domingo, 30 de setembro de 2012

Orgulho... De Quê?

"Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade..." (Salmos 24":3, 4).


Duas senhoras, em Xangai, estavam conversando sobre Hudson
Taylor, desejando saber se, alguma vez, ele se sentiu
tentado a ser orgulhoso. Uma das senhoras se dirigiu à
esposa de Hudson Taylor e lhe fez a pergunta. A esposa do
missionário disse que não sabia responder a tal pergunta.

Mas, depois da conversa, ela foi até o marido e lhe falou

sobre o assunto. Ele se mostrou surpreso e perguntou:

"Orgulhoso, de quê?" 

A esposa respondeu: "Pelas coisas que
você fez". Imediatamente, então, ela recebeu a bela
resposta: "Que eu saiba, nunca fiz nada". Taylor estava
certo. Ele nunca fez qualquer coisa. Deus fez tudo nele e
através dele.

Que grande privilégio é saber que Deus faz grandes e
maravilhosas coisas, tanto em nossas vidas como através
delas. Quando isso acontece, nós somos muito abençoados e as
pessoas que estão junto a nós também o são.

Quando deixamos Deus trabalhar em nossas vidas, andamos no
caminho certo, fazemos o que é correto e somos muito mais
felizes. A nossa vida transmite fé, o nosso rosto mostra um
sorriso inigualável, nossas atitudes são dignas de serem
imitadas, os ambientes são iluminados e o nome de Jesus é
sempre glorificado e engrandecido.

De que devemos nos orgulhar? Não de nós mesmos, nem do que
fazemos, nem dos resultados de nosso trabalho. Nós nos
orgulhamos pelo fato de termos sido escolhidos, de estarmos
sendo usados por Deus, de ser um canal de regozijo para
todos. Nada somos e, ao mesmo tempo, somos tudo. Somos
filhos de Deus e herdeiros do Céu de glória. Essa é a grande
razão de nosso contentamento.

A vaidade é o caminho mais rápido para o fracasso. A
humildade nos leva muito mais longe... Afinal, ter orgulho
de quê?

Canal aberto com Bruno Barbosa -- Diariamente de 10:30 às 12:00 horas

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Paulo Barbosa
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sábado, 29 de setembro de 2012

O SENHOR ESTAVA AÍ

Ao chegarmos à casa de duas irmãs para uma visita pastoral, meu esposo e eu paramos pasmados com o vozerio. Aquelas irmãs, sem notar a nossa presença, agrediam o vizinho com insultos grosseiros. Até palavras obscenas feriram nossos ouvidos, machucando ainda mais o vizinho atônito.

Sugeri ao meu esposo que fôssemos embora; o constrangimento seria grande demais quando nos vissem. "Agora é que precisam mais do pastor com um bom conselho". Ele respondeu cumprimentando as irmãs em seguida. A mais velha começou a chorar, enquanto a outra, muito vermelha de vergonha, procurava ocultar o rosto.

- Pastor, o senhor estava aí?

- Minhas irmãs, muito antes de nós, Deus já estava aqui. Ele é onisciente e onipresente. Vê e ouve tudo.


"Eis que os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR,
e ele pesa todas as suas veredas..."

Provérbios 5.21


Autor: Carolina C. - Revista Visão Missionária, 4T2002.

Sorriso da África





África, Qual o Motivo Deste Riso?

Mais um dia vai terminando, não há luz nas ruas, nem nos lares,
Noite sem luar, todos já se aquietaram em seu cantinho
Assentamo-nos pertinho um dos outros, na África até homens dão-se as mãos em sinal de amizade ou familiaridade.

Ouve-se as vozes, cada um conta um pouco, o assunto não importa. Onde há amor não há assunto desinteressante

De repente um sorri. Seus dentes brancos, alvos como a neve, surgem como luz de neon na escuridão.
As crianças ainda despertas riem do riso alheio, riem por rir, riem porque são puras e sem fardos pelo dia vindouro.
A mama que havia tentado fazer os pequenos se calarem, desistiu e apaixonada por eles começa a rir também.
Alguns que haviam trazido suas esteiras para fora põe a cabeça pra fora do lençol e pedem para repetir o motivo do riso.
Mesmo sem explicação, também começam a rir, logo todos estamos rindo..

