domingo, 30 de janeiro de 2011

Caetano Veloso conta que filhos são evangélicos da Universal

30/01/2011 - 13h25

Caetano Veloso conta que filhos são evangélicos da Universal

O músico Caetano Veloso abriu as portas do seu apartamento no Leblon, no Rio, para a revista Serafina, e conversou sobre família, carreira e política. Entre outras coisas, contou que seus dois filhos mais novos são evangélicos frequentadores da Igreja Universal do Reino de Deus.
Os meninos, Tom e Zeca, são filhos dele com Paula Lavigne, sua última mulher e atual empresária. "Minha geração teve que romper com a religiosidade imposta, a deles teve que recuperar a religiosidade perdida", disse o cantor sobre o assunto.
A respeito do crescente poder dos evangélicos no Congresso e na mídia, relativiza: "A Record não tem mais rabo preso com o bispo do que a Globo tem com o cardeal."
Assinantes da Folha e do UOL podem ler aqui a íntegra da entrevista, feita por Morris Kachani.
Serafina desta semana traz ainda reportagens com a atriz americana Natalie Portman, que protagoniza o filme indicado ao Oscar "Cisne Negro"; entrevista com o jornalista Diogo Mainardi, que fala sobre o filho com paralisia cerebral, e uma conversa entre o craque Ronaldo e o publicitário Washington Olivetto.

Bob Wolfenson/Serafina
Caetano Veloso falou sobre Deus e o mundo e expôs seu particular universo
Caetano Veloso falou sobre Deus e o mundo e expôs seu particular universo

Trecho da entrevista de Caetano publicado na Folha (ivo):-
Caetano tem três filhos religiosos. Sobre Moreno, que tende ao catolicismo, diz: "Se o papa João 23 fosse santo, ele seria devoto". Seus dois filhos mais novos, Tom e Zeca, são evangélicos e frequentam a igreja Universal do Reino de Deus. Sobre um tropicalista gerar filhos evangélicos, Caetano diz: "Minha geração teve que romper com a religiosidade imposta, a deles teve que recuperar a religiosidade perdida".
Caetano diz ser muito bem recebido quando vai assistir a seus filhos tocando nos cultos e afirma enxergar o bem que a religião fez aos dois. Paula Lavigne comenta: "Zeca encontrou um conforto na religião. Qualquer coisa que faça bem aos meus filhos faz bem para mim".
E sobre o crescente poder dos evangélicos, no Congresso Nacional e na mídia, relativiza: "A Record não tem mais rabo preso com o bispo do que a Globo tem com o cardeal".

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O BRASIL PRECISA DE PASTORES DE CARÁTER LIMPO

O BRASIL PRECISA DE PASTORES DE CARÁTER LIMPO
"Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus

Por: Samuel Costa da Silva

O caráter de um pastor define o seu ministério. Isso significa que um pastor cujo caráter é íntegro produzirá um ministério limpo, cheio de graça e de verdade, um ministério sem nebulosidades. Contudo, um pastor sem caráter, invariavelmente, produzirá um ministério fajuto, de mentirinha, caracterizado pela arrogância, vaidade, roubos (não só financeiros, mas de tempo e de vidas), adultérios e neuroses pessoais pretensamente anunciadas como revelações de Deus.

Não adianta um ministério aclamado pelos homens, mas reprovado por Deus. No final, o que conta mesmo é minha vida diante de Deus. Quando se trata de liderança pastoral há um trecho da palavra de Deus que muito me chama a atenção. É o texto de Mateus 7:21-23, que diz: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.”

O curioso nesse texto é que todas as realizações alegadas pelos que estão sendo reprovados no juízo final são funções associadas à liderança pastoral: profecias, expulsão de demônios, realização de milagres. Só líderes no reino de Deus realizam tais tarefas. O Senhor, entretanto, os reprova, pois o coração desses líderes não era limpo, seu testemunho era condenável, suas motivações mais íntimas eram mesquinhas e egoístas. Na verdade, esses líderes tomavam o nome de Deus em vão todas as vezes que realizavam milagres, profetizavam ou expeliam demônios, pois no dia-a-dia “praticavam a iniqüidade”, promoviam a si mesmos.

Jesus, no sermão do Monte, entre outras bem-aventuranças, declarou que são “bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt. 5:8). Deus se importa muito com um coração limpo. Por essa razão, Jesus inclui os limpos de coração em suas bem-aventuranças.

O pastor precisa ter coração limpo se deseja servir a Deus com integridade e um testemunho pessoal aprovado. Davi escreve “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Por isso, o líder da igreja, deve conservar o “mistério da fé com a consciência limpa” (I Tm. 3:9).

Manter um bom testemunho por ter um coração limpo não necessariamente fará do pastor um sucesso entre os homens. Pelo menos enquanto este pastor estiver vivo. Depois de morto é outra história. Não obstante, é o bom testemunho que fará desse líder um vitorioso diante do Seu Senhor, pois Deus sabe que o bom testemunho agrega as ovelhas, enobrece o reino de Deus, honra o nome do Senhor, não escandaliza os mais fracos na fé.

Portanto, cabe a cada líder pastoral avaliar diariamente como está o seu coração. Esse exercício devocional é imprescindível para ser bem sucedido no ministério da Palavra, pois somente os limpos de coração verão a Deus e, assim, serão considerados bem-aventurados.

www.institutojetro.com.br

http://www.creio.com.br/2008/lideranca01.asp?noticia=391

OS 5 DEGRAUS DA RESTAURAÇÃO DE PEDRO

OS 5 DEGRAUS DA RESTAURAÇÃO DE PEDRO

No post anterior analisamos os degraus da queda de Pedro, agora estudaremos sobre os 5 degraus da sua restauração. Pedro caiu por agir por si mesmo; Pedro foi restaurado quando se voltou para o Senhor. Só de nós vem a nossa ruína; só do Senhor, a nossa restauração. Caminhe comigo e vejamos os passos que Pedro deu rumo à restauração.

