quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Marisa Lobo: A mídia esconde a verdadeira causa do aumento da AIDS no Brasil

Marisa Lobo: A mídia esconde a verdadeira causa do aumento da AIDS no Brasil

Marisa Lobo


Em dezembro todo o mundo se voltou para uma dura realidade: a de que uma das piores doenças de todos os tempos, sobretudo por ser transmitida pelo sexo, a AIDS, avança no mundo inteiro, principalmente entre homens adolescentes de 14 a 25 anos. Nossa Juventude está sendo tragada por uma ideologia do sexo fácil. Falam de tabus, preconceitos, mas creio que hoje o verdadeiro tabu é sobre falar a verdade desse aumento da contaminação.

Muitos jornalistas – não todos – por serem adeptos desse “relativismo sexual”, não querem dar um tom realista em suas matérias. Então manipulam ou articulam palavras para tirar a atenção dos verdadeiros porquês desse desesperador aumento, com receio de que os alarmes atrapalhem seu ativismo pró-sexo fácil. O nome disso é falta de ética, parcialidade e #DesonestidadeIntelectual.

Pesquisas atuais afirmam que, desde 2004, aumentou o número de caso de #AIDS entre os jovens no Brasil e no mundo. Pesquisas revelam e alertam que houve um relaxamento na prevenção, e hoje vi uma matéria na Globo onde colocavam a culpa desse aumento nos pais, que não falam de prevenção com seus filhos.

Algumas perguntas ninguém tem coragem de responder: O que realmente está acontecendo em nossa sociedade? Porque o número de casos cresce a cada ano? Apesar de tanta tecnologia e educação sexual nas escolas, a culpa seria da supervalorização do sexo pelo sexo em nossa sociedade?

Porque os casos entre mulheres têm aumentado? E porque os casos de AIDS entre homens jovens bateram recorde nesta década?

A Mídia tem medo de falar a verdade e ser tratada com preconceito; mas seria irresponsabilidade de todos nós se escondêssemos uns dos outros o óbvio. Isso aumentaria assustadoramente os casos, não é mesmo? Pois não é com a verdade, e vencendo os tabus e preconceitos, que a cultura trabalha?

A verdade é que a incidência entre jovens aumentou assustadoramente por que os jovens fazem sexo pelo sexo de forma irresponsável; sem amor, sem respeito e sem cuidado com o outo. Estes jovens ignoram os riscos, esta geração não acredita nos riscos e é obcecada pela busca do prazer sexual que a mídia tanto noticia. São escravos dessa busca e estão pagando o preço com suas vidas.

Segundo pesquisas, um terço dessa geração chamada de “Z” não se protege, não tem a mínima noção do perigo que é ter relações sexuais, sem camisinha. Não acreditam em nada e que nenhum mal pode lhes atingir, mas a realidade mostra que estão errados.

Outro aspecto ironicamente “tabu” é em falar a realidade de que o crescimento da AIDS no mundo e no Brasil se dá, principalmente entre homens, devido ao sexo anal; porque o ânus não foi feito para penetração e tem 18 vezes mais chances de contaminação pelo HIV, devido à fisiologia do local não se apropriada para a relação sexual. Isso para homens, e para mulheres também.

A infectologia não entra no mérito da proibição, claro, nem pode. Imagine médicos serem processados por falar contra sexo anal. Mas essa área da ciência médica alerta, em todas suas linhas, para o risco que a relação sexual anal apresenta na contaminação de várias doenças, inclusive e principalmente a mais grave de todas que é a AIDS, uma doença que tem controle se for tomado todos os medicamentos, mas que não tem cura e é fatalmente transmissível.

Essa banalização do sexo, e da sexualidade como um todo, é que fez com que os casos de AIDS aumentassem no Brasil. Não podemos ser irresponsáveis, a sociedade precisa saber que esta é a verdade, embora grupos de controle sociais tentem deslocar a responsabilidade para a família dizendo que esta não conseguiu dar a educação. Me pergunto: como assim?

Não é este governo e esta sociedade que estão, nos últimos anos, “sexualizando” as crianças dentro das escolas? Não é essa a sociedade que idolatra o sexo, dizendo ser ele a razão de toda felicidade humana? Não é essa a mídia que promove a erotização através de seus programas de TV? E não são esses os grupos que hoje querem, por força de lei, impor como cultura a reorientação social e sexual, tirando de forma repulsiva o poder e a influência dos pais na sexualidade de seus filhos?

Hoje, devido a essa cultura relativista e sexualizada, os pais perderam seu poder de comando e de educação formal sobre seus filhos. Eles estão sendo dominados pelos seus filhos adolescentes, incentivados pela educação permissiva que desvaloriza estes pais querem ser “amiguinhos” dos filhos para serem “politicamente corretos” quando, na verdade, os jovens precisam de pais que deem a direção para onde devem seguir. E creio que essa direção não é a de que devem ser escravos de uma busca pela realização sexual, realização que nunca vai se dar através do sexo pelo sexo.

A Juventude está sem freio, sem regras, e acreditando na mentira de que para ser feliz precisa realizar todos os seus desejos sem limites. Acreditam também que realizar seus desejos sexuais garante a felicidade e, o mais grave, que a felicidade se resume em quantas “transas” terão por mês, por semana, ou por dia.

Ora, uma sociedade que aplaude esse comportamento e uma educação que banaliza a sexualidade não podem reclamar. Um governo que aplaude e incentiva esse tipo de ação não pode achar que é a família que está errando. Se está, é em apoiar esse tipo de políticas públicas, que banalizam a vida e o sexo, e que defendem a erotização infantil, a partir do momento que apoia cartilhas e uma educação “sexualizada” que, em seu maior delírio, coloca os pais com secundários na educação sexual dos filhos, e a sua religião seus princípios como algo preconceituoso.

A realidade é que esta sociedade que está aí, esta educação “erotizada” que coloca a criança em segundo plano e coloca os pais como seres secundários na educação sexual dos seus filhos, este governo que privilegia o sexo pelo sexo, fizeram e fazem com que o número de casos de AIDS aumente cada vez mais no Brasil a exemplo de todo o mundo.

Nossa sociedade está “desevoluíndo”. Estamos vendo, a cada dia, a falência da sociedade brasileira. Vemos essa falência na relativização social que só tem aumentado a violência, o uso de drogas, o aborto, a desconstrução familiar e os casos de doenças sexualmente transmissíveis, principalmente a AIDS que, infelizmente, não tem cura.

A saída para esta catástrofe moral que nossa nação tem passado está em um retorno às raízes da família, a reconstrução da família como fator protetivo. Está em uma avaliação da educação, na volta de aulas de valores e princípios, tão escassos hoje na educação desse país.

A família deve ser convidada a ter participação ativa nas escolas, inclusive na escolha do material didático de seus filhos e em todas as ações da escola. As aulas de educação sexual devem informar, não incentivar e banalizar a sexualidade como tem feito. Uma sociedade sem princípios e sem valores é uma sociedade fadada ao fracasso.

Como profissionais, temos que denunciar que essa intromissão do governo e das politicas publicas de educação e de grupos sociais na desconstrução dos valores sociais e familiares tem contribuído, e muito, para o aumento de inúmeras doenças, além da violência sexual cometidos contra gays, mulheres, crianças e adolescentes; e não o contrário como tentam induzir a sociedade acreditar. Temos que falar sobre essa máxima, e sem Tabus. Certo?

“As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores.”
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Por Marisa Lobo

Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

http://colunas.gospelmais.com.br/midia-esconde-verdadeira-causa-aumento-da-aids-brasil_10473.html

O ANO DE 2015, ESPERANÇA DE DIAS MELHORES?

O ANO DE 2015, ESPERANÇA DE DIAS MELHORES?

Os economistas estão alertando para o fato de que 2015 será o ano do arrocho financeiro, o ano da inflação alta, do pífio crescimento econômico. 

Embora esses alertas sejam uma realidade, por outro lado, precisamos entender que a crise nunca apanha Deus de surpresa nem afeta seu controle. É na crise que podemos experimentar nossas vitórias mais expressivas, nossas experiências mais profundas, nossas alegrias mais puras. 

Descanse em Deus. Ele está no trono e governa nossa vida, nossa família, nosso destino.

Hernandes Dias Lopes.

sábado, 13 de dezembro de 2014

NATAL: A GRANDE MENTIRA DA SERPENTE

NATAL: A GRANDE MENTIRA DA SERPENTE




NATAL: A GRANDE MENTIRA DA SERPENTE

Por Tsadok Ben Derech

“O Cristianismo não destruiu o paganismo; ele o adotou”.

(Will Durant, The Story of Civilization, Caesar and Christ, Part III, 1944, página 595).