Aí eu me perguntei, afinal de onde nasceu este riso?
Nasceu de um riso sem causa ou razão...
É o riso da África, riso de esperança de dias melhores,
Riso da fé que crê num Deus que um dia vai mudar a vida deles.
Riso de saudade de um dia do futuro onde haverá paz e as guerras se findarão.

Ei, Venha Sorrir conosco, ensina-nos a viver melhor que te ensinaremos a rir melhor.

Sudão, Margem Esquerda do Nilo Branco, 29.09.12.

Anezio Massuia


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Modelo de discipulado UM A UM


Caso houve apenas um cristão no mundo e esse se determinasse a ganhar a cada ano uma pessoa, capacitando-a e treinando para que também fizesse o mesmo. No segundo ano se repetiria essa determinação, agora com dois cristãos motivados a alcançarem outras duas pessoas e assim acontecesse consecutivamente, dobrando-se o número de alcançados a cada ano. O que aconteceria ao final de três décadas? Infelizmente esse método, embora pareça ser muito simples, nunca foi colocado verdadeiramente em prática por alguns anos.

Vejamos no quadro abaixo que haveria um crescimento geométrico da Igreja do Senhor Jesus Cristo. Em apenas 33 anos toda a população do mundo, atualmente estimada em cerca de seis bilhões de pessoas, seria alcançada para o Reino de Jesus. Embora isso possa parecer uma utopia, vamos aos números.

Anos

Número de discípulos

01
02
02
04
03
08
04
16
05
32
06
64
07
128
08
256
09
512
10
1.024
11
2.048
12
4.096
13
8.192
14
16.384
15
32.768
16
65.536
17
131.072
18
262.144
19
524.288
20
1.048.576
21
2.097.152
22
4.194.304
23
8.388.608
24
16.777.216
25
33.554.432
26
67.108.864
27
164.217.728
28
268.435.456
29
536.870.912
30
1.073.741.824
31
2.147.483.648
32
4.294.967.296
33
8.589.934.592


“E as coisas que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar a outros".  II Timóteo 2.2

Vamos tratar neste estudo da formação de lideranças dentro do conceito:- Cada membro é um ministro, cada crente é um discípulo ganhador de almas. O discípulo cristão é um líder gerado com o ideal de ser igual a Cristo.

Grupo de Cristo – O grupo gerado por Jesus Cristo compunha-se basicamente de 12 discípulos que se tornaram os apóstolos. Jesus passou-lhes, no dia a dia, as qualidades do seu caráter, transmitiu-lhes a mesma unção do Espírito Santo que estava sobre Ele.

O líder deve ter o caráter do Mestre nos relacionamentos, no servir, no poder sobre o pecado, enfim no amar. Deve ser um imitador de Cristo. Deste modo, os demais líderes gerados herdarão esse mesmo caráter.

Imitadores de Cristo:- O mesmo Espírito que capacitou a Jesus Cristo (homem) em seu ministério terreno, também nos capacita em nossa jornada na terra, João 16. 12 a 15. As mesmas obras operadas por Jesus, e obras maiores ainda poderemos fazer através do poder do Espírito Santo (João 14.12). As obras não são somente os milagres em si, são acima de tudo obras de amor.

A grande característica do discípulo é a de ser imitador do Mestre. O líder, por isso, deve ser um imitador de Cristo. Ele nos amou até o fim, assim também a grande qualidade do líder deve ser a de amar.

Jesus amou a todos, principalmente ao grupo que andou com Ele, e em especial aos doze, inclusive a Judas que o traiu, mas não se arrependeu, inclusive a Pedro, que o negou, e aos outros que o abandonaram na cruz. O Mestre reabilitou a todos e só se perdeu o filho da perdição (João 16. 32, João 17. 9 a 18...).

