quinta-feira, 14 de abril de 2016

TODO O UNIVERSO SE DOBRARÁ AO NOME DO SENHOR JESUS CRISTO.

TODO O UNIVERSO SE DOBRARÁ AO NOME DO SENHOR JESUS CRISTO.
- Caso haja mais de um universo, o que é possível, podemos colocar "TODOS OS UNIVERSOS..."


Tanto no Antigo como no Novo Testamento encontramos esse acontecimento.

Verso do Antigo Testamento: "Por mim mesmo jurei da minha boca, já saiu em justiça a palavra, que não voltará: Diante de mim se dobrará todo o joelho, e jurará toda a língua.Tão somente em Jeová, dir-me-ão, há justiça e força. A ele virão os homens, e serão envergonhados todos os que se indignarem contra ele." Isaías 45:23,24

Ver correspondente no Novo Testamento: "Pelo que também Deus o (a Jesus) exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai." Filipenses 2:9-11 


CONCLUSÃO: Queiram ou não, todos no mundo material e espiritual vão se dobrar (adorar) ao Senhor Jesus Cristo.

domingo, 10 de abril de 2016

A interpretação literal é mais apropriada

A interpretação literal é mais apropriada

Ron Rhodes
No início dos anos 80, trabalhei em um serviço de correspondência cristão, juntamente com mais algumas dezenas de estudantes do Seminário de Dallas. Nós entregávamos certos tipos de documentos na área de Dallas e de Fort Worth.
Para esse serviço, foi necessário aprender a utilizar um guia de ruas. Com o auxílio do índice, no final do guia, ficava fácil e rápido encontrar a página certa e até o segmento da página onde se podia identificar a rua procurada. Constantemente éramos alertados: “Enquanto utilizássemos corretamente o guia de ruas não haveria erros para encontrar os endereços pretendidos”. Toda vez que ocorria um engano na busca de algum endereço, a razão era a de não ter procurado a orientação no guia com a devida atenção.
Com a Bíblia ocorre algo semelhante. Enquanto a lermos com a devida atenção, isto é, enquanto fizermos a interpretação adequada dos seus ensinamentos, não corremos o risco de nos perdermos em suas páginas ou de cometermos enganos. Então compreenderemos a Bíblia da maneira como Deus pretendia que fosse.
Gostaria de falar brevemente sobre o modo correto de ler a Bíblia. Se o fizermos dessa maneira, teremos condições de entender as revelações que Deus fez, através da Profecia Bíblica, também de modo correto – principalmente no que diz respeito à cronologia profética. Por outro lado, teremos melhores condições de verificar o quanto as interpretações proféticas da Teologia da Substituição[a] e do Preterismo[b] são falhas.

[a] A Teologia da Substituição afirma basicamente que a Igreja substituiu Israel no plano de Deus e que as promessas feitas para Israel serão cumpridas pela Igreja.
[b] A palavra “Preterismo” é derivada do termo preter, em Latim e significa “passado”. De acordo com essa perspectiva, as profecias do livro de Apocalipse (principalmente dos capítulos 6-18) e do Sermão do Monte das Oliveiras, proferido por Jesus (Mateus 24-25), já foram cumpridas.

Iniciaremos com a aplicação da interpretação literal nas Escrituras. O termo “literal”, utilizado na Hermenêutica (a ciência da interpretação bíblica) tem origem no Latim –sensus literalis – e pretende descobrir o sentido literal do texto, ao contrário de um sentido não literal ou alegórico. Trata-se de procurar a compreensão que uma pessoa com inteligência normal teria ao ler um texto, sem a aplicação de chaves ou códigos especiais.
A interpretação literal das Escrituras também pode ser definida como o entendimento dos conceitos com base na vida diária normal. As palavras recebem o mesmo significado que possuem numa comunicação usual. Trata-se de interpretar uma passagem bíblica da maneira normal ou óbvia. No entanto, é necessário mencionar algumas limitações.

