sábado, 25 de abril de 2015

PROMESSAS AOS VENCEDORES DAS SETE IGREJAS.


Éfeso: “Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.” Apocalipse 2:7

Esmirna: “O que vencer não receberá o dano da segunda morte.” Apocalipse 2:11

Pérgamo: “Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.” Apocalipse 2:17

Tiatira: “E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações, E com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai. E dar-lhe-ei a estrela da manhã.” Apocalipse 2:26-28

Sardes: “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira alguma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.” Apocalipse 3:5

Filadélfia: “A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.” Apocalipse 3:12

Laodiceia: “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.” Apocalipse 3:21

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Como usar um guardanapo para provar que uma testemunha de Jeová está errada

O texto abaixo foi adaptado de uma ilustração de Greg Koukl, apresentada no site da TGC.

João 1:1-3 diz:

Tradução Novo Mundo (TJs)

"No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era [um] deus. Este estava no princípio com o Deus. Todas as coisas vieram à existência por intermédio dele, e à parte dele nem mesmo uma só coisa veio à existência."

Tradução Fridolin Janzen:
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Esse estava no princípio com Deus. Tudo surgiu por intermédio dele, e à parte dele nada surgiu, daquilo que surgiu."

Considere uma conversa típica entre um cristão [C] e uma “testemunha de Jeová” [TJ] após terem lido o texto João 1:1-3.

C: O retângulo abaixo [desenhado em um pedaço de guardanapo]
representa todas as coisas que existem.

TJ: Ok.

C: A linha no meio do retângulo divide tudo aquilo que existe em duas categorias. No lado esquerdo estão todas as coisas que existem, mas que não vieram a existência (coisas que não foram criadas). O que entra nesta categoria?

TJ: Deus.

C: Muito bem. Na categoria da direita estão todas as coisas que vieram a existir. Nesta categoria entram todas as coisas criadas, certo?

TJ: Sim.


C: Segundo o verso 3 de João 1, tudo no retângulo foi criado através de Jesus. Certo?

TJ: Certo.

C: Ok. Então podemos ilustrar isso da seguinte forma:



TJ: Sim.

C: De acordo com a lei do terceiro excluído, ou uma coisa foi criada ou ela não foi criada. Não há uma terceira opção. Assim, as categorias abrangem todas as opções. De acordo com a lei da não contradição, uma coisa não pode ser criada e não criada. Portanto, as categorias são mutuamente exclusivas. Qualquer coisa precisa ou estar numa ou na outra categoria. É muito simples.

Em qual categoria Jesus se encaixa?

TJ: ... [fim de conversa]

O primeiro impulso dos TJs seria colocar Jesus na categoria das coisas que vieram a existir. É a teologia deles. Mas João 1:3 não permite essa opção. Verifique novamente as palavras de João. Ele diz:

Tradução Novo Mundo

Todas as coisas vieram à existência por intermédio dele, e à parte dele nem mesmo uma só coisa veio à existência.

Tradução Fridolin Janzen

Tudo surgiu por intermédio dele, e à parte dele nada surgiu, daquilo que surgiu.

João diz o mesmo de duas formas diferentes. Tudo que começa a existir deve a sua existência a Jesus, o qual ocasionou a sua existência. Se Jesus é a causa de todas as coisas criadas terem vindo a existência, então Ele deve ter existido antes que todas as coisas criadas tenham vindo a existência. Portanto, a Palavra [ou o Verbo] não pode ter sido criado.

Em outras palavras, se Jesus criou tudo que veio a existir, e Jesus também veio a existência (conforme os TJs pregam), então Jesus criou a Si mesmo. Ele teria que existir como Criador antes que Ele tenha existido como criatura, o que é absurdo. Portanto, Jesus não pode ser enquadrado na categoria “todas as coisas que vieram a existir”.

Se Jesus não pode ser posicionado no lado direito, então Ele precisa ser colocado no lado esquerdo. Assim, Jesus fica identificado com o Criador não criado. Jesus é Deus.

http://origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=770

Enviado por: Johannes Janzen

quarta-feira, 8 de abril de 2015

O SACERDÓCIO LEVÍTICO FINDA-SE COM A MORTE DE CRISTO

O SACERDÓCIO LEVÍTICO FINDA-SE COM A MORTE DE CRISTO. UM NOVO SACERDÓCIO TEM INÍCIO.

"E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras". Mateus 27:50-51

- Em sua morte Jesus Cristo cumpriu a lei dos sacrifícios, por isso o véu que impedia a entrada no "Santo dos Santos", presença de Deus, rasgou-se permitindo a todos nós a entrada à Sua presença.