INTRÓITO

Quase dois bilhões de cristãos no mundo inteiro comemoram o Natal, alegando que “Jesus nasceu no dia 25 de dezembro”. Apesar de as Escrituras não mencionarem nada a este respeito, insistem os cristãos em celebrar a data, ignorando um fato de extrema relevância: a festa natalina é pagã e idólatra e, portanto, nunca foi comemorada pelos primeiros talmidim (discípulos) de Yeshua.

Já se lecionou, em outro estudo, que Yeshua provavelmente nasceu na festa de Sukot, existindo inúmeros indícios nas próprias Escrituras a este respeito (confira em: http://www.judaismonazareno.org/news/chag-hasukot-e-o-nascimento-do-mashiach-a-tora-viva1/).

Doravante, estudar-se-á como surgiu o mito do nascimento em 25 de dezembro, o Natal, bem como a correlação deste evento com práticas abomináveis aos olhos de YHWH.

RAÍZES DO PAGANISMO BABILÔNICO

Consoante Bereshit/Gênesis 3:15, YHWH proclamou que da semente da mulher nasceria aquele quem daria um golpe na cabeça da serpente (HaSatan/Satanás). Apregoa a tradição judaica, consignada nos Targumim, que existiria uma batalha entre os filhos da mulher e a serpente, e que esta seria finalmente abatida pelo Rei Messias:

“E será que, quando os filhos da mulher obedecerem à Torá e executarem suas instruções, eles estarão preparados para te bater na cabeça e para matar-te [a serpente]. E quando os filhos da mulher abandonarem as mitsvot (mandamentos) da Torá e não realizarem suas instruções, tu [a serpente] estarás pronta para machucá-los em seu calcanhar, e feri-los. No entanto, haverá um remédio para os filhos da mulher, mas para ti, serpente, não haverá remédio. Haverá um remédio para o calcanhar [dos filhos da mulher] nos dias do Rei Messias” (Targum Yerushalmi).

Enquanto YHWH preparou o Mashiach (Messias) para vir ao mundo e implementar a Torá nos corações humanos, a serpente (HaSatan) tentou desviar os homens do plano do ETERNO através da produção de um falso Messias.

Para promover seu desiderato, HaSatan usou Nimrod (Gn 10:8-10), que foi rei de Bavel (Babilônia) e se tornou um “poderoso caçador perante YHWH” (Gn 10:9). Nimrod criou um sistema religioso idólatra em “Bavel” (Babilônia), que em hebraico significa “confusão”. Nimrod transformou a verdade em mentira, confundido os homens e os levando a práticas ímpias.

Há um antigo livro israelita chamado “Sefer HaYashar” (Livro do Justo/Reto), que é mencionado em Yahushua (Josué) 10:13 e Sh’mu’el Beit (II Samuel) 1:18. Consta do Sefer HaYashar que o propósito de Nimrod, nome que denota “rebelião”, era levar os homens a se rebelarem contra Elohim, por meio da adoração de falsos deuses e do culto ao próprio Nimrod, como se este mesmo fosse uma divindade:

“E todas as nações ouviram falar de sua fama [de Nimrod], e eles ajuntaram-se a ele, inclinaram-se com o rosto em terra e lhe fizeram oferendas, e ele [Nimrod] se tornou seu Senhor e Rei, e todos ficaram com ele na cidade de Shin’ar. Nimrod reinou na terra sobre todos os filhos de Noach [Noé], e eles estavam todos sob seu poder e domínio.

E toda a terra tinha uma só língua e as palavras eram de união, mas Nimrod não ia pelos caminhos de YHWH, e ele era mais perverso do que todos os homens, a partir dos dias do dilúvio até esses dias.

E ele fez deuses de madeira e de pedra, e inclinou-se até eles, e se rebelou contra YHWH, e ensinou todos os seus súditos e os povos da terra sobre seus caminhos ímpios...” (Sefer HaYashar 7:45-47).

Quando o poderoso rei Nimrod morreu, sua esposa, Semíramis, arquitetou um plano para manter-se no poder e perpetuar a adoração pagã: afirmou que havia engravidado milagrosamente de Nimrod, já falecido, e que daria à luz um filho chamado Tamuz, a reencarnação de Nimrod.

Assim, em aproximadamente 2000 a.C., HaSatan criou um falso Messias (Tamuz), proveniente da semente da mulher. Tal mulher, que supostamente engravidou sem relações sexuais, passou a ser adorada como “a mãe de Deus” (Madonna), ou “a Rainha dos Céus”. Então, na antiga religião babilônica, surgiu o culto da “Virgem Mãe de Deus” e de seu “Filho”. Este conceito pagão propagou-se e se tornou a fonte de toda a idolatria que cobre a face da terra, uma vez que diversos povos incorporaram tal pensamento profano.




FOTO ACIMA. Semíramis e Tamuz (Babilônia) – Isi e Iswara (Índia)




FOTO ACIMA

Ísis e Horus (Egito)

também são conhecidos como Semíramis e Tamuz (Babilônia)




FOTO ACIMA. Da esquerda para a direita: 1) as duas primeiras gravuras são de Ísis e Hórus; 2) a última imagem é de Maria e Jesus.



FOTO ACIMA. Da esquerda para a direita: 1) Semíramis e Tamuz; 2) a mãe e a criança; 3) Ísis e Hórus; 4) Maria e o Jesus romano.

O sincretismo religioso foi tão intenso que a “Mãe de Deus”/“Rainha dos Céus” e seu “Filho” receberam diversos nomes em distintas culturas.

“Rainha dos Céus” (a Mãe) = Astarote (Israel), Astarte (Fenícia), Ishtar (Babilônia), Afrodite (Grécia), Diana/Cibele (Roma), Ísis (Egito), Maria (divindade difundida pelo Catolicismo Romano por todo o mundo).

O Filho = Tamuz (Israel), Baco (Fenícia), Tamuz (Babilônia), Dionísio (Grécia), Atis (Roma), Hórus (Egito).

Importa registrar que o culto a Tamuz estava associado à adoração do deus Sol. Isto foi mostrado pelo ETERNO ao profeta Yechezk’el (Ezequiel), quando os israelitas perpetravam rituais pagãos dentro do próprio Beit HaMikdash (Templo):

“E disse-me [YHWH]: Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estes fazem.

E levou-me à entrada da porta da casa de YHWH, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando a Tamuz.

E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver abominações maiores do que estas.

E levou-me para o átrio interior da casa de YHWH, e eis que estavam à entrada do Templo de YHWH, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o Templo de YHWH, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol” (Yechezk’el/Ezequiel 8:13-16).

Além da adoração pagã a Tamuz, as Escrituras igualmente narram sobre a idolatria cometida pelos hebreus ao cultuarem Asht’rot/Astarote (Jz 2:13; 3:7; 10:6; 1 Rs 11:15, 33), também conhecida como “Rainha dos Céus”:

“Tu [Yirmeyahu/Jeremias], pois, não ores por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me supliques, porque eu não te ouvirei.

Porventura não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Yehudá [Judá], e nas ruas de Yerushalayim [Jerusalém]?

Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira” (Yirmeyahu/Jeremias 7:16-18; vide ainda Jr 44:19-29).

O culto ao deus Sol era tão comum na antiguidade que YHWH advertiu seu povo a não adotá-lo:

“Que não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que YHWH teu Elohim repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus” (Devarim/Deuteronômio 4:19).

“E expô-los-ão ao sol, e à lua, e a todo o exército do céu, a quem tinham amado, e a quem tinham servido, e após quem tinham ido, e a quem tinham buscado e diante de quem se tinham prostrado; não serão recolhidos nem sepultados; serão como esterco sobre a face da terra” (Yirmeyahu/Jeremias 8:2).

Já que HaSatan e os shedim (demônios) atuam em toda a face da terra, levam os mesmos costumes abomináveis a outras nações. Por tal motivo, as práticas relacionadas, explícita ou implicitamente, ao culto do deus Sol se encontram presentes em quase todas as religiões. Neste sentido, o culto solar também existiu no império persa, centralizado na figura do deus Mitra, o que se passa a expor no próximo tópico.

O SINCRETISMO COM MITRA

Escreveu-se alhures que a fonte primordial do paganismo se iniciou em Bavel (Babilônia) com Nimrod. Este instituiu um sistema idólatra que se difundiu por toda a humanidade, inclusive após a confusão de línguas descrita em Bereshit/Gênesis 11:1-9.

A antiga adoração ao sol foi albergada pelo império persa na figura do deus Mitra. Esta divindade migrou para o império romano, tornando-se proeminente, visto que Mitra era também conhecido como o deus das honras militares:

“Na religião de Zoroastro, Mitra tem lugar secundário; mas, a partir do Cristianismo, logrou tão larga popularidade. Ignoramos inteiramente como esse culto veio do Irã para o oeste. Era particularmente caro aos grandes e aos soldados, que nele veneravam o deus do juramento e da glória militar.

Na época dos Flávios (de 70 a 96 d.C.) começaram a aglomerar-se os adoradores de Mitra, o Sol Invictus, ‘O Sol Invencível’. O império romano tornou-se o maior adorador do deus persa.