O método literal não exclui expressões idiomáticas ou figuras de retórica

Quando a Bíblia menciona os olhos, os braços ou as asas de Deus (Sl 34.15; Is 51.9; Sl 91.4), isso não deveria ser interpretado literalmente. Deus não possui características físicas – Ele é Espírito (Jo 4.24). Da mesma maneira, é impossível que Ele seja literalmente uma rocha material (Sl 42.9). De qualquer modo, nós não saberemos, nesse aspecto literal, aquilo que Deus não é, enquanto não tivermos conhecimento daquilo que Ele literalmente é.
Por exemplo, se não fosse literalmente verdade que Deus é Espírito e Eterno, não poderíamos afirmar que certas referências feitas a Deus em outras passagens da Bíblianão podem interpretadas literalmente, como, por exemplo, uma forma material ou finita. A afirmação de Jesus, em João 15.1: “Eu sou a videira verdadeira...” não é considerada como uma verdade física pelo método de interpretação literal. Muito antes, ela é entendida como uma figura de retórica – ela significa que os crentes recebem sua vida espiritual de Jesus, nossa “videira espiritual”. É importante que tenhamos a compreensão disso, pois a literatura profética e apocalíptica, como Daniel e o livro do Apocalipse, fazem uso frequente de expressões idiomáticas e de figuras retóricas.
Às vezes não é fácil descobrir se uma passagem deve ser compreendida literalmente, ou não. No entanto, existem algumas diretrizes que podem nos auxiliar nesse sentido. Resumindo: um texto pode ser interpretado figurativamente...
quando ele obviamente tem o sentido figurado, por exemplo, quando Jesus afirmou que Ele é a porta (Jo 10.9);
quando o próprio texto indica um sentido figurativo, por exemplo, quando Paulo mostra o sentido alegórico de um texto (Gl 4.24);
quando uma interpretação literal for contrária a outras verdades descritas na Bíblia, ou mesmo fora dela, por exemplo, quando ela fala dos “quatro cantos da terra” (Ap 7.1).
Trazendo tudo a um denominador comum: “Quando o sentido literal faz sentido, não procure por outro sentido, a não ser que o resultado seja um absurdo”.

O método literal não exclui o emprego de símbolos

A Bíblia está repleta de símbolos. No entanto, cada símbolo consta figurativamente em relação a algo literal.
Por exemplo, no livro do Apocalipse aparecem muitos símbolos que representam literalmente coisas concretas. Jesus explicou que as sete estrelas em Sua mão direita representam “os anjos [mensageiros] das sete igrejas” (Ap 1.20) e que os sete candeeiros representam as sete igrejas (Ap 1.20). As taças de incenso representam as orações dos santos (Ap 5.8) e as “águas” simbolizam “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17.1,15). Assim, cada símbolo consta em relação a algo que realmente existe. Muitas vezes há indicações no texto que nos conduzem à intepretação literal oculta nos símbolos – tanto no contexto imediato ou mesmo distante em outra passagem da Escritura.

O método literal não exclui a aplicação de parábolas

Jesus apresentou parábolas que não tinham interpretação literal. No entanto, cada parábola expressa algum objeto literalmente.
Jesus pretendia que as parábolas fossem entendidas pelas pessoas que estivessem dispostas para isso. Ele até explicou duas delas aos Seus discípulos – a Parábola do Semeador (Mt 13.3-9) e a Parábola do Trigo e do Joio (Mt 13.24-30). O Senhor o fez, não somente para dirimir qualquer dúvida sobre a interpretação correta, como também para mostrar aos crentes como as outras parábolas devem ser interpretadas. Jesus não interpretou as demais parábolas, certamente indicando que Ele considerava os crentes capacitados a seguir o Seu método e a compreender o significado literal das mesmas.

