quinta-feira, 28 de junho de 2012

O Amor Paternal De Deus


Infelizmente muitas pessoas e também muitos cristãos foram criados dentro de um rigor exagerado quanto às coisas espirituais. Por isso passam a ver a Deus como um pai castigador e violento. Ao contrário disso, nós temos no Senhor um Pai bondoso, amaroso e misericordioso que sempre está a nos cuidar. 

Vamos ver na reflexão de pequenos grupos de hoje sobre essa qualidade intrínsica do nosso Senhor, Todo Amoroso:

O Filho Pródigo: Lucas 15:11-24.
Atitudes do filho:
Pediu a parte da herança que lhe pertencia.
Deixou a casa do pai e saiu pelo mundo gastando tudo o que tinha com os "amigos".
Perdeu tudo: família, amigos, dignidade:- não lhe davam nem a comida dos porcos.
Lembrando-se da casa do pai, começa o processo de arrependimento.
São as mesmas atitudes que tem um pecador ao decidir voltar-se para o Pai.
Renova a mente: "Caindo em si"
Tomar a decisão correta: "Levantar-me-ei e irei ter com meu Pai".
Confessa seu pecado: "Dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante Ti.

Atitudes do pai:
Viu-o de longe"E quando estava ainda longe viu seu Pai". (O Pai sempre está à espera)
Foi movido à compaixão: "Encheu-se de compaixão"
Saiu ao encontro: "E correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou" -Salmo 32:5
Tem preparado um traje de justiça: "Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha" – Zacarias 3:4
Restaura sua autoridade: "Ponde-lhe um anel no dedo"
Confia-lhe um ministério maior: "e alparcas nos pés" - já não é escravo, está apto a testemunhar (Pregar – Ef. 6.15).
Restaura o gozo: "Comamos e nos regozijemos"
São as mesmas atitudes que o PAI tem para conosco quando decidimos voltar.
PASSOS PARA EXPERIMENTAR O PERDÃO DO PAI

1 João 1: 5-10.
Verso 8 - Sentimos os nossos pecados
Verso 9 – Confessamos e recebemos o perdão, somos purificados.
Verso 7-b – O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado.


Seguindo o exemplo de Cristo
Perdoando do modo que fomos perdoados - Mateus 6.14 – Colos. 3.13.

Amado líder:- dedique boa parte da reunião à oração. Não deixe de ler os textos indicados, pois a fé (compreensão da vontade de Deus) vem pelo ouvir a Palavra de Deus.
Ivo Gomes do Prado

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Depoimento de Dilma revela novas torturas

Essa mulher extraordinária superou tudo  isso para ser tornar hoje o melhor presidente da história republicana do Brasil.

18/06/2012 - 08h30
BRENO COSTA - DE BRASÍLIA 
 http://www1.folha.uol.com.br/poder/1106283-depoimento-de-dilma-revela-novas-torturas.shtml

Documentos arquivados em uma sala do Conedh-MG (Conselho de Direitos Humanos de Minas Gerais), em Belo Horizonte, revelam torturas sofridas pela presidente Dilma Rousseff durante a ditadura militar (1964-85). 

Até agora, só se sabia que Dilma tinha sido torturada por militares em São Paulo e no Rio. Em depoimento de 2001, contudo, ela conta que também foi torturada em Juiz de Fora (MG), para onde foi levada em janeiro de 1972. 

O testemunho, prestado a integrantes do Conedh-MG, foi revelado ontem pelo "Correio Braziliense". Segundo o jornal, durante a tortura os militares indagaram sobre um plano de fuga de Ângelo Pezzuti, ex-líder do grupo Colina, no qual Dilma militou. 

Ela descreve os tipos de tortura a que foi submetida, como pau-de-arara, choques elétricos e palmatória, e diz ter recebido socos no rosto.

"Minha arcada girou para o outro lado, me causando problemas até hoje, problemas no osso do suporte do dente. Me deram um soco e o dente deslocou-se e apodreceu", relatou ela, de acordo com o jornal. "Só mais tarde, quando voltei para SP, o [capitão Alberto] Albernaz completou o serviço com um soco, arrancando o dente." 

A correção da arcada dentária foi uma das cirurgias a que Dilma se submeteu às vésperas da campanha presidencial de 2010. 

"A pior coisa é esperar por tortura", diz ela no relato de 2001. "As marcas da tortura sou eu. Fazem parte de mim." 

Em 2002, Dilma recebeu indenização de R$ 30 mil pela prisão em Minas. Em 2009, em nota sobre a indenização, a Casa Civil, então chefiada por Dilma, cita sua prisão, mas não menciona torturas.

SOLUÇOS
 
À Folha o filósofo Róbson Sávio Reis Souza, que tomou o depoimento de Dilma em outubro de 2001, disse ontem que a então secretária de Minas e Energia do Rio Grande do Sul chorou muito durante o testemunho. 

"Ela começou falando firme, até um determinado momento em que começou a relatar as torturas. Ela chorava e soluçava. Pedimos que ela bebesse água. Depois, interrompemos e dissemos que não seria necessário que ela desse mais detalhes." 