Finalmente Jesus derramou no dia de Pentecostes uma grande unção de poder sobre os 120 que obedeceram ao mandado de ficar em Jerusalém, experiência essa repetida várias vezes, centenas, milhares de vezes, através da história da Igreja. Experiência essa que também é para os nossos dias. O enchimento do Espírito Santo tem feito a diferença nas vidas dos salvos e na Igreja de Cristo.

Assim como Jesus amou e capacitou os apóstolos, também o líder deve amar e capacitar seus liderados. "Uma das qualidades essenciais do pastor é formar outros pastores iguais a Jesus”.

Paulo - O apóstolo Paulo pede em pelo menos 4 vezes que os leitores o imitassem. Em I Coríntios 4.14 a 16 fala que "os havia gerado e que fossem seus imitadores". Em I Coríntios 11.1-2, pede que o imitassem como ele imitava a Cristo, e os louvava porque retinham as tradições (ensinamentos) exatamente como ele as havia transmitido. Outras passagens:- Filipenses 3.17, I Tessalonicenses 1.6 e 7 – Não só haviam imitado a Paulo como também eram modelo para os crentes de outras cidades e países, fato que é mencionado no capítulo 2.14; além de imitar a Paulo, as igrejas imitavam as igrejas da Judéia. Novamente repetido em II Tessalonicenses 3. 6-8. Também aconselha Timóteo: a permanecer naquilo que havia aprendido – II Timóteo 3.14; observe bem a profundidade de II Timóteo 1. 13:- "Retenha, com fé e amor em Cristo Jesus, o modelo da sã doutrina que você aprendeu de mim".

Estratégia de Paulo:- O método usado por Paulo, como o de Jesus Cristo, não era o de trabalhar com as multidões. Trabalhava com os pequenos grupos. Esse método é visto claramente no conselho a Timóteo de passar a homens fiéis (discípulos) os ensinamentos recebidos do Apóstolo a fim de ensinarem a outros – II Timóteo 2.2 Observe a cadeia a ser formada:- Paulo havia passado o que recebera do Mestre a muitas pessoas, uma delas era Timóteo, este passaria a um grupo os ensinamentos recebidos de Paulo, cada pessoa do grupo seria capacitada a passar os ensinamentos a pessoas de outros grupos, e assim por diante. Por ensinamentos estão incluídos também a unção do enchimento do Espírito, do recebimento de dons espirituais, de ministérios, de consagrações, etc.

Também o autor da carta aos Hebreus no capítulo 13.7 ensina os leitores a imitarem a fé de seus líderes.

Etapas a serem cumpridas:-

1.   Escolha.
Jesus quando escolheu os doze não olhou suas capacitações humanas e sim aquilo que poderiam realizar capacitados pelo Espírito Santo. Aos nossos olhos humanos aqueles doze não passariam no primeiro teste. Por isso a escolha foi precedida de muita oração, sendo a qualificação espiritual, o invisível que pesou na escolha. Paulo aconselha Timóteo a transmitir os ensinamentos a homens fiéis, idôneos, capazes, o que pesaria seria a fidelidade espiritual e a material.

2.    Ensinamentos.
No evangelho segundo Mateus, a partir do capítulo 5, nós vemos Jesus ensinando as multidões. No entanto, seus ensinamentos mais específicos eram dirigidos ao grupo pequeno. Podemos ver nas bem-aventuranças que as promessas eram destinadas aos fiéis. Os valores morais vigentes não foram rebaixados e sim exaltados a um nível mais alto para os discípulos. "Pois eu lhes digo que se a justiça de vocês não exceder em muito a dos fariseus e mestres da lei, de modo nenhum entrarão no Reino dos céus" (Mateus 5.20).

