quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Versões da Bíblia - Duas linhas de Batalha

 
Pr. Dewey W. Williams (1995)
Hoje em dia, existem muitas novas versões revisadas da Bíblia à venda no mercado, as quais diferem da Versão Autorizada de 1611 [N.T.: a Bíblia King James, que passaremos a chamar V.A. BKJ]. Começando com a ressurreição feita por Westcott e Hort dos manuscritos antigos (1880) da Bíblia alexandrina católica, continuaremos a ver novas versões revisadas inundando o mercado, as quais não são embasadas no Textus Receptus (Texto Recebido); mas, na ressurreição do antigo texto grego corrompido, o qual começou com Orígenes e tem sido protegido e promovido pela ICAR (Igreja Católica Romana).


Não é de admirar que muitos ministros complacentes com o Catolicismo Romano sejam também complacentes com o conteúdo das Bíblias alexandrinas.  Vamos retroceder no tempo, a fim de traçar as duas linhas de batalha e o crente deve optar por um lado ou o outro. O caso é se ele vai tomar a mesma decisão de Josué, o qual disse: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”. [N.T.: Ou vai seguir o exemplo dos modernistas que dizem; “Nós e nossa casa serviremos ao outro senhor”].
Não estou afirmando ser um erudito em Grego, mas, antes que você me desconsidere,  peço-lhe para decidir sobre este assunto importante, pelo menos estudando o mesmo, para tomar a decisão se deve ou não deve confiar exclusivamente na legítima Palavra de Deus [N.T.: em vez de confiar nas versões modernas, todas praticamente corrompidas pela ambição dos tradutores e publicadores das mesmas]. Somente a verdadeira Palavra de Deus  [N.T.: A V.A. BKJ e sua tradução correta, como a FIEL, no Brasil] poderá ajudar o cristão nas coisas que a Bíblia Católica e as modernistas, a favor da Nova Era, não poderão ajudar; ou seja, a crescer na graça e no conhecimento do Senhor. A BKJ veio do Textus Receptus e, se ela é a legítima Palavra de Deus, as versões que negam o nascimento virginal, a vida sem pecado, a reparação pelo sangue, a ressurreição, a ascensão e a segunda  vinda de Cristo são todas falsas e são uma obra do maligno [N. T.: - que veio para roubar, matar e destruir a fé em Cristo].
I - A formação das duas linhas de batalha:
A. - Como chegamos ao Cânon das Escrituras? - Cinco testes gerais foram usados para isto:
1. - História - Quem os escreveu?
2. - Aceitação da igreja local - a igreja primitiva os lia e aceitava?
3. - Assunto - O que os livros  do NT ensinavam? Ou eram eles uma contradição das Escrituras aceitas?
4. - Edificação pessoal - Os livros moviam o leitor a ter uma fé pessoal em Cristo?
5. - A determinação mais importante era se os livros foram verbalmente inspirados pelo Espírito Santo. Devemos crer que Deus agiu no sentido de inspirar homens santos, do mesmo modo como Ele agiu para juntar e preservar a Sua legítima Palavra. Todo o Novo Testamento foi escrito em Grego e, logo que ele foi entregue, Satanás começou a sua obra maligna, no sentido de corromper a Palavra de Deus. Os homens santos usados para escrever os livros do Novo Testamento foram:
a) - Evangelho de Mateus - o próprio Mateus o escreveu.
b) - Evangelho de Marcos - o próprio Marcos o escreveu.
c) - Evangelho de Lucas - o próprio Lucas, que também escreveu Atos.
d) - Evangelho de João - o próprio João, que escreveu também a 1, 2 e 3 João e o Livro do Apocalipse.
e) - Epístola de Tiago - o próprio Tiago (o irmão do Senhor) a escreveu.
f) - Epístola de Judas - o próprio Judas a escreveu.
g) - Epístolas de Pedro 1 e 2  - O próprio Pedro as escreveu.
h) - Epístolas de Paulo - Paulo foi o autor de 14 livros do Novo Testamento.
B. -  Quando começou a corrupção?
1. - No Jardim do Éden (Gênesis 3), quando Satanás questionou, negou e acrescentou ALGO à Palavra de Deus.
