quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Centralidade da Palavra - Pr. Danilo Figueira

Centralidade da Palavra

Este é o resumo do quarto capítulo do livro O FAZEDOR DE DISCÍPULOS. Nossa recomendação é que você adquira o livro e o estude. Ele está à sua disposição pelo site www.selahproducoes.com.br.

Texto-chave: João 17:8 e 14
"Porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste". "Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou". 
1) O QUE SE FAZ NO DISCIPULADO? BASICAMENTE, SE COMPARTILHA A PALAVRA! – Tanto de maneira formal quanto, especialmente, sem sotaques da religiosidades, a essência do discipulador é a impartição da Palavra.
a) Jesus atribui os bons resultados conseguidos com seus discípulos ao fato de que Ele lhes impartiu a palavra que recebera do Pai. Esta é a principal ferramenta do discipulador!
b) Ninguém pode repartir do que não tem. Jesus diz: “eu tenho transmitido as palavras que me deste”. Ele se enchia da Palavra na presença do Pai, para depois derramá-la sobre sua equipe.
• Jesus conhecia a Bíblia. Desde cedo, Ele dedicou-se ao estudo das Escrituras. Era comum vê-lo argumentando a partir de expressões como “está escrito” ou “Ouviste o que foi dito aos antigos”. Ele conhecia a Bíblia! O conhecimento é a matéria-prima da revelação.
• Jesus compreendia as Escrituras sob a perspectiva da comunhão com o Pai. Era comum vê-lo isolar-se para estar a sós com Deus e ali ele transformava a letra em espírito.

• O discipulador vazio da Palavra formará discípulos vazios de Deus. Era por isso que Paulo instruía a Timóteo: “Até à minha chegada, aplica- te à leitura, à exortação, ao ensino. Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério. Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto. Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (I Timóteo 4:13-16).
    c) A maneira de se transmitir a palavra nem sempre é formal ou litúrgica. No discipulado, na maioria das vezes, não será.
    • Os cenários do cotidiano são uma pródiga sala de aula para se ensinar os princípios do reino. Exemplos: O agressivo João, que queria mandar fogo do céu sobre os samaritanos, tornou-se o discípulo do amor, pela ação da Palavra em sua vida; a oferta da viúva; a aula sobre os pequeninos, com uma criança no colo.
    • As parábolas vivas eram uma forma de marcar a vida dos discípulos.  Exemplos: a multiplicação dos pães, a figueira que se secou, o gesto de lavar-lhes os pés. Ilustração: O pastor que levou discípulos ao cemitério.
      d) A forma de se transmitir a Palavra é importante, mas o conteúdo é o principal. O fazedor de discípulos precisar encher-se das Escrituras! Ilustração: 1) O rapaz que queria receber a capacidade de transmitir a palavra com uma oração... 2) A importância que teve o conteúdo da Palavra em minha vida, quando eu era um ministro iniciante.
      AFIRMAÇÃO FINAL: QUANDO COMPARECERMOS DIANTE DO PAI PARA APRESENTARMOS OS RESULTADOS (OU FALTA DELES) NA VIDA DOS NOSSOS DISCÍPULOS, CERTAMENTE TEREMOS UM REFLEXO DA QUALIDADE DA PALAVRA QUE LHES TRANSMITIMOS.
      http://www.comcrist.org/edificacao/discipulado/centralidade-da-palavra/

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