Assim devemos hoje passar aos liderados não apenas a certeza da salvação e a busca do enchimento do Espírito Santo. Devemos também capacitá-los, treiná-los, transmitir-lhes a unção do Alto que repousa sobre as nossas vidas. Promover uma libertação completa das amarras do inimigo, das raízes de amargura. O Senhor quer para os nossos dias uma Igreja pronta para o encontro com o noivo, nas bodas do Cordeiro.

Dessa forma, somente dessa forma, poderemos sonhar e ver o nosso sonho se tornar realidade na conquista de nossas cidades para o senhorio de Jesus Cristo, nosso Senhor.

Em Cristo,

Ivo Gomes do Prado.

As setes eras (Dispensações) das Escrituras


1. A Era da Inocência: inicia coma criação do homem e termina com sua queda e seu julgamento. Gn. 2 e 3

2. A Era da Consciência: compreende entra a queda e o dilúvio. O homem reconhece o bem e o mal, porém se decide pelo mal. A consequência é o juízo. Gn. 3:7 até 7:11.

3. A Era da Autoridade Humana: abrange o tempo entre o final do dilúvio até a construção da torre de Babel. Gn. 9:11 até 11:8.

4. A Era da Promessa: começa com a promessa a Abrão, que Deus outorgou, exigindo em contrapartida, a fé. Gn. 12 até Êx. 1.

5. A Era da Lei: tem seu início com a entrega dos mandamentos no Sinai. Êx. 19; Rm. 10:5; Gl. 3:10; e termina no Gólgota.

6. A Era Contemporânea da Graça, da Igreja: abrange desde a morte de Jesus Cristo até a segunda vinda do Senhor. A condição estabelecida é: crer no Senhor Jesus. At. 2.

7. A Era do Milênio: principia com a vinda de Jesus em majestade e glória, Mt 25:31; Ap. 19:11; e termina com o juízo final diante do trono branco, Ap. 20:11. A isto segue o eterno e imutável estado de novo céu e nova terra. Ap. 21:1.

Luciano Stefanini Pinheiro

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

EU SOU

Para refletir...(19-20/09/12)
EU SOU

"Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos
de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a
vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?
E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim
dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós" (Êxodo
3":13, 14).

O bispo Beveridge ilustra, de maneira fabulosa, um dos nomes
pelo qual Deus escolheu para Si mesmo: "EU SOU". Ele não
disse, Eu sou sua luz, seu guia, sua força ou torre, mas só,
EU SOU. Ele colocou Suas mãos, como que em branco, para que
as pessoas pudessem escrever, debaixo delas, o que
desejassem. Como se estivesse dizendo: São eles fracos? Eu
Sou forte. São eles pobres? Eu Sou riqueza. Estão eles em
apuros? Eu Sou socorro. Estão eles doentes? Eu Sou saúde.
Estão eles morrendo? Eu Sou vida eterna. Não têm eles nada?
Eu Sou tudo. Eu Sou sabedoria e poder. Eu Sou justiça e
misericórdia. Eu Sou graça e bondade. Eu Sou glória, beleza,
santidade, perfeição, eternidade. O Senhor, EU SOU.

O Senhor é tudo para nós. Ele é o motivo de nossa alegria e
felicidade. Ele é o nosso Senhor e Salvador, o Companheiro
para todas as horas e todas as circunstâncias. Sem Ele nada
somos e sem Ele nada podemos fazer.

Ele é o Pão que desceu do céu, a fonte onde bebemos e jamais
temos sede, a Rocha onde nos firmamos, o Tesouro mais
precioso que trazemos guardado no peito.

Quando as tristezas da vida nos atingem, Ele nos anima e nos
enche de gozo. Quando as lutas começam a nos tirar as
forças, Ele fortalece nossa esperança. Quando nosso caminho
parece cercado de trevas e desilusões, Ele é a Luz que nos
conduz à vitória almejada.

Ele é, sim, o Deus EU SOU. E a nossa felicidade é garantida
quando EU SOU é o nosso Deus, quando cremos em Seus cuidados
e proteção, quando O deixamos dirigir nossas vidas.