Segundo o relato de Reis Souza, que presidia, na época, a Comissão Estadual de Indenização às Vítimas de Tortura, Dilma depôs por pouco mais de 40 minutos em uma sala apertada, nos fundos do prédio da Secretaria de Justiça do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

"Ela saiu cabisbaixa. Eu lembro muito bem dessa imagem. Tenho memória de ela vindo de um jeito e saindo de outro", disse. 

Até a conclusão desta edição, a presidente Dilma Rousseff, procurada por meio de sua assessoria, não havia se manifestado sobre o caso. 


Nidin Sanches/Nitro
Reprodução do jornal " Estado de Minas" de abril de 1972 mostra Dilma (ao fundo, à dir.) em julgamento político em BH
Reprodução do "Estado de Minas" de abril de 1972 mostra Dilma (ao fundo, à dir.) em julgamento político em BH         

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Nos lugares celestiais

O significado espiritual e prático das bênçãos recebidas nos lugares celestiais.

Efésios 1:3, 20; 2:6; 3:10; 6:12.
Na epístola aos Efésios, o apóstolo utiliza reiteradamente a frase: «nos lugares celestiais». Todos nós sabemos que esta carta, junto com a carta aos Colossenses, oferece-nos a verdade mais elevada da Bíblia, porque este livro nos fala do pleno conselho de Deus mostra-nos o mistério de Deus, o mistério de Cristo e o mistério do evangelho. Todo aquele que tem lido a carta aos Efésios tem consciência de que se trata de uma enorme e gloriosa revelação e apresentação do coração de Deus.
Freqüentemente, quando lemos esta carta, ou às vezes quando ouvimos uma pregação a respeito dela, se os nossos corações estiverem corretos, acharemos que estamos sendo elevados até o terceiro céu, porque coisas gloriosas nos estão sendo reveladas. Mas há um problema. Algumas pessoas nos dizem que quando leram este livro ou ouviram as palavras, elas foram muito inspiradas e elevadas; no entanto crêem que aquilo está muito além do seu alcance. É maravilhoso, mas apenas se for prático.
Ouço freqüentemente às pessoas me dizer que a vontade eterna de Deus é realmente gloriosa se você souber qual é. Mas é prática? É como se estivesse no terceiro céu. Mas como você pode alcançá-la? É como uma bela cesta de frutas maravilhosas posta muito alta no céu. Podemos vê-la de longe, mas não há maneira de alcançá-la. Qual é o lado bom dela se você não pode prová-la, se não pode tê-la? Isso só te dá uma sensação de frustração. Eu penso que esse é o problema de muitos filhos de Deus.
Às vezes, eu espero no Senhor e digo: «Senhor, há uma chave? Há alguma maneira que ajude ao povo de Deus a nos apropriarmos de nossa possessão? Faça que aquilo que é impossível seja possível em nossas vidas». Um dia, meditando diante do Senhor, ele parecia dirigir o meu coração para esta frase: «…nos lugares celestiais». Era como se esta fosse a chave que abriria esse mistério e nos permitiria possuí-lo. Agora, queria que compartilhássemos juntos sobre esta matéria.
Realmente, a palavra «heavenlies», em inglês, é um termo difícil. Nas diversas versões inglesas, traduz-se às vezes «nos lugares celestiais», ou às vezes «nos âmbitos divinos». Mas nos originais, deveria ser traduzido como «nos celestiais». Na versão chinesa, temos o mesmo problema, porque diz:«no céu».
No entanto, este não é o terceiro céu, porque o terceiro céu está onde está o trono de Deus. E agora no terceiro céu, além de Deus, há só um homem, e esse é Jesus Cristo homem. E o diabo não está ali, porque o diabo foi lançado fora do terceiro céu. Então, os lugares celestiais não podem ser o terceiro céu. Agora, pode encontrar-se no segundo céu, onde estão as estrelas? Sabemos que não. Ou pode ser no primeiro céu que é o nosso firmamento? Sabemos que esse é o domínio do diabo. Então, quais são os lugares celestiais? Não é o terceiro céu, não é o segundo céu, não é o primeiro céu, e então, onde é?
Só sabemos que, na verdade, os lugares celestiais são um âmbito celestial, são âmbitos divinos. É um lugar ou lugares celestiais, mas creio que não sabemos onde estão os limites. Parece ser tão vasto e, contudo, parece ser inexplicável. Mas nós sabemos que há tal lugar ou tal reino chamado de os lugares celestiais. Porque é celestial, é espiritual e é real. E ali nos lugares celestiais, nesse âmbito, Deus está ali, nós estamos ali, e até Satanás e seus anjos estão também ali. É uma realidade.

