segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Bilhões de pessoas caminham para a perdição eterna. O que temos feito?





Centenas, milhares, milhões, bilhões de pessoas estão caminhando para a perdição eterna, pois estão sem Cristo, sem salvação.


Que temos feito como Igreja do Senhor para o cumprimento da Grande Comissão?


Nossos líderes têm preparado o povo evangélico para isso?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Catando os frutos da figueira.

Em meu afazer de catar frutas, nestes dias me dediquei a catar figos. Figos deliciosos como todas as frutas que o Senhor nos deu e que vou repartir com os amados que são produzidos pela figueira, a primeira espécie frutífera mencionada na Bíblia.

Saboreando alguns antes de repartir, fiquei pensando em quantas aplicações nós temos sobre o assunto através da Palavra de Deus, além do figo ser uma das sete frutas sagradas para os judeus (vide nota). São muitas, vou me ater a algumas.

Assim em minha busca em encontrar os frutos me deparei com diversas espécies de figueiras. A primeira estava linda, cheia de folhas que proporcionavam sombra para o calor do sol. No entanto ao procurar os frutos, infelizmente nada encontrei. Lembrei-me daquela figueira em que o Mestre foi colher os frutos para se alimentar, mas nada encontrou. Tal qual as igrejas ricas, com belos programas e shows de auditório, mas sem o principal que é o poder do Espírito Santo.

Em outra figueira pude ver muitas belezas com os olhos espirituais tais quais Igrejas formosas, ricas, opulentas, com seus shows e grandes oradores. Era uma igreja vibrante que impressionava todos os que passavam, especialmente ricos, políticos, empresários. No entanto nessa figueira, em nenhuma de suas ramificações não havia fruto algum. Apenas tinha nome e história que vivia, mas sem os frutos, de nada valia.

Chegando a outra pude ver outra Igreja também barulhenta onde os pequenos ramos apenas se preocupavam em seus crescimentos próprios, busca essa que era mais uma competição interna com os pequenos ramos competindo entre si e roubando a beleza uns dos outros. Também não havia os frutos que tanto buscava.

Em mais uma figueira pudemos ver que as folhas mesmo estando velhas, ainda se mantinham em seus lugares. Observei que eram folhas e ramos que não permitiam o renovar de seus ramos e folhas por causa de suas velhas e tolas tradições. No passado foi muito produtiva, mas do passado ficou apenas o ranço contra o renovar diário. Embora já tenha produzidos muitos frutos, hoje não mais os produz, razão pela qual também nada encontramos para colher.

Havia outras figueiras com diversas outras características boas aos olhos, mas igualmente improdutivas. Em algumas até havia frutos aparentes, frutos de péssima qualidade com sabor insuportável que não podiam ser chamados de frutos. Espiritualmente vimos que essas figueiras recusavam-se a produzir os bons frutos, não podiam os produzir, haviam se tornado estéreis para nada mais servindo. Fadados a serem cortados brevemente e serem lançados ao fogo, a serem vomitados da boca do Senhor a fim de darem lugar a novas e frutíferas figueiras, pois eram totalmente inúteis.

Mas não me cansei da busca, porque sabia que o Senhor ainda havia mantido figueiras produtivas. Pois sempre que muitas figueiras do pomar se recusam a continuar produzindo frutos, o Senhor lhes volta as costas, ordena que se sequem para serem queimadas. A atenção se volta àquelas que estão prontas para a produção de frutos. Às figueiras novas produzidas por enxertias produto das podas de galhos produtivos. Produzidas por sementes especialmente fecundadas pelo Espírito do Senhor.

Dei atenção a um canto onde os agricultores estavam cuidando de figueiras que permitiam que fossem tratadas. Algumas que haviam produzido muitos frutos e estavam cheia de ramos velhos permitiram que o cuidador fizesse uma grande poda em seus ramos. Foram retirados a maioria dos galhos dos ramos que já haviam frutificados para que novos brotos saíssem com vigor. E os galhos cortados eram selecionados para servirem para a germinação de novas mudas de figueiras.

Fazendo uma analogia com nossas vidas, entendemos que essa poda também nos é necessária, devem ser feitas com a constância que só o Senhor de nossas vidas pode determinar. Os ramos do orgulho, da falsa humildade, dos interesses próprios, de ranços denominacionais, das mágoas, das friezas, do falso intelectualismo, do pernicioso acomodamento espiritual, da falta de interesse, da falsa do repartir com os necessitados. Enfim uma lista imensa que devemos deixar nas mãos do Mestre para que Ele sonde as nossas vidas e veja tudo aquilo que nos impede de produzir os frutos de uma vida submissa ao Espírito Santo do Senhor.

Vi outra figueira cheia de frutos a qual permitiu que eu colhesses muitos de seus figos para poder repartir com os meus amados que estão me dando atenção a esta leitura. Meu desejo é o de repartir com todos, mas nem todos os aceitam, preferindo viver na mediocridade de suas vidas sem os bons frutos. Os frutos não são meus, foram produzidos pela figueira que recebe seus nutrientes através de suas raízes ligadas ao Senhor, ao Mestre amado.

Amados, as figueiras somos nós em particular. Paremos para pensar comigo como se encontram as nossas vida perante o Senhor. Vamos ver se estamos produzido os frutos do Senhor para saciar outras outras vidas, para levar a paz e a graça do Senhor produzidos pelo amor aos não alcançados que estão sedentos e famintos daquilo que o Senhor nos deu em abundância. Vamos juntos fazer o propósito de permitir que o Mestre faça o que for preciso em nossas vidas, mesmo que nos seja dolorido, mesmo que percamos muitas inutilidades que nos parecem valiosas. Mas que a vontade do Senhor e Mestre de nossas vidas em e através de nós se estabeleça neste mundo mau através da vinda do Reino de Deus a este mundo.