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sábado, 15 de setembro de 2012

Declaração de Fé - Comunidade Cristã de Ribeirão Preto.


1) A Palavra de Deus: Cremos na Bíblia Sagrada como a Palavra de Deus revelada à humanidade. Ela foi escrita por homens, mas totalmente inspirada pelo Espírito Santo. Por isso nos traz a perfeita vontade de Deus e não contém erros, sendo nossa única e inquestionável fonte de fé e prática. Nenhum outro livro ou ensino pode ser equiparado a ela. A Bíblia contém todo o conselho de Deus para a nossa vida. Por isso não se pode tirar nem acrescentar nada ao seu conteúdo, composto por sessenta e seis livros, trinta e nove no Antigo Testamento e vinte e sete no Novo Testamento.
2) O Único Deus: Cremos num único Deus, que subsiste eternamente em três pessoas distintas e indivisíveis: Pai, Filho e Espírito Santo, cada uma coexistindo com as outras em perfeita harmonia e trazendo a total essência divina, desde a eternidade e para sempre. Esse Deus único é auto-suficiente, eterno, imutável, onipotente, onisciente e onipresente, criador de todas as coisas, as quais fez a partir do nada, pelo poder da Sua palavra. Fora d'Ele não há outros deuses, apenas criaturas. Por isso somente Ele é digno de receber adoração.
3) O pecado: Cremos que Deus criou o ser humano moralmente perfeito e livre, mas este, pecando, caiu do estado original de perfeição, perdendo a comunhão com o Criador e o direito à vida eterna, ficando condenado à perdição e escravo da desobediência, condição que se estabeleceu sobre todos os seres humanos, sem exceção.
4) A obra de Cristo: Cremos que Deus em seu infinito amor e misericórdia providenciou um caminho de salvação para a humanidade, uma vez que as ações dos homens não poderiam salvá-los. O oferta da salvação foi selada através da obra de Jesus Cristo. Ele, sendo Filho Unigênito de Deus, encarnou, tornando-se humano, viveu uma vida perfeita neste mundo, sem nenhum pecado; morreu na cruz em lugar dos pecadores, pagando o preço das transgressões de toda a humanidade; foi ressuscitado por Deus ao terceiro dia, vencendo a morte; foi glorificado nas alturas, acima de toda autoridade humana e espiritual. Assim, Jesus é o único Salvador e o único intermediário entre Deus e os homens. À parte da obra salvadora de Jesus é impossível alcançar a vida eterna.
5) A salvação: Cremos que o acesso à salvação é desfrutado individualmente, a partir de uma obra realizada pelo Espírito Santo no coração humano e que redunda em consciência do pecado, arrependimento e mudança de vida, que a Bíblia chama de novo nascimento. Essa salvação eterna é alcançada pela fé pessoal em Cristo e sua obra, não sendo, porém, mera crença, mas a decisão de confiar inteiramente na graça, renegar o pecado e submeter-se à autoridade de Cristo e à sua vontade revelada na Bíblia Sagrada.
6) O ministério do Espírito Santo: Cremos na obra do Espírito Santo como agente santificador e capacitador da Igreja e guia pessoal de cada cristão, sendo sua atuação hoje como foi desde o tempo dos primeiros apóstolos de Cristo, concedendo ministérios, distribuindo dons e manifestações sobrenaturais aos crentes a partir do batismo no Espírito Santo, experiência pessoal e distinta do novo nascimento disponível a todo o que crê.
7) A Igreja: Cremos que a Igreja é o corpo de Cristo na Terra, composta por todos aqueles que nasceram de novo e se submeteram ao seu senhorio e à sua palavra, independente de época ou lugar.
8) As ordenanças: Cremos que o batismo nas águas e a ceia do Senhor são as ordenanças instituídas por Jesus. Delas devem participar somente as pessoas salvas e comprometidas com Ele, sendo o batismo sinal da aliança do crente com Cristo, sua forma por imersão, representando a morte para a velha vida e o novo nascimento, podendo ser ministrado apenas àqueles que conscientemente se arrependem e assumem a fé em Jesus Cristo. A ceia do Senhor, celebração cujos elementos simbólicos são o pão e o vinho, deve ser compartilhada regularmente, como forma de lembrança e anúncio da morte de Jesus por nós, até que Ele volte. Uma vez a Igreja reunida e os elementos consagrados, a participação na Ceia do Senhor é a nossa comunhão com o corpo e o sangue de Jesus. Embora o pão continue sendo pão e o vinho permaneça vinho, sua presença espiritual em nós e entre nós é real.
9) A volta de Cristo: Cremos que Jesus Cristo voltará visível e corporalmente a esta Terra para julgar os mortos e os vivos e estabelecer seu reino eterno, do qual participarão apenas os que receberam a salvação e perseveraram na fé até o fim.
10) O juízo final: Cremos que todos os homens não salvos, os que não se arrependeram e não abraçaram a fé em Jesus Cristo, passarão pelo juízo final no último dia, serão julgados conforme as suas obras e lançados irreversivelmente em trevas e tormento eterno, fora da presença de Deus.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Aline Barros: “Ressuscita-me” é alvo de análise de pastor

