terça-feira, 12 de agosto de 2014

O ENGANO DO ISLAMISMO - POR ASAPH BORBA

O engano do islamismo

Engana-se quem ainda pensa que o islamismo é uma simples religião com algumas diferenças do judaísmo e o cristianismo. Não. O islamismo é um sistema satânico de poder que usa das ideias e plataforma do islã para implantar-se pela violência e tirania. E assim é desde o princípio. 

Quem conhece a história, sabe que o Profeta, como era chamado Maomé, em sua morte em 632 DC, deixou para trás um rastro de sangue, traições, incêndios e destruição, fazendo de seu legado o exemplo da sociedade islâmica. Aonde o islã se instala, chega com ele estes ingredientes. 

Em pleno século XXI o mundo assiste perplexo a evolução dos fatos no Oriente Médio que mostram que a paz não é um objetivo para os islâmicos. 

Sempre tem alguém querendo restaurar um califato, isto é uma liderança global dos fiéis islâmicos e para isso promovem guerra morte e anarquia, como está fazendo essa tal de ISIS, milícia que surgiu na Síria e Iraque. Foi assim no passado com os fatímidas, sunitas, xiitas, abássidas e omíadas e depois com os otomanos turcos. Recentemente com o Talibã e Al Qaida no Afeganistão, e com outros tantos de diferentes facções em outras localidades como o Hamas e Fatah, na Palestina e o Hesbolah no Líbano, assim com a Irmandade Muçulmana no Egito. Todas sonham em fazer de seu líder o Califa que novamente unirá o Islã contra os infiéis do ocidente. Mas por trás está apenas o desejo de domínio e poder. A fé é apenas uma cortina de fumaça, orquestrada por líderes que veem no caos a oportunidade de um levante como foi no caso de Osama Bin Laden.

Mas em tudo isso o que se vê é sempre a escalada da violência. 

Primeiramente contra as mulheres. As próprias compatriotas, que em meio a estes levantes, entram em regime de clausura, burcas, mutilações e humilhações de todos os tipos. Depois o alvo são os diferentes. Aqueles que pertencem a outras facções islâmicas. Na sequência, depois que o poderio é consolidado, a fórmula é a mesma, sobra para as minorias étnicas e sem dúvida, o levante final é contra os cristãos.

Nestes últimos dias o mundo assistiu inerte a expulsão de cerca de 200 mil cristãos depois de humilhados, roubados e extorquidos foram obrigados a sair de suas casas em Mossul, Erbil e cidades vizinhas sem destino, forçando os Estados Unidos a bombardear os revoltosos para impedir o avanço e ampliação das atrocidades.

Como cristãos, temos que vigiar em duas frentes. A primeira é em oração. 

Orar para que nossos irmãos sejam guardados por Deus nestes lugares de difícil acesso e ajuda. Orar pelos que sofrem nos campos de refugiados onde milhares de cristãos sírios foram expulsos da mesma forma, sem compaixão. A segunda é alertando o mundo livre, que estes grupos se autofinanciam com verbas enviadas principalmente das Américas e Europa. Mesmo no Brasil, temos um contingente de imigrantes árabes que já foram notícia na grande mídia, que fazem parte desses movimentos. Em um país laico e livre como o Brasil, temos que ter o cuidado para que o islamismo não ganhe o espaço que tem ganho na Europa, pelo simples fato da Igreja não estar cumprindo o seu papel de levar a verdade e a paz aos corações. Infelizmente na fachada de qualquer muçulmano está a paz, mas por trás está a guerra, a Gihad que é a destruição dos infiéis. Não consegue negar sua história que desde o princípio o conduz por este caminho.

O fruto de tudo isso na sociedade islâmica é fácil de ver. Estagnação do desenvolvimento sócio cultural. Não existe pesquisa, a literatura é pobre, música e artes fracas. Apesar do povo ser capaz, esta capacidade não tem um ambiente propício para desenvolver-se. As meninas são subjugadas e os meninos crescem sem a perspectiva do amor verdadeiro, que faz deles um solo fértil para o ódio que conjugado à ausência de futuro, são facilmente arregimentados para todo o tipo de violência. 