- O sacerdócio levítico finda-se nesse momento, pois Cristo Jesus inaugura o tempo do sacerdócio da ordem de Melquisede, do qual todos os salvos participamos. 


- O templo de Jerusalém perde a sua finalidade, pois o Senhor deve ser adorado em espírito e em verdade, os altares e sacrifícios são abolidos, os sacerdotes e levitas não são mais necessários. A arca da aliança também não mais é necessária, pois Cristo Jesus habita em nossos corações.


- A nova ordem sacerdotal é universal, todos podem a ela pertencer, basta nascer de novo espiritualmente tornando-se filho de Deus, co-herdeiro em Cristo Jesus que é sacerdote da ordem de Melquidesede. 


"Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. Jesus tornou-se, por isso mesmo, a garantia de uma aliança superior." Hebreus 7:17,22


Ivo Gomes do Prado

TIRAI A PEDRA

TIRAI A PEDRA.


“Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias.” João 11:39



1. O que o homem pode fazer, Deus não faz. Mesmo que peçamos, imploremos, Deus não fará o que está ao nosso alcance, pois isso cabe somente a nós. Precisamos primeiro fazer a nossa parte, para depois o Senhor fazer a dele.

2. Para Deus operar, primeiro precisamos tirar a pedra. Vai cheirar mal? Sim vai, pois a podridão humana irá ficar a descoberto, as nossas feridas serão expostas. As mágoas, as invejas e tudo o que está oculto ficará à mostra perante Deus.

3. Quando, somente quando nos expomos a Deus é que Ele faz a obra em nós. Ele fará a limpeza das feridas e nos ungirá com o óleo da cura que é o óleo do Espírito Santo a ser derramado sobre as feridas de nossas vidas.

Ele, somente Ele é capaz de nos curar e restaurar por completo. Portanto tiremos a pedra de nossas vidas para que Ele opere em nós.

Ivo Gomes do Prado.

As sete Palavras da Cruz

As sete Palavras da Cruz



Marcos 15.37

“Mas Jesus, dando um grande brado, expirou”

-Introdução: Através dos séculos ou milênios, o homem construiu muitos altares e neles sacrificou para absolver-se dos seus pecados e dos outros. Todavia, um altar foi escolhido no lugar conhecido como Gólgota (lugar duma caveira), por causa da conformação geográfica (Mateus 27.33), onde o Cordeiro de Deus ”entregou-Se a Si mesmo a Deus pelos nossos pecados, como um sacrifício duma vez para sempre” (Hebreus 10.12). Jesus passou seis horas sobre a cruz e durante este tempo disse sete frases que têm significado profundo.

Quando passamos por momentos difíceis, ou enfrentamos a nossa cruz, muitas vezes falamos palavras duras e tristes, sem pensar e depois lamentamos que dissemos aquilo porque foi num momento de dor ou raiva. Jesus, mesmo se fazendo humano, não fez isso. Foi no momento mais difícil que disse palavras maravilhosas.

O que Jesus disse na cruz?

Vamos refletir sobre as sete palavras ditas por Jesus na cruz:
1ª Palavra- PERDÃO:“Pai, perdoa-lhes,  porque  não  sabem o  que  fazem” Lucas 23.34
Na oração de Jesus, ele expressa seu profundo amor e pede a Deus para perdoar seus malfeitores. O amor leva-nos a perdoar. O perdão tem  mão dupla. Ele cura quem perdoa e quem se sente perdoado. O perdão é melhor do que dez caixas de  sedativo porque alivia a angustia do coração humano. Jesus perdoou para testemunhar seu propósito ao subir à cruz e cumprir seu próprio ensinamento sobre o perdão.

Quem você precisa perdoar agora?
Declare o perdão para quem te ofendeu!

2ª Palavra- ESPERANÇA: “Em verdade te digo hoje, que estarás comigo no paraíso” Lucas 23.43

Em meio a tanto sofrimento Jesus não perdeu o foco principal da sua missão de salvar garantir a felicidade eterna aos que são salvos. Mesmo sofrendo terríveis dores, Jesus foi capaz de dar uma palavra de esperança para quem estava ao seu lado. Quando todos o abandonaram Ele nunca abandonou seus amigos. Quantas vezes falamos palavras duras em momentos de dor e isso só piora as coisas.

Precisa de uma palavra de esperança?
Jesus é seu amigo te fortalece!