O significado dos lugares celestiais
Como o explicamos? Penso que quando tentamos explicar algo, deveríamos usar ilustrações. Por isso a Bíblia tem uma quantidade de tipos e de ilustrações. Agora pensemos em Abraão. Sabemos que Abraão nasceu em Ur da Caldeia e ali é onde estava a Babilônia. Também sabemos que ele nasceu em uma família que construía ídolos, e nesse tempo todos eles eram adoradores de ídolos.
Mas, graças a Deus, de alguma forma a glória de Deus, o Deus da glória, apareceu a ele. E porque o Deus da glória lhe apareceu, ele foi chamado a sair de Ur dos caldeus. E foi chamado para cruzar o rio Eufrates e inclusive o rio Jordão, e Deus o conduziu à terra de Canaã. E Deus prometeu dar a ele e a sua semente a terra de Canaã. Era uma terra que fluía leite e mel. Mas quando Abraão esteve na terra de Canaã, ele foi um estrangeiro e um peregrino ali. Ele habitou em tendas e viveu por fé e não por vista. A terra foi-lhe prometida. Era sua herança, mas estranhamente, ele era um estrangeiro e um peregrino nela.
Agora, amados irmãos e irmãs, isso descreve algo a respeito de vocês? Nós vivemos nesta terra. Nascemos de Adão. Nascemos sob a sentença de morte. Não tínhamos a Deus. Não tínhamos nenhuma promessa. Da mesma forma que Abraão nasceu, cresceu e viveu em Ur da Caldeia. Nós estávamos em total escuridão. Mas graças a Deus, a glória de Deus nos apareceu na face de Jesus Cristo. Ele nos chamou fora desta terra e nos chamou para Si mesmo.
Em um sentido espiritual, todos nós somos hebreus. Sabemos que Abraão foi o primeiro hebreu. Por quê? Porque ele cruzou o rio. Espiritualmente falando, todos nós somos hebreus. Ainda estamos neste mundo, mas não pertencemos a este mundo. Enquanto ainda estamos vivendo na terra, somos estrangeiros, porque a nossa cidadania está no céu. Fisicamente falando, ainda estamos neste mundo, mas espiritualmente não somos deste mundo.
Mesmo não sendo deste mundo, ainda estamos aqui neste mundo, e sabemos que este mundo um dia será nossa herança. Porque a Bíblia diz: «Bem-aventurados os mansos, porque eles receberão a terra por herança». Mas somos peregrinos, viajantes passando por este mundo. Nós vivemos por fé, não por vista. Por isso, a situação de Abraão é a nossa situação hoje, de maneira que em um sentido a terra de Canaã pode ser um tipo dos lugares celestiais. Porque, naquela terra, o Senhor estava ali.
O Senhor apareceu a Abraão repetidas vezes. E nessa terra você encontrará que Abraão estava ali, mas ao mesmo tempo as sete tribos de Canaã estavam ali. Agora, as tribos de Canaã representam as forças do mal. Assim que, em um sentido, a terra de Canaã, onde Abraão era um peregrino, pode representar os lugares celestiais hoje.
Enquanto Abraão esteve em Canaã, ele teve que viver por fé. Mas às vezes ele vivia por vista. Quando houve fome, ele viveu por vista. Mas o Egito tem mantimentos. Vemos naturalmente que ele foi ao Egito. E como fracassou! Pela graça de Deus, Deus o trouxe de novo a Canaã. E outra vez vemos que ele falhou. Ele desceu para a terra dos filisteus, e outra vez esteve em apuros. Graças a Deus, Deus utilizou estes apuros para discipliná-lo e para retorná-lo outra vez a Canaã.
Irmãos e irmãs, isto descreve as nossas condições? Pela graça de Deus, nós não somos deste mundo. Agora, vocês realmente sabem onde vivem? Fisicamente, sim, vivemos neste mundo. Mas não vivemos como as pessoas deste mundo. Não somos habitantes da terra.
No que concerne a esta terra, nós somos estrangeiros e peregrinos. Vivemos por fé, não por vista. As pessoas deste mundo vivem por vista, por isso procuram as coisas deste mundo; mas nós vivemos por fé, embora frequentemente fracassamos. Começamos às vezes a viver por vista. E como somos tentados por este mundo! Como se tivéssemos entrado no Egito. Se não formos até o Egito, vamos para a terra dos filisteus. Porque o Egito representa a terra, as riquezas desta terra. Como as riquezas desta terra atraem o povo de Deus! E se não formos atraídos por aquela, somos atraídos pela terra dos filisteus. Os filisteus representam a carne. E como nos rendemos às vezes a nossa carne, e perdemos a nossa fé!
Mas, graças a Deus, ele é tão misericordioso conosco. Ele se levantará por sobre as circunstâncias e os ambientes, para nos trazer de volta. Mas, estranhamente, nós vemos que estamos vivendo nos lugares celestiais. Sempre que sairmos do âmbito celestial, estaremos em apuros. Mas, graças a Deus, ele não nos deixará ir. Ele nos traz uma e outra vez de retorno a este reino celestial.
Assim, amados irmãos e irmãs, isto não é uma abstração. Os lugares celestiais são um âmbito espiritual muito real, vivo, verdadeiro. Se vocês tomarem esta frase e irem à carta aos Efésios, penso que terão a chave para tomar posse da sua herança.
Agora, todos sabem hoje que a carta aos Efésios pode ser expressa por três palavras, e eu penso que muitos conhecem o livro «Assentados, andeis, estejais firmes». Isso, em um sentido, dá-nos uma essência da carta completa.

