sábado, 14 de dezembro de 2013

BABILÔNIA Sistema Mundial do Anti-cristo.

Introdução:- Foi-nos solicitado o estudo dentro do tema “Babilônia” em estudos de “Conquistando Cidades Para Cristo”, para uma Classe de Estudos Bíblicos. Havia um esboço preparado, no entanto fomos pesquisar o tema. Algumas poucas coisas já conhecíamos, outras aprendemos lendo um pouco do material existente. Há muito mais a ser aprendido. Preparamos um estudo para duas ministrações de 90 minutos, o estudo completo demandaria muito mais tempo. Pretendemos ampliar o estudo futuramente.

   Vimos ainda que existe pouco material sobre o assunto, talvez por falta de coragem para publicá-los ou falta de coragem para admiti-lo em sua totalidade e publicamente. Passamos aos amados um pouco do que aprendemos e incentivamos o estudo do tema pela sua grandeza e pela sua atualidade.

Babilônia significa originalmente “porta de Deus”, tornou-se, no entanto, significado de confusão, Babilônia é mais do que uma cidade ou uma nação. Representa um sistema mundial dominado por satanás.

Outros nomes: Babel, Sinear e Caldéia.

Fundação:-

- condição antediluviana da terra que foi destruída pelo dilúvio por causa da grande maldade dos homens.
- ordem de Deus após o dilúvio: Povoar toda a terra - Gen. 9.1,7.
-  pecado de Cão e Canaã contra Noé.
                 
Cuxe e Ninrode:

    Cuxe: outros nomes: Bel (confundidor) e Merodaque (Jer. 50.2), também chamado de Caos - Junus, deus da mitologia de duas faces, uma Cuxe e outra Ninrode – pai e filho à semelhança de Deus-Pai e Deus-Filho. Ainda é chamado de Ninus e Hermes.

   Ninrode. Gen. 10.8-12 -> fundador das cidades: Babel, Ereque, Acade e Calné. -  Na Assíria:- Nínive, Reobote-Ir, Cala e Rezem. É chamado de “caçador de homens”.

Babel – Em desobediência à ordem do Senhor, mencionada acima, iniciaram a construção de uma torre para atingir o céu – Ver Gen. 11.4 e 6. Essa torre era um templo religioso dedicado à astrologia e ao zodíaco, onde as pessoas viveriam agrupadas, desobedientes a Deus, e assim o Redentor não viria.

Idolatria
Em Babilônia se inicia a idolatria (feitura de imagens) na face da terra que até então não se tem notícia.

- Semírames – a deusa virgem, mãe do deus Ninrode – a mãe deusa. Era uma mulher muito má, prostituta e muito astuciosa.

- Ninrode era considerado um deus. Coabita com sua própria mãe que dele engravida. Este é morto, segundo alguns por Sem, segundo outros pela própria mãe/esposa.

Nascimento de Tamuz - A letra T na escrita babilônica era uma + cruz. A cruz também era adorada na Babilônia. É um símbolo de maldição, morte. Os romanos condenavam os criminosos e os inimigos, à cruz (Pompeu em 200 AC, após a guerra dos Macabeus usou quase toda a madeira da Judéia fazendo cruzes para matar judeus). Em 70 DC Tito fez igual, após a destruição de Jerusalém
cruz suástica ou cruz gamada. Essa cruz já era usada desde a antiguidade pelos povos pagãos da Europa e pelos budistas como “o selo sobre o coração de Buda”. Hitler, “o matador de seis milhões de judeus”, também espírita, usava a cruz suástica. A cruz suástica é inspiração de Chamberlain, um vidente satânico e conselheiro de Hitler. Foi ele quem inspirou a Hitler as idéias de um reino de terror e poder. (www.tabernaculonet.com.br/simbolos/suastica.html ).Na Nova Era a cruz suástica é usada com o significado de movimento cósmico. Ainda na Nova Era a cruz invertida também é um de seus símbolos.  Tamuz, a reencarnação do pai, se torna o divino filho de deus e sua mãe Semírames, a mãe de deus. Aí surge a figura da “madona”, a bela mulher virgem com o “menino-deus” em seu colo.