Amém amados. E que Deus comece por mim, é a minha prece neste momento, com lágrimas nos olhos! Me trata Senhor para que o Teu Nome seja exaltado e o eu seja diminuído.

Ivo Gomes do Prado - 09/11/2011.


No dia seguinte, depois de saírem de Betânia teve fome, e avistando de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se, porventura, acharia nela alguma coisa; e chegando a ela, nada achou senão folhas, porque não era tempo de figos. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E seus discípulos ouviram isso. - Marcos 11.12-14.

Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. Apocalipse 03:16

Da Wikipédia: O figo é considerado um fruto sagrado para os judeus. Ele faz parte dos sete alimentos que crescem na Terra Prometida, segundo a Torá (Deut. 8.8), o Antigo Testamento dos cristãos. São eles: trigocevadauva, figo, romãoliva e tâmara (representando o mel).



terça-feira, 8 de novembro de 2011

O Tempora, O Mores: "Os Calvinistas Estão Chegando" [Por ocasião dos 4...

O Tempora, O Mores: "Os Calvinistas Estão Chegando" [Por ocasião dos 4...: O crescimento do interesse pela fé reformada em todo o mundo é um fato que tem sido notado aqui e ali pelos estudiosos de religião. Cres...

A mutreta da unção - A unção do Mar Morto


           Todo dia, os pastores neopentecas aparecem com uma novidade, no afã de conseguirem membros para as suas “sinagogas”. Eles já inventaram a “unção do riso de Isaque”, a  “unção da garrafa dágua”, a “unção dos quatros seres viventes”,  a “unção do cair no espírito”, a "unção de Arão",  a “unção do lençol ungido”, a “unção das meias ungidas”  e outras falcatruas, cada qual mais aberrante.

A última novidade, segundo informação recebida pela Internet, é a “Unção do Mar Morto”. Não consigo imaginar o bem que uma “Unção do Mar Morto” possa causar a quem nela acredita. Mas, posso imaginar o mal, porque, focalizando os olhos nesse tipo de engodo, o crente raquítico no conhecimento da Bíblia acaba caindo nas mãos dos vigaristas religiosos, dando dinheiro para essa turma de escroques, deixando até mesmo de comprar carne e leite, a fim de contribuir para “a obra do Senhor” e, ao mesmo tempo, ficar “ungido com a miraculosa água do Mar Morto”.

Em primeiro lugar, o termo "unção dos quatros seres viventes" não aparece em nenhum lugar das Escrituras. Em toda a história do Cristianismo, não existe qualquer referência à referida unção. Além do mais, os seres dizem: Santo, Santo, Santo, em vez de rugir, chorar ou fazer coisa parecida. Qualquer unção inventada pelos pentecas é uma aberração religiosa.

Em seu livro "Proteção contra o Engano", O Pastor Derek Prince falando sobre este assunto, cita manifestações que presenciou em cultos pagãos na África, onde as pessoas em transe recebiam "espíritos de animais" e começavam a agir como tais, rugindo como leão, dando cabeçadas em árvores igual aos elefantes e por aí vai. Não é preciso ir tão longe para presenciar esse tipo de coisa. Em terreiros de cultos afro-brasileiros também é comum esse tipo de manifestações. Quem tem experiência em lidar com pessoas possessas sabe que não é raro os demônios manifestados agirem como animais.

Parece que as igrejas evangélicas neopentecostais estão produzindo líderes mentirosos e ladrões, enquanto a Igreja Católica está produzindo pederastas, o que revela a proximidade da apostasia mundial!

         O louvor a Deus foi substituído por corinhos antropocêntricos, usando sempre a primeira pessoa do singular: eu quero voar como a águia, eu quero tocar nas tuas (de Cristo) vestes, etc., salientando, principalmente, a satisfação dos desejos carnais. Nessas igrejas “avivadas” usam-se músicas que destacam as conquistas pessoais, citando alguns versos do Antigo Testamento, totalmente fora do contexto, os quais falam das vitórias do povo hebreu (e não da igreja). Tudo é feito para agradar o ouvinte e não a Deus. Ninguém, até hoje,  compôs um “corinho” dizendo que deseja receber as maldições que Cristo lançou sobre os judeus, por não terem reconhecido o tempo da visitação do seu Messias. Mas, ficam desafiando o Diabo, com palavras assim: “Devolve o que é meu!”, achando-se mais fortes do que o arcanjo Miguel, o qual, “quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda”. Sem dúvida, esta é uma geração de cristãos muito poderosos!!!

Todo crente que recebe Jesus Cristo em sinceridade de fé e arrependimento dos pecados, torna-se, automaticamente,  ungido pelo Espírito de Cristo. Paulo diz em Romanos 8:14-17, o que acontece ao crente que nasce de novo pelo Espírito de Deus e uma das promessas bíblicas para este é que ele é ungido pelo Espírito Santo. Na 1 João 2:20,27, dirigida aos crentes, o apóstolo do amor diz: “E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo... E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis”.
Imaginem João dizendo aos crentes: “Vocês precisam ir até o Mar Morto e apanhar uma porção de sua água salgada,  para se ungirem e poderem ficar cheios do Espírito Santo!”

Esses megalomaníacos pentecas vivem subtraindo e acrescentando coisas à Palavra de Deus escrita, incorrendo na maldição que se encontra no Apocalipse 22:18, usando a mesma filosofia rota, que um mórmon me passou, um dia: “Essa advertência se refere apenas ao livro do Apocalipse, não ao restante da Bíblia”  Ach Du, Mein Gott!

