quinta-feira, 31 de março de 2011

Roteiro para Reunião de Célula da CRP N. 010 1ª Semana de Abril de 2011

COMUNIDADE RENOVADA DE PINHAIS

Início: Oração de guerra, tomando posse do ambiente para o Senhor Jesus destruindo as retaliações do inimigo, repreendendo cansaço físico e mental, enfermidades e dores. Adoração, ministre ao menos um louvor.

TEXTO:  Lucas 15:1-7

QUEBRA GELO: Junto com todos discípulos, faça uma lista de todas as pessoas que já participaram da célula e não estão mais na célula nem na igreja, passe os nomes para todos, faça um programa de contactálos, visita-los e telefonar para eles, inserindo todas os discípulos no processo e orem para que sejam resgatados. 

• Há hoje, apenas no Brasil, entre trinta e quarenta milhões de pessoas que um dia freqüentaram alguma igreja evangélica.
• Uma igreja de dez anos, que manteve média de duzentos membros, viu passar, por seu rol, o dobro desse número. Isto é, quatrocentas pessoas que passaram por essa igreja estão desviadas hoje.
• A porcentagem de desviados que retorna à igreja não passa de 10% no Brasil.
• Entre 60% e 70% dos desviados, estes não receberam qualquer visita de líderes ou membros quando decidiram sair da igreja.
• Entre 40% e 30% receberam de uma a três visitas, que se revelaram, na maioria das vezes, de cobrança ou condenação.
• Hospícios e presídios são os lugares de destino de boa parte dos desviados.
• De cada dez andarilhos, três deles freqüentaram alguma igreja um dia.
• A maioria dos desviados (acima de 50%) é afetada pelo ressentimento com sua liderança.

Jesus, o bom pastor, contou uma parábola imortal, falando do pastor que foi buscar a centésima ovelha, e depois de achá-la festejou seu resgate e alegrou-se com seus amigos. Essa parábola enseja-nos três preciosas lições:

TEMA: A CENTÉSIMA OVELHA E A MISSÃO  DO RESGATE

I - A OVELHA PERDEU-SE PORQUE AFASTOU-SE DO REBANHO. 
A ovelha é um animal míope, inseguro, indefeso e também rebelde. Ela não pode proteger-se contra os predadores. Ela não tem um bom senso de direção. Sua segurança está em ficar perto do pastor e junto do rebanho. Sempre que se desgarra e se afasta da companhia das outras ovelhas, está sujeita a cair e ferir-se. 

A figura da ovelha é sugestiva. Não é por acaso que Jesus viu os homens aflitos como ovelhas sem pastor. Mesmo depois de convertidos somos ovelhas. Não podemos caminhar fiados em nossa própria força. Dependemos de Deus e uns dos outros. Não podemos nos afastar da congregação. Não é seguro viver isolado do rebanho.

I I - O PASTOR NÃO DESISTIU DA OVELHA PELO FATO DE ELA TER SE AFASTADO DO REBANHO. 

O pastor poderia ter encontrado justificativas plausíveis para abandonar a ovelha perdida à sua própria sorte.
Talvez, o pastor já tivesse alertado aquela ovelha sobre os perigos da solidão.
Talvez, algumas vezes, o pastor já tivesse flagrado aquela ovelha se distanciando do rebanho e caminhando na direção de lugares perigosos.
Talvez o pastor pudesse alegrar-se com o fato de que tinha ainda em segurança noventa e nove ovelhas que estavam debaixo do seu cuidado e proteção. 

O pastor não discutiu as razões da queda da ovelha. Ele foi buscá-la.
 
Ele enfrentou riscos para resgatá-la.
Ele não desistiu dela e não voltou para o aprisco até trazê-la em seus braços.
Precisamos ter o mesmo empenho na restauração daqueles que se afastaram. Precisamos demonstrar pressa para resgatar aqueles que caíram. Precisamos amar aqueles que desobedeceram e se desviaram. Precisamos amá-los e trazê-los de volta ao rebanho de Cristo.

I I I - O PASTOR FESTEJOU A RECUPERAÇÃO DA OVELHA PERDIDA. 

O pastor não esmagou a ovelha com seu cajado ao encontrá-la; ele a tomou em seus braços.
Ele não a mandou embora por ter lhe criado problemas; ele a carregou no colo.
Ele não se aborreceu com o preço do resgate; ele festejou com seus amigos a restauração da ovelha perdida. 

Precisamos não apenas ir buscar a centésima ovelha, mas precisamos nos alegrar com sua restauração.
Há festa nos céus por um pecador que se arrepende.
A igreja é lugar de vida e restauração.
A igreja é lugar de cura e perdão.
A igreja é lugar de aceitação e reconciliação.
A igreja é lugar de disciplina e recomeço.
A disciplina é um ato responsável de amor.
A disciplina visa a proteção do rebanho e a recuperação da centésima ovelha.
Não basta nos alegrarmos com as ovelhas que estão em segurança no aprisco; devemos buscar a centésima ovelha que se dispersou.
 
O Senhor Deus perdoou Davi e o restaurou depois de seu adultério com Bate-Seba. Jesus foi ao encontro de Pedro depois de sua queda para lhe restaurar a alma. Paulo ordenou à igreja de Corinto a perdoar o irmão faltoso, que havia se arrependido.
Nós, de igual modo, devemos ir buscar aqueles que outrora estiveram conosco e hoje estão distantes.
Essas pessoas devem ser alvos da nossa oração e do nosso cuidado pastoral.
Não devemos descansar até vê-las restauradas por Deus e reintegradas em seu rebanho. Adaptado Hernandes Dias Lopes

Reconhecendo a necessidade real e urgente, e confessando nossa culpa de termos falhado muito até agora, queremos como igreja de Jesus em Pinhais, a partir de hoje mudarmos nossa conduta, dispensado maior amor aos que abandonaram a igreja e estão parados ou perdidos, por isso neste mês de Abril de 2011, Decretamos em nome de Jesus que será o Mês do Resgate e da Restauração, pois no ANO DA ALIANÇA E DA COMPAIXÃO, precisamos olhar com carinho, compaixão e amor para todos aqueles que um dia caminharam conosco e hoje não caminham mais, VENHA CONOSCO SER UM RESGATADOR, VENHA SER UM RESTAURADOR.
Ap. Eliã Marcos Caetano
Oração(pelos pedidos e pelo missionário); Oferta p/ Projeto Expansão;  
                                                              
 Compartilhar a  visão; Avisos; Agradecimento aos Convidados e Lanche.
Atenção: Não se esqueça de incentivar os homens da sua célula para irem no encontro com Deus em Matinhos nos dias 15-18/04 – Fale com o Pr. Valdomiro

Eliã Marcos Caetano
COMUNIDADE RENOVADA DE PINHAIS
IGREJA PRESBITERIANA RENOVADA DO BRASIL 

terça-feira, 29 de março de 2011

Aprendendo o chinês.