A cantora gospel Aline Barros está em um bom momento de sua vida: após o nascimento de sua filha Maria Catherine e lançamento de seu novo CD infantil “Aline Barros & Cia. 3″, a cantora recebeu o disco de diamante pelo seu último CD chamado “Estraordinário Amor de Deus”. Um dos carros-chefe do álbum é a música “Ressuscita-me”, que tem feito muito sucesso nas igrejas.

O pastor Ciro Sanches Zibordi, contudo, resolveu fazer uma minuciosa análise da letra da música.

Confira abaixo a análise, retirada do blog pessoal do pastor Zibordi:

A canção “Ressuscita-me” tem sido bastante entoada pelos evangélicos. Sua melodia é bonita e envolvente — admito —, mas a sua letra está de acordo com as Escrituras? Tenho recebido vários pedidos por e-mail para analisá-la. E resolvi atender a essas solicitações.

Adianto que esta abordagem respeita a licença poética, mas prioriza a Palavra de Deus (1 Co 4.6; At 17.10,11; Gl 1.6-8). Afinal, como crentes espirituais, devemos discernir bem tudo (canções, pregações, profecias, milagres, manifestações, etc.), a fim de retermos somente o que é bom (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21).

“Mestre, eu preciso de um milagre. Transforma minha vida, meu estado. Faz tempo que eu não vejo a luz do dia. Estão tentando sepultar minha alegria, tentando ver meus sonhos cancelados”. Não vejo problemas no início da composição em análise, visto que todos nós, mesmo salvos, passamos por momentos difíceis em que nos sentimos perseguidos, isolados, como que presos em um lugar escuro, sufocante, “no vale da sombra da morte” (Sl 23.4). Nessas circunstâncias, é evidente que ansiamos por um grande milagre.

“Lázaro ouviu a sua voz, quando aquela pedra removeu. Depois de quatro dias ele reviveu”. Aqui, como se vê, a construção frasal não ficou boa. Quem removeu a pedra? Com base na licença poética, prefiro acreditar que o compositor referiu-se aos homens que removeram a pedra, naquela ocasião (Jo 11.39-41), haja vista Lázaro, morto e amarrado, não ter a mínima condição de fazer isso — segundo os historiadores, aquela pedra pesava cerca de quatro toneladas.

A oração cantada prossegue: “Mestre, não há outro que possa fazer aquilo que só o teu nome tem todo poder. Eu preciso tanto de um milagre”. Algum problema, aqui? Não.