Seis razões para empregar o método literal

Existem pelo menos seis bons motivos que favorecem a abordagem literal das Escrituras (incluindo as profecias).
  1. Trata-se do modo normal como cada idioma é entendido.
  2. A maior parte da Bíblia adquire um sentido quando ela é interpretada literalmente.
  3. Esse método permite que haja um sentido secundário (alegórico) quando o contexto assim requer.
  4. Todos os significados secundários (alegóricos), no entanto, são dependentes do significado literal. Não seria possível identificar o que textualmente se refere a Deus enquanto não soubermos o que é literalmente verdade.
  5. Trata-se do único controle sensato e seguro para nossas suposições subjetivas.
  6. É a única abordagem que coincide com a essência da inspiração (do conceito de que as palavras das Escrituras foram geradas pelo “sopro de Deus”).

A confirmação bíblica para o método literal

O próprio texto bíblico fornece numerosas comprovações para o método literal de interpretação. Assim, textos bíblicos mais recentes permitem a compreensão literal de textos mais antigos, como, por exemplo, o relato da Criação, em Gênesis 1-2 (ver Êx 20.10-11). O mesmo ocorre com o relato da criação de Adão e Eva (Mt 19.4-6; 1Tm 2.13); o pecado de Adão e, em consequência, a sua morte (Rm 5.12,14); Noé e o Dilúvio (Mt 24.38) e os relatos sobre Jonas (Mt 12.39-41), Moisés (1Co 10.2-4,11) além dos vários personagens históricos.
Além disso, em Sua primeira vinda, Jesus cumpriu mais de cem profecias. Assim, por exemplo, havia as promessas de que Ele seria:
  • o descendente de uma mulher (Gn 3.15);
  • oriundo da linhagem de Sete (Gn 4.25);
  • descendente de Sem (Gn 9.26);
  • descendente de Abraão (Gn 12.3);
  • descendente da tribo de Judá (Gn 49.10);
  • o Filho de Davi (Jr 23.5-6);
  • nasceria de uma virgem (Is 7.14);
  • nasceria em Belém (Mq 5.2);
  • anunciado como o Messias (Is 40.3);
  • o futuro Rei (Zc 9.9);
  • o sacrifício para o perdão dos nossos pecados (Is 53);
  • traspassado em Seu lado (Zc 12.10);
  • “aniquilado” – morto (Dn 9.24-26), por volta de 33 d.C.;
  • ressuscitado dentre os mortos (Sl 2 e 16).
Observe também: Jesus, ao interpretar a profecia literalmente, indicava de maneira clara que Ele concordava com o método literal de interpretação do Antigo Testamento (Lc 4.16-21).
Ao vermos a Bíblia confirmar a presença de parábolas (Mt 13.3) ou de um significado alegórico (Gl 4.24), ela demonstra que o normal é o significado literal. Além disso, quando Jesus explicava uma parábola, Ele deixava claro que uma parábola traz em si um significado literal (Mt 13.18-23).
Quando Jesus repreendeu aqueles que não consideravam a ressurreição de maneira literal, Ele indicava que a interpretação literal do Antigo Testamento era a correta (Mt 22.29-32). A maneira como Jesus aplicava as Escrituras é uma das provas mais convincentes de que a Bíblia deve ser interpretada literalmente.
O que isso significa é óbvio. Uma cronologia da Profecia, que exige dados exatos, precisa se basear na interpretação literal das profecias bíblicas, individualmente. (Ron Rhodes — Chamada.com.br)
http://www.chamada.com.br/mensagens/interpretacao_literal.html