Como o Sol se ergue cada manhã acima do horizonte, assim Mitra, nascendo, saía de um rochedo; nos templos venerava-se a pedra cônica, de onde emergia uma criança nua, com boné frígio na cabeça; a data do nascimento do deus, o Natalis Solis Invicti, o Nascimento do Sol invicto, foi fixada no dia 25 de dezembro, quando o Sol começa sua carreira ascendente...” (Dicionário de Mitologias Europeias e Orientais, Tassilo Orpheu Spalding, editora Cultrix, 1973, página 159).

Fica claro, no texto citado, que o nascimento de Mitra era comemorado em 25 de dezembro, data associada ao deus Sol. E esta é a origem do “Natal”, palavra que significa nascimento.

Consoante as lições do Pastor Protestante Alexander Hislop, na aclamada obra intitulada “The Two Babylons” (As Duas Babilônias), a Igreja Católica Romana promove a adoração de Nimrod e de sua esposa, sincretizados em Mitra, adoração esta que é disfarçada sob o manto do Cristianismo.

M.J. Vermaserem e C.C. Van Essen escreveram:

“Deve-se ter em mente que o Ano Novo mitraico começou no Natalis Invicti, o aniversário de seu deus invencível, ou seja, 25 de dezembro, quando a nova luz aparece a partir da abóbada do céu” (The Excavations in the Mithraeum of the Church of Santa Pricsa in Rome, página 238).

Por ser reputado o “deus Sol”, Mitra é representado com um sol em sua cabeça.

Percebam o sincretismo religioso: Mitra, que tem o sol na cabeça, nasceu em 25 de dezembro. Por sua vez, a Igreja Católica Romana decretou que Jesus também nasceu na mesma data, bem como o representou com o sol brilhando em sua cabeça.



FOTOS ACIMA. Da esquerda para a direita: 1) Mitra e 2) Jesus. Ambos estão com o sol na cabeça.




FOTOS ACIMA. Da esquerda para a direita: 1) Mitra e 2) Jesus. Ambos estão com o sol na cabeça.




FOTO ACIMA. Maria e Jesus, ambos com o sol na cabeça. Interessante observar que Maria é chamada pelos católicos de “Rainha dos Céus”, o mesmo título da divindade maligna descrita em Yirmeyahu/Jeremias 7:16-18 e 44:19-29.




FOTOS ACIMA. Da esquerda para a direita: 1) deus sol Shamash (Babilônia), cujo símbolo representativo no escudo é o próprio sol; 2) praça do Vaticano, que adotou similar símbolo pagão.

OUTROS ELEMENTOS PAGÃOS DO NATAL

Prelecionou-se anteriormente que a origem do Natal remonta ao nascimento do deus Sol, Mitra, personagem de destaque no império romano. Não obstante, a procedência remota do Natal se vincula à religião babilônica. Neste sentido, no renomado livro “The Two Babylons” (As Duas Babilônias), Alexander Hislop escreveu que o Natal está associado a Nimrod e à Rainha dos Céus, sincretizados em plúrimas religiões, e que o dia de Natal era observado por vários povos pagãos, adoradores do Sol:

“Que o Natal era originalmente uma festa pagã está acima de qualquer dúvida. A época do ano e as cerimônias com que é celebrado provam sua origem. No Egito, o filho de Ísis, o título egípcio para a rainha do céu, nasceu neste mesmo tempo, sobre o tempo do solstício de inverno. O próprio nome pelo qual o Natal é popularmente conhecido entre nós - dia de Yule - prova de uma só vez a sua origem pagã e babilônica. ‘Yule’ é o nome caldeu para ‘criança’, ou ‘criança pequena’, e o dia 25 de dezembro foi chamado pelos nossos pagãos anglo-saxões ancestrais de ‘dia de Yule’ ou ‘dia da criança’, e a noite que o precedeu de ‘Noite Mãe’, muito antes de eles entraram em contato com o Cristianismo, o que demonstra suficientemente o seu caráter real. Nos vastos e grandes domínios do paganismo este aniversário já era observado” (The Two Babylons, Alexander Hislop, página 93).

Temos visto, até então, que o Natal tem origem no culto ao deus Sol, que se liga à Rainha dos Céus e ao Filho, recebendo estes os mais variados nomes em diversas culturas. Agora, mister destacar que o Natal também possui raízes na festa de Saturnália, ex vi do ensino contido na Encyclopaedia Britannica:

“Por um tempo, moedas e outros monumentos continuaram a vincular as doutrinas cristãs com a adoração ao Sol, a qual Constantino tinha dedicado anteriormente. Mas mesmo quando essa fase chegou ao fim, o paganismo romano continuou a exercer outras influências permanentes... o calendário eclesiástico retém numerosos restos da festa pré-cristã denominada de Natal, que combina elementos da festa da Saturnália e do aniversário de Mitra” (Encyclopaedia Britannica, verbete “Roman Religion”).

E o que é a festa de Saturnália?

Trata-se de um antigo festival romano, iniciado por volta do século V a.C., que tinha por objetivo honrar o Templo do deus Saturno, conhecido entre os gregos como Cronos. Perdurava uma semana e culminava no solstício de inverno. Caracterizava-se pelos sacrifícios feitos a Saturno, os grandes banquetes com comida farta e a troca de presentes, sendo que estes dois últimos elementos foram posteriormente absorvidos pelo Natal cristão.

Apesar de ser helenista e totalmente distante dos netsarim (nazarenos), o “Pai da Igreja” Tertuliano chegou a criticar os cristãos que já haviam lançado as práticas da Saturnália para dentro do Cristianismo (Sobre a Idolatria, Capítulos 14 e 15). Aliás, desde o primeiro século se fazia presente a absorção de festivais profanos por parte dos gentios, o que levou Sha’ul (Paulo) a exortar os moradores da Galácia (Gl 4:8-11).

Já que o Cristianismo surgiu no início do segundo século como uma religião autônoma e divorciada do Judaísmo Nazareno, este praticado por Yeshua e seus talmidim (discípulos), então, seria natural que o Cristianismo absorvesse elementos pagãos.

Com fundamento na opinião de abalizados especialistas, giza Sha’ul Bentsion que o imperador Constantino unificou o império romano debaixo de uma religião única, o Cristianismo, sincretizando-o com elementos do Mitraísmo:

“Por volta do século 4 DC, o imperador romano Constantino I, um adorador do deus-sol supostamente ‘convertido’, vislumbrou a possibilidade de unificação do império, criando uma religião sincrética que combinava todos esses elementos:

‘O mundo estava plenamente maduro para o monoteísmo ou sua forma modificada, o henoteísmo, mas o monoteísmo se apresentava em diversas vertentes, sob as formas de várias religiões orientais: a adoração do sol, na veneração de Mitra, no Judaísmo e no Cristianismo… Não apenas os gnósticos e outros hereges, mas os cristãos que se consideravam fiéis, guardavam em grande medida a adoração ao sol. Leo o Grande, em seus dias, diz que era o costume de muitos cristãos ficarem de pé nos degraus da igreja de São Pedro e venerarem o sol por meio de referências e orações… Quando tais condições prevaleciam, é fácil entender que muitos imperadores cederam à ilusão de que poderiam unir todos seus súditos na adoração de um deus-sol que combinava em si mesmo o deus-pai dos cristãos e o muito-adorado Mitra; assim o império poderia ser refundado na unidade de uma religião. Até mesmo Constantino, como será demonstrado adiante, por um tempo estimou essa crença equivocada’. (Constantine, Catholic Encyclopedia).

Foi justamente à época de Constantino que as celebrações do Natal do Sol Invicto (Natalis Invicti Solis) foram oficializadas como sendo o aniversário do Cristo Romano - não o Messias bíblico, mas essa figura originária do sincretismo supracitado.

Sobre isso, o historiador J. B. Bury escreve:

‘A data da Natividade foi afixada para coincidir com o aniversário de Mitra (Natalis Invicti, 25 de Dezembro), cuja religião tinha muitas afinidades com a cristã. Este processo não foi o resultado, em primeira instância, de uma política deliberada. Foi um desenvolvimento natural, pois o Cristianismo não podia escapar da influência das ideias que eram correntes em seu ambiente. Mas foi promovida por homens iluminados e condutores na Igreja...

O cálculo dos cristãos do nascimento de Jesus em 25 de Dezembro criou uma oportunidade conveniente para Constantino substituir e transferir a celebração do sol invicto ou Natalis Invicti para Nativitas Domini, a celebração do nascimento do Senhor. A transferência de imagens pôde inclusive ser feita enfatizando Jesus como a vitória da luz conquistando as trevas do mal. O sol novus (novo sol) foi facilmente convertido em uma celebração do 'sol da justiça.' À medida que a Festa do Sol tornou-se a Festa do Filho, os líderes da igreja enfatizaram que o naturalismo do culto solar estava sendo substituído pela celebração do supernaturalismo do Eterno enviando Seu Filho, Jesus’. (History of the Later Roman Empire, Volume 1, pg. 373)” (A Verdadeira História do Natal, Sha’ul Bentsion).