3ª Palavra- RESPONSABILIDADE: “Jesus, vendo sua mãe perto de João, a quem amava,disse-lhe: mulher, ele é seu filho” João 19.27

Imagine o olhar de Maria para Jesus ali na cruz, quando Jesus demonstra por ela uma, preocupação familiar. Dá a entender que José já havia falecido e João tornou-se a pessoa mais próxima capaz de ajudar na sua vida espiritual. Jesus cuidou de sua mãe assumindo a responsabilidade de filho mais velho, mas sabia que a partir dali não poderia mais. Então pediu o apoio de João para ajudar sua família.

Você tem assumido suas responsabilidades?
Seja responsável ao levar sua cruz!

4ª Palavra- HUMANIDADE: “Tenho sede” João 19.28
Aqui está o grande paradoxo: Jesus é a fonte da água da vida e tem sede. Sua sede era humana, porém, a sede maior era “buscar e salvar o perdido” e os mortos nos seus delitos e pecados (Efésios 2.1). O vinagre que deram era um líquido corrosivo, mas Jesus é a água da vida que elimina o efeito corrosivo do pecado que corrompe a vida humana. A sede revela a fragilidade humana e nos faz sentir necessidade de buscar a Deus.
Qual tem sido a sua maior fraqueza?

Jesus pode saciar sua sede e suprir suas necessidades!


5ª Palavra- SACRIFÍCIO: “Jesus clamou: Eli, Eli lama sabactâni? Que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Mateus 27.46
Alguém disse que esse clamor tem duplo significado. Primeiro, foi o grito de dor como ser humano no momento em que, o caldeirão da ira de Deus, que deveria ser derramado sobre nós, caiu sobre Ele. Segundo, foi o brado de vitória pelo fato de estar cumprindo o projeto de Deus para salvar o mundo, citando o Salmo 22.1.
No momento de dor, a quem você tem clamado?

Clame ao Senhor e Ele te responderá!

6ª Palavra- REDENÇÃO: “Está consumado!” João 19.30
Jesus cumpriu com perfeição o plano de salvação projetado por Deus, do Éden até o dia da sua ascensão ao céu. Jesus selou com seu sangue o pacto na Nova Aliança. Esta  palavra “está consumado”(tetelestai) significa que sua obra está completa, como um carimbo, cuja tinta é o sangue de Cristo, para a remissão de pecados. Aquele que crer e aceitar que o sangue de Jesus Cristo foi derramado para a remissão de seus pecados, “está livre da lei do pecado e da morte” (Romanos 8.1-2).
O Deus começou em sua vida e precisa completar?

Deus cumprirá suas promessas em sua vida!

7ª Palavra- ENTREGA: ”Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” Lucas 23.46
Ele deu um brado em alta voz citando o Salmo 31.5 e constatou-se sua morte física. A salvação é de graça, mas custou alto preço, o Cordeiro imaculado foi sacrificado por nós na cruz. Jesus não foi assassinado, Ele morreu voluntariamente e o que o matou não foram os cravos e espinhos e sim os pecados da humanidade que pesaram sobre Ele.
O que você gostaria de entregar para Deus hoje?

Entregue ao Senhor completamente agora!

O que você diria se estivesse na cruz!
-CONCLUSÃO:
A cruz é o evangelho que o crente deve viver. Cada situação dolorosa pode ser uma ferramenta para crucificar o homem carnal e ressuscitar o ser espiritual. Se você está sendo crucificado por algo que te faz sofrer, tome sua cruz sabendo que após a crucificação vem a ressurreição. Quantas vezes temos uma sexta-feira de dor, mas depois vem um domingo quando revivemos para Deus.

Você está sendo crucificado?
Deus vai te ressuscitar!

SLIDE da Mensagem:As sete palavras da cruz 

domingo, 5 de abril de 2015

A Páscoa. Sem ELE ninguém chega ao Pai.

A Páscoa.




Este dia vos será por memorial, e o celebrareis como solenidade ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo. Êxodo 12.14

A Páscoa, também conhecida como Pessach, em hebraico, significa literalmente “passagem sobre” (Êxodo 12.13,23,27). A primeira cerimônia aconteceu há cerca de 3.500 anos no Egito, e é comemorada todos os anos pelo povo judeu, como recordação do cativeiro egípcio.

Para enfatizar o quanto aquele momento seria importante, o Altíssimo referiu-se a ele como o principal de todos os meses. E a mudança na vida dos hebreus não se limitaria ao calendário, mas tratava-se de uma redenção, o renascimento para uma nova vida, por meio da libertação.