De: Pastor Ademir Massuia.

Gente de Deus,

Ao primeiro contato com a língua chinesa vem-nos a absoluta certeza de nunca entenderemos uma palavra sequer - seja escrita ou falada.

Eu sugiro que você tire isso da cabeça.

Mas, é certo que se você amar o povo chinês, as portas se abrirão. O Senhor abre para você, como tem sido comigo.

Tentei penetrar no mistério porque gosto de mistério e gosto dos chineses. E descobri coisas. Já disse algumas em mensagem anterior, mas, agora, no Brasil, com mais tempo, inicio esclarecimentos que podem ajudar você a se interessar pelo estudo da língua. E certamente vai-me motivar a continuar pesquisando e estudando.

Esclarecendo o porquê de tanta dificuldade.
Em primeiro lugar é diferente mesmo, e carece de estudo, como qualquer outra língua.

O processo de aprendizado de uma criança chinesa (elas falam bem o chinês) é o mesmo de uma brasileira (falam bem o português).

É preciso ouvir com atenção. Muito. Deixa os sons entrarem em sua cabeça. Se você gosta de chinês, de estar entre eles, como eu, então a porta está aberta.
Depois de estar falando, vem a alfabetização. É o mesmo que ocorre conosco. E com qualquer outra língua falada.

Mas, vamos entender algo diferente em relação ao português.

Mandarim

O chinês que deve interessar a você é o Mandarim. Trata-se da língua falada em Pequin, a capital. Eles falam bem, os outros se esforçam.
O chinês falado em Hong Kong é outro. E, em cada cidade fala-se uma língua diferente. Então, você poderá estar ouvindo taiwanês, cantonês, Xangainês. Mas o que interessa é o Mandarim, que é a língua oficial.
A escrita é a mesma - acredite, acredite, acredite!

É difícil acreditar, mas é verdade: Eles falam línguas diferentes, lendo o mesmo texto.

Eles escrevem a mesma coisa, mas lêem e falam diferentes línguas.
Então, a língua escrita deles é a mesma, mas a falada é diferente.
Quando eles assistem televisão, o repórter fala em Mandarim e o texto vem escrito embaixo, na tela. E todos lêem a legenda e entendem. Igual você no cinema, com filme legendado, seja em inglês, francês, chinês.

A Escrita em chinês corresponde ao sentido do objeto e não ao modo como se fala - é por isso que cada um pode ler em sua língua sem mais problemas.
Entendeu? Não?

Se não entendeu é normal. Muito mesmo.

O mistério está em nossa língua. Observe que quando você escreve uma palavra em nossa língua, você escreve o que fala. Então você escreve o fonograma. E se alguém ler terá que ser do modo certo, falando como fala quem o escreveu.

Então, você pode ler uma palavra que você não sabe o sentido. Exemplo: Hebdomadário. Parabéns se você souber. Trata-se de jornal ou revista que sai uma vez por semana. Você está acostumado com diário, que é a mesma coisa que jornal.

E você pode escrever uma palavra que você sabe pronunciar, mas não sabe o sentido. Exemplo: Mococa. Significa "Minha Casa".

Isso é porque nossas regras de pronúncia são bem definidas.
O que você escreve, então, é o mesmo que pronuncia, quando fala.

E em chinês?

Bem, eles escrevem o sentido, não a pronúncia. Eles escrevem o ideograma, não o fonograma. Então, no ideograma chinês (aquelas coisinhas complicadas são ideogramas, não são palavras) você tem o sentido, não a pronúncia.

Difícil?

Vamos facilitar a coisa: Suponha que você está ao lado de um inglês, um francês e um espanhol e na frente de vocês tem um cachorro.
Você aponta e diz: cachorro.

O inglês diz: dog.
O francês diz: chien.
O espanhol diz: perro.
E o animal é o mesmo!

Se alguém desenhar um cachorro, cada um vai repetir a palavra que corresponde ao animal. O desenho contém a idéia de cachorro, embora seja apenas papel e tinta.

Entendeu?

Vamos melhorar ainda mais e você vai enteder: O chinês pegou o desenho do cachorro, há muito tempo, e o estilizou, de modo a ficar um traço mais simplificado. E, depois de muitas mudanças, ficou o ideograma que hoje é usado.

Então, cada um pode ler em sua própria língua, porque o ideograma contém a idéia, não o que tem que ser falado (fonograma).
Então, se você decorar o ideograma você pode ler em portugês, do mesmo modo que eles lêem em chinês. Acredite!

Acredite, eles lêem o mesmo texto escrito, cada um na sua língua faladas. Mesmo o japonês lê o mesmo texto escrito por um chinês, sem saber falar chinês.

Decorar os ideogramas

Então, se você decorar o ideograma e seu sentido, você pode ler em português. Tchan! Demais!

E é fácil de decorar, sobretudo depois que você entende como é construído.
É igual em português. Você sabe que fica mais fácil escrever "abacate", depois que aprende a escrever o "a", "b", "c", "t", "e". É lá na escola primária.
E os chineses têm isso para os ideogramas?

Sim, mas não são letras. São traços. E têm nome. Cada traço tem nome.
Lembre-se que você aprendeu o abcd. Quatro letras.

Pois eles têm os quatro primeiros traços, também. Ran, Chu, Pié, Ná.
Com nossas 26 letras do alfabeto nós escrevemos qualquer palavra.
Eles tem uns quarenta traços e com eles desenham qualquer ideograma.
E aqui começa a diferença, porque você aprende a escrever o que fala e ele aprende a escrever o sentido do que fala.

Qualquer um pode ler, em sua própria língua, o que ele escreve, pois trata-se de um ideograma.

Aquilo que você escreve só vai ler quem falar a mesma língua. Pelo menos para ler direito.

Se alguém ler uma palavra que você escreveu em português, não sendo brasileiro, ele poderá entender coisa muito diferente.

Por exemplo: "pretender", em português, significa "ter a intenção". Em inglês siginifica "fingidor".

Em chinês isso não é possivel. Se o sentido é diferente, então o ideograma é outro.