1. O olhar penetrante de Jesus (Lc 22.61)

Jesus olhou para Pedro exatamente no momento em que ele estava negando, jurando e praguejando, insistindo em dizer que não conhecia Jesus. Os olhos de Jesus penetraram na alma de Pedro e radiografaram as mazelas do seu coração. Aquele foi um olhar de tristeza, mas também de compaixão. Quando Jesus olhou para Pedro, este se lembrou da palavra do Senhor e, ao lembrar-se dela, encontrou uma âncora de esperança e o caminho de volta para a restauração.

O olhar de Jesus é cheio de ternura e misericórdia. Basta um olhar dele, e toda a dureza de nosso coração se derrete. Seu olhar penetra as câmaras mais interiores da nossa vida. Seu olhar produz em nós arrependimento para a vida. Seu amor nos traz de volta para o verdadeiro sentido da vida.

2. O choro amargo pelo pecado (Mt 26.75; Lc 22.62)

Os evangelistas nos informam que Pedro, saindo dali, chorou amargamente (Mt 26.75; Lc 22.62) e, caindo em si, começou a chorar (Mc 14.72). Logo que as lágrimas do arrependimento rolaram pelo rosto de Pedro, seus pés se apressaram a sair daquele ambiente. Pedro deu quatro passos rumo à restauração: 1) caiu em si; 2) saiu dali; 3)começou a chorar; 4) chorou amargamente. O choro do arrependimento desemboca na alegria do perdão.

Pedro não chorou o choro do remorso, nem verteu as lágrimas da dissimulação. Ele jogou fora o veneno das suas mazelas. Assim, demonstrou verdadeiro arrependimento.

3. O recado especial de Cristo (Mc 16.7)

Segundo o texto de Mc 16.7, o anjo de Deus que estava assentado sobre a pedra que fechava o túmulo de Cristo e testemunhou às mulheres que Ele havia ressuscitado, entregou também a elas um recado: “…ide, dizei a seus discípulos, e a Pedro, que Ele vai adiante de vós para a Galiléia. Ali o vereis, como Ele vos disse”. Por que Jesus mandou este recado especial para Pedro? Porque Jesus sabia que a essa altura Pedro não se sentia mais digno de ser um discípulo. Pedro havia negado seu nome, sua fé, suas convicções, seu apostolado e seu Senhor.

É maravilhoso saber que Jesus não abre mão do direito que tem de ter-nos para Ele. Ele não abdica do seu direito de ter-nos totalmente. Podemos até cair e pensar em desistir de tudo, mas Jesus jamais desiste de nos amar. Mesmo quando somos infiéis, Ele permanece fiel.

4. O impacto do túmulo vazio (Lc 24.11,12)

Quando Pedro foi informado de que o túmulo de Jesus estava vazio, ele correu e entrou no sepulcro e, ao ver os lençóis de linho, retirou-se para casa, maravilhado do que havia acontecido. O poder da ressurreição foi mais um instrumento que Deus usou para levantar Pedro da sua queda. O triunfo de Cristo sobre a morte, o diabo e o inferno deixou Pedro maravilhado. A mesma mão que abriu o túmulo de Cristo abriu também os olhos de Pedro.

Pedro tornou-se um pregador ousado depois da sua restauração. Sua mensagem central era mostrar que o Cristo que foi crucificado triunfou sobre a morte. A ressurreição de Cristo tornou-se a grande bandeira da mensagem de Pedro.

5. A pergunta especial de Cristo (Jo 21.15-17)

Pedro saiu de Jerusalém e foi para a Galiléia como Cristo ordenara. Naquela longa jornada, a consciência de Pedro o acusava. Ele pensou que Cristo iria lançar-lhe em rosto o seu fracasso. Mas a única pergunta de Cristo a Pedro foi: “Simão, filho de João, tu me amas?” Essa pergunta foi repetida três vezes, porque três vezes Pedro negou a Cristo. O Senhor não humilhou Pedro. Ele não esmaga a cana quebrada nem apaga o pavio que fumega. Jesus não lançou no rosto de Pedro seus fracassos. Antes, deu-lhe a oportunidade de reafirmar seu amor e reiniciar o seu ministério.

È interessante perceber a riqueza do original grego, pois Jesus usou a palavra ágape nas duas primeiras perguntas: Agapas me. Pedro respondeu a ambas: Philos se. Phileo descreve um amor de amigo, inferior ao amor ágape. Pedro tinha sido autoconfiante antes de sua queda. Agora, havia aprendido a lição. Não ousava fazer promessas para depois quebra-las. Na terceira pergunta, Jesus mudou a palavra. Perguntou-lhe: Phileis me? Ou seja, Pedro você gosta de mim? Pedro entristeceu-se e deu a mesma resposta: Philo se.

Jesus é tão cuidadoso em seu amor que armou o mesmo cenário da queda de Pedro para restaurá-lo. O evangelho de João só descreve duas fogueiras. A primeira foi o palco da queda de Pedro; a segunda, o cenário da sua restauração. Cristo queria curar as memórias amargas de Pedro. Ali onde tudo havia começado, deveria ser o lugar mais apropriado do seu recomeço.

Nele, em que a restauração sempre será maior e melhor do que a queda,

Pr Marcelo Oliveira

http://vigiai.net/news.php?readmore=7208

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mesa Farta.

Pastor Clévison:
"MESA FARTA"
Fonte: http://intervox.nce.ufrj

"O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus" (Filipenses 4:19).

Podemos imaginar uma mesa farta, cheia de comidas deliciosas. Ao seu redor estão reunidas pessoas famintas. Deus preparou a comida. Ela é totalmente gratuita. Se alguma pessoa está ao redor da mesa e não saboreia a comida, é uma decisão exclusivamente dela. Estar faminto, diante de uma mesa cheia, e não aproveitar a comida, é um comportamento irracional. É isso o que tem acontecido o tempo todo: a generosidade de Deus não é aproveitada. Deus oferece comida espiritual, mas, Ele não forçará ninguém a comê-la. O homem deve tomar a iniciativa e participar daquilo que Deus lhe dá.

Temos nós estado diante das bênçãos do Senhor sem desfrutar de nenhuma delas? Temos ignorado tudo que o Senhor nos oferece, preferindo os enganos do mundo que não alimentam a alma e ainda nos afastam de Sua presença? Temos passado fome espiritual mesmo estando diante de um farto banquete que Deus tem nos preparado?