A Preparação Para o Terceiro Templo

A Preparação Para o Terceiro Templo

Jimmy De Young
O Arrebatamento da Igreja é o próximo evento importante na cronologia de Deus relacionada às atividades proféticas. Já não há mais profecias a serem cumpridas antes que ocorra o Arrebatamento. Ele é iminente, isto é, pode acontecer a qualquer momento. Na verdade, não existe nada, a não ser a graça longânima e a misericórdia de Deus, que possa impedi-lo de ocorrer imediatamente.
No entanto, embora não existam sinais para o Arrebatamento, há pelo menos um importante indicador de que ele está próximo, às portas. Esse indicador é a situação em que se encontram os preparativos para o próximo Templo Judeu a ser construído no monte do Templo, em Jerusalém.
O rabino Nachman Kahane, um rabino líder em Jerusalém, nascido em 1937, crê que um Templo será construído no monte do Templo enquanto ele ainda estiver vivo; e ele diz que tudo está pronto para que o Templo seja construído ainda hoje.
O mundo conheceu apenas dois Templos Judeus: o Primeiro, construído no monte do Templo pelo rei Salomão, durou 390 anos, antes que os babilônios o destruíssem no ano 586 a.C. O Segundo, construído depois do Cativeiro na Babilônia, no mesmo local (Ed 2.68; Ed 6.7), permaneceu durante 585 anos, antes de ser destruído pelos romanos no ano 70 d.C. O cenário dos tempos do fim na Palavra Profética de Deus anuncia que haverá um Templo Judeu quando o Anticristo reinar sobre o mundo.
O rabino Kahane treinou todos aqueles que estão na liderança desse esforço para a reconstrução; e foram seus alunos que deram início ao Instituto do Templo, em 1987, no bairro judeu na Cidade Velha de Jerusalém. O Instituto tem treinado homens para o serviço no Templo e acumulado todos os implementos necessários para o Templo, inclusive a mesa da proposição, o altar do incenso, e a menorá de ouro. A menorá, atualmente em exposição em frente à praça do Muro Ocidental em Jerusalém, é recoberta com aproximadamente 45 quilos de puro ouro e seu valor é de cerca de 2 milhões de dólares americanos.
Muitos acham que a menorá original, um candelabro com sete hastes, foi levada para Roma depois que o Segundo Templo foi destruído, porque um alto-relevo no Arco de Tito em Roma parece retratar exatamente isso. A menorá original pode ainda estar em Roma. O Instituto do Templo a reconstruiu meticulosamente.
Além disso, o Instituto do Templo também crê saber a localização da Arca da Aliança, que foi vista pela última vez no Templo de Salomão. Dois rabinos e um ativista judeu, todos trabalhando em atividades da reconstrução do Terceiro Templo, dizem já ter estado no local.

Outras atividades

O?rabino Yehuda Glick, presidente da Temple Mount Heritage Foundation (Fundação da Herança do Monte do Templo), guia excursões de judeus ao monte do Templo para aumentar a familiaridade com este que é o mais sagrado de todos os sítios judeus, antes que o próximo Templo seja construído. Há alguns anos, ele levou a uma excursão educativa um grupo de 10 soldados pára-quedistas das Forças de Defesa de Israel (FDI). Este foi um marco, por se tratar da primeira vez que tropas da FDI uniformizadas estiveram no monte do Templo em uma década.