2. - Na tentação de Jesus (Mateus 4), quando Satanás, usando a primeira versão revisada  (a PVS - Própria Versão Satânica). Lembrem-se que Jesus neutralizou a tentação de Satanás, citando a legítima Palavra de Deus. Satanás citou a Palavra incompleta, omitindo parte do verso citado (Mateus 4:6). Ele cita o Salmo 91:11-12, omitindo a parte, que diz: “para te guardar em todos os teus caminhos” (verso 11-b) ou “para que não tropeces em alguma pedra” (conforme Mateus 4:6-c). Satanás ama corromper a Palavra de Deus (com acréscimos ou subtrações, deturpando o sentido da citação bíblica).
3 - Escola Alexandrina no Egito [N.T.: conforme diz o Dr. Samuel Gipp, a palavra Egito tem sempre uma conotação negativa na Bíblia].
Era este o lugar onde o Oriente e o Ocidente se encontravam. A Septuaginta Grega foi traduzia em 280 a.C., uma tradução do Velho Testamento do Hebraico para o Grego, com grande influência da escola alexandrina.
Os modernistas, católicos e os novaerenses usam esta  tradução como base às suas novas traduções da Bíblia [N.T.: E ainda têm a coragem de afirmar que Cristo usou a mesma]. Vejamos quais foram as principais figuras no movimento alexandrino, visto como todas as novas traduções têm nele as suas raízes.
a) Askoka - Em 4 a.C., era o imperador da Índia. Ele enviou missionários budistas ao Egito, para que se infiltrassem e influenciassem o pensamento daqueles dias. [N.T.: Tem sido esta a tática usada pela Ordem Jesuíta, desde a sua fundação, em 1551].
b) Filo – (de 20 a.C. a 42 d.C.) -  Ele ensinava que as Escrituras continham e escondiam significados misteriosos, desprezando a literalidade da Palavra de Deus. Westcott e Hort foram grandes seguidores de Filo, o qual advogava que todas as religiões deveriam ficar sob o controle estatal, desde o início. Filo abraçou o Gnosticismo, uma filosofia muito combatida pelos apóstolos de Cristo.
c)              Clemente de Alexandria - Ele começou uma escola em Alexandria, em 200 d.C., fazendo propaganda das falsas doutrinas. Foi discípulo de Platão, o qual viera de Roma à Palestina, tendo ali abraçado a heresia gnóstica.
d)  Nota: [N.T.: Para quem não conhece o Gnosticismo] - era uma filosofia que ensinava que a matéria é má. Que outro deus chamado Demiurge havia criado o mundo. Os gnósticos afirmavam que a matéria é maligna, heresia que resultou em grande ódio a Jeová. Não é de admirar que o nome “Jeová” tenha sido deletado da NVI. (Esta bíblia tem sua origem no Gnosticismo, atualmente apresentando-se com o nome de Nova Era). Clemente misturou o Cristianismo com a filosofia pagã, tendo reunido e promovido todas as obras dos hereges destacados do seu tempo.
e)  Orígenes - Foi o mais famoso discípulo de Clemente. Ele iria fazer mais para estabelecer a linha da falsa doutrina  do que qualquer outro. Westcott e Hort foram muito influenciados por ele. Orígenes seguiu a doutrina herética e os erros de Platão, tendo penetrado em novas áreas do falso ensino. Ele ensinou que a alma existe desde a eternidade e que, após a morte, ela migra para outra forma semelhante (reencarnação). Esta doutrina é abraçada pela Nova Era. Já em 251 d.C.,  as igrejas realmente bíblicas abandonaram a ICAR. Esses crentes verdadeiros queriam preservar a Palavra de Deus.
Quando Jerônimo buscou um texto grego, ele escolheu o de Orígenes, influenciado pelos textos alexandrinos, que a ICAR tem preservado, o que torna possível que sejam feitas revisões corrompidas da Bíblia.
II - A Luta entre as duas linhas de Batalha:
De 312 d.C. até hoje, tem rugido esta batalha. Vamos seguir as duas linhas. De um lado, temos o Texto Majoritário (ou Textus Receptus) e do outro, temos o Codex Vaticanus, que veio dos gnósticos, de Alexandria no Egito.