Dica:

Se você pegar a cartilha deles, a primeira usada nas escolas, e aprender os primeiros traços, a coisa vai ficar interesante, motivadora.
Aí, você combina os traços, na sequência certa, e aparece o ideograma. E fica fácil guardar o ideograma na mente, depois que você o fez repetidas vez. E é legal demais.

Tem até lance de pincéis, tinta, arte. Coisa chique!
Quando você ver numa revista, numa placa de rua, num restaurante, o ideograma que já conhece, buf! Vai saber na mesma hora o que significa. É lindo demais!

E você não sabe falar chinês!

Depois aprende.

Agora, durma com um barulho desses
Os adultos não mais se lembram do nome dos traços, mas sabem desenhar os ideogramas. E, claro, só conseguem desenhar os ideogramas que decoraram. Se ficam muito tempo sem desenhar certo ideograma, eles esquecem e fica difícil lembrar.

Mais ainda.Se para você é difícil entender como pode ser uma coisa dessas, imagine como para o chinês é difícil entender a nossa língua.
Então, a criança chinesa tem que ser alfabetizada na língua dela e tem que aprender nossas letras, as vinte e seis, também.

E eles levam dez anos para aprender o inglês que nós aprendemos em dois anos. Mais ou menos. É muito difícil para eles.

Vantagem deles

Eles escrevem chinês à mão, como nós escrevemos o português. Até aqui tudo igual.

Mas, ninguém mais escreve à mão, seja no Brasil ou na China. A galera toda escreve com o computador.

É difícil escrever em chinês, no computador, empregando os traços para compor o ideograma. Poucos sabem.

Então eles criaram um processo muito inteligente para resolver o problema. O Pinin.

O Pinin (pronuncia-se mais ou menos assim) é um conversor de pronúncia chinesa para as 26 letras de nosso alfabeto.

O chinês tem que saber a pronúncia do que quer dizer e ele aprende a escrever essa pronúncia usando o mesmo teclado que o americano usa.


Como?

Ele tem que aprender o "Pinin", isto é, o modo que o ideograma é escrito com letras ocidentais.

Quando ele começa a digitar no teclado aparece, no monitor, as opções em caracteres chineses.
Então, ele escolhe qual corresponde ao que deseja, clica em cima e está escrito.

Por exemplo: Jesus é Yesu, em chinês
.
Você digita "yesu" e aparece a opção. Você clica em cima da opção e pronto, está escrito. Levaria tempo para você escrever à mão.

Então, se você aprender o Pinin para as palavras que deseja, você escreve em chinês, sem saber falar chinês.

Se você tiver disponível um dicionário inglês-chinês e souber falar inglês, então você pega a palavra correspondente em chinês e como se escreve com o Pinin.
Você digita no teclado o Pinin da palavra e aparece a opção. Você escolhe e buf! Escreveu em chinês. Confere com o que está no dicionário, e pronto.
Pregando em chinês, sem intérprete, logo na primeira semana
Você tem o convite, tem alguém que leva você lá e que apresenta você. E agora tem que pregar. O que fazer?

Você, sabido, sabida, já escreveu a mensagem em inglês e já passou para o chinês. Está no lap-top.

Você projeta pelo multimídia a mensagem em chinês.
Fala em inglês, ou português, ou francês - não faz diferença para eles, e vai clicando à medida que fala. Eles vão entender muito bem. É o que eles fazem o tempo todo, pelo fato de que têm a mesma língua escrita, mas falam de modo diferente. Pelo menos os textos bíblicos são sempre projetados e eles mesmos fazem a leitura conjunta. É o costume.

Se você fala só o português (que pobreza), mas tem o dicionário português-chinês, também dá certo. O difícil vai ser se entender na rua, com o motorista de táxi, com seu guia. Ninguém fala português naquelas terras. Um intérprete portugês-chinês ganha o triplo de um intérprete inglês-chinês, justamente porque são raros.

Olha aí a chance, galera! Rsrsrsrsrs!

Se você aprender a importante lição que é melhor usar o texto bíblico já escrito, ao invés de ficar filosofando no púlpito, então você vai pregar bem na China. Eles vão entender bem, pela leitura do texto. E não vai haver confusão.
Vai por mim - fica difícil explicar o milagre da cura da mulher do fluxo de sangue com sua intérprete tentando explicar o que você quer dizer.

E eles estão acostumados a ler o texto bíblico sempre que você o menciona, mesmo no meio da mensagem. Que bênção!

Peguei uma intérprete que não sabia o que era um jumento. E a "Entrada Triunfal em Jerusalém" quase não ocorre!

Tentei "donkey", ela não sabia. Experimentei "ass", ela não sabia. Fingi ser o quadrúpede, imitei as grandes orelhas com as mãos, zurrei. A mensagem ficou engraçada.

Se soubesse que a minha gentil intérprete era nova convertida, eu teria mostrado o texto bíblico para ela ler.

Nos próximos textos eu dei para ela ler. E foi bom!

Falando

Se você conviver com quem fala o Mandarim, está resolvida a questão. Gente que fala bem o Mandarim.
Você imita, mas imita mesmo, nos detalhes, e vai aprender. Dá certo.
Olha que você não pode aceitar falar com sotaque, do seu jeito, mais ou menos. Não faça isso.

Você tem que repetir igualzinho.

Sabe por quê?
É porque a língua deles é tonal. E a nossa não é.
Então, se você não falar igualzinho, você estará falando outra palavra, sem o saber.

Esta é a parte mais difícil, segundo creio. É preciso ouvir e ouvir muito.
Depois de um tempo a coisa fica natural. Você compreende os diferentes tons. Mas, no começo, a coisa é difícil.

E o trágico é que o chinês, quando quer ensinar o chinês para você, ele quer que você entenda os tons, logo de início.

É como você iniciar a carreira de alpinista escalando o Monte Everest.
É por isso que parece tão difícil.

Difícil para falar porque a língua é tonal.
Difícil para escrever porque é ideograma.
Mas, mesmo essas dificuldades tornam-se vantagem, depois que você entende que elas existem.

E, para encerrar, deixo-lhe a certeza de que o Amor é o caminho para aprender qualquer língua. Amar as pessoas, o povo, o país, a cultura, as tradições. Gostar de estar com eles.

Isso vale para qualquer língua, qualquer povo.

Glória a Deus!

Massuia

Adesivos viram moda, mas podem criar riscos

21/03/2011 - Fernando Pedroso / Fonte: iCarros

   
Adesivos viram moda, mas podem criar riscos 
 
Tornaram-se comuns os adesivos que representam membros de uma família, colados nas carrocerias dos carros. Neles, estão o pai, a mãe, os filhos e até os animais de estimação, como cachorros, gatos e pássaros. Só que a mania tem um lado perigoso, conforme alerta o Capitão Emerson Massera Ribeiro, da Polícia Militar de São Paulo. “Alguns golpistas usam estratégias para obter informações sobre as pessoas. No golpe do falso sequestro, por exemplo, o adesivo pode ajudá-lo a convencer a vítima, pois terá ideia de como é a família”, disse.