- Reprodução da idolatria – a figura da “rainha-dos-céus” aparece em várias partes do mundo. Veja a bandeira da Turquia. Também as de Cuxe, Ninrode e Tamuz:
Kronus e Saturno. Ernebogus (semente do profeta Cuxe), divindade negra e má Anglo-Saxônica.
Osíris pai, Ísis mãe, Hórus filho, no Egito. Havia a representação da mulher Ísis amamentando o “deus-filho”.
Bel -> baal -> belus (guerra).   Baco, filho de Cuxe – o deus do vinho.
Krishna, na Índia. Deoius, na Ásia. Hórus, no Egito. Júpiter, Grécia e Roma. Wat yun – China.  Adonis (caçador de homens). Balder, na Escandinávia. Deusa-mãe, em Creta. Afrodite, Síria e Fenícia. Zeus, na Grécia. Adam.

Em Ezequiel 8.14, temos a adoração pelos judeus a Tamuz. No livro do profeta Ezequiel aparecem várias referências ao sistema babilônico adotado em represália ao verdadeiro Deus (Jeová).
Marduque, é o mesmo “moloque ou moleque”. Jer. 32.35-36. Devemos tomar muito cuidado ao nos referimos aos meninos como “moleques”.

 

Dimensões da cidade de Babilônia:-

-  Segundo Heródoto, um historiador dos tempos antigos, a cidade tinha muralhas externas de 90 m. de altura por 25 m de largura e 95 km. de comprimento. Foi construída literalmente sobre as águas. O rio Eufrates a atravessava ao meio, havia diversos canais e um fosso circundando a cidade: defesa, navegação (comércio), irrigação e suprimento de água.
- Jardins suspensos, uma das sete maravilhas do mundo antigo, foi presente de Nabucodonosor à sua esposa. Hoje a engenharia não sabe como foram transportados os enormes blocos de pedra e colocados de forma a não caber uma lâmina de canivete em seus vãos.
-  Imagem de Nabucodonor foi avaliada em 1975 em U$30 milhões e os adornos e objetos de ídolos em U$ 200 milhões.
- Belsazar – Daniel 5.24-31. Os medo-persas entraram pelo rio Eufrates e dominaram a cidade de Babilônia.
- Cativeiro judeu -> Foi no cativeiro babilônico de 70 anos que os judeus conhecem e desenvolvem o sistema bancário já existente.
- Há notícias de planos de reconstrução atuais, por parte do Iraque e de outras organizações.

Conclusão:-
Vimos nesta lição que Babilônia é o berço das grandes abominações contra o Senhor nosso Deus. Satanás usou a sua “artimanha” para confundir os homens pós dilúvio e estabelecer um sistema contra o Reino de Cristo.  Ali surgiram:-

- Idolatria que é sempre acompanhada de feitiçaria (inclusive as evangélicas) e também de orgiais sexuais.
- Astrologia e zodíaco (horóscopo, mapa astral, previsões, etc.)
- Espiritismo. Homenagem a mortos tornando-os deuses.
-  Magia negra.

Na próxima lição veremos a continuação do sistema babilônico e sua influência sobre o sistema religioso, principalmente na igreja romana, na economia, nos costumes, e sobre o mundo até os “últimos tempos”.
No domingo passado vimos várias características da cidade de Babilônia. Hoje vamos ver que o sistema mundial iniciado em Babel continua presente e disseminado na face da terra, principalmente através da igreja romana (“católica”).

Idolatria:- os deuses babilônicos se espalharam pelo mundo, principalmente entre os gregos através de sua mitologia que foi importada para o império romano. Como vimos, a figura da “rainha-dos-céus”, a “mãe de deus”, a figura da bela mulher virgem com o filho no colo foi absorvida pela igreja romana como a falsa Maria, a “mãe de deus”. Cremos que Maria, a serva do Senhor, foi muito abençoada por Deus, mas necessitou da salvação através de Cristo Jesus.  As diversas formas da virgens aparecem em muitas nações e lugares com nomes locais como na antiguidade. Os santos tomando forma de “intercessores e mediadores” tendo diversos poderes, como na mitologia grega. Somente Jesus Cristo é o nosso mediador (I Timóteo 2.5). Também o culto aos “santos” com seus dias santificados, é uma forma de culto a mortos que é tanto condenada na Bíblia. Veremos abaixo mais sobre este assunto.

Breve histórico da Igreja Cristã:-  Até o terceiro século a Igreja iniciada em  Jerusalém, o real, o verdadeiro modelo cristão, se reunia em pequenos grupos, principalmente em lugares ocultos dentro das casas, em cavernas, florestas e até em cemitérios subterrâneos (catacumbas). Embora perseguida cruelmente, crescia de forma assustadora e desse modo o poder romano vendo que todo o império se tornaria cristão, “aderiu” (entre haspas) ao cristianismo. Na realidade satanás mudou sua forma de atuar.