Muitas vezes nos queixamos de abandono enquanto sobre a mesa do Senhor está colocado o "estou contigo todos os dias". Murmuramos quanto à falta de tudo, sem nos dar conta de que sobre a mesa das bênçãos está o "o Senhor suprirá todas as tuas necessidades". Preocupamo-nos com enfermidades e não confiamos que, sobre a mesa, está o "eu sou o Senhor que te sara". A frustração das derrotas por passos mal dados nos atormenta e nem olhamos que, bem no centro da mesa, está o "sem mim nada podeis fazer".

Estamos famintos, sentados ao redor da mesa do Senhor, e bastaria apenas levantar uma de nossas mãos para receber tudo o que o nosso Salvador colocou à nossa disposição. Ali encontramos tudo de que necessitamos: alegria, paz, graça, unção, fé e vida abundante. Nada falta em cima da mesa do Senhor.

Comece a aproveitar as "iguarias" santas que o Senhor colocou sobre a mesa. Você encontrará a felicidade que tem estado buscando há muito tempo.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Babilônia, o Sistema Mundial do Anti-cristo

Estudos/babilônia

BABILÔNIA
O Sistema Mundial do Anti-cristo.

Apocalipse 18.1 “E DEPOIS destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória. 2. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável. 3. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias..."


INTRODUÇÃO


Chamados a falar em duas lições da Escola Bíblica Dominical sobre o tema “Babilônia” em uma série de estudos de “Conquistando Cidades Para Cristo”, fomos realizar uma pesquisa onde juntamos algumas poucas coisas que já conhecíamos, outras aprendidas lendo um pouco do material existente. Há muito mais a ser aprendido, embora exista pouco material disponível sobre o assunto em nossa língua, talvez por falta de coragem para publicá-los ou por falta de coragem para admiti-lo em sua totalidade e publicamente, ou pior ainda:- Com a participação de lideranças tidas como cristãs no processo, não há o mínimo esforço no estudo do assunto.

Aproveitamos a base desse estudo realizando outras pesquisas principalmente na Internet para elaborar a presente monografia. Dessa forma podemos passar aos amados um pouco do que aprendemos. Procuramos dessa forma incentivar o estudo do tema pela sua grandeza e atualidade. Estudando “Babilônia” podemos ter uma melhor compreensão de fatos bíblicos passados, dos fatos presentes que estão acontecendo diante de nós e pelos que vão acontecer em breve.


BABILÔNIA


1. Fundação

O nome Babilônia, ou melhor Babel, significa originalmente “Porta de Deus”. (Bab - porta ou portão e El - Deus). Tornou-se, no entanto, significado de confusão. Babilônia é mais do que uma cidade ou uma nação, Babilônia representa um sistema mundial dominado por Satanás na figura do Anti-cristo que teve início com a construção da Torre de Babel.

Outros nomes: Babel, Sinear e Caldéia.


1.1 Condição da terra antes do dilúvio

A Terra encontrava-se em tal condição de maldade no período antediluviano, conforme nos relata Moisés em Gênesis 6.5 – “Viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra, e que toda a imaginação de pensamentos do seu coração era má continuamente”, que o Senhor resolve destruir a terra. Satanás excuta o plano de misturar as gerações. Os estudiosos têm duas explicações acerca do que teria ocorrido de muito terrível na terra.

As gerações dos filhos de Sete teriam sido tementes a Deus, ao contrário os descendes de Caim teriam convivido separadamente até certo período. Depois teriam se misturado e, dessa forma, a raça humana foi quase que totalmente corrompida. Assim Satanás conseguiria impossibilitar a vinda do Redentor prometido no Éden.

É também interessante que a ciência relata uma espécie humana com características diferentes da nossa, principalmente a forma da cabeça muito achatada, que desapareceu da face da terra sem deixar descendentes. São os chamados Neandertais. Seriam esses os descendentes de Caim? Temos em Gênesis 4.15 que o Senhor colocou um sinal em Caim para que não fosse morto por outra pessoa. Provavelmente seus descendentes tenham herdado essa característica.

Há outra posição entre os estudiosos a respeito da mistura de raças antediluvianas. Essa teoria diz que anjos desceram à terra e coabitaram com mulheres cujos filhos teriam sido uma geração de gigantes. Seriam os benaia Elohim (filhos de Deus em hebraico) que tiveram filhos com as Bat Adam (filhas de Adão, ou seja, filhas de homens segundo o original hebraico) fato citado em Gênesis seis. Em defesa desse entendimento são citados fatos narrados na Bíblia nos quais os anjos quando em visita à terra comeram comida e beberam bebida (vide Gênesis 18.8), isto é, tendo atitudes humanas, poderiam muito bem terem tido em outras ocasiões fornicado com mulheres. A epístola de Judas ainda tem dois versículos que falam sobre o assunto anjos que bem poderiam ser os “filhos de Deus” antidiluvianos que teriam coabitado com humanos. Vejamos:

Jd 1:6

E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;

Jd 1:7

Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas, por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.

Temos ainda outra passagem no livro de Gênesis que fala sobre a relação de anjos e humanos:

Gn 19:5

E chamaram a Ló, e disseram-lhe: Onde estão os homens que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que mantenhamos relações sexuais com eles (pode ser lido dessa forma no original hebraico).

Sendo terrível a real situação da terra, o que restaria a Deus senão destruí-la de vez? Mas uma pessoa, apenas uma, que era Noé, achou graça aos olhos do Senhor. Cremos que a ascendência de Noé manteve-se íntegra. Dessa forma a humanidade é salva da destruição junto com toda a vida animal que havia na face da Terra através do dilúvio.

Noé em obediência às ordens divinas constrói uma arca de madeira onde são salvos ele e a sua família, totalizando oito pessoas humanas, e também as espécies animais existentes sobre a face da terra.

É interessante notar que existem diversas tradições e lendas entre os povos a respeito de uma grande inundação havida no passado em que o mundo pereceu por causa da maldade de seus habitantes, e que se salvaram apenas algumas pessoas em um navio.