Os pára-quedistas, disse o rabino Glick, têm um “relacionamento especial” com o monte do Templo. Eles tomaram aquela elevação para Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967, o que levou à reunificação de Jerusalém.
Embora o monte do Templo seja o mais sagrado sítio do judaísmo, o povo judeu não tem permissão para orar ali, nem para subir nele em grandes grupos, porque ele é controlado pelo Waqf muçulmano. Israel deu ao Waqf o controle como um gesto de boa vontade depois da reunificação da cidade em 1967.
O Instituto tem treinado homens para o serviço no Templo e acumulado todos os implementos necessários para o Templo, inclusive a mesa da proposição, o altar do incenso, e a menorá de ouro (na foto).
O rabino Glick está convocando o povo judeu para se unir e fazer todo esforço possível para visitar esse local sagrado e se concentrar em reconstruir o Templo. Durante vários anos, ele dirigiu os esforços do Instituto do Templo no sentido de se prepararem para a reconstrução.
Os Fiéis do Monte de Templo, de Gershon Salomon, têm uma pedra fundamental pronta para quando for dado início à construção. Diz-se que ela foi consagrada com água do poço bíblico de Siloé e cortada com diamantes.
Perto de Jericó, no vale do rio Jordão, um centro de treinamento educa homens, que crêem ser da tribo de Levi e da família sacerdotal, sobre como servir no próximo Templo. Nos últimos 25 anos esse centro já treinou milhares vindos de todas as partes do mundo. Muitas das vestes sacerdotais estão preparadas e guardadas. O rabino Kahane, que recebeu o primeiro conjunto de vestes sacerdotais, o guarda em seu armário, pronto para ser vestido imediatamente. Foram anos de pesquisa para se confeccionarem essas vestes:
Fibras de linho especiais foram importadas da Índia e muitas viagens ao exterior foram necessárias para se obter as cores corretas para as roupas. Emissários chegaram a ir a Istambul, para comprar os casulos das montanhas, dos quais se extrai o correto tom de carmesim. O segredo do tom certo de azul ficou perdido desde a destruição do Segundo Templo, até que a organização não-lucrativa Ptil Tekhelet o identificou como sendo o?murex trunculus, ou hexaplex trunculus, o molusco corante listrado que se encontra nas proximidades do mar Mediterrâneo.[1]
Além disso, as 4.000 harpas necessárias para os levitas tocarem as músicas do Templo, como foi requerido pelo rei Davi em 2 Crônicas 23.5, estão perto de serem completadas pelos artífices da Casa de Harrari.
O rabino Yoel Keren acredita que o Terceiro Templo será construído seguindo os detalhes descritos em Ezequiel 40-46; mas primeiro o povo judeu construirá uma estrutura menos extravagante, como fez quando o Segundo Templo foi edificado 2.500 anos atrás.

