".
4Disse Davi: "Conte-me o que aconte­ceu".
E o homem contou: "O nosso exército fugiu da batalha, e muitos morreram. Saul e Jônatas também estão mortos".
5Então Davi perguntou ao jovem que lhe trou­xera as notícias: "Como você sabe que Saul e Jônatas estão mortos?"
6O jovem respondeu: "Cheguei por acaso ao monte Gilboa, e lá estava Saul, apoiado em sua lança. Os carros de guerra e os oficiais da cavalaria estavam a ponto de alcançá-lo.
7Quan­do ele se virou e me viu, chamou-me gritando, e eu disse: Aqui estou.
8"Ele me perguntou: 'Quem é você?'
"Sou amalequita, respondi.
9"Então ele me ordenou: 'Venha aqui e mate-me! Estou na angústia da morte!'.
10"Por isso aproximei-me dele e o matei, pois sabia que ele não sobreviveria ao ferimento. Peguei a coroa e o bracelete dele e trouxe-os a ti, meu senhor".
11Então Davi rasgou suas vestes; e os homens que estavam com ele fizeram o mesmo.
12E se lamentaram, chorando e jejuando até o fim da tarde, por Saul e por seu filho Jônatas, pelo exército do Senhor e pelo povo de Israel, porque muitos haviam sido mortos à espada.
13E Davi perguntou ao jovem que lhe trouxera as notícias: "De onde você é?"
E ele respondeu: "Sou filho de um estrangeiro, sou amalequita".
14Davi lhe perguntou: "Como você não temeu levantar a mão para matar o ungido do Senhor?"
15Então Davi chamou um dos seus soldados e lhe disse: "Venha aqui e mate-o!" O servo o feriu, e o homem morreu.
16Davi tinha dito ao jovem: "Você é responsável por sua própria mor­te. Sua boca testemunhou contra você, quan­do disse: 'Matei o ungido do Senhor' ".

Cântico de David sobre a morte de Saul e de Jónatas

17Davi cantou este lamento sobre Saul e seu filho Jônatas,
18e ordenou que se ensinasse aos homens de Judá; é o Lamento do Arco, que foi registrado no Livro de Jasar:
19"O seu esplendor, ó Israel,
está morto sobre os seus montes.
Como caíram os guerreiros!
20"Não conte isso em Gate,
não o proclame nas ruas de Ascalom,
para que não se alegrem
as filhas dos filisteus
nem exultem as filhas dos incircuncisos.
21"Ó colinas de Gilboa,
nunca mais haja orvalho
nem chuva sobre vocês,
nem campos que produzam trigo
para as ofertas.
Porque ali foi profanado
o escudo dos guerreiros,
o escudo de Saul,
que nunca mais será polido com óleo.
22Do sangue dos mortos,
da carne dos guerreiros,
o arco de Jônatas nunca recuou,
a espada de Saul
sempre cumpriu a sua tarefa.
23"Saul e Jônatas, mui amados,
nem na vida nem na morte
foram separados.
Eram mais ágeis que as águias,
mais fortes que os leões.
24"Chorem por Saul,
ó filhas de Israel!
Chorem aquele que as vestia
de rubros ornamentos
e que suas roupas enfeitava
com adornos de ouro.
25"Como caíram os guerreiros
no meio da batalha!
Jônatas está morto
sobre os montes de Israel.
26Como estou triste por você,
Jônatas, meu irmão!
Como eu lhe queria bem!
Sua amizade era, para mim, mais preciosa
que o amor das mulheres!
27"Caíram os guerreiros!
As armas de guerra foram destruídas!"

2 Samuel 2

David é ungido rei sobre Judá

1Passado algum tempo, Davi perguntou ao Senhor: "Devo ir para uma das cidades de Judá?" O Senhor respondeu que sim, e Davi perguntou para qual delas.
"Para Hebrom", respondeu o Senhor.
2Então Davi foi para Hebrom com suas duas mulheres, Ainoã, de Jezreel, e Abigail, viúva de Nabal, o carmelita.
Informado de que os habitantes de Jabes-Gileade tinham sepultado Saul,
3Davi também levou os homens que o acompanhavam, cada um com sua família, e estabeleceram-se em Hebrom e nos povoados vizinhos.
4Então os homens de Judá foram a Hebrom e ali ungiram Davi rei da tribo de Judá.
5Davi enviou-lhes mensageiros que lhes disseram: "O Senhor os aben­çoe pelo seu ato de lealdade, dando sepultura a Saul, seu rei.
6Seja o Senhor leal e fiel para com vocês. Também eu firmarei minha amizade com vocês, por terem feito essa boa ação.
7Mas, agora, sejam fortes e corajosos, pois Saul, seu senhor, está morto, e já fui ungido rei pela tribo de Judá".

