quarta-feira, 29 de julho de 2015

Pornografia: O Novo Narcótico


Pornografia: O Novo Narcótico





O novo narcótico. Morgan Bennett acabou de publicar um artigo com esse título. A tese:

Uma pesquisa neurológica revelou que o efeito da pornografia na internet sobre o cérebro humano é tão potente — se não mais — do que substâncias químicas que viciam, tais como cocaína e heroína.

Para piorar as coisas, existem 1,9 milhões de usuários de cocaína, e 2 milhões de usuários de heroína, nos Estados Unidos, comparado a 40 milhões de usuários regulares de pornografia online.

Aqui está o porquê do poder viciante da pornografia poder ser pior:

Cocaína é considerada um estimulante que aumenta os níveis de dopamina no cérebro. Dopamina é o principal neurotransmissor que as substâncias mais viciantes liberam, enquanto causa uma “alta” e um subsequente desejo por uma repetição da alta, ao invés de uma sensação posterior de satisfação por meio de endorfinas.

Heroína, por outro lado, é preparada com ópio, que tem um efeito relaxante. Ambas as drogas provocam tolerância química, que requer quantidades cada vez mais altas da droga para atingir a mesma intensidade de efeito.

Pornografia, ao fazer ambos o despertar (o efeito de “alta” via dopamina) e causar um orgasmo (o efeito “relaxante” via ópio), é um tipo de “polidroga” que provoca ambos os tipos de substâncias químicas viciantes no cérebro de uma vez, aumentando sua tendência viciante.

Mas, Bennett diz, “pornografia na internet faz mais do que apenas aumentar significativamente o nível de dopamina no cérebro por uma sensação de prazer. Ela literalmente altera a matéria física dentro do cérebro para que novos caminhos neurológicos necessitem de material pornográfico, a fim de provocar a sensação de recompensa desejada.”

Imagine o cérebro como uma floresta onde trilhas são desgastadas por caminhantes que caminham pelo mesmo caminho de novo e de novo, dia após dia. A exposição a imagens pornográficas cria caminhos nervosos parecidos que, com o tempo, se tornam mais e mais “bem pavimentados” conforme eles são repetidamente trafegados com cada exposição a pornografia. Aqueles caminhos neurológicos eventualmente se tornam a trilha na floresta do cérebro pela qual cada interação sexual é enviada. Portanto, o usuário de pornografia, seja homem ou mulher, “criou inconscientemente um circuito neurológico” que faz sua perspectiva padrão em relação as matérias sexuais dominada pelas normas e expectativas da pornografia.

Esses caminhos viciantes não somente nos fazem filtrar todo estímulo sexual através do filtro pornográfico; eles despertam o desejo por “mais conteúdo pornográfico como mais prática de tabus sexuais, pornografia infantil, ou pornografia sadomasoquista.”

E isso piora:

Outro aspecto do vício em pornografia que supera as características viciantes e nocivas do abuso de substâncias químicas é sua permanência. Enquanto substâncias podem ser metabolizadas para fora do corpo, imagens pornográficas não podem ser metabolizadas para fora do cérebro, porque imagens pornográficas são armazenadas na memória do cérebro.

“Em resumo,” Bennett escreve, “pesquisas no cérebro confirmam o fato crítico que a pornografia é um sistema de distribuição de droga que tem um efeito distinto e poderoso sobre o cérebro humano e o sistema nervoso.”

Nada disso pega Deus de surpresa. Ele projetou a interação entre o cérebro e a alma. Descobertas de dimensões físicas para a realidade espiritual não anulam a realidade espiritual.

Quando Jesus disse, “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mateus 5:28), ele viu com clareza cristalina — da maneira que um inventor vê sua invenção — que o olho físico tinha profundos efeitos no “coração” espiritual.

E quando o sábio do Velho Testamento disse em Provérbios 23:7, literalmente, “Como imagina em sua alma, assim ele é,” ele viu com clareza similar que os atos da alma criam realidades. Pensar na alma corresponde a “ser.” E esse “ser” inclui o corpo.

Em outras palavras, funciona em ambos os sentidos. A realidade física afeta o coração. E o coração afeta a realidade física (o cérebro). Portanto, essas notícias horríveis da pesquisa do cérebro sobre o poder escravizador da pornografia não é a palavra final. Deus tem a palavra final. O Espírito Santo tem o maior poder. Não somos meras vítimas dos nossos olhos e dos nossos cérebros. Eu sei disso de ambas, Escrituras e experiência. E eu vou escrever mais sobre isso na próxima terça-feira.



Por: John Piper. © 2013 Desiring God. Original: Pornografia: O Novo Narcótico.

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.