Mary Schultze, 07/11/2011 – www.maryschultze.com

A DIFERENÇA ENTRE A VIDA ETERNA E O REINO

         Há uma coisa que precisa estar clara para nós. Ter vida eterna é diferente de entrar no reino dos céus. Todos os que não conseguem ver a diferença entre vida eterna e o reino dos céus jamais terão clareza acerca  do caminho da salvação e do caminho da preservação. O Senhor Jesus disse que de João Batista até agora o reino dos céus é tomado por violência (Mt. 11:12). A lei e as profecias dos profetas terminaram com João (11:12-13). Baseados nessa palavra, alguns têm dito que precisamos ser violentos, isto é, devemos esforçar-nos para ser salvos. Se não nos esforçarmos, não seremos salvos. Uma pessoa diz isso porque não consegue dizer qual a diferença entre o reino dos céus e a vida eterna. Mas há diferenças.

            A primeira diferença entre ambos é em relação ao tempo. A vida eterna é para a eternidade, mas o reino não é para a eternidade. Quando o novo céu e a nova terra vierem, o reino dos céus passará. O reino dos céus denota o governo de Deus sobre a terra. O período do governo de Deus é o período do reino dos céus. A soberania de Deus na terra e Seu governo sobre a terra serão manifestados por somente mil anos. Que são os céus? O livro de Daniel fala sobre o governo dos céus (7:27). Portanto, o reino dos céus é a esfera na qual os céus governam. Quando o Senhor Jesus vier reger a terra, aquele será o tempo em que os céus governarão. Hoje quem governa a terra é o diabo, satanás (Jo. 12:31; 14:30; 16:11; II Co. 4:4). A política e a autoridade mundial hoje em dia são de satanás. O Senhor Jesus não reinará senão no período do reino dos céus (Hb. 2:8; 10:13). Mas o período no qual a autoridade dos céus será efetuada sobre a terra é muito curto (I Co. 15:24). O reino será entregue a Deus, o Pai. Portanto, há um limite temporal para o reino. Contudo, a vida eterna é para sempre. Todo o que lê I Co. 15 sabe que no início do novo céu e nova terra, isto é, na conclusão do milênio, o reino será entregue. Portanto,  há uma diferença temporal entre a vida eterna e o reino dos céus.

            A segunda diferença reside no método pelo qual o homem entra no reino dos céus e na maneira pela qual ele obtém a vida eterna. O recebimento da vida eterna é o assunto de todo o Evangelho de João. A maneira de obter a vida eterna é por meio do crer. Uma vez que cremos. Obtemos. Nunca lemos de outra forma. Contudo, entrar no reino dos céus não é uma questão simples. O Evangelho de Mateus menciona o reino dos céus trinta e duas vezes. Nenhuma vez é dito que o reino dos céus é recebido pela fé. Como um homem ganha o reino dos céus? (Mt. 7:21). Pode-se ver que a entrada no reino dos céus é mais uma questão de obra do que de fé. Em Mt. 5:3 não fala sobre vida eterna, mas sobre o reino dos céus. Para ter o reino dos céus, a pessoa precisa ser pobre no espírito. Não é necessário ser perseguido para receber a vida eterna, mas o reino é para os que têm sido perseguidos por causa da justiça. Mesmo se um homem tiver a vida eterna, se ele não tem sido perseguido por causa da justiça hoje e não é pobre no espírito, ele ainda não pode ter parte no reino.

            Há uma terceira diferença. É quanto à atitudes que os cristãos devem ter acerca da vida eterna e do reino dos céus. Com relação à vida eterna, Deus nunca nos disse para procurar obtê-la. Pelo contrário, toda vez que é mencionada, Ele nos mostra que já a temos. Entretanto, com relação ao reino, a palavra da Bíblia diz que devemos procurar obtê-lo e busca-lo diligentemente. Hoje, em se tratando do reino, estamos no estágio de busca; ainda não o obtivemos. Ainda temos de empregar esforço para buscar e persistir em obter o reino.

            A quarta diferença reside na maneira como Deus considera o reino e a vida eterna. Deus considera a vida eterna como um presente; ela é dada a nós (Rm. 6:23). A vida eterna é uma graça gratuita; ela é dada por meio do Senhor Jesus para todos aqueles que creem nEle. Não existe diferença entre alguém que busca e alguém que não está buscando. Contudo, o mesmo não ocorre com o reino. Lembre-se da mãe de Tiago e João, que veio ao Senhor Jesus querendo que o Senhor fizesse com que seus dois filhos se sentassem um de cada lado dEle no reino ((Mt. 20:21-23). A graça é obtida uma vez que O invocamos. Mas o reino depende  se alguém pode ser batizado em Seu batismo  e pode beber o cálice que Ele bebeu. Ambos os discípulos disseram que podiam. Todavia, o Senhor disse que apesar de terem prometido que o fariam, a questão estaria sob a decisão do Pai.

            Além disso, o criminoso que foi crucificado juntamente com o Senhor, fez um pedido a Ele (Lc. 23:42). O Senhor o ouviu, mas Ele não concedeu o seu pedido. O criminoso pediu que o Senhor se lembrasse dele quando o Senhor recebesse o reino. O Senhor Jesus não lhe respondeu que ele estaria com Ele no reino, mas no paraíso (vs. 43). O Senhor não lhe respondeu sobre o reino. Mas Ele lhe deu uma resposta com relação ao paraíso. Uma vez que O invoquemos, podemos ir ao paraíso. Contudo, não é tão simples ir ao reino. Portanto, há uma grande diferença aqui. A atitude de Deus para com a vida eterna e o reino dos céus é diferente; um é o presente de Deus e o outro é a recompensa de Deus.