Benções celestiais
Os primeiros dois capítulos se relacionam com esta matéria de estar assentados com Cristo nos lugares celestiais. Efésios 1:3: «Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo». Aqui encontramos toda bênção espiritual. Agora, há uma diferença entre o Novo e o Antigo Testamento. No Antigo Testamento, os filhos do Israel, eram o povo terrestre de Deus. As benções de Deus para eles eram terrestres. Se eles guardassem os mandamentos, se seguissem a Deus, ele os abençoaria com muitos filhos. Deus abençoaria a sua cesta, sua terra, seus animais. Todas as benções com que Deus abençoou os filhos de Israel são terrestres.
Mas, quando chegamos ao Novo Testamento, a ênfase muda. Não é que Deus não nos abençoou com bênção, mas esse já não é o ponto, porque nós somos filhos espirituais de Deus, de tal maneira que Deus nos abençoou com algo muito melhor que as satisfações terrenas. Deus nos abençoou com toda bênção espiritual.
Vocês sabem irmãos e irmãs, eu vejo que há uma idéia errônea, especialmente em nossos dias, porque estes são dias difíceis. Vocês sabem que o Evangelho da Prosperidade é algo que inclusive o povo de Deus está buscando. Se você amar a Deus, Deus te abençoará e te dará saúde perfeita, Deus te dará uma boa família, Deus te dará prosperidade. Terá uma casa grande, terá um Rolls-Royce. Isto demonstra que você é abençoado por Deus. Se você for fraco e doente, se não tiver filhos, se viver em uma casa pequena, se apenas tiver a medida para viver, então deve estar amaldiçoado.
Isto era verdade no Antigo Testamento, mas já não o é no Novo Testamento, porque Deus tem algo melhor para nós. Tudo o que você vê é temporário, e passará. Deus nos abençoou com o que é eterno. Ele nos abençoou com toda bênção espiritual. Não podemos pensar em nenhuma bênção espiritual com a qual Deus não nos tenha abençoado. Aquele que não poupou a seu Filho unigênito reterá alguma coisa boa de nós?
Agora, se você tentar contar estas benções espirituais, se surpreenderá. Por exemplo, quando você lê os primeiros dois capítulos de Efésios, verá que ali são enumeradas algumas destas benções espirituais. Por exemplo, ele nos escolheu antes da fundação do mundo. Isso não é maravilhoso? Antes mesmo de nascermos, antes que Adão fosse criado, antes que o mundo fosse criado, Deus já tinha te elegido. Isso não é maravilhoso? E para que te escolheu? Para que você pudesse receber a filiação. Não só para ser uma criança de Deus, mas também para ser um filho maduro ou uma filha madura de Deus.
Ele nos redimiu e perdoou os nossos pecados. Hoje gozamos do seu favor, e ele nos diz o que ele está fazendo. Naquele dia, Deus resumirá todas as coisas em Cristo. E todos nós seremos reunidos em Cristo. E não só isso, ele nos usará como instrumentos para manifestar esta recapitulação de todas as coisas em Cristo. Nós somos a sua herança, e ele é a nossa herança. Estávamos mortos em delitos e pecados, e em sua misericórdia e sua graça, ele nos salvou. E não só nos libertou com Cristo, ele nos ressuscitou juntamente com Cristo, e ele nos fez assentar junto com Cristo nos lugares celestiais.
Agora, isto é algo para o futuro? Não, não é algo para o futuro. Quando os nossos pecados foram perdoados? Não é algo para o futuro. Nossos pecados já foram perdoados. Quando fomos tirados da nossa morte? Já temos essa vida de ressurreição, a vida de Cristo em nós. Não é algo para o futuro. E da mesma maneira, quando fomos assentamos com Cristo nos lugares celestiais? Agora! Nós já fomos assentados com Cristo nos lugares celestiais. Cristo foi levantado dos mortos, e ele subiu aos céus e se assentou à mão direita de Deus.
Ele está nos lugares celestiais, ele nos introduziu nos lugares celestiais e nos assentou com ele nos lugares celestiais. O que significa estar assentado? Você se senta quando o trabalho já acabou. Da mesma forma, o nosso Senhor Jesus, depois de concluir a sua obra, subiu ao céu e se assentou à mão direita do Pai. Irmãos e irmãs, nós estamos no melhor do seu trabalho acabado. Já estamos assentados. Você não precisa trabalhar. A obra está feita. Sua obra é o nosso trabalho, e nós estamos assentados com ele.