O que está por vir

O cenário do final dos tempos na Palavra de Deus exige que um Templo Judeu esteja erigido quando o Anticristo governar o mundo. Ele o profanará e o povo judeu será forçado novamente a deixar o Templo porque se manterá fiel a Deus e se recusará a adorar o Anticristo (Dn 9.27).
Em Seu Sermão no monte das Oliveiras (Mt 24-25), Jesus confirmou a profecia de Daniel. Ele chamou a profanação de “o abominável da desolação” e disse que ela ainda não havia acontecido (Mt 24.15).
Algum dia, o Messias, Jesus, voltará para Jerusalém e construirá Seu Templo nesse pedaço de terra (Zc 1.16; Zc 6.12); e, a partir desse Templo do Milênio, Ele governará o mundo (Zc 6.13). Esse templo é descrito em detalhes vívidos e precisos em Ezequiel 40-46. Nada que tenha sido construído até agora se encaixa na descrição de Ezequiel. Nem o Tabernáculo, nem o Primeiro Templo edificado pelo rei Salomão, nem mesmo o Segundo Templo que foi dedicado por Zorobabel e magnificamente restaurado por Herodes o Grande. Sequer a estrutura desenhada na prancha de projetos de hoje será aquele Templo; essa estrutura será o Templo da Tribulação; que deverá estar em funcionamento na metade do período de sete anos que se denomina “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.7).
Existe um obstáculo principal para a construção do Terceiro Templo: a edificação muçulmana cuja cúpula é coberta de ouro, o Domo da Rocha, que ocupa o monte do Templo. Não é uma mesquita, mas um edifício islâmico.
Algumas pessoas sugerem que um Templo Judeu poderia existir ao lado do Domo da Rocha, ambos partilhando do monte do Templo. Mas, falei com muitos líderes do movimento para a reconstrução que crêem que o Domo da Rocha terá que ser removido. Quando lhes perguntei como eles planejam fazer isso acontecer, disseram que não planejam. Eles pensam deixar esse detalhe para o Messias, mas querem estar prontos para começar a construção quando Ele abrir o caminho.
Você está preparado para o Arrebatamento da Igreja? Se está, viva pura e produtivamente para estar cheio de alegria quando ouvir o glorioso som da trombeta de Deus nos chamando para casa (1Ts 4.15-17). Acordo todas as manhãs com a expectativa de que este será o dia. À luz de tudo o que está acontecendo para a preparação de um Templo Judeu no monte do Templo, faríamos o certo se mantivéssemos nossos ouvidos bem abertos para o brado do Senhor, a voz do arcanjo e o chamado da trombeta de Deus. (Jimmy De Young - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

quinta-feira, 7 de abril de 2016

O dom de línguas já cessou! Bem, foi esta a afirmação absurda que li em um artigo de um amado irmão de uma Igreja tradicional.