John Piper é um dos ministros e autores cristãos mais proeminentes e atuantes dos dias atuais, atingindo com suas publicações e mensagens milhões de pessoas em todo o mundo. Ele exerce seu ministério pastoral na Bethlehem Baptist Church, em Minneapolis, MN, nos EUA desde 1980.
http://voltemosaoevangelho.com/blog/2015/07/pornografia-o-novo-narcotico/

terça-feira, 14 de julho de 2015

PIB (Primeira Igreja Batista em S. José dos Campos) muda de nome em busca de expansão

July 14, 2015 - 00:20

PIB muda de nome em São José em busca de expansão

Campus Colina da Igreja da Cidade de São José. Foto: Adriana Fernandes/ Igreja da cidade de São José
Campus Colina da Igreja da Cidade de São José. Foto: Adriana Fernandes/ Igreja da cidade de São José
É a quarta mudança de nome da igreja em 73 anos de atividades em São José, onde possui 4 campi e 11 mil fiéis

São José dos Campos
A PIB (Primeira Igreja Batista), em São José dos Campos, está de cara nova. A partir de agora, os quatro campi espalhados pela cidade passam a se chamar Igreja da Cidade.


Esta é a quarta mudança de nome da igreja em 73 anos de atividade.

A instituição nasceu em 1942 como Igreja Evangélica Batista de São José dos Campos, depois mudou para Igreja Batista da Praça Kennedy e, em 1982, passou a se chamar Primeira Igreja Batista em São José dos Campos.

A mudança, segundo o pastor Carlito Paes, visa atender à proposta de unificação e expansão da igreja, que está em outras 9 cidades da RMVale. Além disso, outros templos estão em construção em outras 9 cidades. 

A meta é chegar a 50 igrejas na Rede de Igrejas da Cidade.

Hoje, são 11 mil fiéis em São José e outros 3.500 nas demais cidades da região.

“O nome Igreja da Cidade já é usado nos Estados Unidos. Aqui no Brasil também não é inédito. Estamos voltados para servir à cidade”, afirmou o pastor Carlito Paes. 

“É importante dizer que continuamos ligados à Convenção Batista Brasileira”, completou o líder religioso.

Números. A Igreja da Cidade tem atualmente 34 pastores e pastoras, que servem aos milhares de fiéis da região.

“Quando cheguei à igreja, há 18 anos, tínhamos 620 pessoas. Esse crescimento da igreja se deve à seriedade da entrega da mensagem”, disse Paes. 

Além da rede de igrejas, que deverá chegar ao Rio de Janeiro e a Minas Gerais, também atua na área de treinamentos, educação, ajuda ao próximo, mídia e editora.


http://www.ovale.com.br/pib-muda-de-nome-em-s-o-jose-em-busca-de-expans-o-1.603135

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Arca de Noé comportaria 70 mil animais, diz estudo

Arca de Noé comportaria 70 mil animais, diz estudo

Universidade comprova que embarcação podia carregar todos os animais
por Jarbas Aragão

Arca de Noé comportaria 70 mil animais, diz estudoArca de Noé comportaria 70 mil animais

Desde que o filme Noé obteve grande sucesso nos cinemas, a história bíblica da salvação dos animais do Dilúvio voltou a ser comentada. Inclusive no meio acadêmico.
Estudantes do mestrado de Física e Astronomia na Universidade de Leicester, Inglaterra fez um aprofundado estudo sobre as dimensões exatas da grande barca descritas em Gênesis. Sua motivação era descobrir se uma construção tão grande e tão pesada poderia mesmo flutuar.
Deus instruiu Noé a construir uma arca com 300 côvados de comprimento por 50 de largura e 30 de altura. Mandou usar madeira de Gofer e revestir com pinche.
Os estudantes ingleses começaram tomando por base as medidas de côvado usadas pelos hebreus e egípcios. Estabeleceram uma média para tentar descobrir com exatidão o quanto ele mediria. Os hebreus adotavam a medida de 44,5 centímetros, enquanto que o dos egípcios tinha 52,3 centímetros. Os pesquisadores adotaram a média, ou seja, 48,2 centímetros.
Feita a multiplicação a partir desse referencial, concluíram que a Arca tinha 144,6 metros de comprimento por 24,1 m de altura e 24,1 m de largura. Isso seria semelhante ao tamanho dos grandes navios cargueiros que existem hoje, como Ark Royal.
Os pesquisadores dizem que Gofer poderia ser cedro, cipreste ou pinheiro. Para efeitos da pesquisa foi utilizado o cipreste, estimando que seria semelhante em densidade. O peso da arca vazia seria cerca de 1,2 milhão de quilos.
Pelas leis da física, para flutuar, um objeto precisa exercer uma força igual ao peso da água deslocada por ele. Portanto, a arca afundaria se sua densidade fosse maior que a da água ao seu redor.
O estudante Benjamin Jordan, 21, explica: “Usando as dimensões da Arca e a densidade da água, fomos capazes de calcular a força de empuxo. Isso, de acordo com o princípio de Arquimedes, é igual ao peso do volume de fluído deslocado pelo objeto”. “Não há dúvidas que o peso gravitacional superaria a força de empuxo, fazendo com que o ela não afundasse”
A pesquisa indicou que para abrigar todos os animais que a Bíblia pedia, seriam necessários 8.454 metros quadrados, com a capacidade de cerca de 34 metros cúbicos de espaço. Seria o equivalente a 445 vagões, ou 10 trens com 44 vagões cada.
Tendo um formato de “caixa”, poderia carregar 51 milhões de quilos, sem afundar. Isso seria o equivalente ao peso de 70 mil animais, levando em conta o tamanho e peso médio de cada espécie. Eles usaram esse referencial a partir de uma pesquisa anterior, a qual estima que havia cerca de 35 mil espécies de animais que precisariam ser salvos por Noé.
Presumindo que todas as espécies marinhas permaneceram no oceano, logo a arca acomodaria perfeitamente todas as espécies que existiam naquele tempo.
A conclusão dos ingleses é que um barco com essas dimensões e peso poderia sim flutuar. O estudante Thomas Morris, 22, esclarece “Não estamos tentando provar que ela realmente existiu, mas o que está relatado [na Bíblia] definitivamente funciona”. Com informações de Telegraph
http://noticias.gospelprime.com.br/arca-de-noe-70-mil-animais-estudo/