   Foi através do imperador Constantino, o adorador do deus-sol, que o cristianismo se torna religião “oficial”.  Tudo aquilo que Satanás através da perseguição não conseguiu fazer em cerca de trezentos anos, a oficialização conseguiu em pouco tempo com a falsa paz.

   A igreja iniciante (“primitiva”) não tinha:- seminários/escolas, edifícios, sons, músicos, imprensa e literaturas, influência política, etc. Mas tinha: Comunhão, amor aos não alcançados, poder do Espírito Santo, discipulado e treinamento práticos (II Timóteo 2.2).

    A partir de Constantino, entram na Igreja oficial:- construções de grandes catedrais, divisão entre o clero e os leigos, grandes seminários e escolas de religião, música sacra, influência política, idolatria, mariolatria, cristianização das festas pagãs e paganização das festas cristãs. Enfim, alianças diabólicas.

   Sabemos que sempre houve grupos e movimentos fiéis à Palavra que não concordaram com as mudanças.  Esses grupos agora sofriam perseguições, sendo aniquilados pela própria igreja chamada “cristã” a igreja romana que se prostituiu com os ídolos, festas e costumes pagãos. Alguns desses grupos são: os valdenses, anabatistas, lolardos, etc. Constituíam-se de pessoas das quais o mundo não era digno. Isso persistiu até o movimento da “Reforma” iniciado com Martinho Lutero.

Algumas festas pagãs cristianizadas:

- Natal       
Abaixo veremos a posição dos cristãos contrários às comemorações natalinas em 25 de dezembro. Colocamos também um artigo do Pr. Daniel Rocha com outra posição a respeito dessas comemorações.

- Posição contrária às comemorações:-

-  Comércio – Época de grandes vendas e lucros.
- Papai-Noel – O “santo” romano Nicolau dá origem a essa figura que predomina no mês de dezembro. Esse é o mesmo principado que se transforma no carnaval no rei-momo. Muitas vezes até os mesmos enfeites são usados.
- “Natalis Invicti Solis” ou “nascimento vitorioso do sol”. É o solstício celebrado entre os povos pagãos do hemisfério norte, data em que, segundo esses povos, o sol renasce, se fortalece e os dias voltam a ficar mais longos.
- A data de 25 de dezembro foi oficializada pelos “imperadores romanos cristãos”.
- Árvore de Natal – Era usada na adoração a Ninrode e a Semírames, que era uma árvore-trono babilônico por onde entram os espíritos dos demônios. Árvores são usadas até hoje em rituais espiritualistas. Vejamos algumas passagens bíblicas sobre o assunto: Jeremias 10.3-4, Deuteronômio 16-21 (proibição de árvore junto ao altar), Oséias 4.13.
- Velas – renascimento do deus-sol durante as noites ou em ambientes sem a luz solar.
- Guirlandas – Coroas para homenagear mortos, convite nas portas à entrada de demônios, ritual oferecido a Ninrode, Semíramis e Tamuz. A única coroa que aparece na Bíblia é a maldita coroa de espinhos colocada na cabeça de nosso Senhor. Devemos pensar bem no significado  da coroa antes de a enviarmos aos mortos.
- Presépio – idolatria. Havia na Babilônia como culto a Baal.
Troca de presentes – havia esse costume na festa do deus-sol (25/12). Não confundir os presentes dos magos a Jesus.
- Glutonaria – As pessoas comiam tanto que eram obrigadas a vomitar para comerem mais, fato esse que se repetia entre os pagãos.

- E Jesus?
 Nessa festa romana Ele é apenas um bebê indefeso e impotente. O nosso verdadeiro JESUS nasceu, viveu, morreu na cruz, ressuscitou e está à destra do Pai, acima de todo principado e potestade, de quem recebeu todo o poder nos céus e na terra e o concede a nós através do Espírito Santo. JESUS CRISTO É SENHOR! Aleluia. A nossa posição espiritual é descrita em Efésios 2.6.