Morar no Senhor assentado nos lugares celestiais
Onde estamos assentados? Nos lugares celestiais. Vê isto? Já estamos assentados nos lugares celestiais. E porque nos assentamos ali, todas as benções espirituais nos lugares celestiais são nossas.
Podemos utilizar outro termo, tirado do capítulo 15 de João. O Senhor disse: «Permanecei (ou habitem) em mim, e eu em vós». Vocês sabem que estar assentados com Cristo nos lugares celestiais é o mesmo que habitar ou morar nele, porque todas as bênçãos nos lugares celestiais estão em Cristo Jesus. Então, quando estamos nele, quando habitamos nele, todas as bênçãos espirituais são nossas.
Se não habitarmos em Cristo, então não receberemos o que está nele, porque não estamos morando nele. Estar assentados com, e habitar em Cristo, são uma e a mesma coisa. Então, amados irmãos e irmãs, todas as bênçãos espirituais dos capítulos 1 de Efésios e 2, estão todas em Cristo Jesus. E se você está assentado com ele, e habita nele, então todas elas são tuas, e você começará a experimentar todas estas bênçãos. A chave verdadeira está aqui. Deus já te pôs nos lugares celestiais em Cristo Jesus.
Vocês estão assentados juntos com ele hoje? Vocês habitam nele? Se você morar nele, e isso significa que está assentado com ele, você recebe aquilo que ele já tem feito. Então todas estas bênçãos espirituais não serão como uma cesta de frutas posta a uma altura inalcançável. Irmãos e irmãs, é muito simples. Se você realmente deseja tomar sua possessão, aprenda a apenas estar assentado com Cristo, aprenda a repousar em Cristo; não lute, não tente com as suas forças, porque a vida cristã é uma vida de fé. E a fé lança uma âncora em Cristo. E isto é habitar na vontade de Deus. É uma coisa diária.

Andar para testemunhar a realidade de Cristo
Se nos movermos do capítulo 3 para o capítulo 5, encontraremos outra palavra: andar. Caminhar com Cristo. O que significa isso? Significa que aquilo que recebestes quando fostes assentados com Cristo nos lugares celestiais, agora há uma oportunidade de manifestá-lo, expressando-o em sua vida a cada dia. E quando estiveres fazendo isso, este será o seu testemunho.
Agora, qual é o nosso testemunho? O nosso testemunho não é outro senão testemunhar a realidade de Cristo. Que Cristo é verdadeiro. Como você pode saber que Cristo é real? Porque ele se expressou a si mesmo em nós. E este é nosso testemunho, não só a este mundo, mas também até ao mundo invisível, porque no verso 10 do capítulo 3, diz: «…para que a multiforme sabedoria de Deus seja agora dada a conhecer por meio da igreja aos principados e potestades nos lugares celestiais».
Nosso testemunho não só alcança o mundo; como também alcança até as hostes celestiais. Eles se maravilham no que Deus tem feito em nossas vidas, como ele pode nos transformar de pecadores em santos, como ele pode nos reunir em unidade. Então vemos no capítulo 4 que esta é a nossa vida de igreja, nossa vida de corpo. E depois a nossa vida segue na sociedade e a nossa vida na família. Todas as bênçãos espirituais que recebemos em Cristo Jesus são tão verdadeiras, tão práticas, porque todas elas podem ser expressas na vida de igreja, na vida social e na vida familiar. E este testemunho é de grande alcance. Assim é este andar com Cristo nos lugares celestiais. Nós não andamos por vista, senão por fé.
Então, nada é abstrato. Não é como as pessoas dizem, quando você é muito espiritual, que você já não é mais um homem. Ao contrário, você vê que você é um homem real porque é Cristo que está sendo manifestado. E quão maravilhoso é quando você lê estes capítulos.

Em pé para a guerra espiritual
E então, finalmente, na última parte do capítulo 6, encontramos que estamos lutando com Cristo nos lugares celestiais. A guerra espiritual verdadeira está nos lugares celestiais. E a guerra espiritual verdadeira não é contra carne e sangue. Sim, temos nossas guerras com carne e sangue, e a menos que tenhamos vencido, não somos aptos para a guerra espiritual.
Há uma guerra espiritual em desenvolvimento, por trás da qual o propósito eterno de Deus será completado. Satanás está lançando mão a tudo para obstruir isso. E agora Deus utilizará a aqueles que estão assentados com ele, caminhando com ele nos lugares celestiais, para lutar esta batalha de fé. A guerra espiritual tem um objetivo: que o propósito eterno de Deus permaneça em pé, que seja realizado.
E graças a Deus, ele pode inclusive utilizar o homem para lutar contra os anjos que são mais altos que eles. Essa é a glória de Deus. Devemos estar em pé, resistir e permanecer em pé. E por último, estar em pé significa que estamos firmes para o cumprimento do propósito eterno de Deus.
Amados irmãos e irmãs, toda esta carta aos Efésios é altamente espiritual, mas profundamente prática. E é muito simples: assentados com Cristo nos lugares celestiais, caminhando com Cristo nos lugares celestiais, e lutando com Cristo nos lugares celestiais. Que esta carta seja a nossa possessão.
Stephen Kaung.

Do individual ao coletivo (I)

"Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para vivermos segundo a carne..." (Rom. 8.12).

O livro de Romanos vai revelando, pelo evangelho, de fé em fé a justiça de Deus (Rom. 1.17). Mas o evangelho no livro de Romanos vai muito além da obra sacrificial de Cristo. Paulo quando escreve aos Romanos diz que estava pronto para anunciar o evangelho também aos irmãos que estavam em Roma.