1.2 A Ordem de Deus após o dilúvio.


Após o dilúvio o Senhor ordena que a humanidade povoe toda a face da terra, incluindo-se aí todos os continentes (Gn. 9.1,7), no entanto, os homens se recusam a cumprir a ordem divina. Iniciam a construção de uma torre que pretendia atingir o céu, dando-se o nome de Babel ao lugar. Tinham o objetivo de ficarem todos juntos, sem se dispersarem para longe. Essa construção é liderada provavelmente por Cuxe (neto de Noé) e seu filho Ninrode. O Senhor reage dividindo as pessoas em várias línguas para que os homens não se entendendo, cada povo fosse viver em lugares diferentes dos outros. Cada descendência ou família recebe um idioma diferente e um lugar determinado pelo Senhor para habitar. Isso ocorre no ano 101 dc (1) .

Fonte (1) (Manual Bíblico – Henry H. Halley).

De uma publicação da Fapesp a respeito do povoamento do continente americano, selecionamos uma parte que vai abaixo:-

“Um artigo publicado no periódico PloS Biology reacende a questão ao procurar avaliar quantitativamente o desenvolvimento populacional das Américas. O estudo feito por Jody Hey, da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, sugere que o continente foi inicialmente colonizado por um número surpreendentemente pequeno de indivíduos.

Pela tese dos norte-americanos a travessia do estreito de Bering teria ocorrido há 14 mil anos, data que é questionada por vários pesquisadores, inclusive brasileiros.

“Segundo Hey, cerca de 70 pessoas compunham o grupo inicial”.

Temos ainda no endereço abaixo a quantidade de dúvidas dos pesquisadores sobre a origem das pessoas que habitaram o continente americano. Tudo isso por não crerem nos textos bíblicos.

http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data%5Bid_materia_boletim%5D=6764

...”A revisão leva a uma conclusão surpreendente, pois implica que a cultura Clóvis pode ter durado apenas dois séculos. Com tão pouco tempo, seria impossível que seus representantes tivessem se espalhado pelo continente.

“Uma vez que se conclui que o complexo Clóvis é mais novo e que durou muito menos do que se imaginava, você se pergunta como tais pessoas poderiam, em tão pouco tempo, ter alcançado a América do Sul”, disse Waters. “É muito pouco provável que eles tenham se deslocado tão rapidamente.”...


1.3 O pecado de Cão e Canaã contra Noé


Em Gênesis 9.20-29 temos o relato que num momento de embriaguês de Noé, onde seu filho Cão vendo a nudez do pai e vai contar a seus dois irmãos. O interessante é que a maldição de Noé volta-se também contra Canaã, filho de Cão. Muitos estudiosos têm dito que teria havido uma relação homossexual no episódio envolvendo Cão e seu filho Canaã. Vemos que as gerações de homossexuais de Sodoma, Gomorra e região procedem de Canaã.

Da descendência de Cão surgem os povos que mais afrontaram o nome do Senhor Jeová.


è Cuxe ou Cus– Foi um dos filhos de Cão, conhecido também por outros nomes: Bel (confundidor), Merodaque (Jer. 50.2), também chamado de Caos - Junus, deus da mitologia de duas faces, uma Cuxe e outra Ninrode – pai e filho à semelhança de Deus-Pai e Deus-Filho. Ainda é chamado de Ninus e Hermes.

è Ninrode. Gen. 10.8-12 -> Filho de Cuxe, foi o fundador das cidades: Babel ou Babilônia, Ereque, Acade e Calné. - Na Assíria:- Nínive, Reobote-Ir, Cala e Rezem. É chamado de “caçador de homens”.


1.5 - Torre de Babel


Em desobediência à ordem do Senhor, mencionada acima, os mesmos iniciaram a construção de uma torre para atingir o céu – Ver Gen. 11.4 e 6. Essa torre era um templo religioso dedicado à astrologia e ao zodíaco onde as pessoas viveriam agrupadas e desobedientes a Deus. Foi uma das estratégias de Satanás para evitar a vinda do Redentor Jesus Cristo.


2.INÍCIO DA IDOLATRIA NA TERRA

Em Babilônia inicia-se a idolatria que é a feitura de imagens de ídolos para adoração. Até então não se tem notícia de tal fato. Abaixo temos a base principal da mesma:-

· Semírames – a bela deusa virgem, mãe do deus Ninrode, chamada de a mãe deusa. Era uma mulher muito má, era uma prostituta e também uma mulher muito astuciosa. Ainda teve o título de “rainha-dos-céus”.

· Ninrode era considerado um deus por causa de sua força e poder. Coabita com sua própria mãe que dele engravida, gerando a Tamuz. Ninrode é morto, segundo alguns por Sem, segundo outros pela própria mãe/esposa.

Nascimento de Tamuz - A letra T na escrita babilônica era uma + cruz, cruz essa que também passou a ser adorada na Babilônia. É um símbolo de maldição e morte. Posteriormente os romanos a usaram na condenação de criminosos e de inimigos. Por exemplo:- Pompeu em 200 aC., após a guerra dos Macabeus usou quase toda a madeira da Judéia fazendo cruzes para matar judeus. Nos anos 70 dC Tito fez o mesmo, após a destruição de Jerusalém.

ou ou (1) cruz suástica ou cruz gamada. Essa cruz já era usada desde a antiguidade pelos povos pagãos da Europa e pelos budistas como “o selo sobre o coração de Buda”. Hitler, “o matador de seis milhões de judeus”, também espírita, fez uso da cruz suástica. A cruz suástica é inspiração de Chamberlain, um vidente satânico e conselheiro de Hitler. Foi ele quem inspirou a Hitler as idéias de um reino de terror e poder”. Mais informações em http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A1stica e (1) (www.tabernaculonet.com.br/simbolos/suastica.html)

Na Nova Era a cruz suástica é usada com o significado de movimento cósmico. Ainda na Nova Era a cruz invertida também é um de seus símbolos.