A - A ICAR promove uma guerra contra o TR, desde o princípio:
1. - Em  416 d.C., a ICAR inventou o batismo infantil.
2. - Em 451 d.C.,  a ICAR aceitou a mariolatria.
3. - Em 680 d.C., a ICAR promoveu o 6º Concílio para condenar a “heresia”, isto é, as igrejas bíblicas.
4. - Em 687, teve início a adoração às imagens de “santos”.
5. - Em 869, houve a separação entre a Igreja Grega Ortodoxa e a ICAR. A ICAR cria mais uma heresia: “Fora da ICAR não há salvação”. Começa a venda de indulgências e é criada a fábula do purgatório.
6. - Em 1123 d.C., a ICAR cria a obrigação do celibato dos padres.
7. - Em 1215 d.C., A ICAR cria a doutrina da Transubstanciação, a qual ensina que Cristo está presente em corpo, sangue, alma e divindade na hóstia.
8. - Em 1229 d.C., A ICAR proíbe a leitura da Bíblia.
9. - Durante todos esses anos, houve a chamada Era das Trevas, criada pela monstruosa Meretriz do Apocalipse 17-18, embriagando-se tremendamente com o sangue dos mártires.
Quando a Bíblia chegou às mãos do povo, teve início a Reforma Protestante e a Era das Trevas se dissipou.
B - Aqui vemos Deus preservando a Sua Palavra Santa, durante a maligna Era das Trevas:
1.- A Igreja Primitiva em Antioquia da Síria - onde a Bíblia foi traduzida para o Siríaco, em 150 d.C. Para isto, foi usado o Textus Receptus.
2.- Os valdenses no Norte da Itália - Estes crentes foram odiados e esmagados pela ICAR, porém conseguiram preservar a sua Bíblia, que estava embasada no Textus Receptus. A “Itala” (versão italiana) era a preferida por Agostinho. Ela veio dos valdenses.
3.- A Igreja na Gália (antiga França) - Seus seguidores foram massacrados pelos pagãos, em 177 d.C., mas enviaram seus registros para a Ásia Menor (e não para Roma). Foram eles que levaram o Evangelho para a Inglaterra e a Europa. Embasados no Textus Receptus, eles conheciam a legítima Palavra de Deus, da qual se originou a V.A. King James. No século IV, Helvécio, erudito valdense, acusou Jerônimo de ter  usado um manuscrito grego corrompido. Ora, se não existisse um texto legítimo, naquele tempo, como poderia Helvécio ter feito tal acusação? Foram os valdenses que pavimentaram o caminho para a Reforma. A partir desse tempo, Agostinho, Jerônimo e Ambrósio foram acusados de juntar os dois tipos de manuscritos (o TR e o Alexandrino), com o objetivo de promover uma Bíblia corrompida para a ICAR.
         Os tradutores da versão italiana se valeram de uma tradução feita pelo valdense Giovanni Diodati.
III - O Fortalecimento das duas Linhas:
A - O texto alexandrino é o fundamento da grande meretriz de Apocalipse 17-18.
1. O papado promoveu a Bíblia corrompida, a fim de manter o povo ignorante da verdade, na Era das Trevas, até que veio a Reforma.
2. A Vulgata Latina de Jerônimo tornou-se a Bíblia do clero católico, durante mais de mil anos. Até recentemente, a ICAR ainda celebrava as suas missas em Latim, uma língua tão morta como a sua liturgia.
B - O TR (Textus Receptus) foi o fundamento da Reforma e vamos traçar o caminho dos seus usuários, até Martinho Lutero.
1. John Wycliff - traduziu a Bíblia para o Inglês, 200 anos antes de Lutero ter nascido. Ele usou a Vulgata, a qual continha muitos erros. Por isso, a Reforma ficou em “stand by”, durante 200 anos. Mas Wycliff é chamado a “estrela da manhã da Reforma”.
2. Erasmo de Roterdã - Foi um grande erudito resultante do avivamento do conhecimento, que veio depois da Era das Trevas.  Ele viajou por toda a Europa, estudando os manuscritos gregos e produziu o Texto Grego do Novo Testamento, o qual foi impresso em 1516.  Erasmo mantinha a convicção de que somente Deus havia escrito a Bíblia. Foi e continua sendo odiado pelos inimigos do Textus Receptus.