Um dos que aderiu à moda dos adesivos foi o empresário Rodrigo Lombardi, que tem a sua imagem, da esposa e do filho representadas na traseira de seu Honda Civic. Ao contrário do que diz a recomendação policial, Lombardi não se preocupa com a segurança. “O bandido vai se preocupar mais com o valor do carro que com o adesivo. O que conta é a facilidade na abordagem. O adesivo se tornou tão popular que o criminoso ficaria indeciso”, justifica.

A opinião é endossada pelo publicitário Hercio Ferraro Neto, que tem o colante em seu Renault Clio. “Se o ladrão estiver interessado no veículo ou na pessoa, não será o adesivo que vai influenciar. Ou será que o bandido vai se sensibilizar ao ver que a família é grande, tem cachorro, papagaio e um peixe?”, acredita Ferraro. “Ladrão escolhe a vítima pela oportunidade”, conclui.

A Polícia Militar acredita que o adesivo pode ser mais perigoso também ao ficar à mostra na garagem de uma residência. “Para os crimes por telefone, o acessório denuncia. O mesmo vale para os colantes ‘currículo’ - aqueles que mostram qual faculdade o dono do carro frequenta, por exemplo -, que contêm informações sobre a vida particular das pessoas”, explicou o Capitão. Há ainda aqueles que citam o nome de crianças, do tipo "Fulano está a bordo".

Por outro lado, quem tem medo de sequestros tradicionais ou os chamados relâmpagos, a segurança pública tranquiliza. “Esses tipos de crime são planejados e os adesivos pouco podem acrescentar. No caso do relâmpago, o objetivo é encontrar uma pessoa com dinheiro e cartões bancários. Conhecer a estrutura familiar não vai aumentar ou diminuir o potencial de uma pessoa se tornar vítima”, finaliza.


http://www.icarros.com.br/noticias/noticia.jsp?id=9727&parceiro_id=120&midia_id=1341

domingo, 27 de março de 2011

Pentecostes: O Paradoxo de Deus

Rev. Kleber Nobre de Queiroz
 
Atos 2. 1-4



1 Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar;
2 E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles.
3 Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.


A festa de pentecostes era uma das três festas obrigatórias dos judeus. A primeira era a Páscoa, a segunda era o Pentecostes a terceira era a festa dos tabernáculos.
A princípio, era uma festa agrária também chamada de festa das primícias pela celebração do início da colheita. Posteriormente, veio, também ser a comemoração da entrega da aliança que teria se dado cinqüenta dias após o êxodo.

Não podemos negar que no pentecostes cristão, também estão presentes os elementos do Pentecostes judaico. Com certeza no pentecostes, começa uma grande colheita. Também, não podemos nos esquecer que a nova aliança de Deus já não é escrita em tábuas de pedras, mas em nosso coração. Finalmente, a alegria que deveria ser a tônica no pentecostes judaico extravasa no derramamento do Espírito Santo sobre a Igreja.

Pregar sobre um texto como esse é uma das tarefas difíceis do pregador. Este texto é policromático, polisemântico. Fôssemos abordar, todos os seus ângulos, vertentes e nuances, levaríamos, quem sabe cinqüenta dias...

Queremos, porém, falar a partir da perspectiva dos paradoxos que se encontram no texto. A palavra paradoxo, vem do grego e significa: parecer ou aparentar . O paradoxo não é uma contradição. Na contradição uma coisa nega a outra. No paradoxo, há uma aparente contradição, não, uma real contradição. Jesus, usou paradoxos: Quem perde a sua vida por minha causa acha-la-á. (Mt. 10.39).

É nesse sentido que estaremos usando a palavra para descrever o evento pentecostes.


Foi o fim do começo e o começo do fim.

2. 17. E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne. O derramamento do Espírito no dia de Pentecostes é início e fim. É o fim da antiga aliança e o surgimento de uma nova. É o fim de uma velha era e o início de uma nova. O que era escrito em pedras agora é escrito no coração. O povo de Deus agora já não é uma questão de raça (ser judeu) mas de roça (é a colheita do Espírito Santo que semeia a palavra no coração do homem) . Israel já não é o limite do arraial do povo de Deus.

No Pentecostes, ao citar o profeta Joel, Pedro deixa bem claro: o fim já começou há muito tempo.
A compreensão de que o pentecostes marca o tempo do fim e o fim dos tempos, traz para nós duas aplicações. A primeira, é que somos chamados à vigilância, pois o fim se abrevia, o tempo da nossa partida para chegarmos enfim à nossa Canaã está cada dia mais próximo. A segunda é que devemos repreender todo espírito de alvoroço e de confusão daqueles que querem conhecer os tempos e épocas que Deus reservou para si. Com expectativa, mas sem ansiedade; com certeza no coração, mas, sem confusão na mente. Desprezemos os cálculos, as estimativas, as projeções e nos firmemos na certeza de que a Vinda do Senhor se abrevia, visto que a igreja o aguarda desde o dia de pentecostes.


Foi o esperado acontecendo inesperadamente.


É muito interessante observar que Lucas diz no capítulo 1.4, que os discípulos deveriam esperar em Jerusalém o tempo da promessa. Para no capítulo 2.2, falar do de repente do Espírito Santo.
Eles esperavam mas não sabiam quando. Eles tinham a certeza, não a previsão.
O Espírito Santo não é companheiro de encontros programados, de horas marcadas anunciadas em cartazes e divulgados em todos os lugares.
Ele vem quando não esperamos. E não vem da forma que esperamos.
Quem quiser andar com o Espírito tem que estar preparado para surpresas, para o inesperado.
Ele nunca falha com as suas promessas, mas nunca fará o que nós esperamos nem quando esperamos.


Foi o incontrolável sendo conduzido.


Quando o Espírito Santo vem ninguém se controla. Mas ele controla a todos. Naquela hora ninguém escolheu nem determinou os seus atos. Mas ninguém estava sem controle. O Espírito Santo controlava a todos. Era conforme o Espírito Santo concedia. Ser cheio do Espírito Santo não é ser como um trem desgovernado ou um avião sem piloto. Ser cheio do Espírito Santo é ser conduzido por ele que na sua soberania faz o que quer quando quer e como quer.