Mas como pregar o evangelho, eles já não eram irmãos? Já eram amados de Deus (1.7). No capítulo 16 Paulo saúda a vários irmãos, inclusive a Prisca e a Áquila seus cooperadores e a Apeles, um irmão aprovado em Cristo, entre outros (Rom. 16.10). O evangelho, como relata Paulo nos versos 3 a 6 de Romanos capítulo 1, é toda a graça que está em Cristo Jesus, algo que começa do individual e passa depois para o coletivo.

A Igreja do Senhor tem recebido revelação clara que o viver dos irmãos como cristãos deve passar do individual para o coletivo, pois num momento da nossa vida cristã é necessário entrarmos em Romanos 12.1- 2. Ali não é um sacrifício pelo pecado, mas um holocausto. Na lei era necessário primeiro fazer um sacrifício pelo pecado, e o sacrifício pelo pecado envolvia a morte de um inocente no lugar do pecador. Neste sacrifício havia o derramamento de sangue e a morte. Isto nos ensina os capítulos 3 a 7 de Romanos. O sacrifício do Cordeiro de Deus: "Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios" (Rom. 5.6).

O Senhor Jesus, o nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado por nós. Derramou o seu sangue para perdão dos nossos pecados (Rom. 3.21-25), nos atraiu nEle e nos fez morrer juntamente com Ele para que morrêssemos para o pecado (Rom. 6.1-7), e nos deu vida na ressurreição, nos fazendo assentar com Ele nos lugares celestiais (Ef. 2.5-6).

Morremos para a lei pelo corpo de Cristo para vivermos em novidade de vida. Uma experiência individual com o Senhor de perdão, justificação, e libertação. Mas aquele que predestinou, também chamou, justificou e glorificou (Rom. 8.30). A predestinação, o chamamento e a justificação são pessoais, mas a glorificação é coletiva.

De Romanos 9 a 11 Paulo faz uma pausa para falar da nação de Israel, mas no capítulo 12 ele entra na glorificação, na experiência coletiva dos filhos de Deus. O sacrifício que fala em Romanos 12, nos versos 1 e 2, não é pelo pecado, individual, mas um holocausto, algo coletivo. Um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Não o sacrifício de alguém que está morto em delitos e em pecados, mas o sacrifício de vários que receberam vida do alto, e que foram feitos santos pela vida do Senhor neles (Col. 1.22).

http://www.aguasvivas.ws/

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Ceia do Senhor ou "Santa Ceia"?

Interessante. Pelo que sei todos os reformadores rejeitaram essa denominaçao Santa Ceia, que é algo totalmente católico, ligado a Eucaristia. Mas posso estar equivocado.
 
O que temos na Biblia é a Ceia do Senhor, que nao é caracterizada como santa. É apenas um momento solene, especial. Até podemos considerá-lo sagrado no sentido de muitissimo especial. Mas dai a chamá-lo de SANTO.... Talvez nao seja o caso. 
 
Os batistas entendem que a Ceia do Senhor é a SEGUNDA ORDENANÇA do Senhor Jesus, sendo a primeira o batismo. E só.
 
Mas nao temos frequencia definida para sua realizaçao. Algumas igrejas a tem mensalmente. Outras, bimensalmente. Outras, a cada semana ou quinzenal. Até nisso a autonomia das igrejas locais batistas é livre. 
 
Mas concordo, plenamente, que é um momento impar na vida da igreja. É um memorial da MORTE do Senhor Jesus, quando ele instruiu que se ANUNCIASSE sua morte até que Ele venha (parousia).
 
Interessante, é um momento FUNDAMENTAL E IDEAL para se perguntar se alguem presente que ainda nao tem Jesus como Salvador e Senhor quer publicamente aceitá-lo, no meu entender. Momento propicio para apelar ao pecador (no melhor sentido).
 
A mensagem central da Ceia do Senhor está muito bem exposta por Paulo na Primeira Carta aos Corintios cap.11. v23 até 29.
 
A atençao especial se deve dar ao verso 28. Se for bem exposto o que dele emana, a Ceia DEVE ser aberta, ou seja, todos presentes sao convidados a participar. Na minha opiniao a Ceia restrita, semi-restrita ou semi-aberta, trás dificuldades para a Igreja. Pois quem é que vai censurar e dizer que este ou aquele nao pode ceiar? Por isso o EXAMINE-SE POIS A SI MESMO...
 
Claro, lembrando, minha ótica é a batista, sem radicalismo, dogmatismo ou sectarismo.
 
O entendimento das igrejas locais diferencia em que dessas posiçoes?
 
Alguem sabe como é no meio metodista, assembleiano e presbiteriano?
 
Sei que episcopais e luteranos consideram a Ceia do Senhor como Sacramento. Mas isso é um dogmatismo. 
 
Parece que presbiterianos e metodistas tambem, mas nao estou certo. 
 
E ainda tem a questao da transubstanciaçao, consubstanciaçao e apenas memorial. Os batista consideram apenas o memorial.
 
Abracos
 
jose fernando

segunda-feira, 4 de junho de 2012

“O governo do Anticristo”


Lições Bíblicas: “O governo do Anticristo”


Lição 10 — 2.° trimestre de 2012


O assunto da revista agora muda das cartas às igrejas da Ásia para o Anticristo, mas convém lembrar que todo o livro de Apocalipse é dirigido a elas igrejas (Ap 1.4). Portanto, o tema é do interesse de todos os tipos de igreja, desde a morna e a morta, até a que a que pratica o amor perfeito.