Chocante!
No trono em que o papa estava sentado durante uma cerimônia no monte onde Jesus supostamente pregou o Sermão da Montanha, uma lápide atrás da cabeça do papa mostra uma cruz invertida de origem satânica! Esse sempre foi um dos principais símbolos satânicos para representar o Anticristo, que inclusive precede o Crucifixo Vergado do papa João Paulo II.http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=159




Os
papas João Paulo II e o atual Bento XVI têm feito uso de uma cruz curva ou vergada que foi idealizada especialmente ao primeiro por um escultor, mas a sua origem remonta aos rituais de magia negra.http://www.espada.eti.br/Images/Benedict_TwistedCross_Shell.jpg

Tamuz, a “reencarnação” do pai, torna-se o divino filho de deus e sua mãe Semírames, a mãe de deus, a rainha-dos-céus. Aí surge a figura da “madona”, a bela mulher virgem com o “menino-deus” em seu colo.

Reprodução da idolatria – a figura da “rainha-dos-céus” aparece em várias partes do mundo. Veja a bandeira da Turquia. Também as figuras de Cuxe, Ninrode e Tamuz aparecem nas “divindades” a seguir:-

Kronus e Saturno. Ernebogus (semente do profeta Cuxe), divindade negra e má Anglo-Saxônica.

Osíris pai, Ísis mãe, Hórus filho, no Egito, onde havia a representação da mulher Ísis amamentando o “deus-filho” Hórus.

Bel -> baal -> belus (guerra). Baco, filho de Cuxe, o deus do vinho.

Krishna, na Índia. Deoius, na Ásia. Hórus, no Egito. Júpiter, na Grécia e em Roma. Wat yun, na China. Adonis (caçador de homens). Balder, na Escandinávia. Deusa-mãe, em Creta. Afrodite na Síria e Fenícia. Zeus na Grécia. Adam.

Em Ezequiel 8.14, temos a adoração pelos judeus a Tamuz. No livro do profeta Ezequiel várias referências aparecem ao sistema babilônico adotado em represália ao verdadeiro Deus (Jeová), Ver Jeremias 7.18, 44.17-19 e 25. Vemos no verso abaixo a repreensão do profeta Jeremias às dedicações dos judeus à rainha dos céus e a outros falsos deuses.

(Jeremias 7:18) - Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações (*) a outros deuses, para me provocarem à ira.

*Libação:- “Entre os pagãos, ritual religioso que consistia em derramar um líquido de origem orgânica (vinho, óleo, leite, etc.) como oferenda a qualquer divindade.”

* Dicionário Aurélio.

Marduque é o mesmo “moloque ou moleque” ao qual eram dedicadas as crianças em sacrifícios pelos próprios pais. Marduque era um deus feito de metal o qual era aquecido a altas temperaturas sendo as pequenas vítimas colocadas em seus braços donde escorregavam para seu interior. Era algo terrível e abominável aos olhos do Senhor, pois até o povo judeu o praticava. Ver Jeremias 32.35-36.

“A deusa Inana era a mãe e a amante do deus Dumuzi.

Os babilônios e sumérios também a chamavam de Ishtar e seu amante chamavam de Tamuz. A cruz em forma de T era o símbolo sagrado de Tamuz e devotos a tatuavam na testa. TAT?

A lenda falava que Tamuz morreu e foi levado ao inferno onde Ishtar foi para ressuscitá-lo.

Cruz em forma de T, ressurreição, mãe, esposa...

Em Canaã o deus se chamava Baal Alein e a amante Astarte, sendo mencionados várias vezes no AT e mesmo a forma Tamuz é mencionada em relação ao rito anual onde as mulheres choravam a morte de Tamuz e comiam bolos dedicados a Ishtar a rainha do céu que o livrou do inferno:

Ez 8:14

E levou-me à entrada da porta da casa do SENHOR, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando a Tamuz.



“Antiga figura da deusa Inana (Ishtar) e seu consorte Dumuzi (Tamuz):”


· Dimensões: Segundo Heródoto, um historiador dos tempos antigos, a cidade tinha muralhas externas de 90 m. de altura por 25 m de largura e 95 km. de comprimento. Foi construída literalmente sobre as águas do rio Eufrates que a atravessava ao meio. Havia diversos canais e um fosso circundando a cidade com os objetivos de defesa, navegação (comércio), irrigação e suprimento de água.

· Jardins suspensos: Uma das sete maravilhas do mundo antigo foi presente de Nabucodonor à sua esposa. A engenharia moderna não sabe explicar como foram transportados os enormes blocos de pedra e colocados de tal forma a não caber uma lâmina de canivete em seus vãos.

· Imagem de Nabucodonor: Foi avaliada em 1975 em U$ 30 milhões e os adornos e objetos de ídolos em U$ 200 milhões.

· Belsazar – Daniel 5.24-31. Foi o último dos reis babilônicos. Os medos-persas entraram pelo rio Eufrates e dominaram a cidade de Babilônia enquanto a corte real babilônica praticava orgias.

· Cativeiro judeu - Foi no cativeiro babilônico de 70 anos que os judeus conhecem e se desenvolvem nas atividades bancárias já existentes na Babilônia. O interessante é que no passado as atividades bancárias se desenvolviam dentro dos templos pagãos e mais tarde também passou a ser feita no templo de Jerusalém. Qualquer semelhança com a atualidade, certamente não será mera coincidência. Lá foi o berço do atual sistema e mercado financeiro mundial que hoje domina o nosso mundo.

· Existiam notícias de planos de reconstrução da cidade de Babilônia por parte do Iraque e de outras organizações, mas com a queda e morte de Sadam Housseim esses planos foram desfeitos, cumprindo-se a profecia sagrada da não reconstrução da cidade de Babilônia.


Agora veremos a continuação do sistema babilônico e sua influência sobre o sistema religioso, principalmente na igreja romana e nas nações que namoram com o ecumenismo, na política, na economia, nos costumes, e sobre o mundo até os “últimos tempos”.

Nos tópicos passados vimos várias características da cidade de Babilônia (que foram herdadas dos sumérios). Agora vamos ver que o sistema mundial iniciado em Babel continua presente e disseminado na face da terra, principalmente através da igreja romana (“católica”).