Talvez, uma das passagens, mais mal interpretadas das Escrituras seja aquela de II Coríntios 3.17, que diz: Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Se observarmos atentamente o contexto, o texto não está falando de que a presença do Espírito Santo permite a cada um fazer o que quiser, mas que a presença do Espírito Santo tira o véu da nossa face para que possamos conhecer a Cristo.
Quando o Espírito Santo vem, perdemos o controle, mas não ficamos descontrolados. Ele está soberanamente no controle.


Era o sobrenatural enchendo natural.

A experiência de ser visitado pelo Espírito Santo é a mais fascinante experiência do ser humano. É ser invadido por uma alegria desmedida; é ser tomado por um poder incomparável; é ser seduzido por uma glória irresistível, é ser inundado por uma onda de amor jamais experimentado. É ser transformado para sendo o mesmo nunca mais ser igual.

Naquele dia, foi isso o que aconteceu com aqueles homens e mulheres. Pedro ainda era Pedro, mas já não era o que foi. O medo deu lugar a coragem. O rude pescador era o grande pregador.
O Espírito Santo deu àqueles homens a estatura que não tinham e os projetou a dimensão que nunca sonharam.
Pelo poder do Espírito, revolucionaram o mundo, transformaram o mundo.


Conclusão:

Como muito bem apontou John Stott, o Pentecostes é um evento único e irrepetível, como foi o nascimento, morte e ressurreição de Cristo, mas os seus efeitos são permanentes.
Podemos crer que assim como a promessa do Espírito se cumpriu dando início aos últimos dias, podemos crer e esperar a vinda de Cristo no grande e glorioso dia.
 
Podemos ainda hoje, crer que a qualquer momento Ele pode vir sobre nós e nos encher do seu poder e glória.
Podemos crer, que Ele na sua soberania fará em nós conforme lhe apraz. Nunca saberemos como e quando. Pode ser na cozinha lavando a louça, pode ser no trânsito dirigindo o carro, pode ser no quarto orando, pode ser na igreja louvando.
  Nunca saberemos como será, mas de uma coisa nós sabemos, será maravilhoso.
Finalmente, podemos crer, que a despeito das nossas limitações. O finito é tomado pelo infinito; que o temporário é tomado pelo que é perene; que o fraco é invadido pelo Todo-poderoso; o tangível pelo intangível; o imanente pelo transcendente; o mortal pelo imortal; o visível pelo invisível; o contaminado pelo incontaminado e que é Santo, Santo, Santo; o pó e a cinza pelo eternamente glorioso e sublime. Podemos crer, que eu, que você, que nós, podemos ser tão cheios do Espírito Santo a ponto de transbordar continuamente como foram os discípulos. 

Pois Deus não nos dá o Espírito com limitações.

Glória ao Pai, Glória ao Filho, Glória ao Espírito Santo.
Amém, amém, amém.
Rev. Kleber Nobre de Queiroz, Pastor da 1ª IPI de Natal Email: kleber.nobre@ipib.org

http://www2.uol.com.br/bibliaworld/igreja/estudos/espir009.htm

Será que Deus causou o terremoto no Japão?


O reformado teólogo John Piper diz que sim. Mas o pastor da Igreja emergente Brian McLaren não está satisfeito com a resposta simples, especialmente porque isso retrata Deus como insensível ou inapto.

McLaren, que não é fã de teologia em preto e branco, emitiu uma resposta na quarta-feira para o post no blog de Piper de 11 de março, sobre o terremoto e o tsunami que matou pelo menos 9.000 pessoas.

Em geral, a McLaren diz que se a sua “única opção para a fé cristã me pedisse para estar satisfeito com as explicações dadas pela Piper, eu estaria expulso,” escreveu ele em um comentário que apareceu no The Other Journal.

Piper, um dos pastores evangélicos mais influentes no país, compartilhou seus pensamentos sobre a devastação do Japão e da questão do sofrimento no mundo, em seu blog na semana passada. Ele observou que, depois de empatia e da ajuda humanitária, o que as pessoas querem são respostas.

E na visão de McLaren, Piper, proveu isso – uma “teodicéia limpa e clara,” ou uma defesa da bondade e da onipotência de Deus em meio à existência do mal e do sofrimento.

“Piper fornece exatamente o que ele acredita que é pedido – resposta: clara, direta e livre de nuance.”

Piper escreveu em seu blog: “Nenhum terremoto na Bíblia é atribuído a Satanás … Terremotos provêm, em última análise de Deus. A natureza não tem vontade própria e Deus não dá a Satanás liberdade. A destruição que os demônios causam, eles causam…. com a permissão de Deus. E Deus tem razões para que Ele permita. Suas permissões são propósitos.”

Nós não sabemos todos (“centenas de milhares”) os propósitos para a calamidade no Japão e não saberemos até o final da era, diz Piper. Mas há possíveis propósitos revelados na Bíblia. Piper lista:

• “Os terremotos do fim dos tempos” são entendidos como as chamadas para os incrédulos ao arrependimento e como uma chamada de despertar ao mundo que Jesus Cristo está vindo e o reino de Deus vai nascer;
• “A tomada unilateral de Deus de milhares de vidas é uma declaração forte de que ‘O Senhor deu e o Senhor o tomou” (Jó 1:21)”- em outras palavras, a vida é um empréstimo de Deus;
• O poderoso terremoto revela a “magnificência temerosa de Deus” – “a maior parte do mundo não teme ao Senhor e, portanto, carece de sabedoria;”
• Quando a terra treme, há um sentimento de que não há lugar para fugir. Para onde é que você se volta? Para Deus.
Para aqueles que buscam “respostas fáceis” e que “de certo pendor teológico,” McLaren não tem dúvidas de que o que Piper apresentou irá satisfazê-los.

Mas McLaren não concorda com tal simplicidade, especialmente quando se trata da questão do mal e do sofrimento.

“Dr. Piper habita um universo religioso em que deve ser profundamente gratificante responder às catástrofes da maneira como ele tem feito, porque ele tem feito isso em várias ocasiões,” escreveu ele. “Duvido que ele, ou muitos como ele, mudem de rumo, porque este tipo de explicação, para eles, é a fidelidade – a sua maneira de ler a Bíblia, para a sua compreensão de Deus, a sua tradição de calvinismo estrito. Propor outra maneira de pensar sobre as questões deve parecer propor a infidelidade.”

McLaren, que foi o autor recentemente de Naked Spirituality: A Life with God in Twelve Simple Words (Espiritualidade Nua: uma Vida com Deus em 12 Palavras Simples), acredita que mesmo as melhores respostas para o problema da dor são “muito insatisfatórias.”