3. William Tyndale - Traduziu o texto grego de Erasmo para o Inglês. Sua grande citação [dirigida aos clérigos romanos] é a seguinte: “Se Deus me poupar a vida por muitos anos, farei com que um garoto que dirige um arado conheça a Escritura mais do que vós a conheceis”.  Levado para o local da execução, ele foi atado à estaca, estrangulado por um carrasco e depois consumido pelo fogo, na cidadezinha de Vilvorde em 1536 d.C., gritando na estaca, em alta voz, com fervorosa preocupação: “Senhor, abre os olhos do Rei da Inglaterra!”
Foi queimado na estaca, mas Deus escutou sua oração, pois a Inglaterra se transformou na rota de bênçãos espirituais ao mundo.
4. Martinho Lutero - Nascido em 10/11/1483, em Eisleben, Alemanha. Foi ordenado monge agostiniano. Lutero usava o Textus Receptus e vivia muito preocupado com a corrupção e a luxúria da ICAR. Quando ele estava engatinhando no caminho da conversão, o Espírito de Deus lhe fez uma revelação, através de Romanos 1:17:  “O justo viverá da fé”. O grito da Reforma foi “Sola Fide, Sola Scriptura” e em 31/10/1517, Lutero afixou suas 95 teses no portão da Igreja do Castelo em Wittenberg. [N.T.: A tradutora esteve ali, em 1999, onde se indignou com a maneira desrespeitosa do guia turístico, descrevendo a obra de Lutero. Ela subiu ao púlpito copiado do antigo púlpito do grande reformador e falou, em voz baixa, algumas palavras de louvor à Reforma].
Lutero foi preso por ordem do papa Leão X e se recusou a retratar-se de suas doutrinas, a não ser que esta retratação fosse conforme as Escrituras; isto é, que ele tivesse mentido, ao condenar as indulgências.. [N.T.: Sua vida foi poupada e na casa onde ele morava, em Wittenberg, vi o quarto onde ele dormia com a consciência tranquila].
C - A reação de Roma  com a Contra-Reforma
1. Inácio de Loyola - Fundou a Ordem Jesuíta , em 1521 d.C.. Ele era um espanhol que havia lutado contra a invasão de Maomé na Espanha, foi ferido e se tornou um místico, voltando-se completamente para a ICAR. Sua ordem foi fundada com o objetivo de combater a Reforma protestante. Seus membros fazem um pacto de cega obediência aos superiores e não se detêm diante de obstáculo algum, a fim de conseguirem seus objetivos, nem sempre louváveis. Os jesuítas têm sido os maiores inimigos do Cristianismo Bíblico. Inquisidores implacáveis, uma de suas invenções foi o INDEX, que proibia a leitura da Bíblia e de qualquer livro que exaltasse a Bíblia. [N.T.: Milhares de milhares de inocentes foram mortos por causa de sua fé, com o passar dos quase 4 séculos de existência da Ordem de Loyola. Não tenho a menor dúvida de que o fundador dessa Ordem e os seus líderes falecidos, estão gemendo nas profundezas infernais].
2. - O Concílio de Trento - (1545-1563) - Foi organizado pelos jesuítas. Ele fez quatro condenações, sob pena de excomunhão:
1. - Condenou a ideia de que as Escrituras eram suficientes para tudo que diz respeito à salvação [N.T.: contrariando a 2 Timóteo 3:16-17).
2. - Condenou a rejeição aos livros apócrifos pelo Cânon das Escrituras.
3. Condenou o estudo das Escrituras na língua de cada pessoa e a ideia de que havia erros na Vulgata Latina (a Bíblia de Jerônimo).
4. - Condenou a ideia de que as Escrituras eram claras e facilmente compreensíveis ao povo leigo, bastando para isso a ajuda do Espírito Santo. Ora, uma organização que odeia tanto a Bíblia está levando milhares de almas para o inferno! [N.T.: E ainda existe uma miríade de pastores evangélicos lendo as bíblias embasadas em seus Códigos corrompidos! Seria por ignorância ou apostasia?]