Os deuses sumérios/babilônicos se espalharam pelo mundo, principalmente entre os gregos através de sua mitologia que foi importada pelo império romano. Como vimos, a figura da “rainha-dos-céus”, a “mãe de deus”, a figura da bela mulher virgem com o filho no colo foi absorvida pela igreja romana como a falsa Maria, a “mãe de deus”. Cremos que Maria, a serva do Senhor, foi muito abençoada por Deus, mas necessitou da salvação através de Cristo Jesus. As diversas formas da virgem aparecem em muitas nações e lugares com nomes locais como na antiguidade. Os santos tomando forma de “intercessores e mediadores” tendo diversos poderes, como na mitologia grega. Somente Jesus Cristo é o nosso mediador (I Timóteo 2.5). Também o culto aos “santos” com seus dias santificados, é uma forma de culto a mortos que é tanto condenada na Bíblia. Veremos a seguir mais sobre este assunto.


4.2 Breve histórico da Igreja Cristã e a Influência Babilônica:-


Até o terceiro século a Igreja iniciada em Jerusalém, o real, o verdadeiro modelo cristão, se reunia em pequenos grupos, principalmente em lugares ocultos dentro das casas, em cavernas, florestas e até em cemitérios subterrâneos (catacumbas). Embora perseguida cruelmente, crescia de forma assustadora e, desse modo, o poder romano vendo que todo o império se tornaria cristão, “aderiu” (entre aspas) ao cristianismo. Na realidade satanás mudou sua forma de atuar.

Foi através do imperador Constantino, o adorador do deus-sol, que o cristianismo se torna religião “oficial”. Tudo aquilo que Satanás através da perseguição não conseguiu fazer em cerca de trezentos anos, a oficialização conseguiu em pouco tempo com a falsa paz.

A igreja iniciante (“primitiva”) não tinha:- seminários, escolas, edifícios, sons, músicos, imprensa, literaturas, influência política, etc. Mas tinha: Comunhão, amor aos não alcançados, poder do Espírito Santo, discipulado e treinamento práticos (II Timóteo 2.2).

A partir de Constantino, entram na Igreja oficial:- construções de grandes catedrais, divisão entre o clero e os leigos, grandes seminários e escolas de religião, música sacra, influência política, idolatria, mariolatria, cristianização das festas pagãs e paganização das festas cristãs. Enfim, alianças diabólicas.

Sabemos que sempre houve grupos e movimentos fiéis à Palavra que não concordaram com as mudanças. Esses grupos agora sofriam PERSEGUIÇÕES, sendo aniquilados pela própria igreja chamada “cristã”, a igreja romana que se prostituiu com os ídolos, festas e costumes pagãos. Alguns desses grupos são: os valdenses, anabatistas, lolardos, etc. Constituíam-se de pessoas das quais o mundo não era digno. Isso persistiu até o movimento da “Reforma” iniciado com Martinho Lutero.


4.3 Algumas festas pagãs cristianizadas:


Os imperadores romanos a partir de Constantino, apoiados pelos seus clérigos de confiança, na realidade pseudo-cristãos, passaram a transformar suas festas pagãs em “cristãs”. Constantino como adorador do deus-sol ou mitra, retratado a seguir, comemorado em vinte e cinco de dezembro, “cristianizou” essa festa como a do nascimento do menino Jesus, ou o natal “cristão”. Vamos ver abaixo que com o tempo as demais festividades pagãs tomaram a forma de “cristãs”. Essas festas logo foram aceitas por muitos, principalmente pelos comerciantes em virtude dos grandes lucros que proporcionavam e ainda proporcionam. Na realidade também é um culto ao deus mamon.

Muitos evangélicos reformados mantém muitas das tradições, estruturas e costumes herdados da Igreja de Roma, entre os quais essas festas. Alguns as realizam como eventos de colheita nos quais muitos não alcançados são chamados a participarem e tornam-se verdadeiramente cristãos. É claro que é uma forma válida de realizar as festas, mas não de comemorá-las.

Outros grupos evangélicos têm trazido para hoje as festividades e costumes do povo hebreu, contidas no Antigo Testamento. Mas vamos convir que também essas festas não nos pertencem como cristãos. Assim como o sábado, sacrifícios e leis são exclusivas para o povo de Israel.

O Senhor Jesus Cristo nos deixou duas ordenanças: o batismo e a ceia do Senhor. O batismo é a comemoração da redenção do pecador alcançado pelo senhorio de Cristo, quando se é sepultado para o mundo material e ressuscitado para as coisas espirituais no nosso novo nascimento. A ceia do Senhor é uma ordenança da celebração da morte vicária de Cristo Jesus pagando o preço de nossa redenção. É sem dúvida alguma, ao lado do batismo, a grande festa do cristianismo, onde comemos do mesmo pão e bebemos do mesmo cálice. Onde reafirmamos que somos um só corpo em Cristo Jesus.

Natal


  • Comércio – Época de grandes vendas e lucros.

  • Papai-Noel – O “santo” romano Nicolau dá origem a essa figura que predomina no mês de dezembro. Esse é o mesmo principado que se transforma nas festas do carnaval no rei-momo. Muitas vezes até os mesmos enfeites e pórticos das cidades são usados.

  • “Natalis Invicti Solis” ou “nascimento vitorioso do sol”. É o solstício celebrado entre os povos pagãos do hemisfério norte, data em que, segundo esses povos, o sol renasce, se fortalece e por isso os dias voltam a ficar mais longos.


Possivelmente, devido à forte influência mitraica no catolicismo é que se pinta aureolas (um símbolo solar) ao redor da cabeça das figuras de Jesus e mesmo a figura de Jesus com cabelo longo e barba é uma figura mitraica (a aparência de Jesus jamais foi revelada ou descrita na Bíblia). Isso nos revela que as figuras estampadas de Cristo, na verdade são do deus sol e não do verdadeiro Messias.




Veja antiga figura do deus Mithra, o Solis Invictus, adorado pelo imperador Constantino.

· A data de 25 de dezembro foi oficializada pelos “imperadores romanos cristãos” cristianizando a festa de Mithra.

  • Árvore de Natal – Era usada na adoração a Ninrode e a Semírames, que era uma árvore-trono babilônico por onde entram os espíritos dos demônios. Árvores são usadas até hoje em rituais espiritualistas. Vejamos algumas passagens bíblicas sobre o assunto: Jeremias 10.3-4, Deuteronômio 16-21 (proibição de árvore junto ao altar), Oséias 4.13.