“Remove a minha pedra, me chama pelo nome”. Os problemas começam aqui. Se o compositor tomou a ressurreição de Lázaro como exemplo, deveria ter sido fiel à narrativa bíblica. É claro que Deus remove pedras grandes, como ocorreu na ressurreição do Senhor Jesus (Mc 16.1-4). Mas, no caso de Lázaro, quem tirou a pedra foram os homens, e não Deus (Jo 11.41)!

Aprendemos lições diferentes com as circunstâncias que envolveram as aludidas ressurreições. Fazendo uma aplicação espiritual, há algumas pedras que Deus remove (como na ressurreição de Jesus), mas há outras que o ser humano deve revolver (como na ressurreição de Lázaro). Em outras palavras, Deus faz a parte dEle, e nós devemos fazer a nossa (Tg 4.8; 2 Cr 7.13,14).

“Muda a minha história. Ressuscita os meus sonhos. Transforma a minha vida, me faz um milagre, me toca nessa hora, me chama para fora”. Clichês comerciais e antropocêntricos não podem faltar em gospel hits: “muda a minha história”, “sonhos”, etc. Como já falei muito sobre esse desvio em meu livro Erros que os Adoradores Devem Evitar, evitarei ser ainda mais “antipático”. Mas é importante que os compositores cristãos aprendam que os hinos devem ser prioritariamente cristocêntricos.

“Ressuscita-me”. Aqui vejo a principal incongruência do cântico, a qual não pode ser creditada à licença poética. Pedir a Deus: “ressuscita os meus sonhos”, no sentido de que eu me lembre das suas promessas e volte a “sonhar”, a ter esperança, a aspirar por dias melhores, etc. — a despeito do que afirmei sobre o antropocentrismo —, até que é aceitável. Mas não posso concordar com a súplica: “Ressuscita-me”. Por quê? Porque o salvo em Cristo já ressuscitou, espiritualmente, e não precisa ressuscitar de novo!

Quer dizer, então, que a aplicação feita pelo compositor é contraditória? Sim, pois, em Colossenses 3.1, está escrito: “se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”. O que é o novo nascimento? Implica morte para o pecado (Cl 3.3) e ressurreição para uma nova vida (Rm 6.4). Essa analogia da nossa preciosa salvação — pela qual temos a certeza de que estamos mortos para o pecado e já ressuscitamos para o nosso Deus — não pode ser posta em dúvida para atender a anseios antropocêntricos. Por isso, a oração “Ressuscita-me” se torna, no mínimo, despropositada.

Alguém poderá argumentar: “Ora, a Bíblia não diz, em 1 Coríntios 15, que vamos ressuscitar? Por que seria errado pedir isso para Deus?” Bem, o sentido da ressurreição, no aludido texto paulino, é completamente diferente do mencionado na composição em apreço. Paulo referiu-se à ressurreição literal daqueles que morrerem salvos, em Cristo (vv.51-55; 1 Ts 4.16,17). Hoje, em vida, não esperamos ser ressuscitados, pois já nos consideramos “como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6.11).

Amém?

Ciro Sanches Zibordi

Fonte: http://musica.gospelmais.com.br/aline-barros-ressuscita-me-e-alvo-de-analise-de-pastor-8971.html

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O IMPÉRIO DA CERVEJA COMPRA QUASE TUDO-03/09/2012 - FSP




(Seg, 3 Set 2012, 13:41)

A Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) terá de indenizar um funcionário em danos morais por constrangê-lo a comparecer a reuniões matinais nas quais estavam presentes garotas de programa, e por submetê-lo a situações vexatórias com o objetivo de alavancar o cumprimento de metas.

Recurso da empresa foi analisado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) depois que o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) determinou o pagamento de indenização no valor de R$ 50 mil em razão do assédio moral decorrente de constrangimento.

A Quinta Turma do TST não conheceu do recurso, e não chegou, portanto, a julgá-lo. Assim, a decisão que condenou a Ambev em R$ 50 mil foi mantida. Segundo relatos de testemunhas, um dos gerentes de vendas tinha costume de se dirigir aos empregados de forma desrespeitosa, valendo-se de palavrões. O mesmo gerente era responsável pela presença de garotas de programa em reuniões, que apareciam nos encontros a seu convite.

