terça-feira, 4 de junho de 2013

Influências de Sodoma e Gomorra - Mary Schultze

O mundo está se tornando “sodomizado e gomorrizado” de tal maneira que já não se pode sair às ruas das pequenas e grandes cidades sem dar de cara com um sujeito maquilado, usando roupas e trejeitos femininos, influenciando nossos filhos e netos.

A família tradicional está sendo atacada, de tal modo que os tempos de Sodoma e Gomorra dificilmente tenham sido piores. Provavelmente, o nosso Pai Celeste deve chorar de vergonha, quando olha para baixo e vê a Sua criação se desviando de maneira escabrosa.

Sempre que eu encontro um gay pela cidade, procuro conversar com ele, demonstrando o meu amor cristão, entregando-lhe algum texto evangélico, na esperança de que o Espírito de Deus aja em seu coração e o transforme numa pessoa de Deus. Não desprezo essas pessoas; apenas lamento a sua condição, dando graças a Deus de ter nascido e vivido numa época em que elas ficavam discretamente escondidas em seus lares, sem dar as suas demonstrações do chamado “orgulho gay”.

Nosso tempo é de depravação política, de guerras constantes em vários países, de malignidade operando em cidades como São Paulo, onde tantos crimes acontecem diariamente. A juventude está sujeita aos piores desafios e é difícil que ela se conserve longe dos vícios (fumo, álcool e drogas), do sexo livre e até do crime.

Nada aconteceu em Sodoma e Gomorra que deixe de ser visto e escutado na mídia. Mas, na história bíblica, os horrores morais eram restritos àquelas duas cidades. Agora, eles se espalham em todo o mundo, até mesmo com a proteção da Lei, em nome da liberdade, que, no final, é libertinagem.

O mundo inteiro está sendo engolfado no caudaloso rio da imoralidade, com o abandono da virtude, da justiça, da integridade pessoal, do matrimônio tradicional e da vida familiar. Sodoma e Gomorra foram o maior exemplo de vidas dissolutas, até alguns anos arás... Porque, agora, o Ocidente, em matéria de pecados, está subrepujando as duas cidades castigadas.

No passado, muito esforço era exigido, a fim de que o mal fosse combatido e exterminado. Agora, homens ocupando posições importantes (na política e na igreja) dão os piores exemplos de falta de caráter confirmando Jeremias 17:9 – “maldito o homem que confia no homem”.

A obrigação de um cristão bíblico é admoestar os crentes e os incrédulos contra o mau procedimento, mesmo que isso acarrete antipatia e até desprezo contra ele. Quando vemos uma pessoa cometendo adultério ou fornicação, devemos ler a Bíblia, mostrando-lhe que a mão de Deus pode pesar sobre ela, porque Ele não deixa impune o pecador que não se arrepende do seu pecado.

Estamos no mundo, mas não somos do mundo. Portanto, tenhamos coragem de denunciar o pecado, aconselhando os infratores da Lei Divina a viverem uma vida reta, diante de Deus e da comunidade, porque os dias são maus e eles poderão colher as consequências dos seus pecados, aqui mesmo, ou numa eternidade de tormento...

Infelizmente, os entretenimentos representam uma porta aberta às tragédias (como no caso de Santa Maria, RS) e muitas pessoas são enviadas à eternidade sob a sentença da morte eterna.

Um dos pecados mais ostensivos da atualidade é o orgulho. Trata-se de uma desordenada auto-estima, quando alguém se coloca como o centro da vida, em seu coração, esquecendo que Deus está acima de tudo. Essa pessoa em geral ama o mundo e tudo que ele representa. Tiago 4:6 nos dá o seu recado: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”. Na 1 João 2:15-7, lemos: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”.

Por causa do nosso orgulho e da nossa vaidade é que a apostasia está entrando nas igrejas, onde alguns pastores se julgam superiores aos anjos e tratam os membros como lacaios. Na 2 Timóteo 3:1-7, Paulo admoesta o seu discípulo Timóteo: “nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade”.

Pois, é exatamente isso que estamos presenciando, hoje em dia. O “orgulho gay” dos habitantes de Sodoma e Gomorra foi a causa principal da sua destruição, conforme podemos entender, quando vemos Ezequiel 16:22-23 admoestando Israel: “E em todas as tuas abominações, e nas tuas prostituições, não te lembraste dos dias da tua mocidade, quando tu estavas nua e descoberta, e revolvida no teu sangue. E sucedeu, depois de toda a tua maldade (ai, ai de ti! diz o Senhor DEUS)”. A sociedade moderna está nua de princípios morais e revolvida no sangue da ambição. Por isso, o Senhor não vai deixar barato o preço dos nossos pecados.

As nações ocidentais do mundo livre têm-se transformado em chocantes exemplos de Sodoma e Gomorra, com governantes ímpios e imorais, sequiosos de fama e poder, esquecendo que Deus está cima deles e que o povo precisa de bons exemplos.

Mary Schultze, 03/06/2013 - marybiblia.com
Inspirado num texto lido no scottwoodward.org/sodom

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