O dom de línguas já cessou!

Bem, foi esta a afirmação absurda que li em um artigo de um amado irmão de uma Igreja tradicional.
por Armando Taranto Neto

O dom de línguas já cessou!
Eu sempre gostei daquela iguaria da cozinha paraense que é o Açaí. Aqui no Rio de Janeiro ele é apreciado em uma mistura de xarope de guaraná, morango e mais acréscimos como granola, chocolate granulado, etc. O açaí não é produzido na região sudeste, ele só é encontrado ao norte, sendo assim, chega até nós processado e congelado.
Sempre ouvia os paraenses que moram aqui no Rio dizerem que o sabor deste Açaí que apreciamos aqui não tem nada a ver com o verdadeiro néctar das selvas que é colhido, higienizado e moído na hora lá em Belém. Até o dia que tive a oportunidade de visitar a capital do Pará e fui pessoalmente conferir a verdade sobre o suco da fruta. Realmente, o Açaí do Pará não tem relação nenhuma com aquilo que comemos aqui. Fiquei impressionado
Por mais que eu tente te explicar a diferença jamais conseguirei transmitir minhas sensações, a explosão do sabor exótico por mim jamais experimentado, a sua consistência, aroma, etc. São experiências particulares, subjetivas a terceiros, pois são empíricas (Que faz alusão ao empirismo. Que se apoia exclusivamente na experiência e na observação. Que não se pauta em uma teoria determinada.).
Da mesma forma as coisas espirituais não podem ser explicadas por palavras, pois como bem afirmou o apóstolo Paulo em I Co 2.14 : “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.”
Em se tratando das Línguas Estranhas deve-se ter em mente que elas foram essencialmente um sinal para Israel de que Deus queria atingir todas as nações com o Seu Evangelho.
Isto fica claro em I Co 14.20-22: “Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento. Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor. De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis; e a profecia não é sinal para os infiéis, mas para os fiéis.”
O problema é que nossos irmãos da igreja de Corinto estavam usando e abusando dos dons espirituais, especialmente as Línguas Estranhas, ou Glossolália (do grego γλώσσα, “glóssa” [língua]; λαλώ, “laló” [falar]) é um fenômeno de psiquiatria e de estudos da linguagem, em geral ligado a situações de fervor religioso, em que o indivíduo crê expressar-se em uma língua por ele desconhecida, por ele tida como de origem divina.).
Paulo, então, os exorta a deixarem de ser crianças e pararem com o exibicionismo. O apóstolo ainda os adverte a tornarem-se homens maduros e entenderem o verdadeiro propósito destas línguas. Este fenômeno era o cumprimento da profecia de Isaias capítulo 28.11-12 : “Pelo que, por lábios gaguejantes e por língua estranha falará o Senhor, a este povo, ao qual ele disse: Este é o descanso, dai descanso ao cansado; e este é o refrigério; mas não quiseram ouvir”.
Estas línguas eram um sinal aos descrentes judeus, isto é, judeus que ainda estavam perdidos por não haverem crido e nem recebido a Jesus como o Messias prometido, o Cristo, o Senhor deles, o Salvador e Deus deles, bem como os outros judeus que creram e foram salvos, mas não criam na salvação dos gentios e nem que o Senhor estava chamando a todas as nações do mundo para formar um corpo espiritual, a Igreja, formada por judeus e gentios. “…Este povo…” em Isaias 28 é uma referência à nação judaica.
Hoje as línguas continuam servindo ainda como um sinal sobrenatural àqueles que não creem.
Dizer que não há mais lugar para esta manifestação em nossos dias é comum a todos aqueles que nunca tiveram esta experiência sobrenatural do Espírito Santo. Eles jamais entenderão toda a complexidade e sensações que nos aquece o coração enchendo-nos da Graça Eterna do Pai que nos faz explodir em Línguas Estranhas. É empírico, é fenomenal, não existe nenhum paralelo terreno.
É praticamente impossível alguém que foi agraciado com o Batismo com o Espírito Santo não se manifestar em Línguas Estranhas, (tanto que esta é uma evidencia Daquele) quando sentindo a presença do Senhor, ou mesmo quando em tribulação sente o refrigério do Espírito Santo de Deus. [Já estou com vontade de falar em línguas aqui enquanto escrevo …]
Concordo que em muitos lugares crentes meninos continuam a abusar deste dom, trazendo escândalos. Entretanto, nossos amados irmãos tradicionais ou descrentes precisam tomar muito cuidado para que suas observações infundadas e maculadas de radicalismos não os conduza à blasfêmia contra o Espírito Santo de Deus (palavra, expressão ou afirmação que insulta ou ofende o que é considerado digno de respeito ou reverência; atribuir ao diabo atividades sabidamente oriundas do Espirito Santo de Deus).
Amado irmão, o Senhor nos chamou à liberdade, mas não abusemos de nossa liberdade para dar lugar à carne. Ore em línguas, fale em línguas e que haja interpretação para a edificação dos irmãos. Não deixemos que as vozes deste mundo impeçam a operação de Deus em nossas vidas.
Bem disse o filósofo Aristóteles: “O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”
ZAMBE APAMBOLA IO,  ( ups… não é Língua Estranha não, significa : Que Deus te abençoe – Dialeto Lingala – Rep. Congo e Angola – África)
https://artigos.gospelprime.com.br/o-dom-de-linguas-ja-cessou/?utm_content=bufferad2c9&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