 

- Posição favorável às comemorações cristãs:-


Aos que desejam acabar com o Natal
Pr. Daniel Rocha


Essa época do ano é muito rica em estudos e mensagens acerca do Natal. Mas, incrivelmente, nos arraiais evangélicos da Internet tornou-se bastante comum a inserção de matérias contra o Natal, procurando demonstrar sua origem pagã, seus símbolos controversos, seu desvirtuamento, a escolha do 25 de dezembro, etc.

Pretendo ser uma voz destoante nesse rio caudaloso. Em primeiro lugar, devo dizer que nasci em lar evangélico, numa igreja protestante tradicional, cantando e ouvindo belíssimos hinos natalinos dos séculos XVIII e XIX, e posso garantir que trago maravilhosas lembranças dessa época. De alguma forma, pretendo perpetuar aos meus descendentes aqueles sentimentos e evocações, que fazem parte de minha formação cristã, e que contribuíram para me tornar um ser humano melhor.

Um dos argumentos usados contra a comemoração do Natal é sobre sua "origem pagã", ou seja, tratava-se originalmente de uma festa dos povos pagãos, quando se iniciava o solstício de inverno, até que o imperador Constantino converteu-se ao cristianismo, passando então, a comemorar-se o nascimento de Cristo.

Aos meus olhos, entretanto, o Natal tem uma origem bem anterior, mais precisamente três séculos antes de Constantino, quando numa noite escura um anjo do Senhor desceu aonde pastores guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite, e disse a eles:

-"Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo o Senhor" (Lc2.10-11)

Deus estava ali enviando um mensageiro dos céus para dizer que estava ocorrendo o maior acontecimento na história da humanidade: nascia aquele que haveria de redimir as nações, aquele que veio trazer luz às trevas, aquele que haveria de mudar completamente nossas vidas, aquele que seria chamado de Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

E para mostrar a grandiosidade do acontecimento, um grande coral da milícia celestial apareceu no céu, iluminando a noite escura, louvando a Deus e dizendo: "Glória a Deus nas alturas..."

É pouca coisa isso? Não é um evento digno de ser comemorado por todos aqueles que crêem? Ora, a Igreja é a comunidade de fé que celebra a Cristo e Seu Reino! A igreja é, por excelência, um centro de celebrações: enfeitamos nossas igrejas para os casamentos e convidamos os familiares e os irmãos para os aniversários. É na igreja que comemoramos o Dia de Pentecostes, o Dia da Ressurreição de Cristo, o Dia de Ação de Graças, o Dia do Pastor, o Aniversário da Sociedade de Mulheres, o Aniversário da Igreja, as Bodas de Prata e de Ouro de nossos membros, o Aniversário do netinho, os 15 anos da filhinha....

Creio que por uma questão de coerência, os que defendem a não comemoração do Natal, também devem deixar de celebrar essas datas.

Nós vivemos dos acontecimentos cotidianos, mas também de acontecimentos especiais e marcantes em nossas vidas, vivemos de memórias e celebrações. Sem a lembrança das coisas passadas, dos eventos alegres e significativos, tornamo-nos duros, secos, e esquecemo-nos dos feitos do Senhor. O salmista nos ensina: "Recordarei os feitos do Senhor, sim, me lembrarei das tuas maravilhas" (Sl 77.11).

O nascimento do Salvador foi profetizado e ansiosamente aguardado por todo o Antigo Testamento. Esse dia, para os antigos, foi tão sonhado, que todos os profetas o celebraram por antecipação. E porque nós não haveríamos de comemorar o cumprimento dessa grandiosa promessa?

Fiquei imaginando se fosse eu um dos pastores que estivesse ali no campo junto ao rebanho e tivesse a oportunidade de contemplar Aquele que veio para me resgatar. Com certeza eu voltaria para casa naquela noite de uma forma diferente, e minha vida nunca mais seria a mesma, pois meus olhos teriam contemplado o Rei dos reis. A história "daquele dia" seria repetida durante toda a minha vida e, todos os anos, naquela data, reuniriam meus familiares, enfeitaria minha casa, pegaria meu filho ao colo, entoaria o cântico de exaltação que os anjos me ensinaram e, quando meu pequeno perguntasse o porquê de tudo aquilo, eu diria: -"Filho, estou rememorando o nascimento mais sublime que o mundo já viu".

Obviamente não concordo com a comemoração que o mundo faz do Natal. O mundo, por não reconhecer a Cristo como Senhor e Salvador não tem o direito de celebrar seu nascimento. Agora, se o mundo comemora o Natal de forma errada, cabe a nós, Igreja, mostrar o verdadeiro sentido da comemoração, e não suprimi-la. É como jogar fora a água suja com a criança dentro.