domingo, 5 de julho de 2015

Após casamento gay, Suprema Corte pode aprovar poligamia

Após casamento gay, Suprema Corte pode aprovar poligamia

Juiz americano afirma que decisão em favor dos homossexuais abre precedentes para outras uniões
por Jarbas Aragão

Após casamento gay, Suprema Corte pode aprovar poligamiaBrady Williams posa com suas esposas em reality show americano.

A fala do juiz John Roberts, um dos 4 votos contrários à legalização do casamento gay na Suprema Corte dos EUA, pode abrir espaço para a legalização da poligamia. Na ocasião, ele justificou sua contrariedade alegando que os mesmos argumentos a favor de tais uniões poderiam ser usados para legalizar a poligamia.

A lógica é que se um casal homoafetivo alega que “sofreria o estigma de saberem que sua família é, de alguma forma, inferior”, por que o mesmo raciocínio não se aplica a uma família formada por três (ou mais) pessoas criando filhos?

Correntes do mormonismo, seita que pregava a poligamia até ela ser criminalizada nos EUA, comemoraram. A nova legislação sobre igualdade de casamento já permitiu que mórmons fundamentalistas do estado de Montana entrassem com pedido de uma certidão de casamento civil para o marido e a segunda esposa.

Nathan Collier casou com sua primeira esposa, Victoria, em 2000. Ele acabou se envolvendo com a irmã dela, Christine, e os três passaram a viver juntos. Embora tenham realizado uma cerimônia religiosa em 2007, a união deles não é reconhecida pela justiça americana.

“Só queremos garantir amparo legal a uma família amorosa, forte, funcional e feliz”, explica Nathan. Inspirado pela decisão da Suprema Corte no mês passado, alega que sofre uma violação dos seus direitos civis.

Para quem acha que este tipo de situação não pode ser comparada com o casamento gay, ano passado Kody Brown, um mórmon que vive com suas quatro esposas e 16 filhos, obteve uma vitória na ação que movia há 3 anos contra o estado de Utah.

O juiz federal Clark Waddoups decidiu a favor dos Brown, considerando que a proibição de poligamia, prevista na lei, violava direitos constitucionais de liberdade religiosa. Isso fez com que muitos mórmons defendessem que a poligamia foi “descriminaliza” no estado.

Estima-se que existem mais de 20 mil famílias mórmons vivendo nesta situação e que poderiam “se legalizar”.

Além dos mórmons, estima-se que existam até 100 mil famílias muçulmanas na mesma situação nos EUA. Permitida pela Alcorão, a poligamia é normal nos países que vivem sob a lei religiosa islâmica.

Longe do aspecto religioso, o influente site sobre política americana Politico.com publicou uma extensa matéria sobre o tema, defendendo a prática como o “próximo passo do liberalismo social”. O argumento central é que os homossexuais já viviam maritalmente antes da legalização. Ou seja, adeptos do ‘poliamor’ também deveriam lutar pelos seus direitos e quebrar o ‘tabu’. É apenas uma questão de tempo até que cheguem na Suprema Corte.

O casamento gay viveu um processo similar, sendo gradualmente aceito em um estado depois do outro até finalmente ser aceito nacionalmente.

Segundo uma pesquisa do Gallup sobre valores morais, a poligamia era considerada moralmente aceitável por 7% da população em 2003. Na reedição da pesquisa em 2015, o percentual saltou para 16%.