3. - A Bíblia Jesuíta de 1582 - A Bíblia de Tyndale (embasada no TR) havia ganhado muita aceitação na Inglaterra, o mesmo texto no qual iria se embasar a V.A. King James. A ICAR trouxe a Bíblia jesuíta para fazer dentro do país o mesmo estrago que a esquadra de Philip II tentaria fazer, do lado de fora. De um lado, um ataque moral; do lado de fora, um ataque bélico. Mas, Deus estava atento e levantou um puritano chamado Thomas Cartwright, para neutralizar a Bíblia jesuíta. Entrementes, com uma esquadra muito inferior à de Philip II, a Inglaterra derrotou os invasores, que desejavam reaver a nação para o controle papal. A história é imparcial!  [N.T.: Mesmo porque Deus é Quem a escreve, visando sempre  a Sua glória e o livramento dos que Nele confiam!] Foi esta grande vitória que pavimentou o caminho para a edição da V.A. King James, prestigiada por Tiago I, sucessor de Elizabeth I. Foi assim que, em 1611, depois de um fracassado atentado feito pelos jesuítas no porão do prédio do Parlamento Inglês, a BKJ foi editada para honra e glória do Senhor e a salvação de milhões de almas, através do mundo  inteiro.
IV - A Fabulosa Tradução da BKJ
1 - Bede - (675-735) -  Traduziu parte das Escrituras para o Inglês antigo.
2. - John Wycliff - (1320-1384 ) - O primeiro homem a traduzir toda a Bíblia para o Inglês, tendo usado a Vulgata Latina para esta obra.
3. - William Tyndale - A versão Tyndale (1525) foi embasada no texto de Erasmo e também na tradução de Lutero. Esta Bíblia foi poderosamente  usada por Deus na Inglaterra. Tyndale foi martirizado em 1536.
4. Miles Coverdale - Sua versão (1535) foi a primeira obra impressa na Inglaterra.
5. - John Rogers - (1537) - A versão de Mathews (pseudônimo de Rogers, para esconder sua amizade com Tyndale).
6. - A Bíblia Grande - (1539) - Obra autorizada por Henrique VIII, com as notas de rodapé de Tyndale e Coverdale; era muito grande; por isso precisou ser acorrentada a um poste dentro da Igreja, por ser de grande valor.
7. - A versão Genebra  (1557) -  traduzida por William Whitingham, em Genebra. Foi a primeira Bíblia a ter os capítulos divididos em versículos. Ela não continha os apócrifos e foi a Bíblia preferida por Shakespeare e John Bunyan, tendo sido levada à América do Norte pelos peregrinos, em 1620.
8 - A Bíblia Rheims - (1582). Era a Bíblia dos jesuítas, tentando com a mesma reaver a Inglaterra para Roma. [N.T.: Falsa como a Ordem de Loyola, esta bíblia equivale às modernas versões: NVI, RSV, NASV e outras, recendendo ao mesmo cheiro de morte].
B - A Tradução da V. A. Bíblia King James
1. - A ordem para que ela fosse produzida - Saiu em 22/07/1604, quando o Rei Tiago nomeou 54 homens altamente capacitados na erudição linguística para fazer esta versão autorizada. [N.T.: Vejamos o que o Dr. William Grady escreve sobre esses homens no seu livro “Final Authority”]:
A igreja de Jesus Cristo ficará eternamente em débito com o time seguinte de eruditos, cheios do Espírito Santo, pela entrega do Velho Livro Preto:
Dr. Lancelot Andrews, dean of Westminster  (Westminster)
Dr. John Overall, dean of St Paul´s (Westminster)
Dr. Hadrian de Saravia, cânon of Canterbury (Westminster)
Dr. Richard Clark, fellow of Christ´s Coll., Camb. (Westminster)
Dr. John Layfield, fellow of Trin. Coll., Camb. (Westminster)
Dr. Robert Teigh, archdeacon of Middlesex  (Westminster)
Mr. Francis Burleight, Pemb. Hall, Camb., D.D. (Westminster)