QUEM DOBROU O SEU PÁRA-QUEDAS HOJE? God Bless You!

Charles Plumb era piloto de caça dos EUA e serviu na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.

Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.

Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem: “Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?” “Sim, como sabe?”, perguntou Plumb. “Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?” Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu: “Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.”

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se: “Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro.” Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:
Quem dobrou teu pára-quedas hoje?

Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.

Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável. Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas, e Agradeça-lhe.
Ainda que não tenhas nada de importante a dizer, envia esta mensagem a quem fez isto alguma vez. E manda-a também aos que não o fizeram. As pessoas ao teu redor notarão esse gesto, e te retribuirão preparando teu pára-quedas com esse mesmo afeto.
Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes tua gratidão. Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples. Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um “Gosto de Você”, um parabéns…ou Simplesmente você é 10! Somos todos irmãos....voar é preciso....amizade é nescessária...o amor obrigatório....

QUEM DOBROU O SEU PÁRA-QUEDAS HOJE?
God Bless You!

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Pesquisa indica que prática da fé na infância afasta jovens do alcoolismo e drogas



Pesquisa indica que prática da fé na infância afasta jovens do alcoolismo e drogas


Estudo afirma que não é somente `crer´; a prática da religiosidade é que está relacionada à menor propensão aos vícios
Uma pesquisa recente desenvolvida por pesquisadores de diferentes centros de estudos nos Estados Unidos (Boston Medical CenterSystems & Psychosocial Advances Research Center, entre outros), constatou o que o bom senso já era capaz de supor. Frequentar atividades religiosas desde a infância é um dos hábitos mais eficazes para evitar o uso de drogas ou abuso de álcool na adolescência e juventude.
A pesquisa foi liderada pela doutora Michelle Porche e publicada num congresso acadêmico sobre superação de vícios, na Chester University, Reino Unido. Os pesquisadores concluíram que uma infância religiosa contribui para que o futuro jovem não tenha comportamentos de risco e acrescenta que “a religiosidade pode ser especialmente protetora durante o período de transição da adolescência à fase adulta”.
Não basta, contudo, simplesmente “crer”, destaca a pesquisa. A religiosidade prática, que inclui a participação frequente em celebrações, cultos ou missas, por exemplo, é o que está relacionada ao desenvolvimento de hábitos mais saudáveis e menor propensão aos vícios. “Uma maior assistência à igreja nesses períodos da vida [infância e adolescência] pode proteger o jovem do uso precoce de álcool e contra o desenvolvimento de problemas relacionados com o alcoolismo”, diz o texto da pesquisa.
O levantamento usou como amostra 900 jovens de 18 a 29 anos. Nas conclusões, os pesquisadores propõem que as igrejas intensifiquem seu trabalho com jovens nos temas álcool e drogas, além de sugerir que os profissionais de saúde que lidam com dependentes químicos adotem elementos de prática espiritual com os pacientes que não se opuserem. Com informações Raciocínio Cristão.

http://cristaonews.com/pesquisa-indica-pratica-da-fe-na-infancia-afasta-jovens-do-alcoolismo-drogas/

Judeus iniciam seleção de sacerdotes que irão servir no Terceiro Templo, em Israel


Judeus iniciam seleção de sacerdotes que irão servir no Terceiro Templo, em Israel

Registro incluirá homens de linhagem sacerdotal (descendentes de Arão), nascidos e criados em Israel, e que tenham guardado as leis de pureza competidas aos sacerdotes




Judeus de Israel estão se movimentando em mais uma etapa para a preparação da futura construção do Terceiro Templo, em Jerusalém: selecionar sacerdotes que irão preparar a novilha vermelha e prestar serviços religiosos no local.

O anúncio da ação foi feito pelo rabino Chaim Richman, diretor do Instituto do Templo, na última segunda-feira (28).

O registro incluirá homens de linhagem sacerdotal (descendentes de Arão), nascidos e criados em Israel, e que tenham guardado as leis de pureza competidas aos sacerdotes. Entre as exigências está até mesmo a de não ter tido contato com pessoas mortas — sacerdotes que nasceram em maternidades, visitaram hospitais ou que visitaram cemitérios estão fora da lista.

Depois de compilar a lista de sacerdotes candidatos, o Instituto do Templo irá treiná-los para o complexo ritual com as cinzas da vaca vermelha. Para os judeus ortodoxos, o ressurgimento de uma novilha que siga o padrão estabelecido pelo livro bíblico de Levítico é um dos sinais da iminente vinda do Messias.

“Este é um enorme salto para o Instituto do Templo e para o povo judeu. Pela primeira vez em 2 mil anos, após milagrosamente voltarmos para a Terra de Israel, estamos começando o processo de restabelecer a pureza bíblica do sacerdócio judaico”, disse o rabino Richman.

Fundado em 1987, o Instituto do Templo é uma organização dedicada à reconstrução do templo judaico no Monte Moriá, em Jerusalém. Além de se organizar para conscientizar o povo de Israel, o grupo recriou mais de 70 utensílios próprios para os rituais do Templo.

Desde o ano passado, a organização chegou a conclusão de que o primeiro passo para a construção do Terceiro Templo seria a novilha vermelha. Os pesquisadores passaram a congelar embriões bovinos da raça Red Angus, até obter um bezerro perfeito.

Simulação do Terceiro Templo

Uma cerimônia especial foi realizada no dia 10 de março em Jerusalém, marcando o início do mês de Adar no calendário hebraico.

Na ocasião, o Instituto do Templo se uniu ao Sinédrio para realizar a reconstituição do culto que seria realizado no Terceiro Templo. A cerimônia teve caráter educacional para um número de espectadores.

Os sacerdotes usavam roupas feitas de acordo com as especificações bíblicas, e músicos tocaram os instrumentos adequados, incluindo o explosivo som das trombetas. Com informações Breaking Israel.


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