            A quinta diferença. Ap. 20 mostra-nos que os mártires recebem o reino, embora não diga que sejam os únicos a receberem-no (vs. 4). A Bíblia, entretanto, nunca nos mostra que o homem deve ser martirizado a fim de receber a vida eterna. Entretanto, o reino é diferente. O reino requer esforço. Até mesmo requer o martírio para obtê-lo. Por exemplo, a pobreza é uma condição para o reino dos céus. Para obter o reino dos céus, a pessoa precisa perder suas riquezas. A Bíblia nos mostra claramente que nenhuma pessoa  na terá que seja rica segundo seus próprios meios pode entrar no reino dos céus. Não podemos dizer que nenhum rico possa ser salvo. Não podemos dizer que ninguém pode entrar na vida eterna se não quiser perder suas riquezas. Assim como é difícil um camelo passar pelo fundo de uma agulha, da mesma forma é difícil um rico entrar no reino dos céus (Mt. 19:24). Todavia, você já ouviu dizer que por ser impossível um camelo passar pelo fundo de uma agulha, da mesma forma é impossível que um rico seja salvo e tenha vida eterna? Graças ao Senhor! O pobre pode ser salvo, assim como o rico o pode. Contudo, entrar no reino dos céus é um problema para o rico. Se acumularmos riquezas na terra, não seremos capazes de entrar no reino dos céus. É óbvio que isso não significa que alguém tenha de desistir de toda a sua riqueza hoje. Estou dizendo que a pessoa tem de entregar toda a sua riqueza ao Senhor. Somos apenas administradores. Não somos donos da casa. A Bíblia nunca reconhece um cristão como o dono do seu dinheiro. Cada um é apenas o administrador do dinheiro que é para o Senhor. Todos nós somos apenas os administradores do Senhor. Existe esta condição para entrar no reino.

            Há outra coisa muito peculiar. Não se vê as questões de casamento e família envolvendo a questão da vida eterna. Mas o Evangelho de Mateus nos diz que alguns não se casam por causa do reino dos céus (19:12). A fim de entrar no reino dos céus e ganhar um lugar no reino, eles escolheram permanecer virgens. Ninguém vê a vida eterna sendo negada a uma pessoa casada. Vemos que a questão da vida eterna não está de forma alguma relacionada à família e ao casamento, mas a questão do reino está muitíssimo relacionada à família e ao casamento. Esta é a razão da Bíblia dizer que aqueles que têm esposa devem ser como se não a tivessem. Os que se utilizam do mundo devem ser como se dele não se utilizassem, e os que compram como se nada possuíssem (I Co. 7:29-31). Isso tem mesmo a ver com a nossa posição no reino dos céus.

            Finalmente, temos de mencionar outra diferença. No reino, há diversos níveis de graduação. Mesmo que os homens sejam capazes de entrar no reino, há diferença na posição que eles ocupam ali. Alguns receberão dez cidades, outros receberão cinco (Lc. 19:17-19). Alguns receberão meramente uma recompensa, mas outros receberão um galardão. Alguns ganharão uma rica entrada no reino (II Pe. 1:11). Alguns entrarão no reino sem uma rica entrada. Portanto, existe uma diferença de graduação no reino. Mas nunca haverá uma questão de graduação com relação à vida eterna. A vida eterna é a mesma para todos. Ninguém receberá dez anos a mais que o outro. Não existe diferença na vida eterna, todavia no reino há diferença.

            Se alguém ponderar um pouco, perceberá que na Bíblia o reino e a vida eterna são duas coisas absolutamente diferentes. A condição para a salvação é a fé no Senhor. Além da fé, não há outra condição, pois todos os requisitos já foram  cumpridos pelo Filho de Deus. A morte de Seu Filho satisfez todas as exigências de Deus. Mas entrar no reino dos céus é outra questão: requer obras. Hoje um homem é salvo pela justiça de Deus. Mas não podemos entrar no reino dos céus a menos que nossa justiça exceda a dos escribas e fariseus (Mt. 5:20). A justiça no viver e na conduta de uma pessoa deve ultrapassar a dos escribas e fariseus para que ela possa entrar no reino dos céus. Portanto, pode-se ver que a questão da vida eterna é completamente baseada no Senhor Jesus. Contudo, a questão do reino está baseada nas obras do homem. Não estou dizendo que reino é melhor que vida eterna, mas Deus tem um lugar tanto para um como para outro. 
W.Nee

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Culto ou Show - Por: Charles Haddon Spurgeon 1834 – 1892.

Os  homens parecem nos dizer: “Não há qualquer utilidade em seguirmos o velho método, arrebatando um aqui e outro ali da grande multidão. Queremos um método mais eficaz.  Esperar até que as pessoas sejam nascidas de novo e se tornem seguidores de Cristo é um processo demorado. Vamos abolir a separação que existe entre os regenerados e os não regenerados. Venham à igreja, todos vocês, convertidos ou não-convertidos. Vocês têm bons desejos e boas resoluções: isto é suficiente; não se preocupem com mais nada. É verdade que vocês não creem no evangelho, mas nós também não cremos nele. Se vocês creem em alguma coisa, venham. Se vocês não creem em nada, não se preocupem; a (duvida sincera) de vocês é muito melhor do que a fé”.


Talvez o leitor diga: “ Mas ninguém fala desta maneira”.


É provável que eles não usem esta linguagem, porem este é o verdadeiro significado do cristianismo de nossos  dias. Esta é a tendência de nossa época. Posso justificar a afirmação abrangente que acabei de fazer, utilizando a atitude de certos pastores que estão traindo astuciosamente nosso sagrado evangelho sob o pretexto de adaptá-lo a esta época progressista. O novo método consiste em incorporar o mundo à igreja e, deste modo, incluir grandes áreas em seus limites. Por meio de apresentações dramatizadas, os pastores fazem com que as casas de oração se assemelhem a  teatros: transformam o culto em shows musicais e os sermões, em arengas politicas ou ensaios filosóficos. Na verdade eles transformam o templo em teatro e os servos de Deus, em atores cujo objetivo é entreter os homens.


Não é verdade que o Dia do Senhor está se tornando, cada vez mais, um dia de recreação e de ociosidade; e a Casa do Senhor, um templo pagão cheio de ídolos ou um clube social onde existe mais entusiasmo por divertimento do que o zelo de Deus?  Ai de mim.