Apesar de os antigos cristãos já participarem de festivais pagãos, a decisão do imperador Constantino foi de suma importância, visto que oficializou o paganismo mitraico e a adoração ao deus Sol no seio do Cristianismo, sob o disfarce do “nascimento de Cristo”.

Por volta do ano 350 d.C., o Papa Júlio I decretou que os cristãos deveriam comemorar o Natal, o “nascimento de Jesus”, em 25 de dezembro.

Daí em diante, outros ingredientes idólatras foram incluídos no Natal, provenientes de ritos religiosos de outros povos, agora já cristianizados. Por exemplo, dos anglo-saxões vieram as seguintes práticas: a) o Dia de Yule, que significa “nascimento”, Natal; b) o culto ao deus Odin, ligado ao Dia de Yule; c) a refeição festiva, popularmente conhecida como “Ceia de Natal”; d) o costume de comer porco em tal Ceia; e) as cantatas natalinas; f) o Papai Noel, que tem origem na mitologia nórdica do deus Odin, sendo que este era representado como um homem de longa barba branca e que percorria grandes distâncias com um cavalo, o que posteriormente levou à ideia das renas.

Fato é que o Catolicismo Romano sempre assimilou os hábitos do paganismo com a intenção de propagar uma fé que unificasse todos os povos, por meio de uma crença única e miscigenada. Isto fica bem claro com a ordem do Papa Gregório a Agostinho, o primeiro missionário destinado às Ilhas Britânicas (597 d.C.):

“Não destrua os templos dos deuses ingleses; transforme-os em igrejas cristãs. Não proíba os costumes ‘inofensivos’ que têm sido associados com as velhas religiões [idólatras]; consagre-os para uso cristão” (apud “All About Christmas 2,000 BCE to Date”, escrito por Ed Stevens e editado por James Trimm).

Amalgamou-se ainda à tradição natalina a figura do Bispo de Mira, o São Nicolau católico, que veio a falecer próximo ao Natal, em 6 de dezembro de 345 ou 352 d.C. Sobre tal personagem, atesta a Enciclopédia Católica:

“Os numerosos milagres que se diz que São Nicolau operou, tanto antes quanto depois da sua morte, são acréscimos de uma longa tradição… nos Estados Unidos e em alguns outros países São Nicolau ficou identificado como Papai Noel, que distribui presentes para as crianças na véspera de Natal”. (Catholic Encyclopedia, verbete St. Nicholas of Myra).
A Revista “Época” explica a associação do Papai Noel com o São Nicolau católico:

“A figura do Papai Noel reflete bem essa mistura. De certa forma, ele existiu. O bispo Nicolau nasceu por volta do século III, na região conhecida hoje como Turquia, e era famoso por sua paixão pelas crianças. Rico, costumava distribuir presentes, inclusive jogando-os pela janela. Em pouco tempo, a história do velhinho e sua extrema bondade espalhou-se também pela Grécia e pela Itália. Alguns afirmavam que Nicolau operava milagres, mesmo após sua morte. Foi então que a Igreja Católica decidiu torná-lo santo e sugeriu que o dia de São Nicolau fosse comemorado junto com o nascimento de Jesus, no dia 25 de dezembro.

De bispo bondoso, Nicolau passou por uma verdadeira metamorfose. Em 1809, o escritor Washington Irving popularizou a história de São Nicolau nos Estados Unidos, descrevendo Santa Claus (seu apelido em inglês) como um duende gorducho que aparecia nas noites de Natal e distribuía presentes montado num cavalo voador. O surrealismo da história não impediu que essa imagem fosse gravada no imaginário popular. Mas foi apenas em 1931 que Santa Claus ganhou a famosa vestimenta vermelha e branca, graças à Coca-Cola. O que era apenas para ser uma campanha publicitária para aquele ano acabou ganhando o mundo”.

No texto acima transcrito, afirma-se categoricamente que São Nicolau fazia milagres “mesmo após a sua morte”, ou seja, a figura do Papai Noel está umbilicalmente ligada à invocação de mortos. Já que os católicos cultuam os mortos, principalmente os denominados “santos”, canonizados pelo Papa, passaram a reverenciar São Nicolau como Papai Noel, fazendo-lhe pedidos, o que é abominável aos olhos do ETERNO:

“Quando entrares na terra que YHWH teu Elohim te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação a YHWH; e por estas abominações YHWH teu Elohim os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como YHHW teu Elohim. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém, quanto a ti, YHWH teu Elohim não permitiu tal coisa” (Devarim/Deuteronômio 9:14)




FOTO ACIMA. A evolução do Papai Noel, segundo a visão do rabino Rob Miller

Registra-se ainda que a denominada “Árvore de Natal” tem origem remota na religião babilônica, sendo usada para representar Tamuz, nome que significa “broto, rebento”, e que é uma clara falsificação do verdadeiro Mashiach, o “broto/rebento” (hebraico:netser) de Yishai (Jessé) mencionado em Yeshayahu/Isaías 11:1.

Moedas antigas foram encontradas retratando um toco de árvore (que representa o morto Nimrod) e uma pequena árvore que cresce nas proximidades (Tamuz). Os israelitas idólatras promoviam seus rituais debaixo de árvores:

“... contudo em todo o outeiro alto e debaixo de toda a árvore verde te andas encurvando e prostituindo-te” (Yirmeyahu/Jeremias 2:20).

“Somente reconhece a tua iniquidade, que transgrediste contra YHWH teu Elohim; e estendeste os teus caminhos aos estranhos, debaixo de toda a árvore verde, e não deste ouvidos à minha voz, diz YHWH” (Yirmeyahu/Jeremias 3:13).

Também era costume dos hebreus apóstatas o enfeite da árvore para a adoração de ídolos:

“(...) Porque os costumes das nações são desprezíveis;

Porque a árvore da floresta ele corta, obra das mãos de um trabalhador com machado.

Com prata e com ouro ele a enfeita...” (tradução literal de Yirmeyahu/Jeremias 10: 3-4, diretamente do hebraico).

No texto acima, não fica claro se havia o culto à própria árvore ou ao ídolo dela decorrente. Para alguns estudiosos, a passagem transcrita refere-se ao enfeite da árvore com fins idólatras (vide “All About Christmas 2,000 BCE to Date”, escrito por Ed Stevens e editado por James Trimm).

Ensinam Ed Stevens e James Trimm que os egípcios usavam palmeiras e os romanos pinheiros para a adoração de seus deuses, o que posteriormente resultou na “Árvore de Natal” (Ob.Cit.).

SÍNTESE DOS PRINCIPAIS PONTOS DESTE ESTUDO

Para facilitar a compreensão das informações já expendidas, compendiam-se as teses apresentadas nas seguintes proposições objetivas:

1) os primeiros talmidim (discípulos) de Yeshua nunca comemoraram o Natal;

2) é bem provável que Yeshua tenha nascido na festa de Sukot, que recai entre setembro ou início de outubro;

3) sabendo que o ETERNO prometeu a vinda do Mashiach, HaSatan preparou um falso Messias para ser adorado, bem como ídolos que desviariam a atenção dos povos;

4) na antiga religião babilônica surgiu o culto à “Mãe de Deus” e a seu “Filho”, o que se propagou para diversos povos após a confusão de línguas narrada em Bereshit/Gênesis 11;

5) povos pagãos cultuavam o deus Sol (Devarim/Deuteronômio 4:19 e Yirmeyahu/Jeremias 8:2), e celebravam o seu nascimento;

6) o culto solar do deus Mitra era corrente no império romano, e seu nascimento era comemorado em 25 de dezembro. Esta é a origem do “Natal”, palavra que significa nascimento;

7) os antigos cristãos participavam de festas pagãs, o que é narrado pelo “Pai da Igreja” Tertuliano. Sha’ul (Paulo) criticou os cristãos que celebravam tais festas profanas (Gl 4:8-11);

8) o “convertido” imperador Constantino unificou o império romano debaixo de uma única religião, o Cristianismo, sincretizando a nova fé com elementos provenientes das outras religiões idólatras. Então, a pagã festa de Natal passou a fazer parte do Cristianismo, oficialmente;

9) o Natal cristão também recebeu a influência da festa de Saturnália, que homenageava o deus Saturno. Na Saturnália, havia ceia com fartura de comida e troca de presentes;

10) por volta de 350 d.C., o Papa Júlio I decretou que os cristãos deveriam comemorar o Natal, o “nascimento de Jesus”, em 25 de dezembro;

11) com o passar do tempo, outros elementos profanos foram acrescentados ao Natal como, por exemplo, as práticas do Dia de Yule e do culto ao deus Odin, a Ceia de Natal, as cantatas natalinas e o Papai Noel;

12) a figura do Papai Noel é uma miscigenação do deus Odin, homem de longa barba branca e que percorria grandes distâncias montado em um cavalo, com o São Nicolau católico, que mesmo após a sua morte realizava milagres. Posteriormente, por meio da campanha publicitária da Coca-Cola, o Papai Noel adquiriu roupas vermelhas e brancas e se tornou famoso em todo o mundo;

13) a utilização de árvores para fins idólatras tem origem remota na religião babilônica. Muitos hebreus chegaram a prestar cultos profanos debaixo de árvores, bem como enfeitá-las em homenagem aos deuses. Costume análogo foi observado pelos egípcios e pelos romanos. Tudo isto terminou por ser sincretizado na Árvore de Natal.