Culturalmente, as mudanças nos Estados Unidos acabam se refletindo em grande parte do mundo. Vide o significativo número de brasileiros que coloriram suas fotos no Facebook para comemorar a decisão da Suprema Corte. Com informações de Charisma News

http://noticias.gospelprime.com.br/gay-suprema-corte-aprovar-poligamia/

quinta-feira, 2 de julho de 2015

O futuro já aconteceu e o tempo é uma ilusão








O futuro já aconteceu e o tempo é uma ilusão
Física 12 de junho de 2015 Lucas


“A diferença entre passado, presente e futuro é apenas uma persistente ilusão…”, Albert Einstein.

Existe um lugar em que o tempo passa diferente de pessoa para pessoa. Nesse lugar, nenhum relógio marca a mesma hora e passado, presente e futuro estão essencialmente congelados, e também aconteceram ao mesmo tempo. Também tudo o que aconteceu desde a origem do universo até o seu fim existe ao mesmo tempo.

Nesse lugar, o que para você é o futuro já é uma memória distante para outra pessoa. Para você, seu filho nem sequer nasceu, mas para seu vizinho ele já tem 20 anos. Em outras palavras, você pode nem ter decidido se quer ter filhos ou não, mas você não tem escolha. Deve ser chato morar em um lugar como esse, afinal de contas, você não parece ter liberdade de escolha, é tudo uma ilusão.

Mas que lugar é esse?

O nosso universo. Parece ficção, mas tudo isso foi descoberto pelo cientista mais célebre de todos os tempos, Albert Einstein, em 1905.

Desde que nascemos, temos a ideia de que o tempo passa no mesmo ritmo para todas as pessoas, e que todos no planeta viajam juntos rumo ao futuro. Não parece ser uma ilusão, certo?

Hora de complicar as coisas. De acordo com Einstein, o tempo é uma espécie de lugar, uma dimensão onde andamos até a morte. Enquanto você lê esse texto, o tempo passa, certo? Na verdade, não. É você quem está viajando por um lugar chamado tempo através de um meio de transporte que não pode ver, mas é bem rápido, tão rápido quanto a luz.

Esse meio de transporte invisível viaja a 1,08 bilhão de km/s, a velocidade da luz.

Como você deve saber, de acordo com a relatividade de Einstein, tempo e espaço são uma coisa só, chamada espaço-tempo, onde nada pode viajar mais rápido do que a luz.

E a essa altura, você já deve ter notado um grande problema. Se você está andando na velocidade da luz enquanto lê esse texto, se você se levantar e ir ao banheiro a 4 km/h, você terá ultrapassado a velocidade da luz?

É claro que não. O que acontece é que essa velocidade é descontada. Em outras palavras, “emprestadas” pelos motores que empurram o tempo. Eles emprestam um pouco de sua velocidade para tudo o que se move. Isso tem um preço, claro: o tempo passa mais devagar para você.

Sei que provavelmente está tudo muito confuso. Vou tentar exemplificar:

Você está parado nesse instante, atravessando o tempo a 1,08 bilhão de km/h, mas então decide dar uma volta em sua Ferrari novinha a 180 km/h. O que acontece? Você pega emprestado do “banco do tempo” 180 km/h, e ele desconta de seu relógio, isto é, o tempo para você passa mais devagar em relação a todas as outras pessoas que estão paradas no momento. Um momento que durava 60 segundos agora passa a durar 59,9999999999953 segundos. O carro acelera, mas freia seu relógio – apenas o SEU. Depois de uma hora viajando no carro a essa velocidade, você viaja 0,0000000576 milésimo de segundo para o futuro.


Pouca coisa, certo? Sim, as velocidades que experimentamos no dia-a-dia são extremamente insignificantes para ter um efeito notável na passagem no tempo. 1,08 bilhão parece ser muito mais do que o suficiente…

Mas o banco do tempo pode falir?

Sim, e é aí que tudo fica ainda mais interessante. Se uma nave futurista viajar a 1 bilhão de km/h, o banco do tempo estará em apuros. Aí vai mais um exemplo:

Suponha que sua Ferrari possa atingir a mesma velocidade da suposta nave. Na rodovia que você viaja, há uma pessoa no bar. Então, um ladrão aparece do nada e aponta uma pistola na cabeça do indivíduo. Você passa pela rodovia à 1 bilhão de km/h. Seu relógio marca 14h30, e quando você passa em frente ao bar você não vê a pessoa sendo ameaçada de morte. Por que? Porque o tempo passou mais devagar para você do que para as pessoas no bar. Seu relógio marca 14h30, mas o relógio do bar marca 14h45. Você viajou para o futuro. E vê ou uma pessoa morta ou a polícia prendendo o sujeito no bar. Você vê algo que para as pessoas que estavam no bar ainda não está decidido.

Temos então um paradoxo. Tanto você como o homem ameaçado vivem o que os dois chamam de agora. Mas para ele é futuro algo que você já tem na memória, algo que para você já é passado.

Por incrível que pareça, as coisas ainda podem ficar mais complicadas. Segundo Einstein, grandes distâncias também podem distorcer a ideia de que exista um agora para todos. Em outras palavras, para um alienígena vivendo em outra galáxia, o momento em que você está em frente ao celular ou computador lendo esse artigo é um passado distante.