Os limites estão destruídos, e as paredes, arrasadas: e para muitas pessoas não existe igreja nenhuma, exceto aquela que é uma parte do mundo; e nenhum Deus, exceto aquela força desconhecida por meio da qual operam as forças da natureza.


Não me demorarei mais falando a respeito desta proposta tão deplorável.


Por: Charles Haddon Spurgeon  1834 – 1892.

domingo, 30 de outubro de 2011

Nas dificuldades é que crescem as raízes.


Amigosde Deus created a doc.

 "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;" Mateus 7:24

Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa.

Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias.

O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.


Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer.

Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava.


Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.

Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima.

Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo.

Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries.

Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas.

Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.

Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.

Varios anos depois, ao retornar do exterior, fui dar uma olhada na minha antiga residência.

Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes.

Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho!

O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno.

Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo, implacavelmente, àquela ventania toda.

Que efeito curioso, pensei eu...

As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos.

Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido.


Freqüentemente, oro por eles.


Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:

"Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo"...


Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações.

Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.

Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais.


Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.


Portanto, pretendo mudar minhas orações.


Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida  não é muito fácil.

Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.

Oramos demais para termos facilidades,  mas na verdade o que precisamos fazer  é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.

JEAN PAUL BARNIER

Que o Senhor lhe dê raizes profundas

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

BENTO XVI DESTACA PAPEL DAS RELIGIÕES PELA PAZ NO MUNDO


Sinais da vinda do anti cristo.

O PAPA BENTO XVI EXPRESSOU NESTA SEXTA-FEIRA UMA GRANDE SATISFAÇÃO COM O ENCONTRO INTER-RELIGIOSO REALIZADO NA ÚLTIMA QUINTA-FEIRA, REAFIRMANDO QUE A CADA DIA PESSOAS DE DIFERENTES TRADIÇÕES RELIGIOSAS VIVEM E TRABALHAM JUNTAS A FAVOR DA PAZ.

No encontro, que ocorreu em Assis, na monumental sala Clementina do Vaticano, o pontífice recebeu 300 líderes de diferentes religiões, assim como quatro ateus, que se comprometeram a trabalhar pela paz no mundo com a intenção de reduzir os espaços para a violência, a guerra e o terrorismo.

"Encontros como este ocorrem por motivos excepcionais e são pouco frequentes, mas conseguem mostrar que a cada dia, no mundo todo, pessoas de diferentes tradições religiosas vivem e trabalham juntas em harmonia", afirmou.

O papa Bento XVI também agradeceu a presença de cristãos, judeus, muçulmanos, budistas e outros integrantes de religiões tradicionais da América e África, além dos quatro intelectuais ateus.

Um desses quatros - o filósofo mexicano Guillermo Hurtado, membro do Instituto de Pesquisas Filosóficas da Universidade Nacional Autônoma do México - destacou que embora não sigam nenhuma religião, "estão comprometidos na busca da verdade para construir um mundo melhor".

Além de advogar pela paz e a justiça no mundo, Bento XVI reconheceu "com vergonha" - como ele mesmo disse - a violência causada pelos cristãos ao longo da história.

O papa ainda afirmou que o terrorismo, a adoração do poder e as drogas são os "novos rostos" da violência no atual momento do mundo.

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5441262-EI8142,00-Bento+XVI+destaca+papel+das+religioes+pela+paz+no+mundo.html

Vaticano elabora plano de reforma econômica mundial


O Vaticano anunciou nesta quarta-feira ter preparado um documento para a reforma do sistema financeiro internacional no qual convoca a criação de uma "autoridade pública com competência universal".
Brasão de Armas do VaticanoO documento será apresentado na segunda-feira à imprensa e foi elaborado pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz, liderado pelo cardeal africano Peter Kodwo Appiah Turkson.
"A reforma do sistema financeiro internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal" é o título do documento, que ainda não teve seu conteúdo divulgado.
O Vaticano apresenta assim propostas concretas perante a crise econômica e social que afeta o mundo desde 2008.
Bento XVI se pronunciou em diversas ocasiões a favor de uma "intervenção pública" e denunciou o sistema econômico atual e suas consequências sobre os setores mais pobres da população, em particular os camponeses.
"A crise financeira mundial demonstrou a fragilidade do sistema econômico atual e das instituições a elas conectadas", declarou o Papa em abril.
Para o chefe da igreja, é "um erro considerar que o mercado é capaz de se autorregular, sem a necessidade de uma intervenção pública e sem referências morais internacionais", escreveu.
Na segunda-feira, em uma mensagem enviada à Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) pelo Dia Mundial da Alimentação, Bento XVI fez um pedido a favor dos agricultores de todo o mundo. "É preciso investir no setor agrícola", disse.
Em julho, o Papa condenou firmemente a "especulação financeira" com alimentos. "O quadro internacional e as frequentes preocupações causadas pela instabilidade, junto com o aumento dos preços dos alimentos, requerem propostas concretas e necessariamente unitárias para obter os resultados que os Estados não podem garantir individualmente", ressaltou na época.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Em o nome de Jesus - Sete condições para nossos pedidos serem respondidos.

Em o nome de Jesus - Sete condições para nossos pedidos serem respondidos. 

No evangelho escrito pelo apóstolo João encontramos sete versos sobre as condições para o atendimento dos pedidos e orações feitos em nome do Senhor Jesus. 

É sempre bom ler os textos completos (versos anteriores e posteriores) para melhor entendimento do termo pedir em nome de Jesus em seu contexto. 

Muitas pessoas ao tomarem alguns dos versos de forma isolada, acabam construído verdadeiras heresias sobre a aplicabilidade dos mesmos.