A data era o décimo quarto dia do primeiro mês de nisã (Êxodo 12.18; Levítico 23.5), exatamente no início da primavera, período marcado pelas chuvas serôdias, no começo da colheita, quando nasciam as crias do rebanho e acontecia uma verdadeira renovação da vida e da natureza. Mediante a Ação Divina, os hebreus abandonariam o modo antigo de viver e teriam o privilégio de começar uma nova vida, cheia de bons frutos. Quanto a nós, cristãos, a Páscoa é celebrada entre março e abril.

O Egito sofria afligido pelas pragas, e antes da décima e última delas chegar, o Altíssimo orientou Moisés e Arão para que cada família tomasse um cordeiro macho, de um ano de idade e sem defeito, para sacrificá-lo ao entardecer (Êxodo 12.1-5).
O sangue do animal deveria ser aspergido com hissopo nos umbrais e nas vergas das portas, pois daria proteção às famílias de Israel, principalmente aos primogênitos (Êxodo 12.13). O cordeiro imolado não poderia ter nenhum osso quebrado e sua carne deveria ser assada e comida por inteiro, juntamente com pão sem fermento, significando a separação do pecado, da corrupção e do mal. Outro elemento que fazia parte da ceia eram as ervas amargas, que simbolizavam os anos de sofrimento dos israelitas na escravidão do Egito (Êxodo 12.8).

Normalmente as pessoas ficam à vontade em casa e comem sem pressa, porém a ordem Divina era que as famílias comessem a ceia da Páscoa vestidos e calçados. Já os homens deveriam estar com o cajado nas mãos – tudo isso era um sinal de que todos estariam prontos para partir. O Altíssimo tem pressa em libertar e abençoar os que O invocam. Mas, para experimentar o livramento, é fundamental a obediência à Sua instrução (Êxodo 12.11).

Quando o anjo da morte passou à meia-noite, matou todos os primogênitos egípcios – desde o herdeiro do trono do Egito ao filho mais velho dos prisioneiros do lugar –, além de todas as primeiras crias de todos os animais – até os da casa de faraó (Êxodo 12.29). Porém, ao ver o sangue na porta dos hebreus, o anjo não pôde feri-los.

Anos mais tarde, o Deus-Pai providenciou um novo Cordeiro, o Seu Próprio Filho, dando um novo significado à Páscoa. O Senhor Jesus tornou-Se a Única “Passagem” para a Salvação (João 1.29). Sem Ele ninguém chega ao Pai. Isso porque somente quem tem o Seu Sangue aspergido em sua consciência é purificado, revestido e cheio de paz (Hebreus 9.22). Além disso, pode desfrutar de segurança, pois mal algum tem poder de lhe tocar.

Antes de o Senhor Jesus ser crucificado, convidou Seus discípulos para participarem de uma ceia. A primeira Páscoa deu início à nação de Israel. No entanto, a Páscoa celebrada pelo Mestre era superior e mais marcante. Por intermédio da Sua Carne e do Seu Sangue nasceria uma nação infinitamente maior de justificados em todas as partes do mundo. Uma nova aliança foi feita entre Deus e o homem. Estava, portanto, instituída a celebração cristã mais importante e sagrada, e que deve ser comemorada em memória de Cristo até a Sua vinda: a Santa Ceia (Lucas 22.14-20).

O Senhor Jesus foi preso e crucificado exatamente no mês de nisã, durante a semana da festa, conforme está escrito: “E era a preparação da Páscoa e quase à hora sexta” (João 19.14). Ele era o Cordeiro pascal definitivo, imolado por Deus, segundo a Lei determinava: Macho e Perfeito (Êxodo 12.5; 1 Pedro 1.19); todo o Seu Sangue faria expiação (João 19.34); Sua Carne serviria de alimento diante de amargo sofrimento (João 19.29,30) e nenhum de Seus ossos seria quebrado (João 19.33). Ele cumpriu com toda a Palavra – sofreu, morreu e reviveu, pois ressuscitou! Essa é a maior notícia que a humanidade poderia receber.

No êxodo dos hebreus houve libertação física, porém o êxodo de nossos dias promove a maior libertação de todas – a espiritual. Todo aquele que se entrega ao Senhor Jesus, em obediência, começa uma nova história. O passado de sofrimento é apenas uma lembrança. Doravante, novo calendário, nova vida, novas oportunidades.

Já é noite e a meia-noite se aproxima. Nossos dias neste mundo podem ser poucos ou muitos, ninguém sabe ao certo. De uma coisa, porém, podemos ter certeza: precisamos em todo tempo estar preparados – viver separados do pecado, vestidos da Salvação e revestidos com o Sangue precioso do Cordeiro aspergido em nossas almas. Somente assim podemos escapar da condenação eterna.

http://blogs.universal.org/bispomacedo/2015/04/03/a-pascoa/