“A concepção dele sobre o que existe neste momento no Universo pode incluir coisas que parecem completamente abertas para nós, como o vencedor das eleições presidenciais dos EUA de 2100. Os candidatos ainda nem nasceram, mas na ideia dele sobre o que acontece exatamente agora já vai estar o primeiro presidente americano do século 22”, escreveu o físico Brian Greene, da Universidade Columbia, nos EUA, em seu livro The Fabric of the Cosmos (O Tecido do Cosmos).

Então o futuro já aconteceu…

Se você pensar um pouco, temos aqui uma conclusão extraordinária. Toda a história do universo já está escrita e, obviamente, não temos o que chamamos poder de escolha. Seu dia de amanhã já está definido no tecido da realidade do universo.

Universos paralelos

Existe, no entanto, uma teoria de que sim, temos poder de escolha mesmo em um universo determinado. São os mundos paralelos, e são ainda mais bizarros do que tudo o que foi apresentado até aqui.

A Teoria dos Muitos Mundos, criada pelo físico norte-americano Hugh Everett em 1957, sugere que a cada possível ação que fazemos, o universo se divide em realidades paralelas, onde cada possível ação é executada. Por exemplo, você está em uma festa, e encontra alguém que não tem coragem de puxar conversa. Em algum universo paralelo, uma cópia sua chegou até essa pessoa, e levou um fora. Em outro, a cantada deu certo. E em outro, vocês se casaram e tiveram filhos. Assim funcionaria com cada possível resultado de uma ação, infinitos universos gerados com infinitas possibilidades.

Temos, nesse cenário, um futuro aberto para qualquer coisa, o oposto do que a relatividade de Einstein aceita. Em teoria, é bonito, mas testar isso na prática é um desafio imenso (diferentemente da relatividade de Einstein, que já foi testada na prática com observações cósmicas e em laboratórios).

E você, leitor, fica do lado de Einstein e de sua relatividade, ou aposta em realidades alternativas paralelas? Tenha toda a liberdade de escolha para decidir. Ou não…



Veja mais aqui:
http://misteriosdomundo.org/o-futuro-ja-aconteceu-e-o-tempo-e-uma-ilusao-2/#ixzz3em6vrAsj

Troca de piso em casa de Jerusalém revela banheiro milenar escondido

Reuters

Troca de piso em casa de Jerusalém revela banheiro milenar escondido

Família descobriu banheiro de 2 mil anos enquanto trocava piso da sala.
Local era destinado a rituais judaicos.


Uma família de Jerusalém descobriu debaixo de sua residência um banheiro de 2000 anos de existência destinada a rituais judaicos enquanto trocava o piso da sala de estar (Foto: Gali Tibbon/AFP)Uma família de Jerusalém descobriu debaixo de sua residência um banheiro de 2000 anos de existência destinada a rituais judaicos enquanto trocava o piso da sala de estar (Foto: Gali Tibbon/AFP)
Uma família de Jerusalém descobriu debaixo de sua residência um banheiro de 2000 anos de existência destinada a rituais judaicos enquanto trocava o piso da sala de estar, informou a Autoridade de Antiguidades de Israel nesta quarta-feira (1º).
Vasos de cerâmica dentro do banheiro ajudaram os arqueólogos a datar a descoberta ao século 1. A residência se encontra no vilarejo de Ein Karem, que a tradição acredita ser o local de nascimento de João Batista e que hoje é um bairro de Jerusalém.
Um alçapão coberto por um tapete, construído no novo piso após a descoberta da casa de banhos, agora sinaliza o ponto onde uma escadaria de pedra levava à antiga câmara, que tem 3,5 metros de comprimento, 2,4 metros de largura e 1,8 metro de profundidade.
A Autoridade de Antiguidades disse que, apesar das referências do Novo Testamento à “Cidade da Judeia”, que se acredita ter existido onde hoje se localiza Ein Karem, resquícios arqueológicos dos tempos de Jesus raramente foram encontrados no vilarejo.
Tal mostra o alçapão no chão de sua sala, que leva até o banheiro de 2 mil anos descoberto no subterrâneo, em Jerusalém (Foto: Gali Tibbon/AFP)Tal mostra o alçapão no chão de sua sala, que leva até o banheiro de 2 mil anos descoberto no subterrâneo, em Jerusalém (Foto: Gali Tibbon/AFP)
Homem mostra a piscina de imersão no banheiro milenar descoberto sob o piso de sua sala em Jerusalém (Foto: Gali Tibbon/AFP)Homem mostra a piscina de imersão no banheiro milenar descoberto sob o piso de sua sala em Jerusalém (Foto: Gali Tibbon/AFP)

 http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/troca-de-piso-em-casa-de-jerusalem-revela-banheiro-milenar-escondido.html