  • Velas – renascimento do deus-sol durante as noites ou em ambientes sem a luz solar.

  • Guirlandas – Coroas para homenagear mortos, convite nas portas à entrada de demônios, ritual oferecido a Ninrode, Semírames e Tamuz. A única coroa que aparece na Bíblia é a maldita coroa de espinhos colocada na cabeça de nosso Senhor Jesus Cristo. Devemos pensar bem no significado da coroa antes de a enviarmos aos mortos.

  • Presépio – idolatria. Havia na Babilônia como culto a Baal.

  • Troca de presentes – havia esse costume na festa do deus-sol (25/12). Não confundir os presentes dos magos a Jesus.

  • Glutonaria – As pessoas comiam tanto que eram obrigadas a vomitar para comerem mais, fato esse que se repetia entre os pagãos.


- Onde está Jesus?


Nessa festa romana Ele é apenas um bebê indefeso e impotente. O nosso verdadeiro JESUS nasceu, viveu e morreu na cruz. Ressuscitou e está à destra do Pai, é o próprio Yaweh, Senhor acima de todo principado e potestade, possuidor de todo o poder nos céus e na terra, poder esse que concede a nós através do Espírito Santo.


JESUS CRISTO É SENHOR! Aleluia! A nossa posição espiritual é descrita em Efésios 2.6:

“E nos ressuscitou juntamente com Ele

e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;”


Páscoa


  • Coelho – a figura do coelho vem da Babilônia, onde representa a deusa da fertilidade. No culto a essa deusa existe a figura do ovo em seu altar para ser levado para casa. O Cordeiro pascal foi substituído pelo coelho, um animal imundo, segundo a lei mosaica. No século XVIII a igreja romana consagrou o ovo como símbolo da páscoa. Transformá-lo em chocolate foi apenas mais passo do mundo comercial.

  • Sentido da páscoa: Sua celebração pelos hebreus apontava para o Messias que havia de vir. Foi o livramento da morte dos primogênitos mortos pelo anjo, através da aspersão do sangue do cordeiro imaculado sobre os umbrais das portas. Foi também a passagem da escravidão de Faraó (Satanás) para a liberdade (Cristo).

  • Sentido da Ceia do Senhor: Dois elementos: o pão e o vinho. Cerimonial simbolizando a carne pisada do Senhor para a nossa cura e o sangue derramado para a nossa libertação (salvação). Até isso a igreja romana deturpou, só distribui o pão (ou hóstia) aos participantes e ainda fala da transubstanciação e da sacralização. Devemos celebrar a Ceia do Senhor entre nós, até aquele dia em que a tomarmos no grande banquete das bodas do Cordeiro (Jesus) com sua Noiva (Igreja).

Finados


  • HALLOWEEN - Foi a cristianização da festa de HALLOWEEN - A maldição das bruxas. A prática satânica de Halloween veio dos antigos druidas, um povo pagão que viveu na região da Inglaterra até o primeiro século depois de Cristo, quando foi destruído pelos romanos. Satanistas modernos reviveram esta prática nos Estados Unidos e a celebram na noite de 31 de outubro, a noite do terror, que era chamada de "Samhain". Nos Estados Unidos, na noite de halloween, crianças estão sendo sacrificadas. Queremos isto para o Brasil? Você quer isto para os seus filhos e netos?


RAINHA-DOS-CÉUS



O sistema Babilônia conseguiu perverter até mesmo a admiração dos cristãos por Maria, mãe carnal de Cristo Jesus, e introduziu a adoração à falsa Maria, que é a mesma Semírames, Ísis, Diana dos efésios e outras mulheres endeusadas em todo o mundo. Na cidade de Éfeso, lugar do trono da rainha-dos-céus Diana ou Ártemis no primeiro século, e contra cujo reinado o apóstolo Paulo e também João muito trabalharam conseguindo destroná-la, a igreja romana declarou no quinto século a condição de Maria como “mãe-de-Deus” e “rainha-dos-céus”, algo totalmente antibíblico. Era o principado da rainha dos céus originado na Babilônia e transferido para Éfeso sendo levantado novamente pela igreja de Roma. Nossa nação brasileira é assolada por esse grande mal e devemos lutar em batalha espiritual contra esse principado que tem assolado e empobrecido a nossa nação.


Títulos e atribuições papais:-


Também a infabilidade papal que diz que os papas não erram, embora suas decisões tenham sido revogadas através da história. Devemos nos lembrar que a igreja romana promoveu:


  • ”As Cruzadas”.
  • Aprovou a escravidão dos índios, negros e dos escravos dizendo que eles não tinham alma.
  • Ignorou a perseguição e matança de judeus na “santa inquisição” e na Segunda Guerra Mundial.
  • Assassinou milhões de irmãos nossos e continuará a nos perseguir nos tempos finais.
  • Certamente fará aliança com o anticristo.

Comércio:-


Nos dias atuais, vemos que a grandeza do centro comercial que imperou e ainda opera em Roma, foi transferida para diversas cidades. Vamos citar o exemplo de Nova Iorque, coincidentemente fundada “sobre as águas”, onde imperam as maiores bolsas de valores do planeta. Nesses mercados são negociados todos os tipos de mercadorias e riquezas. A imagem do grande touro em seu centro comercial certamente é uma abominação ao Senhor nosso Deus. A figura do bezerro de ouro é a materialização da lembrança do Egito, construído pelos hebreus em rebelião a Deus. O atentado contra as “indestrutíveis” torres gêmeas ocorrido em 11 de setembro de 2001, é uma pequena mostra do que acontecerá a todo o sistema Babilônia. Vemos ressurgindo o antigo império romano com a unificação do comércio, livre trânsito, moeda única e, em breve, sistema religioso único em todas as nações da Europa e posteriormente estendido a todo o mundo. Isso se dará debaixo do governo do grande ditador mundial. Temos ainda em Nova Iorque a figura da estátua da liberdade.