Mr. Geoffrey King, fellow of King´s Coll., Camb. (Westminster)
Mr. Thompson, Clare Hall, Camb. (Westminster)
Mr. William Bedwell, St John´s Coll., Camb. (Westminster)
Mr. Edward Lively, fellow of Trin. Coll. (Cambridge)
Mr. John Richardson, aftrwds master of Trin. Coll. (Cambridge)
Mr. Laurence Chatterton, master of Emm. College (Cambridge)
Mr. Francis Dillingham, fellow of Christ´s Coll. (Cambridge)
Mr. Thomas Harrison, vice-master of Trin. Coll. Cambridge)
Mr. Roger Andrewes, afterwards master of Jesus Coll. (Cambridge)
Mr. Robert Spalding, fellow of St John´s (Cambridge)
Mr. Andrew Byng, fellow of St Peter´s Coll. (Cambridge)
Dr. John Harding, pres. of Magd. Coll. (Oxford)
Dr. John Reynolds, pres. of Corpus Christi Coll. (Oxford)
Dr. Thomas Holland, afterwards rector of Ex. Coll. (Oxford)
Dr. Richard Kilbye, rector of Lincoln Coll. Oxford)
Dr. Miles Smith, Brasenose Coll. (Oxford)
Dr. Richard Brett, fellow of New Coll. (Oxford)
Mr. Richard Fairclough, fellow of New Coll. (Oxford)
Dr. John Duport, master of Jesus Coll. (Cambridge)
Dr. William Branthwait, master of Caius Coll. (Cambridge)
Dr. Jeremiah Radcliffe, fellow of Trin. Coll. (Cambridge)                   
Dr. Samuel Ward, afterwards master of Sid. Coll. (Cambridge)
Mr. Andrew Downes, fellow of St John´s Coll. (Cambridge)
Mr. John Bois, fellow of St. John´s Coll. (Cambridge)
Mr. Robert Ward, fellow of King´s Coll. (Cambridge)
Dr. Thomas Ravis, dean of Christ Church (Oxford)
Dr. George Abbot, dean Winchester (Oxford
Dr. Richard Eedes, dean Worcester (Oxford)
Dr. Giles Thompson, dean of Windsor (Oxford)
Mr. (Sir Henry) Saville, provost of Eton (Oxford)
Dr. John Perin, fellow of St John´s Coll. (Oxford)
Dr. Ravens, [fellow of St John´s Coll. (Oxford)
Dr. John Harmer, fellow of New Coll. (Oxford)
Dr. William Barlow, dean of Chester (Westminster)
Dr. William Hutchinson, archdeacon of St Albans (Westminster)
Dr. John Spencer, pres. of Corp. Chr. Coll. Ox. (Westminster)
Dr. Roger Fenton, fellow of Pemb. Hall, Camb. (Westminster)
Mr. Michael Rabbett, Trin. Coll.,Camb. (Westminster)
Mr. Thomas Sanderson, Balliol Coll., Oxford, D.D. (Westminster)
Mr. William Dakins, fellow of Trin.Coll.,Camb. (Westminster).

2) - Os homens - Estes tradutores eram os maiores eruditos vivos e suas credenciais são deveras impressionantes. No Livro “Which Bible”,  Terence H. Brown  dá também uma lista de 47 nomes [N.T.: enquanto a lista acima consta do livro “Final Authority” do Dr. William Grady.]
Não podemos esquecer que a tradução de Westcott e Hort, de 1870, visava simplesmente a divulgação do texto corrompido, tentando elevá-lo acima de outros textos. Infelizmente, todas as novas versões têm a marca de Westcott e Hort, dos modernistas da Nova Era e, assim, o Ocidente caminha inexoravelmente para a grande apostasia.
3) - O Método - Os tradutores foram organizados em seis grupos: dois se reuniam em Westminster; dois, em Cambridge e dois em Oxford. Cada erudito fazia a sua própria tradução, passando-a em seguida para cada membro do seu grupo e, após terem completado a seção que lhe fora designada, esta era passada a todos os outros grupos. Assim, a tradução passava pelas mãos de cada um dos tradutores.
4) - O Manuscrito -  Qual o texto que esses eruditos escolheram para organizar o seu texto grego? O Textus Receptus. Devemos entender que quase todos os manuscritos antigos concordam entre eles, enquanto somente alguns manuscritos concordam com a RSV, NASV, NVI, etc.