Quem é o Anticristo

O autor, seguindo o pensamento assembleiano tradicional, afirma que o Anticristo é uma pessoa. Sem dúvida, o mundo conhecerá um poderoso governante (sobre a extensão de seu governo, ver a seção seguinte), que na tradição cristã é chamado assim. No entanto, o termo “anticristo” aparece apenas nas cartas de João (1Jo 2.18,22; 4.3; 2Jo 7), e ali parece indicar uma tendência, não uma pessoa em particular, tanto que o termo também é usado no plural (2.18; compare com “enganadores”, 2Jo 7). O nome Anticristo não parece no livro de Apocalipse. Esse líder satânico, na profecia de João, é denominado “a besta” (Ap 13). Por essa razão, alguns autores preferem se referir a ele como o “homem do pecado” (2Ts 2.3). Um estudo honesto, mesmo que não muito aprofundado, irá determinar que nada liga o “anticristo” das cartas à “besta” (reino/ personagem) do Apocalipse de João. Embora, por força da tradição, não seja errado utilizar o nome Anticristo (com letra maiúscula neste artigo) para indicar a personagem, penso que a expressão “homem do pecado” pode ser mais facilmente ligada à “besta do mar” (Ap 13.1), ou seja o Anticristo (a “besta da terra”, de Ap 13.11, é outra personagem, o Falso Profeta) .

O “espírito do anticristo” já opera no mundo desde os tempos do apóstolo (1Jo 4.3). Pela interpretação que prefiro, não seria a pessoa/ personagem, mas a base sobre a qual a “besta” assentará o seu governo. Lembre os seus alunos de nos dias atuais, mais do que nunca, o cristianismo tem sido combatido, tanto pela ditadura do politicamente “correto” (que tem incitado o discurso preconceituoso contra a Bíblia, considerada, por exemplo, um livro “homofóbico”), quanto pela rejeição aberta à ética judaico-cristã como padrão desejável de conduta. Já existe até quem fale em “mundo pós-cristão”. Sugiro que você pesquise o assunto a fim de passar exemplos atuais e convincentes aos seus alunos.

O aparecimento do Anticristo

Na concepção pré-tribulacionista (segundo a qual o arrebatamento da Igreja ocorrerá antes da grande tribulação), o governo do Anticristo será instaurado no período da Grande Tribulação. Seria interessante que você se inteirasse dos argumentos apresentados por outras vertentes teológicas sobre esse tema. A principal razão é que, em suma, a cronologia das últimas coisas não passa de especulação, embora os nossos mestres (assembleianos) tenham o péssimo hábito de apresentar a teologia dispensacionalista como “bíblica” e as demais como “antibíblicas”. Isso é desonestidade intelectual, e o bom professor não pode concordar com tal atitude. Outra razão é que os alunos podem questioná-lo sobre o assunto, e você precisa estar preparado. Ainda que a sua convicção coincida com o o pensamento assembleiano tradicional, você precisa estar ciente de que nesse terreno tão especulativo, quase tudo deve ser encarado como possibilidade, não como dogma. Sugiro que você consulte Teologia sistemática: uma perspectiva pentecostal, de J. Rodman Williams (São Paulo: Vida, 2011; para uma resenha dessa obra, leia aqui; não confundir com a obra homônima lançada pela CPAD).

O sustento do governo do Anticristo

Destacam-se o “dragão” (Satanás), que deu autoridade à “besta do mar” (Ap 13.4) e o Falso Profeta (a “besta da terra”). De acordo com o autor, o Falso Profeta realizará o milagre da ressurreição do Anticristo. Na primeira seção, referi-me à “besta do mar” como reino e personagem. Isso porque essa besta tem dez chifres, que representam dez reinos sob a autoridade do “homem do pecado”. Assim, o termo “besta” pode se referir à personagem ou ao reino composto por dez federações ou Estados. Em Apocalipse 13.3, lemos que “uma de suas cabeças [foi] como ferida de morte”, mas “a sua chaga mortal foi curada” por intervenção da “besta da terra”. É dito no comentário (e é a crença de muitos teólogos pentecostais) que o Anticristo (personagem), provavelmente dado como morto num atentado, reaparecerá como ressuscitado pelo Falso Profeta, causando admiração e temor no mundo. Entretanto, como a ferida é de “uma de suas cabeças”, prefiro crer que se trata de uma nações confederadas que foi salva da destruição graças à habilidade política ou à estratégia militar da segunda besta. Não faz muito sentido o Anticristo ser representado nesse contexto apenas por uma das dez cabeças.