Vejamos as sete condições:-
  1. - Glorificação do Pai."E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho."  JO 14:13
  2. - Realização de Jesus."Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei."  JO 14:14
  3. - Estar no Filho e o Filho estar em nós.
    "Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito." JO 15:7
  4. - Escolhidos para dar fruto."Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vô-lo conceda."  JO 15:16
  5. - Dirigidos pelo Espírito de Jesus."E naquele dia nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vô-lo há de dar."  JO 16:23Nota: O verso acima está no contexto das instruções sobre a vinda do Consolador que nos foi dado no dia de Pentecostes.
  6. - Receber para a nossa alegria."Até agora nada pedistes em meu nome; pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra."  JO 16:24
  7. - O Pai nos ouve por causa do Seu amor para conosco."Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai; pois o mesmo Pai vos ama, visto como vós me amastes, e crestes que saí de Deus." JO 16:26,27 

Ivo Gomes do Prado



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Milhares de cruzes para protestar contra o aborto

 Igreja na Florida usa milhares de cruzes para protestar contra o aborto nos Estados Unidos

Cada cruz representa um aborto cometido todos os dias naquele país

Igreja na Florida usa milhares de cruzes para protestar contra o aborto nos Estados Unidos
Uma pequena igreja da Flórida resolveu protestar contra o aborto e colocou 4.000 cruzes  brancas em seu gramado para chamar a atenção para o número assustador de abortos cometidos todos os dias nos Estados Unidos.

Motoristas e moradores da Gilchrist County, uma rodovia movimentada, se surpreenderam com o protesto que também estava promovendo o filme anti-aborto chamado “180″, lançado neste mês.

Quatro faixas traziam a inscrição “4000 bebês assassinados a  Cada Dia -. Cada Cruz = Uma Criança a cada dia” e ao fundo tentam direcionar as pessoas para o website do filme www.180movie.com.

“O Senhor colocou isso em meu coração há três anos. Eu tive que ir por partes”, conta o pastor Keith McConnell, líder da igreja. Ele disse que foi chamado por Deus para diminuir esses números tão elevados de aborto no país. Dados estimam entre 3.300 a 4.000 abortos por dia.

As cruzes foram postas no dia 1º de outubro e a população tem dado respostas favoráveis sobre esse protesto. “A maioria está dizendo coisas como, ‘Uau, eu nunca imaginei que fossem tantas [vidas perdidas pelo aborto]“, diz o pastor.

Ele acredita que com isso as pessoas ficarão curiosas e assistirão ao filme.

“Acreditamos que podemos fazer a diferença”, disse McConnell. “Estamos em uma cidade pequena, mas estamos localizados em uma das estradas principais da cidade. É a rua principal do município”, diz.

O próximo passo de McConnell é juntar dinheiro para  dar  um  DVD de “180” a todos em Trenton, que tem uma população de 1.400 pessoas. Esse filme foi lançado também na primeira semana de outubro e na primeira semana alcançou a marca de 500 mil expectadores.

“Eu acho que é uma  boa ferramenta de  ensino para a igreja. Ele ajuda as pessoas a realmente entender  os horrores do aborto “, disse McConnell. “Ele (Comfort – diretor do longa) descreve uma situação real para as pessoas que, onde  eles tinham que tomar  uma decisão baseada em escolhas e, em seguida, a  mesma decisão em relação ao aborto”, encerra o pastor.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Verdadeiro Amor


Amigosde Deus editou um documento.
Verdadeiro Amor

"Por isso deixará o homem pai e mãe e unir-se-á a sua mulher e serão os dois uma só carne?" Mateus 19:5

Um senhor de idade chegou a um consultório médico para fazer um curativo em sua mão onde havia um profundo corte.

E muito apressado pediu urgência no atendimento pois tinha um compromisso.

O médico que o atendia curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.

O simpático velhinho lhe disse que todas as manhãs ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos com mal de alzhaimer muito avançado.

O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:
Então hoje ela ficará muito preocupada com sua demora?

No que o senhor respondeu:

Não ela já não sabe quem eu sou. Faz cinco anos que não me reconhece mais.

O médico então questionou:

Mas então para que tanta pressae necessidade em estar com ela todas as manhãs se ela já não o reconhece mais?

O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:

Ela não sabe quem eu sou...Mas eu sei muito bem quem ela é!

O médico teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava....É esse o tipo de Amor que quero para minha vida.

O verdadeiro AMOR não se resume ao físico nem ao romântico.

O verdadeiro AMOR é aceitação de tudo que o outro é...

De tudo que foi um dia...

Do que será amanhã...

E do que já não é mais!

Autor desconhecido

sábado, 15 de outubro de 2011

A CONDIÇÃO PARA A SALVAÇÃO — FÉ

Todos os que leem a Bíblia sabem que a condição para a salvação é a fé. Não há outra
condição senão a fé. O homem, por ter caído e ser corrupto, por seus pensamentos serem
tortuosos e por estar a sua carne na esfera da lei, pensa que deve fazer algo para que seja salvo.

Contudo, a Bíblia nos mostra que a única condição para nossa salvação é a fé. Além da fé não há
outra condição. O Novo Testamento diz-nos claramente, pelo menos cento e quinze vezes, que
quando o homem crê, ele é salvo, tem a vida eterna e é justificado. Quando o homem crê, ele tem
todas essas coisas. Somando-se a essas cento e quinze vezes, outras trinta e cinco vezes a Bíblia
diz que o homem é justificado pela fé, ou torna-se justo por meio da fé. No primeiro caso, temos o
verbo crer. No segundo caso, temos o substantivo fé. O verbo crer é usado cento e quinze vezes.

Uma vez que o homem crê, ele é salvo (At 16:31). Uma vez que o homem crê, tem a vida eterna
(Jo 3:36). Uma vez que o homem crê, ele é justificado. Além desses versículos, há trinta e cinco
ocorrências em que o substantivo fé é usado. O homem é salvo mediante a fé. Ele recebe vida
eterna pela fé, e é justificado mediante a fé. Portanto, em todo o Novo Testamento, pelo menos
cento e cinqüenta vezes é dito que o homem é salvo, justificado, e tem vida eterna unicamente por
meio da fé. Não é uma questão de quem a pessoa seja, do que ela faça ou do que possa fazer.