5 - O Milagre - A V.A. King James se tornou a maior Bíblia já traduzida no mundo. Ela tem estado por trás de cada reavivamento na história do Cristianismo. Nos de Wesley, de Whitefield, de Spurgeon e de outros, todos eles tendo usado esta Bíblia com grande sucesso. Na América, ela resultou no grande reavivamento de Jonathan Edwards e em outros. A mão de Deus tem operado nesta obra como jamais operou em qualquer outra Bíblia já existente. Existe alguma dúvida sobre a razão por que Satanás odeia esta Versão Autorizada de 1611 - a Bíblia King James? Ele não quer que as pessoas leiam uma Bíblia sem erros.
V - A Revisão Defeituosa de 1870
A - O Mandado - Alguns interessados afirmavam que as palavras da BKJ deveriam ser atualizadas, com mudanças mínimas. Mas, o que, realmente, eles queriam era uma Bíblia subversiva, que agradasse a gregos e troianos, para ser o fundamento da crítica textual, a fim de conduzir a autodestruição das grandes denominações que estavam envolvidas na evangelização dos perdidos e na pureza doutrinária do povo de Deus.
B - Os Manuscritos - Para isso, eles usaram os corrompidos manuscritos alexandrinos do texto grego preservado pela ICAR, com a desculpa esfarrapada de que estes eram “os mais antigos e melhores”. Foram estes os dois textos principais usados por Westcott e Hort - o Sinaiticus e o Vaticanus.
1. - O Codex Sinaiticus - Foi descoberto em 1844, no Mosteiro de Santa Catarina, no Monte Sinai, pelo pesquisador alemão (adepto da alta Crítica) Tischendorf. Este texto fora atirado à lata de lixo, para ser queimado, [N.T.: porém, Satanás deu um jeitinho  de recuperá-lo, usando o incrédulo Tischendorf]. O Deão Burgon, grande erudito de Oxford, nos anos 1840, aponta o fato de que estes manuscritos haviam sido considerados inúteis pela igreja primitiva, mas depois foram copiados, usados e novamente copiados para estudos posteriores.
2 - O Codex Vaticanus - Acredita-se que ele foi escrito em 330 d.C. É curioso que este texto jamais tenha sido usado pelos cristãos primitivos (os quais sabiam distinguir entre a verdade e o erro, pela presença do Espírito Santo em seus corações). O Codex Vaticanus foi guardado na Biblioteca do Vaticano em Roma, desde 1841. Ele não contém o texto grego completo, faltando Filemom, Apocalipse e parte de Hebreus. Isto sem contar as centenas de mudanças feitas no texto. O Vaticano em Roma, convenientemente, permitiu que o Vaticanus fosse usado pelos dois eruditos [N.T.: que lhe eram simpáticos] Westcott e Hort, em 1870, a fim de que estes pudessem completar a sua obra macabra de corrupção da Palavra de Deus.
C - Os homens responsáveis pelas Bíblias corrompidas - Em Romanos 11:16,  lemos: “E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são”.   Então, como seria possível um fruto mau não provir de uma árvore má? É exatamente o caso destes dois maiores responsáveis por todas as versões corrompidas da Bíblia. Comparar os tradutores da V.A. 1611 - Bíblia King James - com os fantoches que traduziram a Versão Inglesa Revisada (1881-1885) é o mesmo que  comparar um cirurgião do cérebro com um calista (podiatra). Nunca li coisa alguma favorável sobre Westcott e Hort e creio que um grosso volume poderia ser escrito para denunciar os desvios morais e doutrinários destes dois homens liberais, modernistas e extremos novaerenses, inclusive espíritas... Ambos eram devotos da “Maria Santíssima” da ICAR, tendo sido discípulos de Clemente, Orígenes e outros pais do mesmo naipe.
No livro de G. A. Kiplinger - New Age Bible Versions, o autor provê montanhas de documentação confirmando que a raiz das versões modernas é podre. Como é estranho que um povo bom e crente na Bíblia possa defender e seguir a obra destes dois apóstatas! Não devemos esquecer que as omissões e mudanças feitas nas versões modernas jamais aconteceram por acaso, mas que se trata de um plano bem arquitetado e posto em prática pelo próprio Satanás. Vejamos os pais das novas versões e paráfrases.