Guerra entre os exércitos de David e de Saul

8Enquanto isso, Abner, filho de Ner, comandante do exército de Saul, levou Is-Bosete, filho de Saul, a Maanaim,
9onde o proclamou rei sobre Gileade, Assuri, Jezreel, Efraim, Benjamim e sobre todo o Israel.
10Is-Bosete, filho de Saul, tinha quarenta anos de idade quando começou a reinar em Israel, e reinou dois anos. Entretanto, a tribo de Judá seguia Davi,
11que a governou em Hebrom por sete anos e seis meses.
12Abner, filho de Ner, e os soldados de Is-Bosete, filho de Saul, partiram de Maanaim e marcharam para Gibeom.
13Joabe, filho de Zeruia, e os soldados de Davi foram ao encontro deles no açude de Gibeom. Um grupo posicionou-se num lado do açude; o outro grupo, no lado opos­to.
14Então Abner disse a Joabe: "Vamos fazer alguns soldados lutarem diante de nós".
Joabe respondeu: "De acordo".
15Então doze soldados aliados de Benjamim e Is-Bosete, filho de Saul, atravessaram o açude para enfrentar doze soldados aliados de Davi.
16Ca­da soldado pegou o adversário pela cabeça e fincou-lhe o punhal no lado, e juntos caíram mortos. Por isso aquele lugar, situado em Gibeom, foi chamado Helcate-Hazurim.
17Houve uma violenta batalha naquele dia, e Abner e os soldados de Israel foram derrotados pelos soldados de Davi.
18Estavam lá Joabe, Abisai e Asael, os três filhos de Zeruia. E Asael, que corria como uma gazela em terreno plano,
19perseguiu Abner, sem se desviar nem para a direita nem para a esquerda.
20Abner olhou para trás e perguntou: "É você, Asael?"
"Sou eu", respondeu ele.
21Disse-lhe então Abner: "É melhor você se desviar para a direita ou para a esquerda, capturar um dos soldados e ficar com as armas dele". Mas Asael não quis parar de persegui-lo.
22Então Abner advertiu Asael mais uma vez: "Pare de me perseguir! Não quero matá-lo. Como eu poderia olhar seu irmão Joabe nos olhos de novo?"
23Como, porém, Asael não desistiu de persegui-lo, Abner cravou no estômago dele a ponta da lança, que saiu pelas costas. E ele caiu, morrendo ali mesmo. E paravam todos os que chegavam ao lugar onde Asael estava caído.
24Então Joabe e Abisai perseguiram Abner. Ao pôr do sol, chegaram à colina de Amá, defronte de Gia, no caminho para o deserto de Gibeom.
25Os soldados de Benjamim, seguindo Abner, reuniram-se formando um só grupo e ocuparam o alto de uma colina.
26Então Abner gritou para Joabe: "O derramamento de sangue vai continuar? Não vê que isso vai trazer amargura? Quando é que você vai mandar o seu exér­cito parar de perseguir os seus ir­mãos?"
27Respondeu Joabe: "Juro pelo nome de Deus que, se você não tivesse falado, o meu exér­cito perseguiria os seus irmãos até de ma­nhã".
28Então Joabe tocou a trombeta, e o exér­cito parou de perseguir Israel e de lutar.
29Abner e seus soldados marcharam pela Arabá durante toda a noite. Atravessaram o Jordão, marcharam durante a manhã inteira e chegaram a Maanaim.
30Quando Joabe voltou da perseguição a Abner, reuniu todo o exército. E viram que ­faltavam dezenove soldados, além de Asael.
31Mas os soldados de Davi tinham matado trezentos e sessenta benjamitas que estavam com Abner.
32Levaram Asael e o sepultaram no túmulo de seu pai, em Belém. Depois disso, Joabe e seus soldados marcharam durante toda a noite e chegaram a Hebrom ao amanhecer.