“Elas trabalham melhor em sala de aula do que em um quarto de hospital, debaixo de uma pilha de escombros do terremoto, ou na cena do crime,” escreveu ele em seu livro. “Elas fornecem apenas conforto para uma pessoa em agonia, e, muitas vezes, enquanto elas resolvem um dilema intelectual, elas criam 22 mais.”

Muitas vezes rotulado como controverso e anti-bíblico, McLaren tem estado mais interessado em conversas sobre questões da vida e questões teológicas que em respostas.

Enquanto ele continua a fazer perguntas como um Cristão, ele reconhece que essas perguntas são respondidas em grande parte para a maioria dos cristãos evangélicos.

“Se alguém perguntar: ‘Qual é a relação de Deus com o universo?” a única resposta de Piper e seus colegas seria ‘Soberania,’ e soberania significaria o controle absoluto unilateral,” ressalta.

“Isso, penso eu, não é a única opção para um crente fiel em Deus.”

McLaren argumenta que “é melhor dizer” que a soberania de Deus não é totalitária.

“Deus não é o tipo de rei interessado ​​no controle absoluto. Deus não iria criar esse tipo de relação com o universo, porque Deus não é esse tipo de Deus,” afirma ele. “Em vez disso, Deus cria espaço e tempo para um universo ser, tornar-se, a desdobrar-se em sua própria história, sua própria evolução. O reinado de Deus é compromisso absoluto de estar conosco, aconteça o que acontecer, sempre trabalhando para trazer o bem do mal, a cura do sofrimento, a reconciliação do conflito, e a esperança do desespero.”

“O reino ou soberania de Deus que Jesus proclama … não vem com o poder de controle unilateral, mas com uma forma radicalmente diferente de energia: O poder suave (Paulo ousa chamá-lo de” fraqueza “) do amor.”

O Deus que McLaren vê fotografada em Jesus é um homem com coragem e bondade, que lava os pés dos seus súditos, e cujo poder se revela não matando e conquistando, mas pelo sofrimento e pela morte e ressurreição.

“Eu acho que é justo sugerir que o Dr. Piper vê o sofrimento de Jesus na cruz sob a mesma luz que ele vê o sofrimento dos japoneses, na esteira de sua catástrofe tripla: Deus causou esse sofrimento e por isso devemos aceitá-lo como vontade Deus e confiança de que Deus tinha um bom motivo para optar por fazê-lo desta maneira,” observa McLaren.

“Como o Dr. Piper, eu vejo uma certa semelhança entre Cristo na cruz e as pessoas que sofrem no Japão. Mas não é que Deus está tomando as vidas de forma unilateral, em ambos os casos: é que Deus, encarnado em Jesus, está presente no sofrimento e no mal da vida, sentindo a nossa dor, chorando conosco em solidariedade, partilhando nossas perdas e levando nossas cicatrizes, movendo-se com e em nós para fornecer empatia e ajuda e muito, muito mais. Isso não é uma resposta no sentido de uma explicação, eu suponho, mas é algo precioso: ele é o reino que não pode ser abalado.”

Com milhares ainda desaparecidos na sequência do terramoto no Japão e a crise nuclear do país ainda não resolvida, tanto os pastores estão chamando para a ação e amor da parte dos Cristãos.

Piper está pedindo aos Cristãos para ajudar a prover alívio ao sofrimento no Japão e para estender a empatia e ajuda humanitária a todos, incluindo os inimigos.

Ele também está chamando os fiéis a ajudar a proporcionar alívio para o sofrimento eterno, incentivando-os a “dar um passo adiante com amor, extraordinário sacrifício para mostrar mais claramente a misericórdia de Cristo que deu a sua vida no meio do julgamento do pai. O sofrimento e a morte de Jesus Cristo para com o pecado do mundo é aquele lugar onde a empatia, ajuda, e as respostas se encontram. Ele convida a todos para vir para os três.”

Fonte: Christian Post
http://folhagospel.com/modules/news/article.php?storyid=17224

Igreja nos Lares - Quem é Jesus? – Segunda Parte.


Igreja nos Lares
Estudo 07 Quem é Jesus? – Segunda Parte.
Na semana passada vimos Jesus como o Verbo que se fez carne para habitar conosco e ainda como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Hoje continuaremos a ver mais alguns atributos do Senhor Jesus Cristo.
    1. Vamos ler João 6.35 e responder: Jesus é o ____________ da vida _______________. Quem crê em Jesus jamais terá ____________________.
    A fome e a sede são os sentimentos de sobrevivência humanos, o pão e água são os nossos alimentos básicos, espiritualmente também temos essas necessidades. Nas palavras de Jesus Cristo encontramos o alimento para a nossa vida espiritual. A fé em Jesus sacia nossa sede.
    2. Lendo em João 8.12 podemos responder as perguntas:
    Quem é a luz do mundo? ____________________________
    Aquele que segue a Jesus não andará em __________________, mas terá a ____________ da _______________________.
    3. Com a leitura de João 10.11, vemos que Jesus é o ______________________________.
    4. Em João 11.25 Jesus nos diz que é a _____________________________ e a ________________.
    5. Vamos ler João 14.6 e completar:- "Respondeu-lhes Jesus: Eu sou o ________________ e a __________________________ e a _____________________________; ninguém vem ao Pai senão por ___________________________________".
    Com base no que foi visto, vamos responder as questões abaixo:-
    1. Se estamos com fome espiritual, Jesus é ________________ da ___________________.
    2. Para quem está em trevas, Jesus é a ___________________ do ____________________.
    3. Para a ovelha perdida, desgarrada, Jesus é o ___________________________________.
    4. Para quem tem medo da morte, Jesus diz que é a _______________________________.
    5. Para todo aquele que busca o caminho de volta para o Pai, Jesus diz: ________________ e a ______________________________e a _______________________.
Oração: Senhor, eu Te sou grato, pois és o pastor que alimenta a minha vida espiritual, Tu és a luz verdadeira que ilumina o meu caminho de volta à vida eterna. Eu Te louvo, pois és a garantia da minha ressurreição e da vida que viverei eternamente contigo. Amém.
Ivo Gomes do Prado

quarta-feira, 23 de março de 2011

Estudo indica que religião pode acabar em nove países ricos

Videversus: Estudo indica que religião pode acabar em nove países ricos

Dados de censos colhidos desde o século 19 indicam que a religião pode ser extinta em nove nações ricas que foram analisadas em um estudo. A pesquisa identificou uma tendência de aumento no número de pessoas que afirmam não ter religião na Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Suíça e República Tcheca (o país com o índice mais elevado, com 60%).