Outro argumento muito usado contra a celebração do Natal é relativo à data de 25 de dezembro. Essa era a data do Sol Invictus, irão dizer, e, além disso, "não sabemos se Jesus nasceu realmente nesse dia".

Não vejo impedimento que uma data dedicada a uma celebração pagã seja transformada numa celebração cristã. Particularmente, ficaria muito feliz se uma conversão em massa do nosso país transformasse a semana do Carnaval em uma grande festa de crentes que agora celebrariam, não mais a carne, mas ação do Espírito Santo em suas vidas. Alguém se oporia?Paulo, quando esteve em Atenas, não teve pudores ao dizer que "O DEUS DESCONHECIDO" que os atenienses adoravam era precisamente o Cristo que ele estava anunciando!

Agora, já não é mais o Sol Invictus dos pagãos, mas Jesus, o Sol da nossa justiça. É a vitória do cristianismo sobre o paganismo, da luz sobre as trevas.

Com relação ao fato de 25 de dezembro não ser a data real do nascimento de Jesus, não impede que comemoremos seu natalício. Em minha igreja há algumas pessoas que nasceram em um dia mas comemoram seu aniversário em outra data. E nem por isso a comemoração é menos verdadeira ou sem sentido.

Eu e minha família proclamamos a Cristo o ano inteiro, e a partir do domingo do Advento iluminamos nossa casa com luzes coloridas, no dia 24 participamos da Cantata de Natal, ceamos e no dia 25 reunimo-nos todos numa abençoada tradição familiar. Por que? Porque Cristo nasceu um dia em nossas vidas, nos sustenta e nos abençoa. Os símbolos e enfeites que, no passado, apontavam para falsos deuses, hoje, entretanto, a estrela, a guirlanda e o castiçal com as velas do Advento apontam para um só: Cristo!



Páscoa:-
-  Coelho – a figura do coelho vem da Babilônia, onde representa a deusa da fertilidade. No culto a essa deusa existe a figura do ovo em seu altar para ser levado para casa. O Cordeiro pascal foi substituído pelo coelho, um animal imundo, segundo a lei mosaica. No século XVIII a igreja romana consagrou o ovo como símbolo da páscoa, transformá-lo em chocolate foi apenas mais passo do mundo comercial.
- Sentido da páscoa: Sua celebração pelos hebreus apontava para o Messias que havia de vir. Foi o livramento da morte dos primogênitos mortos pelo anjo, através da aspersão do sangue do cordeiro imaculado sobre os umbrais das portas. Foi também a passagem da escravidão de Faraó (satanás) para a liberdade (Cristo).
-  Sentido da ceia do Senhor: Dois elementos, o pão e o vinho simbolizando a carne pisada do Senhor para a nossa cura e o sangue derramado para a nossa libertação (salvação). Até isso a igreja romana deturpou, só distribui o pão (ou hóstia) aos participantes e ainda fala da transubstanciação. Devemos tomar a ceia entre nós, até aquele dia em que a tomarmos no grande banquete das bodas do Cordeiro (Jesus) com sua Noiva (Igreja), na eternidade.
- Finados:-
- Foi a cristianização da festa de HALLOWEEN - A maldição das ‘       bruxas.

A prática satânica de Halloween veio dos antigos druidas, um povo pagão que viveu na região da Inglaterra até o primeiro século depois de Cristo, quando foi destruído pelos romanos.  Satanistas modernos reviveram esta prática nos Estados Unidos e a celebram na noite de 31 de outubro, a noite do terror, que era chamada de "Samhain". Nos Estados Unidos, na noite de halloween, crianças estão sendo sacrificadas.Queremos isto para o Brasil?  Você quer isto para os seus filhos netos?

Rainha-dos-céus:- Adoração à falsa Maria, que é a mesma Semírames, Ísis, Diana dos efésios e outras mulheres endeusadas em todo o mundo. Na cidade de Éfeso, lugar do trono da rainha-dos-céus (Diana) no primeiro século, e contra cujo reinado o apóstolo Paulo e também João muito trabalharam conseguindo destroná-la, a igreja romana declarou no quinto século a condição de Maria como “mãe-de-Deus” e rainha-dos-céus. Era o principado da rainha dos céus originado na Babilônia e transferido para Éfeso sendo levantado novamente. Devemos lutar em batalha espiritual contra esse principado que tem assolado e empobrecido a nossa nação.