Veja antiga figura do deus Mithra, o Solis Invictus, adorado pelo imperador Constantino antes de se fazer cristão:

Repare os sete raios solares em sua cabeça (lembre das sete cabeças coroadas de diademas do dragão e da besta que sobe do mar) e veja aqui a pintura da virgem de Firelemo, uma pintura medieval muito antiga e que pertence ao tesouro da Soberana Ordem de Malta sendo a protetora da ordem:-


Note os sete raios solares e veja agora a estátua da virgem (ou rapaz adolescente) com tocha erguida (no culto ao deus Mithra era comum a presença de dois portadores de tochas, um com a tocha erguida ao alto e outro com a tocha apontando para baixo). Esta estátua foi um presente da França, tradicional centro mundial dos cavaleiros, aos EUA e marcou o período de desenvolvimento econômico e militar dos EUA:

Abaixo uma moeda do pontificado de Leão XII papa que reinou no inicio do século XIX:

A mesma mulher (ou rapaz jovem) com os sete raios na cabeça...

Idolatria Evangélica


Poderíamos ainda acrescentar a idolatria evangélica que infelizmente grassa em nosso meio. Por exemplo:- Nomes denominacionais, “grandes” líderes, cantores, as bandas que têm sido idolatradas em nosso meio. Já é tempo de dar um basta nisso. Os profissionais treinados especialmente para os “testemunhos” (ex-viciados, ex-gays, ex-artistas), etc.

Muitos dos nossos cultos se transformaram em apresentações ou shows de auditório, apresentações teatrais e mesmo apresentações circenses. Temos também o enriquecimento de muitos líderes através da chamada “teologia da prosperidade”, onde o amor ao dinheiro, ao enriquecer-se fala muito mais alto que a simplicidade do Evangelho.

Lembremo-nos que sempre a feitiçaria acompanha a idolatria, seja a ídolos feitos por mãos humanas, seja aos ídolos do nosso coração. O conhecimento da Palavra de Deus entre nós está ficando para segundo ou terceiro planos. Cumpre-nos com urgência resgatá-lo para termos uma Igreja sem máculas ou rugas para o dia das bodas do Cordeiro.

Vemos no Apocalipse que a guerra espiritual no período da Grande Tribulação será travada contra esse sistema mundial em que o Anti-Cristo governará o mundo pessoalmente, por um breve espaço de tempo. A convergência de falsos judeus existentes atualmente no mundo, principalmente no Estado atual de Israel como os “judeu-russos” que fugiram da antiga URSS com grandes fortunas, aliados aos movimentos e sociedades secretos e também os de extrema-direita e extrema-esquerda, os movimentos de ecumenismo dentro de nossas próprias denominações. Denominações estas que ainda contém lideranças pertencentes às sociedades acima descritas, e outros mais, nos levarão ao anticristo.

Em minha opinião muitas de nossas atuais denominações farão parte da perseguição aos cristãos que permanecerem fiéis ao Senhor. O anticristo chefiará o “sistema Babilônia” no mundo e a sede de seu reino será em Jerusalém no terceiro templo que ainda será construído pelo “sistema” em curso. Esse governo, juntamente com o seu sistema, será derrotado finalmente na segunda vinda em glória e poder do Senhor Jesus Cristo a quem toda a glória e o louvor e o poder para todo o sempre, Amém!


“Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela , povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados,

e para que não incorras nas suas pragas”. Apocalipse 18. 4



Conclusão


Vimos que Suméria/Babilônia é o berço, o início das grandes abominações contra o Senhor nosso Deus. Satanás usou a sua “artimanha” para confundir os homens tanto no período anterior como no posterior ao dilúvio. No pós-dilúvio conseguiu estabelecer um sistema contra o Reino de Cristo Jesus, mas esse sistema não prevalecerá, está com os seus dias contados. Embora nos tempos finais ainda reúna todas as nações da Terra debaixo de um império sob o comando daquele que se dirá o Messias, assentando-se inclusive no terceiro templo judeu em Jerusalém, mas na verdade será o anticristo e seu governo terá curta duração, ou seja, sete anos.


Apocalipse 18.1 “E DEPOIS destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória.

2. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável.

3. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias...


O capítulo dezoito do Apocalipse narra a sua ruína e destruição juntamente com todos aqueles que se deixaram seduzir pelas maravilhas da “Grande Prostituta”.


Essa é a mensagem que fica para nós hoje, da parte do Senhor Jesus Cristo:-


Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém.

Ora vem, Senhor Jesus! Maranata!

(Apocalipse 22:20) –


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Alguns símbolos usados pelo sistema Babilônia:-

- - -- -

- - - - --
Planta do templo de salomão-> -Ordem dos Templários -> -
Sumário:-

Introdução

Babilônia

1. Fundação

1.1 Condição da terra antes do dilúvio

1.2 A Ordem de Deus após o dilúvio

1.3 O pecado de Cão e Canaã contra Noé

1.4 Cuxe e Ninrode

1.5 Torre de Babel

2. Início da Idolatria na terra

3. Alguns detalhes da cidade de Babilônia

4. Heranças do sistema babilônia

4.1 Idolatria

4.2 Breve história da Igreja Cristã e a influência Babilônica.

4.3 Algumas festas pagãs cristianizadas

Natal

Páscoa

Finados

Rainha dos céus

Títulos e atribuições papais

Comércio

Idolatria evangélica

Conclusão

Alguns símbolos usados pelo sistema Babilônia

Bibliografia





Bibliografia:-

  • Babilônia & Roma, A Diferença é o Nome (René Terra Nova) – Semente da Vida Ltda.
  • Desmascarando o Inimigo (Vanda Nicolau) – Ministério Francisco Nicolau.
  • Apostila “Conquistando Cidades Para Cristo” – Francisco Nicolau – Min. Francisco Nicolau.
  • Revista Conquistando Cidade Para Cristo – Émerson Garcia Dutra – Gráfica Aleluia - IPRB.
  • Dicionário da Bíblia (Davis) .
  • Estudos de amigos diversos.
  • Estudos diversos da Bíblia.
  • Wikipédia. - http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal

Assis (SP) – 03/2007

Pr. Ivo Gomes do Prado.