Usando um modelo de progressão matemática, o levantamento, divulgado durante um encontro da American Physical Society, mostra que as pessoas que seguem alguma religião vão praticamente deixar de existir nestes países. Na Holanda, por exemplo, 70% dos holandeses não terão religião alguma até 2050.

Hoje, esse grupo é de 40% da população. "Em muitas democracias seculares modernas, há uma tendência maior de as pessoas se identificarem como sem uma religião", afirma Richard Wiener, que trabalha em um centro de pesquisa em ciência avançada, subordinado ao departamento de física da Universidade do Arizona. 

Parábola do Alarme de Incêndio

David Cloud

21 março, 2011
fbns@wayoflife.org


Uma vez, em uma grande igreja do longínquo país chamado de Longíssimo, houve uma conferência da “Corporativista Associação das Igrejas Batistas Regulares- Bíblicas- Independentes, todas elas Pseudo- Fundamentalistas, de Longíssimo”.
As instalações eram impressionantes. Os palestrantes eram qualificados [e renomados]. A unidade era maravilhosa. Muita coisa boa estava sendo realizada. Todo mundo estava feliz e profundamente satisfeito.

O único problema era que um incêndio estava queimando no porão.

Por ali, rumo à sua casa, passava um crente que chamaremos de “Vigia Que Dá Alarme”, já de certa idade e experiência, que já tinha visto alguns incêndios destruírem impérios e levarem vidas (inclusive entre seus amigos e familiares), e bem sabia como eles são perigosos. Ele sentiu o cheiro da fumaça e decidiu investigar, descobrindo um incêndio ainda de mediano porte, mas que se espalhava sem parar.
Foi-lhe dito que o incêndio começara há anos, que por muito tempo tinha se mantido relativamente pequeno e vinha crescendo devagar, e que somente há poucos dias estava ganhando velocidade de crescimento. Muito alarmado, Vigia Que Dá Alarme olhou em volta para ver se alguma sirene de alarme tinha sido acionada, mas ninguém parecia dar nenhuma importância ao perigo. Estranhamente, alguns dos oradores durante a conferência tinham mencionado o perigo dos incêndios em termos muito gerais, tinham sido discretamente aplaudidos, mas nenhum deles tinha querido alertar sobre o incêndio específico que grassava no meio deles mesmos.

Vigia Que Dá Alarme decidiu acionar o enorme alarme que cada prédio de igreja é obrigado a ter.

Quando o som estridente atravessou o ar, o efeito foi imediato e pronunciado, mas não foi o que Vigia Que Dá Alarme esperava.

Algumas poucas pessoas deram ouvidos ao alarme, olharam em volta, constataram por si mesmos que realmente havia um firme incêndio e, convencidos de que este poderia se espalhar e ameaçar todas as vidas, correram para fora do edifício.

A grande maioria, porém, pareceu não querer saber se havia incêndio ou não, se ele era controlável ou não, se deviam tentar apagá-lo ou fugir pelas suas vidas. Ao contrário, começaram a questionar, com indignação: “Quem é esse Vigia Que Dá Alarme mal-vindo? Que credenciais tem ele? Que direitos tem ele de olhar, perceber as coisas, e dar-nos alarme? Como ousava estragar-nos a festa e reputação? Bem, como se desliga o alarme? Quem vai afastar Vigia Que Dá Alarme para bem longe daqui, e silenciá-lo? Como dar uma boa desculpa e fazer todos esquecerem a interrupção?

Alguns criticaram o método de Vigia Que Dá Alarme. Disseram que ele deveria ter primeiro falado somente, direta e privadamente, com o superintendente do prédio, bem podia ser o caso que Vigia Que Dá Alarme tivesse entendido mal o incêndio. Alguns estavam convencidos de que o alarme deveria somente ser puxado pelo consenso dos superintendentes do prédio e por quem eles autorizassem.

Alguns criticaram o discernimento de Vigia Que Dá Alarme. Levantaram a voz dizendo que há opiniões diferentes entre os irmãos sobre incêndios, e desafiaram: “Quem é você, estranho, para dizer dogmaticamente que este é mesmo um incêndio real?”

Alguns criticaram as motivações de Vigia Que Dá Alarme. Segundo estes, a questão importante não é saber se havia ou não um incêndio, ou mesmo se um alarme necessitava ou não ser puxado, mas se o tocador de alarme amava apropriadamente os participantes da conferência e seu superintendente.

Alguns criticaram o tempo de ação de Vigia Que Dá Alarme. É apenas um pequeno incêndio, eles comentaram, e quem pode dizer que pequenos incêndios sempre se tornam grandes? Alguns destes acreditavam que os alarmes só devem ser acionados em incêndios "substanciais" e eles estavam seguros de que este particular incêndio é um incêndio "não-substancial”.

Alguns criticaram a divisão que poderia advir do alarme. Estes observaram que, antes que o alarme soasse, havia harmonia e paz. Pode uma divisão ser uma coisa boa, mesmo se o objetivo foi somente a extinção de incêndios?

Alguns criticaram a perturbação que podia ser causada pelo alarme. Será que o alarme não tirou a atenção de outras coisas mais importantes? O superintendente mesmo contou uma pequena história sobre um homem que, alegou ele, se tornou tão focalizado em dar alarmes que não realizava qualquer coisa "positiva" na vida.

Alguns criticaram o tom do alarme. Eles disseram o som que era como ralar nos nervos e que devia ser atenuado, consideravelmente.

Alguns criticaram a persistência do alarme. Estes comentaram que o alarme tocava sem parar, e que alguém deveria pôr um fim nele, desligá-lo. Houve um consenso de que os alarmes de incêndio às vezes são necessários, mas eles devem ser curtos e melodiosos.

Alguns salientaram que Vigia Que Dá Alarme era um estanho que não estudado juntamente com eles nos seus mais nobres centros de ensino, nem era membro do mais altos escalões deles. Compararam Vigia Que Dá Alarme com os seus próprios tocadores de alarme de grande renome. "Não temos nós os nossos próprios tocadores de alarme?", disseram, "e não dão eles as devidas advertências sobre o perigo dos incêndios? Não são eles tão hábeis na detecção de incêndio quanto este homem? Ou mais hábeis, até? Por que os nossos próprios tocadores de alarme não vêem o que este estranho vê? Obviamente, este homem é um extremista." O que estes não reconhecem é que seus renomados tocadores de alarme de geralmente falam do perigo de incêndio apenas de um modo geral demais, como se fosse coisa impossível de lhes ameaçar, de modo que, quanto tais tocadores de alarme se tornam específicos em identificar incêndios, eles são incêndios que queimam noutro lugar, bem longe. Eles quase nunca alertam dos incêndios que estão queimando sob seus narizes, porque seria inaceitável tanto para os superintendentes como para as multidões.