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Uma Declaração Evangélica sobre o Casamento

Uma Declaração Evangélica sobre o Casamento


UmaDeclaracao
Diante da recente decisão da Suprema Corte dos EUA de redefinir o conceito de casamento, mais de 100 pastores assinaram uma Declaração Evangélica sobre o Casamento.
Como cristãos evangélicos, discordamos da decisão da Suprema Corte que redefine o casamento. O Estado não criou a família, e não deveria tentar recriar a família à sua própria imagem. Não capitularemos quanto ao casamento, pois a autoridade bíblica exige que não o façamos. O desfecho da decisão da Suprema Corte de redefinir o casamento representa o que parece ser resultado de meio século de testemunhar o declínio do casamento através do divórcio, coabitação e uma cosmovisão de liberdade sexual quase sem limites. As ações da Suprema Corte representam riscos incalculáveis para um tecido social já volátil ao alienar aqueles cujas crenças a respeito do casamento são motivadas por profundas convicções bíblicas e preocupação pelo bem comum.
A Bíblia claramente ensina a verdade permanente de que o casamento consiste de um homem e uma mulher. De Gênesis a Apocalipse, a autoridade da Escritura testifica da natureza do casamento bíblico como especificamente limitado à complementaridade de homem e mulher. Tal verdade não é negociável. O próprio Senhor Jesus disse que o casamento existe desde o princípio (Mt 19.4-6), portanto, nenhuma instituição humana tem a autoridade de redefinir o casamento assim como nenhuma instituição humana tem a autoridade de redefinir o evangelho, que o casamento misteriosamente reflete (Ef 5.32). A decisão da Suprema Corte de redefinir o casamento demonstra um discernimento equivocado ao desconsiderar o que a história e incontáveis civilizações passaram adiante até chegar a nós, mas também representa um resultado com o qual os próprios evangélicos, infelizmente, não são inocentes de ter contribuído. Muitas vezes, evangélicos professos falharam em ser modelos dos ideais que tão preciosamente estimamos e cremos serem centrais para a proclamação do evangelho.
Igrejas evangélicas devem ser fiéis ao testemunho bíblico do casamento, independente de mudanças culturais. As igrejas evangélicas dos Estados Unidos encontram-se agora em uma nova paisagem moral que nos chama a ministrar em um contexto cada vez mais hostil à ética sexual bíblica. Isso não é novo na história da igreja. Desde seus primórdios, quer fosse na margem da sociedade ou em uma posição de influência, a igreja é definida pelo evangelho. Nós insistimos que o evangelho traz boas novas a todas as pessoas, independentemente de a cultura considerar ou não as novasboas.
O evangelho deve informar nossa abordagem ao testemunho público. Como evangélicos animados pelas boas novas de que Deus oferece reconciliação através da vida, morte e ressurreição do seu Filho, Jesus, nós nos comprometemos a:
• Respeitar e orar pelas nossas autoridades governantes, mesmo enquanto passamos pelo processo democrático de reconstruir uma cultura de casamento (Rm 13.1-7);
• Comunicar a verdade a respeito do casamento bíblico de uma maneira que traga cura para uma cultura sexualmente doente;
• Afirmar o mandato bíblico de que todas as pessoas, incluindo Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) e pessoas de quaisquer outras orientações sexuais, são criadas à imagem de Deus e merecem dignidade e respeito;
• Amar os nossos próximos independentemente de quaisquer desacordos que surjam como resultado de crenças conflitantes a respeito do casamento;
• Conviver de maneira respeitosa e cívica com aqueles que possam discordar de nós, em nome do bem comum;
• Cultivar uma cultura comum de liberdade religiosa que permita que prospere a liberdade de viver e crer de maneira diferente.
A redefinição do casamento não deveria ocasionar a erosão da liberdade religiosa. Nos anos que se seguirão, pode ser que instituições evangélicas sejam pressionadas a sacrificar suas sagradas crenças a respeito do casamento e da sexualidade a fim de acomodar quaisquer exigências que a cultura e a lei exijam. Nós não temos a opção de nos adequarmos a tais exigências sem violar nossas consciências e abrir mão do evangelho. Nós não permitiremos que o governo nos coaja ou infrinja os direitos de instituições de viver de acordo com a sagrada crença de que apenas homens e mulheres podem se unir em casamento.