CONCLUSÃO

Constatando-se a origem maligna do Natal, todo o verdadeiro talmid (discípulo) de Yeshua HaMashiach não deve participar de tal festa pagã e idólatra.

Ainda que o Natal se apresente como algo aparentemente inofensivo, as Escrituras prescrevem:

“Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Mishlei/Provérbios 14:12).

YHWH sempre ordenou que seu povo se afastasse dos costumes das nações, visto que estão impregnados de coisas abomináveis:

“Quando entrares na terra que YHWH teu Elohim te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações” (Devarim/Deuteronômio 18:9).
E a Torá adverte:

“Não seguirás a multidão para fazeres o mal” (Shemot/Êxodo 23:2).

Yeshua nos ensinou a fugir daquilo que parece elevado perante os olhos da sociedade, mas que é desprezível aos olhos de YHWH:

“... porque o que entre os homens é elevado, perante Elohim é abominação” (Lucas 16:15).

Sha’ul (Paulo) foi enfático:

“Não participem das obras infrutíferas das trevas...” (Efessayah/Efésios 5:11).

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre o Mashiach e HaSatan? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o Santuário de Elohim com os ídolos? Porque vós sois o Santuário do Elohim Chayim, como Elohim disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Elohim e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz YHWH; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei” (Curintayah Beit/II Coríntios 6:14-17).

Destarte, antes os argumentos bosquejados, é de clareza solar que os primeiros talmidim (discípulos) de Yeshua nunca celebraram a profana festa conhecida como Natal, razão pela qual nós também não participamos da ceia de shedim (demônios).

Leia mais: http://www.judaismonazareno.org/news/natal-a-grande-mentira-da-serpente/

A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL: 

Origem: Wikipédia. Natal ou Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão, comemorado anualmente em 25 de Dezembro, originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do deus Sol e adaptado pela Igreja Católica no terceiro século d.C., para permitir a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano, passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.

Origem do Natal: Criado pelo Imperador Romano Constantino as Comemorações Natalinas que são a junção da Festa Pagã em homenagem ao Sol, o deus Ráh, dos Egípcios (paganismo, idolatria), com a data atribuída ao nascimento de Jesus Cristo, 25 de Dezembro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal

Quase dois bilhões de cristãos no mundo inteiro comemoram o Natal, alegando que “Jesus nasceu no dia 25 de dezembro”. Apesar de as Escrituras não mencionarem nada a este respeito, insistem os cristãos em celebrar a data, ignorando um fato de extrema relevância: a festa natalina é pagã e idólatra e, portanto, nunca foi comemorada pelos primeiros discípulos de Yeshua (Jesus). A este respeito -
1) os primeiros discípulos de Yeshua (Jesus) nunca comemoraram o Natal;

2) é bem provável que Yeshua (Jesus) tenha nascido na festa de Sukot (Festa dos Tabernáculos), que recai entre setembro ou início de outubro;

3) sabendo que o ETERNO prometeu a vinda do Messias, Satan preparou um falso Messias para ser adorado, bem como ídolos que desviariam a atenção dos povos;

4) na antiga religião babilônica surgiu o culto à “Mãe de Deus” e a seu “Filho”, o que se propagou para diversos povos após a confusão de línguas narrada em Gênesis 11;

5) povos pagãos cultuavam o deus Sol (Deuteronômio 4:19 e Jeremias 8:2), e celebravam o seu nascimento;

6) o culto solar do deus Mitra era corrente no império romano, e seu nascimento era comemorado em 25 de dezembro. Esta é a origem do “Natal”, palavra que significa nascimento;

7) os antigos cristãos participavam de festas pagãs, o que é narrado pelo “Pai da Igreja” Tertuliano. Paulo criticou os cristãos que celebravam tais festas profanas (Gálatas 4:8-11);

8) o “convertido” imperador Constantino unificou o império romano debaixo de uma única religião, o Cristianismo, sincretizando a nova fé com elementos provenientes das outras religiões idólatras. Então, a pagã festa de Natal passou a fazer parte do Cristianismo, oficialmente;

9) o Natal cristão também recebeu a influência da festa de Saturnália, que homenageava o deus Saturno. Na Saturnália, havia ceia com fartura de comida e troca de presentes;

10) por volta de 350 d.C., o Papa Júlio I decretou que os cristãos deveriam comemorar o Natal, o “nascimento de Jesus”, em 25 de dezembro;

11) com o passar do tempo, outros elementos profanos foram acrescentados ao Natal como, por exemplo, as práticas do Dia de Yule e do culto ao deus Odin, a Ceia de Natal, as cantatas natalinas e o Papai Noel;

12) a figura do Papai Noel é uma miscigenação do deus Odin, homem de longa barba branca e que percorria grandes distâncias montado em um cavalo, com o São Nicolau católico, que mesmo após a sua morte realizava milagres. 

Posteriormente, por meio da campanha publicitária da Coca-Cola, o Papai Noel
adquiriu roupas vermelhas e brancas e se tornou famoso em todo o mundo;

13) a utilização de árvores para fins idólatras tem origem remota na religião babilônica. Muitos hebreus chegaram a prestar cultos profanos debaixo de árvores, bem como enfeitá-las em homenagem aos deuses. Costume análogo foi observado pelos egípcios e pelos romanos. Tudo isto terminou por ser sincretizado na Árvore de Natal.

Constatando-se a origem maligna do Natal, todo o verdadeiro discípulo de Yeshua, o Messias não deve participar de tal festa pagã e idólatra.

Ainda que o Natal se apresente como algo aparentemente inofensivo, as Escrituras prescrevem:

“Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Provérbios 14:12).

O Eterno sempre ordenou que seu povo se afastasse dos costumes das nações, visto que estão impregnados de coisas abomináveis:

“Quando entrares na terra que o Eterno, teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações” (Deuteronômio 18:9).

E a Lei de Deus adverte: “Não seguirás a multidão para fazeres o mal” (Êxodo 23:2).

Yeshua (Jesus) nos ensinou a fugir daquilo que parece elevado perante os olhos da sociedade, mas que é desprezível aos olhos do Eterno:

“... porque o que entre os homens é elevado, perante o Eterno é abominação” (Lucas 16:15).

Paulo foi enfático: “Não participem das obras infrutíferas das trevas...” (Efésios 5:11).

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre o Messias e Satan? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o Santuário do Eterno com os ídolos? Porque vós sois o Santuário do Espirito do Santo, como disse:

Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz Eterno; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei” (II Coríntios 6:14-17).

Destarte, antes os argumentos bosquejados, é de clareza solar que os primeiros discípulos de Yeshua nunca celebraram a profana festa conhecida como Natal, razão pela qual nós também não participamos da ceia de shedim (demônios).

A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra “marad”, que significa “rebelar”. Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gênesis 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se:

- criou a instituição de ajuntamentos (cidades);

- construiu a torre de Babel (a Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos céus, fama eterna, adoração aos astros);

- fundou Nínive e muitas outras cidades;

- organizou o primeiro reino deste mundo.

A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.

Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal(nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore.

Dentre as diferentes versões, uma diz que após a morte de Ninrode, ela teria ficado grávida e, para esconder a vergonha, disse ter sido fecundada pelo próprio Ninrode, o qual se convertera no deus sol. Seu filho chamou-se Tamuz, e foi considerado o filho do deus sol, ou deus redentor. Instituiu-se a comemoração da data do nascimento de Tamuz – 25 de dezembro. Tamuz morreu enquanto sua mãe ainda vivia. Diz a lenda que seu corpo foi esquartejado e os pedaços enviados para diferentes partes. Então, sua mãe ordenou uma busca pelos pedaços para recompor o corpo do filho. Esta busca demorou quarenta dias, aos final dos quais ela se coloca sobre o corpo do morto e o faz ressuscitar. Então, mais tarde foi instituído o uso do pinheiro na comemoração do nascimento de Tamuz, o qual era um símbolo de ressurreição. 

Diz-se que os adoradores do deus sol ofereciam sacrifícios humanos – os corpos de pessoas que não estavam em harmonia com sua religião. Essas eram degoladas, e suas cabeças eram penduradas no pinheiro da festa em honra a Tamuz.

