terça-feira, 28 de junho de 2011

Um problema chamado hereditariedade "familiar" eclesiástica


Glemerson Alves

É de se notar que a busca por méritos corruptíveis e o desencontrolado anceio por títulos e renomes tem feito com que o princípio bíblico extremamente teocêntrico, seja esquecido, e o antropocentrísmo adotado, em uma geração enfadada a se dissolver na aquisição do palpável, devemos relembrar a indigerível ação hierarquica em alguns ministérios eclesiásticos, principalmente Pentecostais e neo pentecostais em nosso país.

Homens que se aproveitam do poder humano que exercem em certas denominações para manipular decisões quanto ao que posso chamar aqui de "Nepotismo Clerical", a herança que deveria ser o Senhor como assim foi para os levitas e absorvida pela razão existencial dessas algumas denomiações, tem mudado o foco, a herança é plenamente humana e voltada aos seus próprios familiares.

O que dizer de um ministério onde em um pequeno espaço de tempo, o "herdeiro" ou o primogênito se torna o real próximo dono ou presidente, anteriormente, nem se quer obreiro, mas por ser "o filho do homem" passa a falar em nome de toda igreja.

Nepotismo Clerical, uma dos ministérios mais adotados na igreja contemporânea, o Senhor Deus, Criador, a Maior autoridade de toda a existência tem sido apenas o pano de fundo para os devoradores atuais. Realmente devemos pensar no questinamento do Dr. Nicodemus. O que estão fazendo com a Igreja?, tanto históricos quanto a pentecostais vivendo o distanciamento do Princípio bíblico, e adotando a farça sustentável a qual Constantino usou para se dar bem; o nome de Deus, e a sua igreja. 

Glemerson Alves

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