Devemos orar e vigiar pois sem Cristo, o quadro dificilmente mudará.

Foto: O engano do islamismo

Engana-se quem ainda pensa que o islamismo é uma simples religião com algumas  diferenças  do judaísmo e o cristianismo. Não. O islamismo é um sistema satânico de poder que usa das ideias e plataforma do islã para implantar-se pela violência e tirania. E assim é desde o princípio. 
Quem conhece a história, sabe que o Profeta, como era chamado Maomé, em sua morte em 632 DC, deixou para trás um rastro de sangue, traições, incêndios e destruição, fazendo de seu legado o exemplo da sociedade islâmica. Aonde o islã se instala, chega com ele estes ingredientes. 
Em pleno século XXI o mundo assiste perplexo a evolução dos fatos no Oriente Médio que mostram que a paz não é um objetivo para os islâmicos. Sempre tem alguém querendo restaurar um califato, isto é uma liderança global dos fiéis islâmicos e para isso promovem guerra morte e anarquia, como está fazendo essa tal de ISIS, milícia que surgiu na Síria e Iraque. Foi assim no passado com os fatímidas, sunitas, xiitas, abássidas e omíadas e depois com os otomanos turcos. Recentemente com o Talibã e Al Qaida no Afeganistão, e com outros tantos de diferentes facções em outras localidades como o Hamas e Fatah, na Palestina e o Hesbolah no Líbano, assim com  a Irmandade Muçulmana no Egito. Todas sonham em fazer de seu líder o Califa que novamente unirá o Islã contra os infiéis do ocidente. Mas por trás está apenas o desejo de domínio e poder. A fé é apenas uma cortina de fumaça, orquestrada por líderes que veem no caos a oportunidade de um levante como foi no caso de Osama Bin Laden.
Mas em tudo isso o que se vê é sempre a escalada da violência. Primeiramente contra as mulheres. As próprias compatriotas, que em meio a estes levantes, entram em regime de clausura, burcas, mutilações e humilhações de todos os tipos. Depois o alvo são os diferentes. Aqueles que pertencem a outras facções islâmicas. Na sequência, depois que o poderio é consolidado, a fórmula é a mesma, sobra para as minorias étnicas e sem dúvida, o levante final é contra os cristãos.
Nestes últimos dias o mundo assistiu inerte a expulsão de cerca de 200 mil cristãos depois de humilhados, roubados e extorquidos foram obrigados a sair de suas casas em Mossul, Erbil e cidades vizinhas sem destino, forçando os Estados Unidos a bombardear os  revoltosos para impedir o avanço e ampliação das atrocidades.
Como cristãos, temos que vigiar em duas frentes. A primeira é em oração. Orar para que nossos irmãos sejam guardados por Deus nestes lugares de difícil acesso e ajuda. Orar pelos que sofrem nos campos de refugiados onde milhares de cristãos sírios foram expulsos da mesma forma, sem compaixão. A segunda é alertando o mundo livre, que estes grupos se autofinanciam com verbas enviadas  principalmente das Américas e Europa. Mesmo no Brasil, temos um contingente de imigrantes árabes que  já foram notícia na grande mídia, que fazem parte desses movimentos. Em um país laico e livre como o Brasil, temos que ter o cuidado para que o islamismo não ganhe o espaço que tem ganho na Europa, pelo simples fato da Igreja não estar cumprindo o seu papel de levar a verdade e a paz aos corações. Infelizmente na fachada de qualquer muçulmano está a paz, mas por trás está a guerra, a Gihad  que é a destruição dos infiéis. Não consegue negar sua história que desde o princípio o conduz por este caminho.
O fruto de tudo isso na sociedade islâmica é fácil de ver. Estagnação do desenvolvimento sócio cultural. Não existe pesquisa, a literatura é pobre, música e artes fracas. Apesar do povo ser capaz, esta capacidade não tem um ambiente propício para desenvolver-se. As meninas são subjugadas e os meninos crescem sem a perspectiva do amor verdadeiro, que faz deles um solo fértil para o ódio que conjugado à ausência de futuro, são facilmente arregimentados para todo o tipo de violência. 
Devemos orar e vigiar pois sem Cristo, o quadro dificilmente mudará.

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