A plataforma de governo do Anticristo

Outra ideia geralmente aceita, não só entre os pentecostais é que o Anticristo será um ditador mundial, isto é, governará literalmente todas as nações da terra. A voz discordante é a de Finis Dake (aquele mesmo, da famosa Bíblia; leia aqui). Segundo ele, os domínios do Anticristo estão limitados ao território do antigo Império Romano (dessa forma, jamais chegará ao continente americano, por exemplo). Apresento aqui alguns de seus argumentos e afirmo que são dignos de toda a atenção e bastante convincentes. Vejamos alguns deles em resumo, nas minhas palavras:


1. O Anticristo recebeu poder “sobre toda tribo, e língua, e nação” (Ap 13.7). Vejam-se também as expressões “todos os que habitam sobre a terra” (v. 8), “todos, pequenos e grandes” (v. 16) e “ninguém” (v. 17). Para muitos, isso parece indicar um governo mundial, mas a expressão pode muito bem se referir ao território alcançado pelos dez reinos. Entretanto trata-se de uma sinédoque, figura de linguagem, em que o todo significa a parte. Para exemplificar, foi profetizado que a Grécia “terá domínio sobre toda a terra” (Dn 2.38), e o mesmo se disse de Roma (Dn 7.23,24), mas nenhum desses reino governou de fato o mundo todo (nunca chegaram à China, por exemplo). “Toda tribo” etc. significa os povos sob o domínio do Anticristo, não do mundo todo.


2. A jurisdição do Anticristo está limitada a dez reinos, representados nas dez cabeças da “besta do mar” (Ap 17.12,13). (Ponderação minha: Pode-se alegar que dez grupos de nações, como o Mercado Comum Europeu, poderão abranger todos os países do mundo, mas isso não pode ser provado e me aprece pouco provável.)

3. De acordo com Daniel 7.7,8,23,24, esse território está definido como o mesmo do antigo Império Romano.

4. Israel irá se refugiar em Edom e Moabe (Dn 11.41). Se esses países fossem governados pelo Anticristo, de que adiantaria fugir para lá?

5. O Anticristo receberá “notícias do Leste e do Norte, que o encherão de medo. Furioso, ele sairá com os seus soldados, resolvido a matar muita gente. Armará o seu acampamento entre o mar Mediterrâneo e o lindo monte sagrado” (Dn 11.44,45, NTLH). Várias nações decidem atacá-lo, o que demonstra que são são submissas a ele.

6. “Três espíritos imundos, semelhantes a rãs” sairão em missão diplomática aos “reis de todo o mundo” para convencê-los a se unir com o Anticristo no Armagedom.

7. Se todos os que receberem o sinal da besta foram para o inferno (Ap 14.9-11) e o Anticristo matou todos os que não receberam o seu sinal, não restaria ninguém para habitar na terra durante o Milênio (Dake Acredita no Milênio literal). E como o Anticristo conseguiria matar tanta gente, até o último lugar habitado do mundo, em apenas dois anos e meio?

Viram? No total, são 15 argumentos, que podem ser consultados na Bíblia de estudo Dake (Atos; CPAD: 2009), páginas 2050-1. Por Judson Canto • Postado em Escola dominical

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domingo, 3 de junho de 2012

ORAÇÃO PELA IGREJA PERSEGUIDA

O Domingo da Igreja Perseguida é um dia em que pessoas que se importam com a atual e crescente intolerância religiosa se mobilizam e agem em favor dos cristãos perseguidos.
 
Acredite: ainda hoje muitos são expulsos de suas casas e empregos porque seguem a Jesus Cristo. Muitas nações e governos demonstram seu descontentamento de forma cruel. Na Eritreia, por exemplo, cristãos são encarcerados em contêineres de metal. Preocupados com a honra da família, muitos pais não apenas permitem, mas causam a morte do familiar que escolheu o cristianismo.

 
Mas você pode fazer diferença na vida desses cristãos e tornar-se um com eles.

O QUE É?


O DIP – Domingo da Igreja Perseguida - é um evento patrocinado pela Portas Abertas, que tem o objetivo de conscientizar a Igreja brasileira sobre a violação dos direitos de crença dos cristãos ao redor do mundo.

 
Em pleno século 21, cerca de 100 milhões de cristãos enfrentam hostilidade e perseguição religiosa pelo simples fato de seguir a Cristo. Essa intolerância acontece de várias maneiras: por meio do governo, da sociedade e, principalmente, da família. E as consequências da fé são, muitas vezes, encarceramento, agressões físicas e psicológicas, ameaças, perda de emprego, além da morte.

 
Para amenizar essas dificuldades, a Portas Abertas realiza o DIP todos os anos, como forma de mobilizar os cristãos livres para orar, divulgar e atender às necessidades dos cristãos que não têm voz própria, em países como Coreia do Norte, Irã, Afeganistão, Eritreia, Nigéria, Colômbia, entre outros.

 
Por isso, quando você e sua igreja se comprometem a organizar este evento, vocês estão representando cristãos de todo o mundo que não desfrutam da mesma liberdade de fé e de expressão de amor a Deus, como vocês fazem.

 
Realizar o DIP significa lembrar-se e agir em favor dessa parte do Corpo de Cristo que necessita de oração, de modo que sua realidade seja divulgada entre os cristãos brasileiros. Afinal, menos de 25 mil brasileiros estão envolvidos diretamente com a causa da Igreja Perseguida – esta que enfrenta perseguição religiosa.

 
Mas você pode mudar essa realidade.

  
Valnice Milhomens