O evangelho de Jesus Cristo determina a forma e o tom do nosso ministério. A teologia cristã considera seus ensinos sobre o casamento atemporais e imutáveis, e assim, devemos nos posicionar firmemente de acordo com tal crença. Ultraje e pânico não são reações dignas daqueles que confiam nas promessas de um Cristo Jesus que reina. Embora creiamos que a Suprema Corte tenha errado em sua decisão, nós nos comprometemos a nos posicionarmos de maneira inabalável e fiel, testificando do ensino bíblico de que o casamento é o pilar principal da sociedade, designado a unir homens, mulheres e crianças. Prometemos proclamar e viver essa verdade a todo custo, com convicções que são comunicadas com bondade e amor.
Signatários:
Russell Moore, Presidente, Comissão de Ética e Liberdade Religiosa
Jim Daly, Presidente, Focus on the Family
R. Albert Mohler, Jr., Presidente, The Southern Baptist Theological Seminary
Jeff Iorg, Presidente, Golden Gate Baptist Theological Seminary
David Platt, Presidente, International Mission Board
Ronnie Floyd, Presidente, Southern Baptist Convention | Pastor Sênior, Cross Church
Frank Page, Presidente e CEO do Comitê Executivo SBC
Danny Akin, Presidente, Southeastern Baptist Theological Seminary
Paige Patterson, Presidente, Southwestern Baptist Theological Seminary
David S. Dockery, Presidente, Trinity International University/Trinity Evangelical Divinity School
Jack Graham, Pastor, Prestonwood Baptist Church
Tony Evans, Pastor Sênior, Oak Cliff Bible Fellowship
Thom Rainer, Presidente, LifeWay Christian Resources
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Robert Sloan, Presidente, Houston Baptist University
Barrett Duke, Vice-Presidente de Política Pública e Pesquisa e Diretor do Instituto de Pesquisa, Comissão de Ética e Liberdade Religiosa
Matt Chandler, Pastor Principal de Ensino, The Village Church
John Huffman, Presidente do Conselho Christianity Today e Gordon-Conwell Theological Seminary
Jose Abella, Pastor, Providence Road Church, Miami
Raudel Hernandez, Pastor, Summit Español Raleigh, NC
Felix Cabrera, Pastor, Iglesia Bautista Central, Oklahoma City
Edgar Aponte, Diretor de Desenvolvimento de Liderança Hispânica, Southeastern Baptist Theological Seminary
Samuel Rodriguez, Presidente, Conferência Nacional de Liderança Cristã Hispânica
Jason Duesing, Reitor, Midwestern Baptist Theological Seminary
Jeffrey K. Jue, Reitor, Westminster Theological Seminary
Roland C. Warren, Presidente e CEO, Care Net
Kevin Smith, Pastor de Ensino, Highview Baptist Church
Paul David Tripp, Pastor, Escritor e Conferencista Internacional
Dean Inserra, Pastor Presidente, City Church, Tallahassee
John Stonestreet, Palestrante e Membro, The Chuck Colson Center for Christian Worldview
Ramon Osorio, Mobilizador Hispânico Nacional de Igrejas, North American Mission Board
Jimmy Scroggins, Pastor Presidente, Family Church, West Palm Beach
Jackie Hill Perry, Escritora, Palestrante, Artista
Greg Laurie, Pastor Sênior, Harvest Christian Fellowship
Trip Lee, Rapper, Cantor, Poeta e Escritor
Denny Burk, Professor de Estudos Bíblicos, Boyce College
Paul Chitwood, Diretor Executivo, Kentucky Baptist Convention
J. Ligon Duncan III, Chanceler e CEO, Professor da Cadeira John E. Richards de Teologia Sistemática e Histórica, Reformed Theological Seminary
H.B. Charles Jr., Pastor de Ensino, Shiloh Metropolitan Baptist Church
D. A. Carson, Professor Pesquisador de Novo Testamento, Trinity Evangelical Divinity School
David E. Prince, Professor Assistente de Pregação Cristã, The Southern Baptist Theological Seminary
A.B Vines, Pastor Sênior, New Seasons Church
Mike Cosper, Pastor de Adoração e Artes, Sojourn Community Church
Nathan Lino, Pastor Presidente, Northeast Houston Baptist Church
Heath Lambert, Diretor Executivo, Association of Certified Biblical Counselors
Tony Merida, Pastor de Pregação, Imago Dei Church
Clint Pressley, Pastor, Hickory Grove Baptist Church
Vance Pitman, Pastor Sênior, Hope Church, Las Vegas
Bruce Riley Ashford, Reitor, Southeastern Baptist Theological Seminary
Phillip Bethancourt, Vice-Presidente Executivo, Comissão de Ética e Liberdade Religiosa
Jonathan Leeman, Diretor Editorial, 9Marks
Thomas White, Presidente, Cedarville University
Karen Swallow Prior, Professora de Inglês, Liberty University
Jason Allen, Presidente, Midwestern Baptist Theological Seminary