Tudo depende do crer. Tudo depende da fé.

Outra questão que merece especial atenção é que em todas essas cento e cinqüenta
ocorrências da fé e do crer, nenhuma outra condição é adicionada. Esses versículos não dizem
que o homem deve crer e a seguir fazer algo para receber a vida eterna. Eles não dizem que o
homem deve crer e fazer algo antes que possa ser justificado. Tampouco dizem que o homem
deve crer e fazer algo antes que possa ser salvo. A Palavra do Senhor menciona a fé de maneira
clara e definida. Nada além é misturado ou vinculado à condição da fé. Portanto, a Bíblia nos
mostra claramente que do ponto de vista de Deus, não há outra condição para a salvação além de
crer.

Um dos livros mais lidos e apreciados no Novo Testamento é o Evangelho de João. Se
alguém o ler cuidadosamente, verá que João escreveu esse livro com o único propósito de dizer-
nos como o homem pode receber vida e ser salvo e como pode ser libertado da condenação. O
Evangelho de João menciona oitenta e seis vezes que é por fé somente, e por nada mais, que o
homem recebe a vida, é justificado, e não entra em condenação. Portanto, a Bíblia nos mostra
clara, adequada e simplesmente que a salvação não é baseada no que o homem é, no que ele tem
tampouco no que fez. A Bíblia nos mostra que quando o homem crê, ele recebe (Jo 1:12). Ele
recebe por meio de crer.

Dissemos que a salvação e a redenção são realizadas por Deus. Mesmo a maneira e o
plano para cumpri-las são arranjados por Deus. Também vimos que a graça é cumprida por Deus
por meio do Senhor Jesus. Temos de lembrar que se do lado de Deus é graça, então do nosso
lado deve ser fé. Se estendo minhas mãos para dar uma xícara de chá a um irmão, ele não pode
recebê-la estendendo seus pés. A maneira que os outros utilizam para dar-lhe algo deve ser a
mesma que você usa para recebê-lo deles. A maneira de receber deve ser a mesma usada para
dar. Se as pessoas o chamam pelo telefone, então você tem de responder usando o telefone. Se
lhe escreverem uma carta, você tem de receber a carta. A maneira como algo é recebido deve ser
a mesma como foi enviado.

De acordo com a Bíblia, graça é o que Deus nos deu por intermédio de Jesus Cristo (1 Co
1:4). Para Ele, fazer isso está no princípio da graça. Uma vez que esteja no princípio da graça do
lado de Deus, então, do nosso lado, está no princípio da fé. Fé e graça são dois princípios
inseparáveis. Graça é Deus dando algo a nós, e fé é o nosso receber algo da parte de Deus. Fé
nada mais é que receber o que Deus nos deu em espírito. Isso é totalmente independente de obra.

Somente dessa maneira o homem pode receber a graça de Deus. Se recorrermos a quaisquer
outros meios, não seremos capazes de receber a graça de Deus.

Embora a Bíblia nos mostre que é pela fé que se recebe a graça de Deus, muitas doutrinas
têm surgido como resultado da má interpretação por parte do homem. O homem cria teorias
baseadas em seus próprios pensamentos e em sua mente obscurecida. Elas envolvem o que ele
deve fazer para que seja salvo. Assim como o homem tem criado ídolos com seu coração tortuoso
e os considera deuses, da mesma forma ele tem estabelecido condições para a salvação com seu
coração tortuoso e pensamentos obscurecidos. Por essa razão, devo chamar sua atenção para as
diferentes condições que o homem estabeleceu para a salvação e considerar se esses caminhos
de salvação são confiáveis ou não.

Se o homem não vê a verdade de Deus e não compreende
Sua Palavra, ele não perceberá que a condição para salvação é a fé. Contudo, se o homem vê a
luz de Deus e compreende a verdade de Deus, ele não será capaz de contrariar o fato do Novo
Testamento de que a salvação é mediante a fé. O problema hoje é que depois de reconhecer a fé
como a condição da salvação, ele adiciona algo mais à fé.

A controvérsia entre Deus e o homem
não é a de crer ou não crer, mas é a de crer com arrependimento, crer com as obras da lei, crer
com batismo, ou crer com testemunho, como um pré-requisito para a salvação. A Palavra de Deus
diz-nos que uma vez que creiamos, somos salvos. Porém, o homem hoje acrescenta a palavra
com. De acordo com sua mente obscurecida, ele proclama que o homem é salvo mediante a fé
com alguma coisa. O que iremos considerar não é se alguém pode ser salvo pela fé. Essa questão
já está resolvida. A questão hoje é se a fé é suficiente ou não. Precisamos adicionar com à fé para
que sejamos salvos? (Watchman Nee)

A MELHOR FORMA DE DESTRUIR OS INIMIGOS.

O Imperador Chinês

Conta-se que certo imperador chinês, quando foi avisado a respeito de uma insurreição que estava se desenvolvendo em um das províncias do seu império, disse aos ministros do seu governo e aos chefe militares que o cercavam:

- Vamos. Sigam-me. Destruirei os meus inimigos imediatamente.

Quando o imperador e suas tropas chegaram ao lugar onde se encontravam os rebeldes, ele os tratou com tanta brandura e amabilidade que, em gratidão, todos se submeteram a ele voluntariamente.

Aqueles que compunham a comitiva do imperador pensaram que ele ordenaria a imediata execução de todos os que haviam se rebelado contra o seu domínio, mas ficaram grandemente surpreendidos ao vê-lo tratando-os com tanto carinho e afeto. Intrigado com a humilhante atitude do soberano e julgando-o um quase covarde, o primeiro-ministro, um tanto agastado, perguntou:

- É desta forma que Vossa Excelência cumpre sempre a sua ameaça? Não nos disse no início da caminhada que viríamos aqui para vê-lo destruir os seus inimigos? E prosseguiu:

- Ora, a única atitude que tomou foi a de anistiá-los com um gesto humanitário... Estamos todos verdadeiramente estarrecidos com o perdão indiscriminado e, sobretudo, com o carinho extremado que premiou a cada um dos revoltosos.