Apesar das ferozes críticas contra o alarme e quem o havia tocado (isto é, contra Vigia Que Dá Alarme), o incêndio não podia ser totalmente ignorado uma vez que a atenção tinha sido atraída de forma tão pública. Quase com relutância, o superintendente e seus subordinados, jogaram um pouco de água sobre o incêndio e a conferência sobreviveu mais alguns anos. O que ninguém pareceu se importar foi com o fato de que o incêndio só foi temporariamente diminuído em intensidade, mas, ainda que fosse um incêndio que queimava sem chamas espalhafatosas, ele não se apagava, antes lentamente crescia e se espalhava. Todos pareciam concordar que um incêndio assim, como fogo de monturo, não é nada como o perigo de um incêndio de enormes chamas crepitantes.

Uma coisa é certa. Vigia Que Dá Alarme foi colocado na lista negra organizada por “Corporativista Associação das Igrejas Batistas Regulares- Bíblicas- Independentes, todas elas Pseudo- Fundamentalistas, de Longíssimo”. E, em cada conferência anual depois disso, certamente alguns dos oradores iriam sempre falar, velada ou explicitamente, contra ele e todos semelhantes extremistas.



David Cloud

Traduzido e adaptado (com algumas modificações) por Valdenira N.M. Silva, mar.2011.

O.N.U. - Prenúncio do Governo do Anticristo?

 

Citações Bíblicas Almeida, Corrigida Fiel – ACF


Notícia: Embaixador Brasileiro "tem mêdo" http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/RESOLUCAO+APROVADA+PELO+CONSELHO+DE+SEGURANCA+CHEGA+A+DAR+MEDO+DIZ+PATRIOTA_10655.shtml

23/03/2011 - 08:04 | Thaís Romanelli | Redação

'Resolução aprovada pelo Conselho de Segurança chega a dar medo', diz Patriota


"O Brasil deve zelar pela manutenção da narrativa espontânea dos povos árabes e defender a busca autônoma pela resolução das questões internas", disse o Ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota,  sobre o papel do país nas atuais transformações do mundo árabe.

Para ele,  a intervenção de países ocidentais na Líbia pode mudar o curso da história das mobilizações populares que tem ocorrido desde o início do ano no mundo árabe. O mesmo argumento, segundo o diplomata, poderia ser usado em casos como os do Iêmen e do Bahrein.

"A resolução aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU na quinta-feira passada (17/03) chega a dar medo" afirmou Patriota em uma conferência realizada nesta terça-feira (22/03) na FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo). "Temo todas essas `medidas necessárias que podem ser tomadas` pelo Conselho de Segurança de acordo com o texto aprovado", afirmou.


Além disso, o Ministro de Relações Exteriores se mostrou receoso com o número de civis mortos que as ofensivas internacionais podem provocar. "O objetivo não é exacerbar as tensões, ao contrário", argumentou."
Do texto da reportagem acima chama atenção a postura política que a O.N.U. pode causar, como mecanismo de "controle mundial", em países e organizações governamentais, bem como em seus representantes.
 
O Embaixador brasileiro Antônio Patriota em sua manifestação em relação à recente Resolução da ONU sobre a "zona de exclusão aérea" determinada sobre as terras de Líbia, manifestou sintomas do que um "governo mundial" apoiado por organismo como esse pode causar em termos práticos e imediato na vida secular das pessoas.
"Medo" foi a expressão do Embaixador.
 
É justamente o que vemos na prática, e os resultados duma invasão territorial mesmo que por via "aérea" com bombardeios de caças e outros tipos de aeronaves, não penas "controlando facções" indispostas com "resoluções de governo" representadas através de um "conselho de segurança" de uma organização que [afirma] representar uma forma de governo "mundial e democrática", matando e aniquilando pelo uso da força bruta a liberdade de ação e a individualidade de cidadãos, os quais pessoas de direito pleno quanto à vida e liberdade.

Não tomando partido ou entrando no mérito se o governo Líbio tem ou não razão em seu formato prático tendo em vista seu próprio povo, o que se destaca em relação ao plano profético é que a "dissidência" do pensar e agir coalizado num conselho de governo mundial centrado em tal organismo mundial [a ONU] , facilmente é combatido, controlado e neutralizado, sendo que tal dissidência, em não se adequando aos ditames da imposição "consensual mundial" [governo ditatorial] é rapidamente levada à destruição.

Submissão, ou controle e destruição.

Um conselho governamental que representa países democráticos "aprova" ações que são postas imediatamente em prática, invadindo, matando e controlando os "insubmissos".
Esse já seria um "sintoma" do "governo mundial" sob o domínio do anticristo que se aproxima?

Aquele que não nascer de novo não poderá ver o Reino de Deus, mas, se ainda estiver presente nessa Terra quando o mundo entregar sua liberdade ao domínio do Anticristo e de seu governo mundial pelo uso da força e do poder de Satanás, com os sinais e milagres de engano à um mundo inconverso à Verdade da Santa Palavra de Deus e do seu Cristo, terá fatalmente apenas duas opções: ou a submissão completa de sua vida e liberdade, adorando a Besta que se apresentará como "deus", ou, a opção pela morte, para com a perda da própria vida não ser lançado no lago que "arde com fogo e enxofre":

João 3:3
Se você ainda não conhece a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal e Senhor de sua vida, atente bem à realidade presente mo mundo todo, que aponta para o cumprimento literal das profecias bíblicas com a aproximação da manifestação gloriosa do Arrebatamento da Igreja, dos que creram em Jesus e a ele entregaram suas vidas em arrependimento e fé na sua Obra salvífica na cruz do Calvário, e o imediato surgimento do governo mundial do Anticristo que levará trevas morte e destruição sobre todos os que habitam sobre a terra.
Abandone as trevas desse mundo que caminha à perdição eterna, e entregue sua vida à Cristo enquanto há oportunidade, pois Deus o chama ao Reino do Filho do seu amor:


Disse nosso Salvador Jesus Cristo:
JF
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. A BÍBLIA ADOTADA POR SEU PASTOR TEM DEMASIADAS SEMELHANÇAS COM A DOS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ???!!! http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-Traducoes/PastoresComBibliasSemelhantesTJ-Helio.htm ;
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