Quase dois bilhões de cristãos no mundo inteiro comemoram o Natal, alegando que “Jesus nasceu no dia 25 de dezembro”. Apesar de as Escrituras não mencionarem nada a este respeito, insistem os cristãos em celebrar a data, ignorando um fato de extrema relevância: a festa natalina é pagã e idólatra e, portanto, nunca foi comemorada pelos primeiros discípulos de Yeshua (Jesus).

Doravante, estudar-se-á como surgiu o mito do nascimento em 25 de dezembro, o Natal, bem como a correlação deste evento com práticas abomináveis aos olhos do Eterno.

RAÍZES DO PAGANISMO BABILÔNICO

Consoante Gênesis 3:15, O Eterno proclamou que da semente da mulher nasceria aquele quem daria um golpe na cabeça da serpente (HaSatan/Satanás). Apregoa a tradição judaica, consignada nos Targumim, que existiria uma batalha entre os filhos da mulher e a serpente, e que esta seria finalmente abatida pelo Rei Messias:

“E será que, quando os filhos da mulher obedecerem à Torá e executarem suas instruções, eles estarão preparados para te bater na cabeça e para matar-te [a serpente]. E quando os filhos da mulher abandonarem os mandamentos da Torá e não realizarem suas instruções, tu [a serpente] estarás pronta para machucá-los em seu calcanhar, e feri-los. No entanto, haverá um remédio para os filhos da mulher, mas para ti, serpente, não haverá remédio. Haverá um remédio para o calcanhar [dos filhos da mulher] nos dias do Rei Messias” (Targum Yerushalmi).

Enquanto o Eterno preparou o Messias para vir ao mundo e implementar a Torá nos corações humanos, a serpente (Satan) tentou desviar os homens do plano do ETERNO através da produção de um falso Messias.

Para promover seu desiderato, Satan usou Nimrod (Gênesis 10:8-10), que foi rei de Bavel (Babilônia) e se tornou um “poderoso caçador perante o Eterno” (Gênesis 10:9). Nimrod criou um sistema religioso idólatra em “Babel” (Babilônia), que em hebraico significa “confusão”. Nimrod transformou a verdade em mentira, confundido os homens e os levando a práticas ímpias.

Há um antigo livro israelita chamado “Sefer HaYashar” (Livro do Justo/Reto), que é mencionado em Josué 10:13 e II Samuel 1:18. Consta do Sefer HaYashar que o propósito de Nimrod, nome que denota “rebelião”, era levar os homens a se rebelarem contra o Eterno, por meio da adoração de falsos deuses e do culto ao próprio Nimrod, como se este mesmo fosse uma divindade:

“E todas as nações ouviram falar de sua fama [de Nimrod], e eles ajuntaram-se a ele, inclinaram-se com o rosto em terra e lhe fizeram oferendas, e ele [Nimrod] se tornou seu Senhor e Rei, e todos ficaram com ele na cidade de Shin’ar. Nimrod reinou na terra sobre todos os filhos de Noé e eles estavam todos sob seu poder e domínio.

E toda a terra tinha uma só língua e as palavras eram de união, mas Nimrod não ia pelos caminhos do Eterno, e ele era mais perverso do que todos os homens, a partir dos dias do dilúvio até esses dias.

E ele fez deuses de madeira e de pedra, e inclinou-se até eles, e se rebelou contra Deus, e ensinou todos os seus súditos e os povos da terra sobre seus caminhos ímpios...” (Sefer HaYashar 7:45-47).

Quando o poderoso rei Nimrod morreu, sua esposa, Semíramis, arquitetou um plano para manter-se no poder e perpetuar a adoração pagã: afirmou que havia engravidado milagrosamente de Nimrod, já falecido, e que daria à luz um filho chamado Tamuz, a reencarnação de Nimrod.

Assim, em aproximadamente 2000 a.C., Satan criou um falso Messias (Tamuz), proveniente da semente da mulher. Tal mulher, que supostamente engravidou sem relações sexuais (virgem), passou a ser adorada como “a mãe de Deus” (Madonna), ou “a Rainha dos Céus”. Então, na antiga religião babilônica, surgiu o culto da “Virgem Mãe de Deus” e de seu “Filho”. Este conceito pagão propagou-se e se tornou a fonte de toda a idolatria que cobre a face da terra, uma vez que diversos povos incorporaram tal pensamento profano.

O sincretismo religioso foi tão intenso que a “Mãe de Deus”/“Rainha dos Céus” e seu “Filho” receberam diversos nomes em distintas culturas.
“Rainha dos Céus” (a Mãe) = Astarote (Israel), Astarte (Fenícia), Ishtar (Babilônia), Afrodite (Grécia), Diana/Cibele (Roma), Ísis (Egito), Maria (divindade difundida pelo Catolicismo Romano por todo o mundo).
O Filho = Tamuz (Israel), Baco (Fenícia), Tamuz (Babilônia), Dionísio (Grécia), Atis (Roma), Hórus (Egito).

Importa registrar que o culto a Tamuz estava associado à adoração do deus Sol. Isto foi mostrado pelo ETERNO ao profeta Ezequiel, quando os israelitas perpetravam rituais pagãos dentro do próprio Templo:

“E disse-me [ETERNO]: Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estes fazem.
E levou-me à entrada da porta da casa do Eterno, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando a Tamuz.
E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver abominações maiores do que estas.
E levou-me para o átrio interior da casa do Eterno, e eis que estavam à entrada do Templo do Eterno, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o Templo do ETERNO, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol” (Ezequiel 8:13-16).

Além da adoração pagã a Tamuz, as Escrituras igualmente narram sobre a idolatria cometida pelos hebreus ao cultuarem Asht’rot/Astarote (Jz 2:13; 3:7; 10:6; 1 Rs 11:15, 33), também conhecida como “Rainha dos Céus”:

“Tu [Jeremias], pois, não ores por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me supliques, porque eu não te ouvirei.
Porventura não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém?
Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira” (Jeremias 7:16-18; vide ainda Jr 44:19-29).
O culto ao deus Sol era tão comum na antiguidade que o ETERNO advertiu seu povo a não adotá-lo:

“Que não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o Eterno teu D-us repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus” (Deuteronômio 4:19).

“E expô-los-ão ao sol, e à lua, e a todo o exército do céu, a quem tinham amado, e a quem tinham servido, e após quem tinham ido, e a quem tinham buscado e diante de quem se tinham prostrado; não serão recolhidos nem sepultados; serão como esterco sobre a face da terra” (Jeremias 8:2).

Já que Satan e os shedim (demônios) atuam em toda a face da terra, levam os mesmos costumes abomináveis a outras nações. Por tal motivo, as práticas relacionadas, explícita ou implicitamente, ao culto do deus Sol se encontram presentes em quase todas as religiões. Neste sentido, o culto solar também existiu no império persa, centralizado na figura do deus Mitra, o que se passa a expor no próximo tópico.

O SINCRETISMO COM MITRA

Escreveu-se alhures que a fonte primordial do paganismo se iniciou em Babel (Babilônia) com Nimrod. Este instituiu um sistema idólatra que se difundiu por toda a humanidade, inclusive após a confusão de línguas descrita em Gênesis 11:1-9.

A antiga adoração ao sol foi albergada pelo império persa na figura do deus Mitra. Esta divindade migrou para o império romano, tornando-se proeminente, visto que Mitra era também conhecido como o deus das honras militares:

“Na religião de Zoroastro, Mitra tem lugar secundário; mas, a partir do Cristianismo, logrou tão larga popularidade. Ignoramos inteiramente como esse culto veio do Irã para o oeste. Era particularmente caro aos grandes e aos soldados, que nele veneravam o deus do juramento e da glória militar.

Na época dos Flávios (de 70 a 96 d.C.) começaram a aglomerar-se os adoradores de Mitra, o Sol Invictus, ‘O Sol Invencível’. O império romano tornou-se o maior adorador do deus persa.

Como o Sol se ergue cada manhã acima do horizonte, assim Mitra, nascendo, saía de um rochedo; nos templos venerava-se a pedra cônica, de onde emergia uma criança nua, com boné frígio na cabeça; a data do nascimento do deus, o Natalis Solis Invicti, o Nascimento do Sol invicto, foi fixada no dia 25 de dezembro, quando o Sol começa sua carreira ascendente...” (Dicionário de Mitologias Europeias e Orientais, Tassilo Orpheu Spalding, editora Cultrix, 1973, página 159).

Fica claro, no texto citado, que o nascimento de Mitra era comemorado em 25 de dezembro, data associada ao deus Sol. E esta é a origem do “Natal”, palavra que significa nascimento.

Consoante as lições do Pastor Protestante Alexander Hislop, na aclamada obra intitulada “The Two Babylons” (As Duas Babilônias), a Igreja Católica Romana promove a adoração de Nimrod e de sua esposa, sincretizados em Mitra, adoração esta que é disfarçada sob o manto do Cristianismo.