Os fatos ocorreram mais de dez vezes entre os anos de 2003 e 2004. A empresa, inclusive, já havia sido coibida de adotar práticas incompatíveis com o ambiente de trabalho e chegou a firmar Termo de Ajuste de Conduta (TAC), junto ao Ministério Público do Trabalho. No TAC, comprometeu-se "a orientar e enfatizar seus funcionários para evitar condutas que possam de alguma forma promover desrespeito mútuo".

O autor, casado e evangélico, descreve na reclamação trabalhista que chegou a ser amarrado e obrigado a assistir filmes pornôs, e houve situação na qual uma "stripper" foi levada à sua sala para se despir. Também relata que os vendedores eram obrigados a participar de festas em chácaras, com a presença de garotas de programa utilizadas como forma de incentivo para o aumento de vendas. Afirmou que havia os funcionários que batiam as cotas de venda recebiam "vales garota de programa".

No recurso ao TST, a Ambev alegou que o valor da indenização seria desproporcional e o dano sofrido pelo empregado seria "mínimo". As alegações, todavia, não foram analisadas porque, segundo fundamentou o relator do processo, ministro Brito Pereira, as decisões apresentadas para os confrontos de teses seriam inespecíficas, e por isso o recurso não poderia ser conhecido, nos termos do enunciado 296 da Súmula do TST.

(Demétrius Crispim/RA)

Processo nº RR-3253900-09.2007.5.09.0011

domingo, 2 de setembro de 2012

Chapeuzinho Amarelo

Chapeuzinho Amarelo:
o poder emancipador da palavra
Era a Chapeuzinho Amarelo.
Amarelada de medo.
Tinha medo de tudo, aquela Chapeuzinho.

Já não ria.
Em festa, não aparecia.
Não subia escada, nem descia.
Não estava resfriada, mas tossia.
Ouvia conto de fada, e estremecia.
Não brincava mais de nada, nem de amarelinha....
.......e todos os medos que tinha
O medo mais que medonho era o medo do tal do LOBO.
Um LOBO que nunca se via,
que morava lá pra longe,
do outro lado da montanha,
num buraco da Alemanha,
cheio de teia de aranha,
numa terra tão estranha,
que vai ver que o tal do LOBO
nem existia.....
......E Chapeuzinho amarelo,
de tanto pensar no LOBO,
de tanto sonhar com o LOBO,
de tanto esperar o LOBO,
um dia topou com ele
que era assim:
carão de LOBO,
olhão de LOBO,
jeitão de LOBO,
.......Finalizando…
......Mas o engraçado é que,
assim que encontrou o LOBO,
a Chapeuzinho Amarelo
foi perdendo aquele medo:
o medo do medo do medo do medo que tinha do LOBO.
Foi ficando só com um pouco de medo daquele lobo.
Depois acabou o medo e ela ficou só com o lobo.
O lobo ficou chateado de ver aquela menina
olhando pra cara dele,
só que sem o medo dele.
Ficou mesmo envergonhado, triste, murcho e branco-azedo,
porque um lobo, tirado o medo, é um arremedo de lobo.
É feito um lobo sem pelo.
Um lobo pelado.
O lobo ficou chateado.
....ele berrou: EU SOU UM LOBO!!!!!!!!!!
.....Chapeuzinho, já meio enjoada,
com vontade de brincar de outra coisa.
Ele então gritou bem forte aquele seu nome de LOBO
umas vinte e cinco vezes,
que era pro medo ir voltando e a menininha saber
com quem não estava falando:......
LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO BO LO
.....Aí, Chapeuzinho encheu e disse:
"Pára assim! Agora! Já! Do jeito que você tá!"
E o lobo parado assim, do jeito que o lobo estava, já não era mais um LO-BO.
Era um BO-LO.
Um bolo de lobo fofo, ...