Rosaria Butterfield, Escritora e Palestrante
J.D. Greear, Pastor, The Summit Church
Collin Hansen, Diretor Editorial, The Gospel Coalition
Eric M. Mason, Pastor Presidente, Epiphany Fellowship Church
Eric Teetsel, Diretor Executivo, Manhattan Declaration
Andrew T. Walker, Diretor de Estudos Políticos, Comissão de Ética e Liberdade Religiosa
Daniel Patterson, Chefe de Gabinete, Comissão de Ética e Liberdade Religiosa
Daniel Darling, Vice-Presidente de Comunicações, Comissão de Ética e Liberdade Religiosa
Trillia Newbell, Diretora de Alcance Comunitário, Comissão de Ética e Liberdade Religiosa
David French, National Review
Paul Nyquist, Presidente e CEO, Moody Bible Institute
Kevin Ezell, Presidente, North American Mission Board
Roger Spradlin, Pastor Sênior, Valley Baptist Church, Bakersfield, Calif.
Carmen Fowler LaBerge, Presidente, Presbyterian Lay Committee
Tommy Nelson, Pastor Sênior, Denton Bible Church
J. P. Moreland, Professor Honorário de Filosofia, Biola University
Bryant Wright, Pastor Sênior, Johnson Ferry Baptist Church
Matthew Lee Anderson, Articulista, Mere Orthodoxy
Gabriel Salguero, Presidente, National Latino Evangelical Coalition
Bruce Frank, Pastor Sênior, Biltmore Baptist Church
Afshin Ziafat, pastor Presidente, Providence Church, Frisco, Texas
David Jeremiah, Pastor Sênior, Shadow Mountain Community Church
Christine Hoover, Escritor
Jim Baucom, Pastor Sênior, Columbia Baptist Church
Samuel W. “Dub” Oliver, Presidente, Union University
James MacDonald, Pastor Sênior, Harvest Bible Chapel
Juan R. Sanchez, Jr., Pastor Sênior, High Pointe Baptist Church, Austin, Texas
David Uth, Pastor Sênior, First Baptist Orlando
Timothy George, Reitor e Professor de Divindade, Beeson Divinity School
Alistair Begg, Pastor Sênior, Parkside Church
Naghmeh Abedini
Steve Gaines, Pastor, Bellevue Baptist Church
Richard Mouw, Professor de Fé e Vida Pública, Fuller Seminary
Ron Sider, Professor Honorário Sênior de Teologia, Ministério Holístico e Política Pública, Palmer Seminary at Eastern University
Randy Alcorn, Diretor, Eternal Perspectives Ministries
Kevin DeYoung, Pastor Sênior, University Reformed Church
Justin Taylor, Escritor e Blogueiro
Dennis Rainey, Presidente, FamilyLife Today
Nancy Leigh DeMoss, Revive our Hearts
Ray Ortlund, Pastor Presidente, Immanuel Nashville
John Bradosky, Bispo Presidente, North American Lutheran Church
Matt Carter, Pastor de Pregação e Visão, The Austin Stone Community Church
Owen Strachan, Presidente, The Council on Biblical Manhood and Womanhood
Richard D. Land, Presidente, Southern Evangelical Seminary
Sam Storms, Pastor Presidente de Pregação e Visão, Bridgeway Church
Bart Barber, Pastor, First Baptist Church of Farmersville
Hunter Baker, Professor Adjunto de Ciências Políticas e Reitor de Instrução, Union University
Bryan Chapell, Pastor Sênior, Grace Presbyterian Church
J.I. Packer, Professor do Conselho, Theology Regent College
Erwin W. Lutzer, Pastor Sênior, The Moody Church
D.A. Horton, Diretor do ReachLife Ministries, Coordenador Nacional de Missões Urbanas Acadêmicas
Mark Dever, Pastor Sênior, Capitol Hill Baptist Church
Fred Luter, Pastor, Franklin Avenue Baptist Church
Bryan Loritts, Pastor de Pregação e Missão, Trinity Grace Church, Kainos Movement
Mike Glenn, Pastor Sênior, Brentwood Baptist Church
Johnny Hunt, Pastor, First Baptist Church of Woodstock
Ken Whitten, Pastor Sênior, Idlewild Baptist Church
Marvin Olasky, Editor-em-chefe, WORLD Magazine
Todd Wagner, Pastor Sênior, Watermark Church
Christopher Yuan, Palestrante, Escritor e Professor de Bíblia
Tory Baucum, Reitor, Truro Anglican Church
Bryan Carter, Pastor, Concord Church
Ron Johnson, Pastor Sênior, Village Bible Church
Mac Brunson, Pastor, First Baptist Church Jacksonville
Trey Brunson, First Baptist Church Jacksonville
Ray Pritchard, Presidente, Keep Believing Ministries
Erik Reed, Pastor, Journey Church
Michael Youssef, Pastor, The Church of The Apostles in Atlanta, GA
Nathan Finn, Reitor da School of Theology and Missions e Professor de Filosofia e Tradição Cristã, Union University
Rob Peters, Pastor Sênior, Calvary Baptist Church Winston-Salem, NC
http://voltemosaoevangelho.com/blog/2015/07/uma-declaracao-evangelica-sobre-o-casamento/
Tradução: Alan Cristie. Revisão: Vinícius Musselman Pimentel. © 2014 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Original: Uma Declaração Evangélica sobre o Casamento.