Títulos papais:- A expressão “Vicarius Filii Dei” ou “em lugar do Filho de Deus é uma grande abominação ao Espírito Santo de Deus, o Consolador, enviado para ocupar o lugar de Jesus Cristo. Também a infabilidade papal que diz que os papas não erram, embora suas decisões tenham sido revogadas através da história. Devemos nos lembrar que a igreja romana promoveu ”As Cruzadas”, aprovou a escravidão dos negros e dos escravos dizendo que não tinham alma, ignorou a perseguição e matança de judeus na “santa inquisição” e na Segunda Guerra Mundial, assassinou milhões de irmãos nossos e continuará a nos perseguir nos tempos finais.

Comércio:- Nos dias atuais, vemos que a grandeza do centro comercial que imperou e ainda opera em Roma, foi transferida para diversas cidades. Vamos citar o exemplo de Nova Iorque, coincidentemente fundada “sobre as águas”, onde imperam as maiores bolsas de valores do planeta. Nesses mercados são negociados todos os tipos de mercadorias e riquezas. A imagem do grande touro em seu centro comercial certamente é uma abominação ao Senhor nosso Deus, figura do bezerro de ouro, a materialização da lembrança do Egito, construído pelos hebreus em rebelião a Deus. O atentado contra as “indestrutíveis” torres gêmeas ocorrido em 11 de setembro de 2001, é uma pequena mostra do que acontecerá a todo o sistema Babilônia. Vemos ressurgindo o antigo império romano com a unificação do comércio, livre trânsito, moeda única e, em breve, sistema religioso único em todas as 10 nações da Europa e posteriormente estendido a todo o mundo.

Idolatria evangélica. Poderíamos ainda acrescentar a idolatria evangélica que infelizmente grassa em nosso meio. Por exemplo:- Nomes denominacionais, “grandes” líderes, cantores, as bandas que têm sido idolatradas em nosso meio (já é tempo de dar um basta nelas), profissionais especialmente dos “testemunhos” (ex-viciados, ex-gays, ex-artistas), etc. Lembremo-nos que sempre a feitiçaria acompanha a idolatria. Vemos com tristeza muitas igrejas tido como evangélicas fazendo campanhas diversas usando a arca da aliança como aval da presença do Senhor. Mas é bem ao contrário, pois o Senhor não aceita campanhas e cultos idólatras. Vemos nos dez mandamentos que a feitura de objetos existentes tanto nos céus, como na face da terra, e nas águas debaixo da terra são terminantemente proibidas. A arca após a destruição do primeiro templo, nunca mais foi vista na face da terra, tanto que no segundo templo não havia arca alguma, nem cópia sequer. Deus através do profeta Jeremias dá a seguinte ordem proibindo a feitura de nova arca da aliança: "E quando vos tiverdes multiplicado e frutificado na terra, naqueles dias, diz o Senhor, nunca mais se dirá: A arca do pacto do Senhor; nem lhes virá ela ao pensamento; nem dela se lembrarão; nem a visitarão; nem se fará mais." Jeremias 3:16  

Vemos no Apocalipse que a guerra espiritual no período da Grande Tribulação será travada contra esse sistema mundial em que o Anti-Cristo governará o mundo pessoalmente, por um breve espaço de tempo (7 anos). Esse homem chefiará o “sistema Babilônia” no mundo e será derrotado finalmente pelo Senhor Jesus Cristo a quem toda a glória e o louvor e o poder para todo o sempre, Amém!

Apocalipse 18. 4 “Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela , povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”. Essa é a mensagem que fica para nós hoje, da parte do Senhor.

Maranata, Vem Senhor Jesus!


Bibliografia:-
- Babilônia & Roma, A Diferença é o Nome (Renê Terra Nova) – Semente da Vida Ltda.
- Desmascarando o Inimigo (Vanda Nicolau) – Ministério Francisco Nicolau
- Apostila “Conquistando Cidades Para Cristo” – Francisco Nicolau – Min. Francisco Nicolau
- Revista Conquistando Cidade Para Cristo – Émerson Garcia Dutra – Gráfica Aleluia -  IPRB
- Dicionário da Bíblia (Davis) .
- Estudos diversos da Bíblia.

Assis (SP) - 03/2002
Ivo Gomes do Prado.

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