M.J. Vermaserem e C.C. Van Essen escreveram:

“Deve-se ter em mente que o Ano Novo mitraico começou no Natalis Invicti, o aniversário de seu deus invencível, ou seja, 25 de dezembro, quando a nova luz aparece a partir da abóbada do céu” (The Excavations in the Mithraeum of the Church of Santa Pricsa in Rome, página 238).

OUTROS ELEMENTOS PAGÃOS DO NATAL

Prelecionou-se anteriormente que a origem do Natal remonta ao nascimento do deus Sol, Mitra, personagem de destaque no império romano. Não obstante, a procedência remota do Natal se vincula à religião babilônica. Neste sentido, no renomado livro “The Two Babylons” (As Duas Babilônias), Alexander Hislop escreveu que o Natal está associado a Nimrod e à Rainha dos Céus, sincretizados em plúrimas religiões, e que o dia de Natal era observado por vários povos pagãos, adoradores do Sol:

“Que o Natal era originalmente uma festa pagã está acima de qualquer dúvida. A época do ano e as cerimônias com que é celebrado provam sua origem. No Egito, o filho de Ísis, o título egípcio para a rainha do céu, nasceu neste mesmo tempo, sobre o tempo do solstício de inverno. O próprio nome pelo qual o Natal é popularmente conhecido entre nós - dia de Yule - prova de uma só vez a sua origem pagã e babilônica. ‘Yule’ é o nome caldeu para ‘criança’, ou ‘criança pequena’, e o dia 25 de dezembro foi chamado pelos nossos pagãos anglo-saxões ancestrais de ‘dia de Yule’ ou ‘dia da criança’, e a noite que o precedeu de ‘Noite Mãe’, muito antes de eles entraram em contato com o Cristianismo, o que demonstra suficientemente o seu caráter real. Nos vastos e grandes domínios do paganismo este aniversário já era observado” (The Two Babylons, Alexander Hislop, página 93).

Temos visto, até então, que o Natal tem origem no culto ao deus Sol, que se liga à Rainha dos Céus e ao Filho, recebendo estes os mais variados nomes em diversas culturas. Agora, mister destacar que o Natal também possui raízes na festa de Saturnália, ex vi do ensino contido na Encyclopaedia Britannica:

“Por um tempo, moedas e outros monumentos continuaram a vincular as doutrinas cristãs com a adoração ao Sol, a qual Constantino tinha dedicado anteriormente. Mas mesmo quando essa fase chegou ao fim, o paganismo romano continuou a exercer outras influências permanentes... o calendário eclesiástico retém numerosos restos da festa pré-cristã denominada de Natal, que combina elementos da festa da Saturnália e do aniversário de Mitra” (Encyclopaedia Britannica, verbete “Roman Religion”).

E o que é a festa de Saturnália?

Trata-se de um antigo festival romano, iniciado por volta do século V a.C., que tinha por objetivo honrar o Templo do deus Saturno, conhecido entre os gregos como Cronos. Perdurava uma semana e culminava no solstício de inverno (25 de dezembro). Caracterizava-se pelos sacrifícios feitos a Saturno, os grandes banquetes com comida farta e a troca de presentes, sendo que estes dois últimos elementos foram posteriormente absorvidos pelo Natal cristão.

Apesar de ser helenista e totalmente distante dos netsarim (nazarenos), o “Pai da Igreja” Tertuliano chegou a criticar os cristãos que já haviam lançado as práticas da Saturnália para dentro do Cristianismo (Sobre a Idolatria, Capítulos 14 e 15). Aliás, desde o primeiro século se fazia presente a absorção de festivais profanos por parte dos gentios, o que levou Paulo a exortar os moradores da Galácia (Gálatas 4:8-11).

Já que o Cristianismo surgiu no início do segundo século como uma religião autônoma e divorciada do Judaísmo Nazareno, este praticado por Yeshua (Jesus) e seus discípulos, então, seria natural que o Cristianismo absorvesse elementos pagãos.

Com fundamento na opinião de abalizados especialistas, giza Sha’ul Bentsion que o imperador Constantino unificou o império romano debaixo de uma religião única, o Cristianismo, sincretizando-o com elementos do Mitraísmo:

“Por volta do século 4 DC, o imperador romano Constantino I, um adorador do deus-sol supostamente ‘convertido’, vislumbrou a possibilidade de unificação do império, criando uma religião sincrética que combinava todos esses elementos:

‘O mundo estava plenamente maduro para o monoteísmo ou sua forma modificada, o henoteísmo, mas o monoteísmo se apresentava em diversas vertentes, sob as formas de várias religiões orientais: a adoração do sol, na veneração de Mitra, no Judaísmo e no Cristianismo… Não apenas os gnósticos e outros hereges, mas os cristãos que se consideravam fiéis, guardavam em grande medida a adoração ao sol. Leo o Grande, em seus dias, diz que era o costume de muitos cristãos ficarem de pé nos degraus da igreja de São Pedro e venerarem o sol por meio de referências e orações… Quando tais condições prevaleciam, é fácil entender que muitos imperadores cederam à ilusão de que poderiam unir todos seus súditos na adoração de um deus-sol que combinava em si mesmo o deus-pai dos cristãos e o muito-adorado Mitra; assim o império poderia ser refundado na unidade de uma religião. Até mesmo Constantino, como será demonstrado adiante, por um tempo estimou essa crença equivocada’. (Constantine, Catholic Encyclopedia).

Foi justamente à época de Constantino que as celebrações do Natal do Sol Invicto (Natalis Invicti Solis) foram oficializadas como sendo o aniversário do Cristo Romano - não o Messias bíblico, mas essa figura originária do sincretismo supracitado.

Sobre isso, o historiador J. B. Bury escreve:

‘A data da Natividade foi afixada para coincidir com o aniversário de Mitra (Natalis Invicti, 25 de Dezembro), cuja religião tinha muitas afinidades com a cristã. Este processo não foi o resultado, em primeira instância, de uma política deliberada. Foi um desenvolvimento natural, pois o Cristianismo não podia escapar da influência das ideias que eram correntes em seu ambiente. Mas foi promovida por homens iluminados e condutores na Igreja...

O cálculo dos cristãos do nascimento de Jesus em 25 de Dezembro criou uma oportunidade conveniente para Constantino substituir e transferir a celebração do sol invicto ou Natalis Invicti para Nativitas Domini, a celebração do nascimento do Senhor. A transferência de imagens pode inclusive ser feita enfatizando Jesus como a vitória da luz conquistando as trevas do mal. O sol novus (novo sol) foi facilmente convertido em uma celebração do 'sol da justiça.' À medida que a Festa do Sol tornou-se a Festa do Filho, os líderes da igreja enfatizaram que o naturalismo do culto solar estava sendo substituído pela celebração do supernaturalismo do Eterno enviando Seu Filho, Jesus’. (History of the Later Roman Empire, Volume 1, pg. 373)” (A Verdadeira História do Natal, Sha’ul Bentsion).

Apesar de os antigos cristãos já participarem de festivais pagãos, a decisão do imperador Constantino foi de suma importância, visto que oficializou o paganismo mitraico e a adoração ao deus Sol no seio do Cristianismo, sob o disfarce do “nascimento de Cristo”.

Por volta do ano 350 d.C., o Papa Júlio I decretou que os cristãos deveriam comemorar o Natal, o “nascimento de Jesus”, em 25 de dezembro.

Daí em diante, outros ingredientes idólatras foram incluídos no Natal, provenientes de ritos religiosos de outros povos, agora já cristianizados. Por exemplo, dos anglo-saxões vieram as seguintes práticas: a) o Dia de Yule, que significa “nascimento”, Natal; b) o culto ao deus Odin, ligado ao Dia de Yule; c) a refeição festiva, popularmente conhecida como “Ceia de Natal”; d) o costume de comer porco em tal Ceia; e) as cantatas natalinas; f) o Papai Noel, que tem origem na mitologia nórdica do deus Odin, sendo que este era representado como um homem de longa barba branca e que percorria grandes distâncias com um cavalo, o que posteriormente levou à ideia das renas.

Fato é que o Catolicismo Romano sempre assimilou os hábitos do paganismo com a intenção de propagar uma fé que unificasse todos os povos, por meio de uma crença única e miscigenada. Isto fica bem claro com a ordem do Papa Gregório a Agostinho, o primeiro missionário destinado às Ilhas Britânicas (597 d.C.):

“Não destrua os templos dos deuses ingleses; transforme-os em igrejas cristãs. Não proíba os costumes ‘inofensivos’ que têm sido associados com as velhas religiões [idólatras]; consagre-os para uso cristão” (apud “All About Christmas 2,000 BCE to Date”, escrito por Ed Stevens e editado por James Trimm).