Depois de ouvir atenciosamente a censura do seu ministro e ainda outras tantas críticas feitas pelos demais auxiliares, o imperador, tomado de um sereno ar de generosidade, disse-lhes:

- Sim, lembro-me que prometi solene e decididamente destruir todos os meus inimigos. E agora eu lhes pergunto: estão vendo algum inimigo meu? Certamente que não, pois a todos tenho feito amigos.

Essa é um verdade sem contestação. Podemos destruir os inimigos pela força, pela violência, pela soberania. Entretanto, feito isto, não há dúvidas, muitos outros inimigos nascerão em face da atitude prepotente. Todavia, quando se procura ganhar um inimigo com gestos de amor, de compreensão e bondade, fatalmente surgirão muitos outros amigos que, atraídos pela experiência vivida pelo semelhante, também se deixam transformar, seguindo o exemplo de amor e perdão em relação aos inimigos.

Livro: Histórias Interessantes
Autor: Assis Almeida
Editora: Edições Livro Técnico

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

POR QUÊ O FRANGO ATRAVESSOU A RUA...

Este texto já é quase um clássico do humor cristão, e vale a pena ler. É de autor desconhecido, mas foi retirado desta Discípulos de Zwinglio

VALNICE: “é por que os últimos atos proféticos influenciaram a galinha num novo "mover" então a galinha não tinha outra escolha senão atravessar”. “Está indo na Conferência Profética com preletores internacionais?”. “Para fazer um ato profético do outro lado enterrando 5 penas, um punhado de titica e 12 grãos de milho para a redenção das galinhas e frangos do ”.

DAVID QUINLAN: O frango atravessou a rua pq ele "está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, está apaixonado, por ti Jesus". E atravessou a rua "correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo, correndo pra ti".

MINISTÉRIO APASCENTAR DE NOVA IGUAÇU: o frango atravessou a rua para ser restituído de tudo o que era dele. “E também para tocar na ponta do altar..."

RR SOARES: O frango atravessou a rua para ir ao Banco Bradesco pagar seu carnê de sócio contribuinte do programa, por que se Deus tocou no coração do frango, ele não pode desprezar, pois estaria comentendo pecado e ficaria fora de benção... O frango atravessou a rua para ter experiência, pois "frango" ("pastor"), é igual jogador de , os melhores nunca saem da escolinha.

FANINI: “O frango atravessou a rua pois o milho(ão) que estava no galinheiro de cá foi para o galiheiro de lá.”

RENÊ TERRA NOVA: “A Unção que ele recebeu é "unção do galo" por isto está cheio de coragem”. “Ele é um dos nobres! Torne-se um nobre, receba esta unção e atravesse mares, não somente estradas. Você pode ir mais longe! Diga pra quem estiver do seu lado: "receba a 'unção do galo!”. “Porque o mesmo em obediência a palavra profética foi receber a cobertura espiritual do apóstolo constituído do outro lado da rua”.

ANA PAULA VALADÃO: “Depois de uma travessia extravagante (voz de choro), ele (voz de choro mais miado...) se jogou (lágrimas, voz de choro, olhando pra baixo, mão no peito) nas asas do pai. (e o galinheiro, digo, platéia ovaciona, com trocadilho!)”.

APÓSTOLO MIGUEL ÂNGELO: “O frango tinha mesmo que atravessar a rua pois ele era um "predestinado", "eleito", e não tinha escolha ele tinha que atravessar”.

BISPO ROMUALDO PANCEIRO : (IURD): "Com certeza(sotaque carioca...)tem um encosto(sotaque carioca...)na vida dele, amém pessoal? É ou não é pessoal, amém pessoal? Qué vê?" Pergunta pro frango-encosto: -Encosto(sotaque carioca...), o que vc quer fazer com a vida do frango?-GRRRRRRRR!!!!!GRRRRRRR!!!!Destruir!!!Destruir!!!!!!-Por que, encosto?-GRRRRRRR!!!!GRRRRR!!!!!Prá ele parar de dar o dízimo!!!!!"Amém pessoal (sotaque carioca...)?? Vcs tão vendo pessoal??? O encosto não quer que o frango seja um próspero vencedor. Amém pessoal??"

CAIO FÁBIO: “Hipocrisia deste frango. É frango por fora e pena por dentro!”. “Este frango está se achando! Quem você pensa que é para atravessar a rua? Salomão? Se você quiser tirar isto a limpo, saiba: estarei em Manaus todos os meses. Venha tentar me dizer que não é assim. Espero você, se é que você tem coragem de enfrentar a verdade”.“Precisaria saber mais sobre sua infância e vida sexual”. “O frango é um ser livre. Não julguem apenas porque ele cruzou a estrada. O problema é que o "cristianismo" está falido e um frango não pode nem cruzar uma estrada sem que olhem pra ele com olhos farisáicos.” “Aquele que não tiver pecado atire a primeira pedra no frango.”

SILAS MALAFAIA: três verdades para um frango vencedor:
1 Tópico: Em todo frango existe uma águia adormecida (repita para o irmão do seu lado).
2 Tópico: Deus usa quem ele quer, até um frango (cita o texto do galo que cantou três vezes).
3 Tópico: o perfil psico-terápico de um frango determinado (a rua que o frango pode atravessar sozinho Deus não move uma palha, mas se o frango não conseguir Ele para até a Rio-SP).
4 "O frango andou muito junto com a mulher do pato, atravesou a estrada pois: se tornou um PSICOPATA!"
O meu camarada! toma vergonha na cara por que Deus criou o frango e a galinha, pavão é invenção da mídia dominada por efeminados.