1. Dr. Westcott - Odiava os crentes bíblicos, chamando-os “pervertidos”.  Ele era fascinado por Charles Darwin; costumava se ajoelhar diante de uma imagem de Maria, praticando, portanto, a Mariolatria e acreditando no valor da missa católica. Era um pastor anglicano envolvido na mediunidade (Espiritismo). Fundou um clube chamado “Ghostly Guide” (de comunicação com os espíritos), em 1850. Era um homem ímpio e satânico e, mesmo assim, alguns pastores [N.T.: ignorantes ou incrédulos] preferem a Bíblia gerada na mente corrompida deste homem do que a Bíblia Sagrada King James [N.T.: No Brasil, a FIEL].
2. Dr. Hort - Outro pastor anglicano subordinado à ICAR, liberal, modernista e novaerense.
3. - J. B. Phillips - Traduziu o Novo Testamento para o Inglês moderno. Era envolvido em necromancia. Em várias ocasiões, após a morte de C. S. Lewis, o suposto espírito de Lewis com ele se comunicava, trazendo mensagens da Nova Era. Este espírito da mentira lhe dizia: “Estou bem; você está bem; então, não se preocupe, pois estamos felizes”. Curioso é que, no verão de 1881, Phillips foi atacado pela incapacidade de falar, de escrever e de se comunicar. Males assim têm acontecido com alguns dos revisores da
Bíblia. Não é estranho? [N.T.: Afrontar Deus não é brincadeira!]
4. - Kenneth Taylor - O homem da parafraseada “Bíblia Viva”. Ela segue Westcott e Hort, com muitas ímpias liberdades assumidas. Ele até chegou a colocar profanidade neste livro engraçado, que os ignorantes chamam de “bíblia”. No verso de Samuel 20:30, nem a revista Time (edição de 24/07/72) teve coragem de publicar exatamente o que achava de sua “bíblia”:“Filho de mulher perversa e rebelde...”. [N.T.: Mas, hoje em dia, alguns pastores lêem e aprovam esta “bíblia” e até coisa pior - a “A Mensagem” - de Eugene Peterson, pois, conforme Deus nos ensina no Salmo 42:7, “Um Abismo chama outro abismo”.].
Taylor ficou afônico e quando tentava falar, apenas rinchava como um cavalo. [N.T.: Aqui vemos como Gálatas 6:7 é uma realidade!].
5. - Philip Schaff - O homem  responsável pela NASV. Mais um liberal, modernista e adepto da Nova Era. Este apóstata fez nada menos de 30 mil mudanças na V.A. King James,  na sua  Bíblia Revisada. [N.T.: a Bíblia Século 21 é uma obra deste cérebro]. Para fazer esta obra, Schaff tinha no grupo até mesmo um leigo unitarista. Ele foi um dos porta-vozes da Nova Era em “O Parlamento das Religiões Mundiais”. Este ajuntamento levou os membros das religiões orientais  e alguns protestantes a admitirem a mensagem de que “Tudo é Um e o Homem é um deus”, desencadeando o Movimento Modernista na América do Norte, nos anos 1800.
6. - Edwin Palmer - Fez parte do comitê executivo para a tradução da NVI. Palmer foi um liberal que questionava quase todas as doutrinas bíblicas, tendo selecionado o grupo de tradutores que iriam produzir a NVI.
7. - Ronald Youngblood - Dele é esta frase: “A Bíblia é um produto de homens”.  Ora, como pode um tipo de modernista como este merecer confiança para dizer o que a Palavra de Deus é a Palavra de Deus?
8. - Burt Goddard - Foi citado como dizendo: “Existem erros na transmissão” (ou seja, a Bíblia não merece confiança).
9. - Dr. Frank Logsdom - Liderou a tradução da NASV. Depois, arrependido, renunciou ao cargo, afirmando: “Temo estar com um problema com  o Senhor!”. Hoje ele tem certeza de que os manuscritos usados nas novas versões são corrompidos e afirma que a V.A. 1611 - Bíblia King James - é absolutamente correta.

O Pr. Dewey W. William é o líder da Belle Meadow Baptist Church
619, Wagner Road, Bristol, Virginia, 24201 - 703-669-4023.
Mary Schultze - traduziu e comentou este artigo, em 20/09/2011.


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