Amalgamou-se ainda à tradição natalina a figura do Bispo de Mira, o São Nicolau católico, que veio a falecer próximo ao Natal, em 6 de dezembro de 345 ou 352 d.C. Sobre tal personagem, atesta a Enciclopédia Católica:

“Os numerosos milagres que se diz que São Nicolau operou, tanto antes quanto depois da sua morte, são acréscimos de uma longa tradição… nos Estados Unidos e em alguns outros países São Nicolau ficou identificado como Papai Noel, que distribui presentes para as crianças na véspera de Natal”. (Catholic Encyclopedia, verbete St. Nicholas of Myra).

A Revista “Época” explica a associação do Papai Noel com o São Nicolau católico:

“A figura do Papai Noel reflete bem essa mistura. De certa forma, ele existiu. O bispo Nicolau nasceu por volta do século III, na região conhecida hoje como Turquia, e era famoso por sua paixão pelas crianças. Rico, costumava distribuir presentes, inclusive jogando-os pela janela. Em pouco tempo, a história do velhinho e sua extrema bondade espalhou-se também pela Grécia e pela Itália. Alguns afirmavam que Nicolau operava milagres, mesmo após sua morte. Foi então que a Igreja Católica decidiu torná-lo santo e sugeriu que o dia de São Nicolau fosse comemorado junto com o nascimento de Jesus, no dia 25 de dezembro.

De bispo bondoso, Nicolau passou por uma verdadeira metamorfose. Em 1809, o escritor Washington Irving popularizou a história de São Nicolau nos Estados Unidos, descrevendo Santa Claus (seu apelido em inglês) como um duende gorducho que aparecia nas noites de Natal e distribuía presentes montado num cavalo voador. O surrealismo da história não impediu que essa imagem fosse gravada no imaginário popular. Mas foi apenas em 1931 que Santa Claus ganhou a famosa vestimenta vermelha e branca, graças à Coca-Cola. O que era apenas para ser uma campanha publicitária para aquele ano acabou ganhando o mundo”.

No texto acima transcrito, afirma-se categoricamente que São Nicolau fazia milagres “mesmo após a sua morte”, ou seja, a figura do Papai Noel está umbilicalmente ligada à invocação de mortos. Já que os católicos cultuam os mortos, principalmente os denominados “santos”, canonizados pelo Papa, passaram a reverenciar São Nicolau como Papai Noel, fazendo-lhe pedidos, o que é abominável aos olhos do ETERNO:

“Quando entrares na terra que o Eterno teu D-us te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Eterno; e por estas abominações o ETERNO teu D-us os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como YHHW teu Elohim. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém, quanto a ti, o ETERNO teu D-us não permitiu tal coisa” (Deuteronômio 9:14)

FOTO ACIMA. A evolução do Papai Noel, segundo a visão do rabino Rob Miller
Registra-se ainda que a denominada “Árvore de Natal” tem origem remota na religião babilônica, sendo usada para representar Tamuz, nome que significa “broto, rebento”, e que é uma clara falsificação do verdadeiro Messias, o “broto/rebento” (hebraico:netser) de Jessé mencionado em Isaías 11:1.

Moedas antigas foram encontradas retratando um toco de árvore (que representa o morto Nimrod) e uma pequena árvore que cresce nas proximidades (Tamuz). Os israelitas idólatras promoviam seus rituais debaixo de árvores:

“... contudo em todo o outeiro alto e debaixo de toda a árvore verde te andas encurvando e prostituindo-te” (Jeremias 2:20).

“Somente reconhece a tua iniquidade, que transgrediste contra o Eterno, teu D-us; e estendeste os teus caminhos aos estranhos, debaixo de toda a árvore verde, e não deste ouvidos à minha voz, diz o ETERNO” (Jeremias 3:13).

Também era costume dos hebreus apóstatas o enfeite da árvore para a adoração de ídolos:

“(...) Porque os costumes das nações são desprezíveis;
Porque a árvore da floresta ele corta, obra das mãos de um trabalhador com machado.

Com prata e com ouro ele a enfeita...” (tradução literal de Jeremias 10: 3-4, diretamente do hebraico).

No texto acima, não fica claro se havia o culto à própria árvore ou ao ídolo dela decorrente. Para alguns estudiosos, a passagem transcrita refere-se ao enfeite da árvore com fins idólatras (vide “All About Christmas 2,000 BCE to Date”, escrito por Ed Stevens e editado por James Trimm).

Ensinam Ed Stevens e James Trimm que os egípcios usavam palmeiras e os romanos pinheiros para a adoração de seus deuses, o que posteriormente resultou na “Árvore de Natal” (Ob.Cit.).

SÍNTESE DOS PRINCIPAIS PONTOS DESTE ESTUDO

Para facilitar a compreensão das informações já expendidas, compendiam-se as teses apresentadas nas seguintes proposições objetivas:

1) os primeiros discípulos de Yeshua (Jesus) nunca comemoraram o Natal;

2) é bem provável que Yeshua tenha nascido na festa de Sukot (Tabernáculos), que recai entre setembro ou início de outubro;

3) sabendo que o ETERNO prometeu a vinda do Messias, Satan preparou um falso Messias para ser adorado, bem como ídolos que desviariam a atenção dos povos;

4) na antiga religião babilônica surgiu o culto à “Mãe de Deus” e a seu “Filho”, o que se propagou para diversos povos após a confusão de línguas narrada em Gênesis 11;

5) povos pagãos cultuavam o deus Sol (Deuteronômio 4:19 e Jeremias 8:2), e celebravam o seu nascimento;

6) o culto solar do deus Mitra era corrente no império romano, e seu nascimento era comemorado em 25 de dezembro. Esta é a origem do “Natal”, palavra que significa nascimento;

7) os antigos cristãos participavam de festas pagãs, o que é narrado pelo “Pai da Igreja” Tertuliano. Paulo criticou os cristãos que celebravam tais festas profanas (Gálatas 4:8-11);

8) o “convertido” imperador Constantino unificou o império romano debaixo de uma única religião, o Cristianismo, sincretizando a nova fé com elementos provenientes das outras religiões idólatras. Então, a pagã festa de Natal passou a fazer parte do Cristianismo, oficialmente;

9) o Natal cristão também recebeu a influência da festa de Saturnália, que homenageava o deus Saturno. Na Saturnália, havia ceia com fartura de comida e troca de presentes;

10) por volta de 350 d.C., o Papa Júlio I decretou que os cristãos deveriam comemorar o Natal, o “nascimento de Jesus”, em 25 de dezembro;

11) com o passar do tempo, outros elementos profanos foram acrescentados ao Natal como, por exemplo, as práticas do Dia de Yule e do culto ao deus Odin, a Ceia de Natal, as cantatas natalinas e o Papai Noel;

12) a figura do Papai Noel é uma miscigenação do deus Odin, homem de longa barba branca e que percorria grandes distâncias montado em um cavalo, com o São Nicolau católico, que mesmo após a sua morte realizava milagres. Posteriormente, por meio da campanha publicitária da Coca-Cola, o Papai Noel adquiriu roupas vermelhas e brancas e se tornou famoso em todo o mundo;

13) a utilização de árvores para fins idólatras tem origem remota na religião babilônica. Muitos hebreus chegaram a prestar cultos profanos debaixo de árvores, bem como enfeitá-las em homenagem aos deuses. Costume análogo foi observado pelos egípcios e pelos romanos. Tudo isto terminou por ser sincretizado na Árvore de Natal.

CONCLUSÃO

Constatando-se a origem maligna do Natal, todo o verdadeiro talmid (discípulo) de Yeshua HaMashiach não deve participar de tal festa pagã e idólatra.

Ainda que o Natal se apresente como algo aparentemente inofensivo, as Escrituras prescrevem:

“Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Provérbios 14:12).

YHWH sempre ordenou que seu povo se afastasse dos costumes das nações, visto que estão impregnados de coisas abomináveis:

“Quando entrares na terra que o Eterno, teu D-us te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações” (Deuteronômio 18:9).
E a Torá adverte:

“Não seguirás a multidão para fazeres o mal” (Êxodo 23:2).

Yeshua nos ensinou a fugir daquilo que parece elevado perante os olhos da sociedade, mas que é desprezível aos olhos do ETERNO:

“... porque o que entre os homens é elevado, perante o ETERNO é abominação” (Lucas 16:15).

Paulo) foi enfático: “Não participem das obras infrutíferas das trevas...” (Efésios 5:11).

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre o Messias e Satan? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o Santuário do ETERNO com os ídolos? Porque vós sois o Santuário do Espirito do Santo, como D-us disse:

Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu D-us e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o ETERNO; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei” (II Coríntios 6:14-17).

Destarte, antes os argumentos bosquejados, é de clareza solar que os primeiros discípulos de Yeshua nunca celebraram a profana festa conhecida como Natal, razão pela qual nós também não participamos da ceia de shedim (demônios).


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